NAS PEGADAS DO MESTRE JESUS
Buscar
 
 

Resultados por:
 


Rechercher Busca avançada

Últimos assuntos
» EXPLICANDO O OCULTISMO PARTE 9
Ontem à(s) 9:42 am por Jahyr

» Tema: VIGILÂNCIA
18th Novembro 2017, 5:08 pm por Lourival soldado cristão

» EDVALDO OLIVEIRA ANDA MUITO AGITADO PARTE 2
17th Novembro 2017, 7:14 am por Jahyr

» EXPLICANDO O OCULTISMO PARTE 8
16th Novembro 2017, 11:00 am por Jahyr

» EXPLICANDO O OCULTISMO PARTE 7
16th Novembro 2017, 10:52 am por Jahyr

» EXPLICANDO O OCULTISMO PARTE 6
15th Novembro 2017, 4:15 pm por Jahyr

» EXPLICANDO O OCULTISMO PARTE 5
15th Novembro 2017, 4:04 pm por Jahyr

» EXPLICANDO O OCULTISMO PARTE 4
9th Novembro 2017, 7:42 pm por Jahyr

» EXPLICANDO O OCULTISMO PARTE 3
9th Novembro 2017, 7:38 pm por Jahyr

Novembro 2017
SegTerQuaQuiSexSabDom
  12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930   

Calendário Calendário

Quem está conectado
78 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 78 Visitantes :: 2 Motores de busca

Nenhum

O recorde de usuários online foi de 473 em 30th Agosto 2014, 11:05 pm
Social bookmarking

Social bookmarking Digg  Social bookmarking Delicious  Social bookmarking Reddit  Social bookmarking Stumbleupon  Social bookmarking Slashdot  Social bookmarking Yahoo  Social bookmarking Google  Social bookmarking Blinklist  Social bookmarking Blogmarks  Social bookmarking Technorati  

Conservar e compartilhar o endereço de <a href="http://oulorivallan.forumeiros.com/">nas pegadas do mestre JESUS</a> em seu site de social bookmarking

Conservar e compartilhar o endereço de NAS PEGADAS DO MESTRE JESUS em seu site de social bookmarking

Conectar-se

Esqueci minha senha

Flux RSS


Yahoo! 
MSN 
AOL 
Netvibes 
Bloglines 


Votação
Estatísticas
Temos 4293 usuários registrados
O último usuário registrado atende pelo nome de João Celso

Os nossos membros postaram um total de 30097 mensagens em 13026 assuntos

entendimento pensar sobre o "sheol" como uma "condição" ou "situação" dos mortos

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

entendimento pensar sobre o "sheol" como uma "condição" ou "situação" dos mortos

Mensagem por Lourival soldado cristão em 16th Setembro 2014, 11:03 pm

SHEOL TAKHTIY

AMOQ SHEOL

A palavra "amoq", por si só significa "fundo", "profundo", "abissal", "insondável". A palavra "takhtiy" (pronunciada 'tartí'), por si só significa "inferior", "profundo". Quando associadas a "sheol" nos definem o que as escrituras mostram, ou seja, um "sheol profundo" ou "sheol abissal". O primeiro aspecto que percebemos é que, se "sheol" já não tinha nenhuma relação com sepultura, muito menos agora, quando as escrituras nos mostram um "sheol profundo", ou um "sheol abissal", o que não poderíamos jamais pensar que fossem os poucos palmos que são cavados na terra para sepultamento dos mortos. A palavra "sheol" vem sendo erroneamente traduzida por "inferno" e por "sepultura" ao longo de todas as traduções, pela total falta de entendimento espiritual dos tradutores, que simplesmente buscam alguma palavra que faça algum sentido para a mente deles, que infelizmente não consegue compreender coisas espirituais.

Dessa palavra "takhtiy" surgiu uma palavra parecida que muitos chamam de "tártaro", e erroneamente consideram esse suposto "tártaro" como um "inferno pior", como se o "sheol" significasse realmente "inferno", o que não é fato. "Sheol" é simplesmente "lugar dos mortos", e "sheol takhtiy" ou "amoq sheol" é um "lugar profundo dos mortos". Dessa junção das palavras "sheol" com "amoq" ou "takhtiy" surgiram conceitos e traduções erradas, como "profundezas do inferno", o que não é correto. O que é correto é que as escrituras nos apresentam um "lugar dos mortos" (sheol) e um "lugar profundo dos mortos" (sheol takhtiy ou amoq sheol), e é sábio nos limitarmos ao que as escrituras dizem, até que possamos perceber as diferenças entre o "sheol" e o "sheol takhtiy" ou "amoq sheol". Vamos observar versos que falam do "sheol takhtiy" e do "amoq sheol" antes de voltarmos aos versos do "sheol".

Deuteronômio - capítulo 32 verso 22

Porque um fogo se acendeu na Minha ira, e queimará até ao lugar profundo dos mortos ("sheol takhtiy"); consumirá a terra e suas messes e porá em fogo os fundamentos das montanhas.

Salmos - capítulo 86 verso 13

Pois grande é a Tua misericórdia para comigo, e Tu livraste o meu ser [vida, alma] do lugar profundo dos mortos ("sheol takhtiy").

Nos dois versos acima é utilizada a palavra "takhtiy" identificando um "sheol profundo" ou "lugar profundo dos mortos". Em especial no verso 13 do Salmo 86, acima, vemos a palavra "nefesh" sendo usada, a qual pode ser traduzida por "ser", "vida" ou "alma". O salmista louva ao Criador nesse salmo por ter livrado sua vida, ou alma, do lugar profundo dos mortos, o que significa, obviamente, que se o Criador não o tivesse livrado, seria para lá que sua alma teria ido, sendo, portanto o "sheol", e especificamente o "sheol takhtiy" nesse verso, um lugar para onde os seres, almas ou vidas podem ir. Novamente, ninguém pode pensar que um "lugar profundo" seja uma simples sepultura.

Provérbios - capítulo 9 verso 18

E (ele) não sabe que os mortos (estão) lá, e no lugar profundo dos mortos, os seus convidados.

Nesse verso acima, a palavra usada é "amoq", trazendo porém o mesmo sentido de um "sheol profundo" ou até mesmo de um "sheol abissal". Qualquer semelhança, pois, do sheol com uma sepultura cavada na terra é totalmente desfeita aqui.

Voltemos, então, às considerações sobre o "sheol".

Muitas pessoas, com sinceridade no coração, são enganadas pelas traduções errôneas que as conduzem a conclusões divergentes dos conceitos escriturais. Existe hoje, entre algumas religiões, o conceito da morte como uma interrupção total da existência até o dia da ressurreição do corpo, como se a existência do ser humano (adam) fosse restrita ao corpo, como os demais animais. Em princípio, essas doutrinas não consideram o fato de que o ser humano (adam) não foi criado exatamente como os animais, senão apenas fisicamente. Se considerarmos apenas o aspecto físico, sim, somos idênticos aos animais, como "nefesh khayao" (ser vivente). Porém, não podemos (e não devemos) deixar de lado a revelação escritural de Bereshiyt (Gn) 1:26 de que fomos criados à imagem (tzelem) do Criador, conforme a Sua semelhança (demuth).

Muitas doutrinas são construídas simplesmente sobre versões traduzidas das escrituras, onde o trabalho de tradução foi feito por pessoas que, embora com muito conhecimento do idioma para a sintaxe, não possuem inspiração do Criador para a semântica, que diz respeito diretamente aos significados e conceitos. Quando os tradutores se deparam com palavras que trazem em si mesmas um sentido espiritual, eles trazem a tradução para o terreno material, físico, por não estarem preparados espiritualmente para tais palavras e tais conceitos. Eles fizeram isso com a palavra "sheol", traduzindo muitas vezes por "sepultura", e trazendo para o plano físico algo que é conceito espiritual, e não físico. Apesar do conhecimento dos tradutores sobre todas as palavras com sentido físico, como "qeber", "pakhath", "qeburah" e "bor", ainda assim eles não percebem a ausência dessas palavras quando se deparam com "sheol", e procuram trazer "sheol" para o mesmo conceito físico daquelas.

Quando eles conseguem dar algum sentido "espiritual" a "sheol", também erram, porque "sheol" não é "inferno", mas sim "lugar dos mortos", sendo que entre os mortos, há os que morreram na fé do Messias vindouro (salvos), e há os que morreram em total rebeldia contra o Criador (condenados), sendo ambos destinados ao "sheol" antes da vinda do Messias YAOHUSHUA. E aqui já começamos a vislumbrar as primeiras luzes acerca da diferença entre o "sheol" (lugar dos mortos) e os "sheol takhtiy" e "amoq sheol" (lugar profundo dos mortos ou lugar abissal dos mortos).

Os seguidores dessas doutrinas da interrupção da existência com a morte, costumeiramente procuram descartar certos versos das escrituras, em especial aqueles que não condizem com suas doutrinas. Quaisquer versos, que afirmem ou evidenciem o contrário de suas teorias, são descartados como "possivelmente inseridos" ou "não originais" ou até mesmo "manuseados". Se por um lado é certo que as escrituras não sofreram o melhor dos tratamentos por parte dos tradutores, por outro lado é necessário que seja provada qualquer adulteração antes que qualquer palavra seja descartada. Não podemos (e nem devemos) descartar o que quer que seja, simplesmente porque isso ou aquilo está se opondo a algum conceito que possamos trazer em nós. Nossa obrigação para com a palavra de YAOHUH UL é sempre de desejar a verdade e buscá-la de todo o coração, ajustando o nosso entendimento à ela, e não procurando ajustar as palavras ao nosso entendimento.
14 de setembro às 21:41 · Curtir · 2

[*]
Remover
Lucineide De Oliveira Soares Um dos trechos das escrituras que é sumariamente descartado por esses que seguem essa doutrina, é a parábola do rico e Ulozor (corrompido como 'Lázaro'). Todo o texto de Lucas 16:19 até 16:31 é sumariamente descartado, embora esse texto nos esclareça f...Ver mais
14 de setembro às 21:42 · Curtir · 1
avatar
Lourival soldado cristão

Mensagens : 11158
Pontos : 24614
Data de inscrição : 23/12/2009
Idade : 59
Localização : Sao paulo

http://ccbsemcensurasnaspeg.forumeiros.com/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: entendimento pensar sobre o "sheol" como uma "condição" ou "situação" dos mortos

Mensagem por Lourival soldado cristão em 16th Setembro 2014, 11:06 pm

As escrituras em primeiro lugar Não é possível discorrermos sobre qualquer assunto sem que tenhamos uma compreensão das Sagradas Escrituras em sua forma original, sem as corrupções das traduções. Traduções erradas sempre produzem crenças erradas. Ao longo dos séculos, pessoas e mais pessoas vêm construindo crenças e raciocínios sobre textos traduzidos, com os significados que as palavras possuem em seus idiomas, além das palavras que os tradutores inserem conforme o seu próprio critério e sua própria interpretação. As palavras possuem significados, e o entendimento do significado de cada palavra, tanto no momento de pronunciarmos (ou escrevermos) como no momento de ouvirmos (ou lermos), é que proporciona uma perfeita comunicação e compreensão. Palavras que possuam um significado para uma pessoa, mas possuam outro significado para outra pessoa, certamente irão causar dificuldades de comunicação e de entendimento. Palavras usadas indevidamente, seja intencionalmente ou por desconhecimento, também acarretam os mesmos problemas de comunicação e entendimento. Quando se trata das Sagradas Escrituras, temos de considerar sempre o fato de que elas foram inspiradas (só os originais) pelo Criador YAOHUH UL, e escritas com palavras segundo o significado que o Criador considera acerca de cada uma. Portanto, se quisermos ter uma perfeita compreensão nessa comunicação, que é do Criador para nós, por meio da palavra escrita, não podemos nos furtar a recorrer ao texto hebraico, e buscar o real significado de cada palavra no hebraico. Isso então significa que todas as pessoas têm a obrigação de aprender hebraico? Não. Isso não é o que estamos aqui afirmando. O que estamos afirmando é que, se as palavras dos textos em hebraico tivessem sido traduzidas adequadamente, trazendo para o nosso idioma os mesmos significados originais, ninguém precisaria aprender hebraico para ter perfeita compreensão. Como as traduções não são inspiradas, e em alguns pontos pouco confiáveis ou mesmo erradas, então surge a necessidade de fazermos esse trabalho, quando precisamos discorrer sobre determinado assunto. Assim, é preferível fazer a análise escritural sobre o hebraico em cima dos textos e versos pertinentes a um determinado assunto, como aqui o faremos.



Em que situação se encontram os mortos ? O ponto focal de todas as doutrinas sobre esse assunto, em todas as crenças, se resume a um único: tem, o ser humano, consciência, após a morte do corpo físico? Daí se originam outras questões como: Se tem, onde, ou como, ele estará? Que palavras são usadas no hebraico acerca disso, e que conceitos podem ser extraídos das palavras hebraicas acerca desse assunto? Acaba, a consciência, com a morte do corpo? Prossegue, a consciência, além da morte do corpo? Os mortos vão para algum lugar? Ou deixam de existir completamente até a ressurreição? Só poderemos responder a essas perguntas se observarmos atentamente as palavras originais hebraicas, com seus respectivos significados, compondo os textos que direta ou indiretamente falam sobre isso. O que quer que as escrituras hebraicas não informem, não podemos concluir, nem imaginar. Limitamo-nos ao que as escrituras hebraicas nos informam; contudo, elas nos informam o suficiente para podermos concluir. Para começarmos nossas considerações sobre esse assunto, primeiramente é necessário dividir as épocas em duas partes: antes da vinda de YAOHUSHUA e após a vinda de YAOHUSHUA. Nesse momento não irá ficar clara a razão de dividirmos as considerações em duas épocas, mas ao longo do texto iremos perceber as diferenças entre essas épocas. É muito importante sabermos que existem duas raças, muito parecidas externamente, que coabitam a terra, embora sejam, de fato, duas raças diferentes. Há seres humanos da raça "adâmica", conforme a descendência de "ha-adam", o ser vivente (nefesh khayao), e há também seres renascidos conforme a natureza de YAOHUSHUA, O Espírito Vivificante (Rukha Khayao). As escrituras nos ensinam acerca de um renascimento pela fé em YAOHUSHUA, e é fundamental que seja estudado o texto sobre esse assunto antes de prosseguir



PRIMEIRA PARTE - ANTES DA VINDA DE YAOHUSHUA Definindo as palavras Para começarmos é fundamental que o significado de cada palavra seja compreendido, para que possamos ter um entendimento uniforme. NEFESH Essa palavra hebraica é usada em relação a todos os animais sobre a terra, que foram criados. As escrituras não se referem às plantas ou a qualquer ser vivo não-respirante com a palavra "nefesh". "Nefesh" é basicamente um "ser" e quando ocorre "nefesh khayao" tem o significado de um "ser vivo". O texto abaixo é o verso 24 do capítulo 1 de Bereshiyt, onde é mostrada a criação dos animais terrestres. A esses foi usada a expressão "nefesh khayao" no hebraico. Seres viventes. Em princípio, vemos o termo "nefesh" ser usado em relação aos seres terrestres respirantes, com fôlego. A tradução de "nefesh" por "alma" não traduz o sentido com exatidão, em princípio, enquanto não definirmos o que significa a palavra "alma" na língua portuguesa, o que faremos mais adiante em nosso estudo. Mais abaixo você encontra o verso 7 do capítulo 2 de Bereshiyt, onde também o ser humano é mencionado como "nefesh khayao".



Bereshiyt (Gênesis) - capítulo 1 verso 24 E disse Ulhim: Produza a terra criatura [ser] vivente, conforme a sua espécie; fera [animal selvagem], réptil, o que vive na terra, segundo a sua espécie. E assim se fez. Aqui vemos a expressão "nefesh khayao" (ser vivente) sendo usada em relação aos animais terrestres. Tal expressão não foi utilizada antes, quando da criação de todos os vegetais. Bereshiyt (Gênesis) - capítulo 2 verso 7 E modelou YAOHUH (IÁORRU) Ulhim o homem [ser humano], barro [pó] do solo, e soprou em suas narinas o fôlego de vida; e o homem [ser humano] se tornou um ser vivente. Aqui vemos o ser humano (adam) sendo mencionado, igualmente, como "nefesh khayao", do mesmo modo que os animais terrestres. Segundo a composição física, material, o ser humano se torna um ser vivente respirante, do mesmo modo que os animais.
avatar
Lourival soldado cristão

Mensagens : 11158
Pontos : 24614
Data de inscrição : 23/12/2009
Idade : 59
Localização : Sao paulo

http://ccbsemcensurasnaspeg.forumeiros.com/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum