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O Cristão e a Acepção de Pessoas

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O Cristão e a Acepção de Pessoas

Mensagem por Lourival soldado cristão em 24th Novembro 2014, 5:09 pm


O Cristão e a Acepção de Pessoas
“1 Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas.
2 Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com trajes preciosos, e entrar também algum pobre com sórdido traje,
3 E atentardes para o que traz o traje precioso, e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado,
4 Porventura não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?
5 Ouvi, meus amados irmãos: Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé, e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam?” Tiago 2:1-5
É possível vivermos um cristianismo ou mesmo uma irmandade verdadeira se fazemos acepção de pessoas? Creio sinceramente que não, e definitivamente não acredito que seja possível conciliar cristianismo com a atitude de preterir apenas alguns dentro do convívio da membresia.
Eu não tenho dúvida que as palavras de Tiago, o Justo, são na verdade a indignação e denúncia de Deus com o nosso procedimento como igreja. E a denúncia é esta: “Vocês, cristãos, irmãos, estão preferindo uns em detrimento de outros. Vocês, diferente do que o Filho de Deus, Jesus, fez, estão valorizando uns, e desprezando outros”.
Tenho que admitir que é difícil e muito doloroso reconhecermos que no seio da igreja isso possa acontecer, visto ser tal coisa tão reprovável aos olhos de Deus, mas vamos e convenhamos, isso acontece, e muito mais do que nós poderíamos tolerar.
O início do capítulo dois da carta de Tiago nos mostra que isso não é uma “novidade”, pois já acontecia na igreja primitiva, mais precisamente na Igreja de Jerusalém, que foi por muito tempo a única Igreja de Cristo. Mas, o que estava acontecendo nesta igreja, nesta ocasião?
Tiago faz questão de deixar claros alguns fatos:
1. Haviam naquela membresia, pessoas muito ricas, e também pessoas muito pobres.
2. A acepção de pessoas acontecia principalmente nas reuniões solenes, ou cultos, ou “ajuntamentos” vs. 2b, quando os ricos eram convidados a tomar os primeiros lugares, e os pobres eram “convidados” a ficarem em pé, ou a se sentarem abaixo dos ricos.
3. Os irmãos estavam perdendo o foco do ensinamentos de Jesus que diz: “Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve.” Lc 22:26
Será que há alguma diferença no que tem acontecido no meio da Igreja de Cristo hoje? É claro que não! Mudaram-se apenas as épocas, mas os costumes continuam os mesmos: Separar em dois grandes grupos (os ricos e os pobres, os bons e os ruins, os aceitáveis e os intoleráveis) aqueles a quem nós chamamos de irmãos. E não há, repito, não há nada que possa ser mais destrutivo para a união da igreja do que a acepção de pessoas. Se assim for, como vamos manifestar o
amor de Cristo uns para com os outros se não conseguimos quebrar as barreiras dos níveis sociais, do poder aquisitivo, barreiras da cultura, da alfabetização e até mesmo as barreiras da estética e dos esteriótipos que dizem pela roupa ou pelo modo de falar “quem é rico e quem é pobre, quem é bom ou quem é ruim”?
A grande pergunta que fica é: Como podemos vencer isso? Como podemos restaurar nosso coração para que a igreja possa contemplar, viver e sentir mutuamente esse amor? Como viver esse amor que une ao invés de separar, o que podemos fazer para construirmos pontes ao invés de muros?
Creio que o grande problema em nosso meio é a qualidade do nosso a amor ou a falta desse amor genuíno. Não é fácil praticarmos o amor em uma comunidade tão diversificada como é hoje a igreja, com tantos pensamentos e pontos de vistas diferentes, e admito que muito dificilmente alcançaremos a perfeição no que diz respeito a isso. Porém é preciso lembrar-se de como a Palavra de Deus classifica o amor que deve existir de um para com o outro. Paulo escrevendo aos
irmãos Colossenses disse: “E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.” Cl 3:14
Você percebeu a qualidade desse amor do qual cada cristão deve se revestir? Esse amor é chamado pelo apóstolo de “Vínculo da Perfeição”, e é exatamente aí que achamos ao sentindo mais profundo desse amor amor; Ele é um sentimento que “vincula”, “junta”, “une”, “liga”, é um sentimento que funciona na sua essência como um “elo” de ligação entre as pessoas. Quando Paulo diz que o amor é o “vínculo da perfeição” ele está dizendo literalmente que o amor, atuando
como vínculo, é o que nos levará à perfeição, à perfeição dessa unidade que tão sonhada por Jesus e por nós. O meu amor por você, e o seu amor por mim é o que nos vincula, é o que nos une, é o que nos liga a um único propósito: A Nossa União com Deus e em Deus!
Por último é preciso também entender que todos (ricos, pobres, brancos, negros, altos e baixos) são alvos do mesmo amor e da mesma graça, e que Jesus veio para todos, é por todos e é em todos, sem distinção de raça ou condição social, ou seja, somos diferentes, porém iguais perante Deus. Jo 3:16, Ef 4:6, Gl 3:27, 1 Co 12:6
É preciso compreender também que a Unidade é um dever da igreja. A unidade não é algo opcional, pelo contrário, é um dever individual de cada membro, e coletivo da igreja. Jesus orou por isso, isso faz parte do projeto original da Igreja de Cristo. A unidade não deve ser virtual, nem ocasional, nem opcional, mas sincera e real. Jo 17:1-26, Fp 4:2, 2 Co 13:11, Ef 4:3, Rm 15:5, Jo 11:52, 1 Co 12:12
Portanto, que a nossa missão como igreja seja essa: Amar, pois é a divindade desse amor (Deus é amor) que nos capacita a exercemos esse sentimento que é tão frágil, mas que ao mesmo tempo é tão forte, a ponto de unir e nos tornar capazes de quebrar as mais intransponíveis barreiras. É esse amor que nos vincula à perfeita União, neste projeto tão maravilhoso chamado Igreja de Cristo. Que esse amor possa ser sincero e não fingido (Rm 12:9), para que assim nossos olhos se fechem para os preconceitos e diferenças e nossos corações se abram para que Deus possa retirar todo e qualquer sentimento de acepção, divisão, rejeição ou preconceito que possa haver na sua igreja.
Esse é o meu desejo; Que ele possa ser o seu também…
Amém.http://vivocristianismo.wordpress.com/2012/10/01/o-cristao-e-a-acepcao-de-pessoas/

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