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"Por que existem tantas denominações Cristãs?"

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"Por que existem tantas denominações Cristãs?"

Mensagem por Lourival soldado cristão em 29th Novembro 2014, 4:26 pm

"Por que existem tantas denominações Cristãs?"

Resposta:
Para responder a essa pergunta, precisamos estabelecer a diferença entre 1) denominações dentro do corpo de Cristo e 2) seitas e falsas religiões não-Cristãs. Presbiterianos e Luteranos são denominações Cristãs; Mórmons e Testemunhas de Jeová são seitas (grupos que clamam ser Cristãos mas negam um ou mais princípios básicos da fé Cristã); o Islã e Xintoísmo são religiões completamente separadas.

O aumento de denominações dentro da fé Cristã pode ser ligado à Reforma Protestante, o movimento para “reformar” a Igreja Católica Romana durante o século 16. Desse movimento quatro divisões ou tradições principais surgiram: Luterana, Reformada, Anabatista e Anglicana. Dessas quatro, outras denominações surgiram com o passar dos séculos. A denominação Luterana foi assim chamada por causa de Martinho Lutero e foi baseada em seus ensinamentos. Os Metodistas foram assim chamados porque o seu fundador, John Wesley, era famoso por sugerir “métodos” para o crescimento espiritual. Presbiterianos são assim chamados por causa da sua concepção de liderança na igreja – a palavra grega para ancião é presbyteros. Batistas são assim chamados por sempre terem enfatizado a importância do batismo. Cada denominação tem uma pequena diferença em sua doutrina ou ênfase, tais como: o método de batismo, a disponibilidade da Santa Ceia a todos ou apenas àqueles cujos testemunhos podem ser verificados pelos líderes da igreja; a soberania de Deus versus livre arbítrio em relação à salvação; o futuro de Israel e da igreja; o papel das obras para salvação; arrebatamento antes ou depois da tribulação; a existência dos dons de “sinais” na era moderna, etc, etc. O ponto principal dessas divisões nunca é Cristo como Senhor e Salvador, mas sim diferenças honestas de pessoas devotas, apesar de não perfeitas, que querem honrar a Deus e manter pureza doutrinária de acordo com sua consciência e seu entendimento da Bíblia.

Denominações hoje em dia são muitas e variadas. As denominações principais mencionadas acima têm tido várias subdivisões, tais como Assembléias de Deus, Aliança Cristã e Missionária, Nazarenos, Evangélica Livre, igrejas Bíblicas independentes, entre outras. Algumas denominações enfatizam pequenas diferenças doutrinárias, mas geralmente é o caso que elas apenas oferecem estilos diferentes de louvor para acomodar os gostos e preferências diferentes dos Cristãos. Mas não se engane: nós, como Cristãos, precisamos concordar com os pontos básicos da fé; mas além disso, tem grande espaço para variação em como um Cristão deve louvar quando em um ambiente coletivo. Esse espaço é o que causa tantos “sabores” diferentes de Cristianismo. A Igreja Presbiteriana de Mbale, Uganda, tem um estilo diferente de louvor da Igreja Presbiteriana de Denver, mas o ensino doutrinário é o mesmo. Diversidade é uma coisa boa, mas desunião não. Se duas igrejas discordam de acordo com sua doutrina, é importante ter debate e diálogo sobre a Palavra de Deus. Esse tipo de “ferro com o ferro se afia” (Provérbios 27:17) é proveitoso a todos. Se, no entanto, elas discordam quanto ao estilo ou forma, é melhor que permaneçam separados. Entretanto, essa separação não suspende a responsabilidade que os Cristãos têm de amar uns aos outros (1 João 4:11-12) e, no final das contas, de ser unidos em Cristo (João 17:21-22).

Quando procurando por uma igreja, o Cristão deve começar com a Declaração de Fé daquela igreja. Em que a igreja acredita e o que ela pratica devem concordar com as doutrinas de fé como descritas na Bíblia. O que devemos procurar é um corpo de crentes onde o Evangelho de Cristo é pregado, a autoridade da Bíblia é a verdade que governa, a suficiência das Escrituras é afirmada, onde podemos crescer em nosso relacionamento com o Senhor, onde podemos ministrar ao corpo com os nossos dons espirituais, proclamando o Evangelho e glorificando a Deus. A igreja é importante e todos os crentes devem pertencer a um corpo que segue os critérios acima. Precisamos de relacionamentos que só podem ser achados no corpo de Cristo, precisamos do apoio que apenas uma igreja pode oferecer, e precisamos servir a Deus coletivamente e individualmente também.

Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/denominacoes-Cristas.html#ixzz3KUGr9aLD

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Re: "Por que existem tantas denominações Cristãs?"

Mensagem por Lourival soldado cristão em 29th Novembro 2014, 4:37 pm

Uma publicação do Fundo Bíblico
Está Cristo dividido?  Na cristandade existem
centenas de denominações religiosas – e muitos outros
grupos menores de seitas.  Por quê?  Quando se
originou esta confusão?


É DIFÍCIL acreditar, mas é a verdade! Os fatos denunciados pela História – tanto bíblica como secular – são totalmente assombrosos.
É tempo de olharmos por trás desta cortina.  Está na hora de você saber como, quando e onde toda esta confusão começou.
Cada pessoa racional – cada denominação – percebe que, em alguma fase da História, houve uma grande apostasia ou afastamento da verdade original.
Somente uma Igreja
Jesus não deu origem a muitas denominações religiosas.  Ele mesmo disse:  “Edificarei a minha igreja” (Mt 16:18).  Ele realmente a edificou – uma única Igreja, comissionada para pregar e publicar o seu Evangelho – a verdadeira mensagem que ele trouxe de Deus para todo o mundo.
Mas o que vemos hoje? Centenas de diferentes igrejas que divergem entre si, todas fundadas pelos homens, cada uma dizendo pregar a verdade, contudo, contradizendo-se ou discordando umas das outras.
A Igreja na profecia
Enquanto a maioria das pessoas de hoje supõe que a verdadeira Igreja tinha de crescer muito rapidamente, transformando-se numa organização poderosa, para exercer grande influência sobre o mundo de fazer dele um mundo melhor, e transformar tal na influência para estabilizar a civilização, Cristo realmente não fundou sua Igreja com tal propósito.
Na sua oração final a favor da sua única Igreja, ele orou: “Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo … Pai Santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um assim como nós … Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os aborreceu, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo.  Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal [do Maligno – Versão Revisada da Imprensa Bíblica Brasileira]. Não são do mundo, como eu do mundo não sou” (João 17:9-16).
Os que são da Sua Igreja são aqueles que não pertencem a este mundo. São estrangeiros, embaixadores de Cristo.
Esta verdadeira Igreja de Deus havia de ser perseguida – e dispersa.  “Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós”, disse Jesus aos seus discípulos (João 15:20).  “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 3:12, Edição Revista e Atualizada, abreviada daqui em diante como ARA).
Esta perseguição e a conseqüente dispersão começaram cedo. Vejamos Atos 8:1: “E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a Igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e da Samaria, exceto os apóstolos”.
Em nenhum lugar há qualquer profecia dizendo que a verdadeira Igreja se tornaria grande e poderosa, e que exerceria influência neste mundo.  Pelo contrário, Jesus a denominou de “o pequeno rebanho” (Lc 12:32).  Desprezada, perseguida e dispersa pelo mundo – mas separada do mundo.  Dispersa, mas nunca dividida, Ela foi sempre uma Igreja unida, “dizendo a mesma coisa” (1 Co 1:10) – nunca desmembrada em seitas discordantes.  [Atualização editorial:  Esta é uma declaração surpreendente, originalmente escrito três décadas antes do falecimento de Herbert W. Armstrong. Desde então, uma onda de apostasia entrou, e o que aconteceu na Igreja Primitiva aconteceu por toda parte novamente nesta época moderna. Muitos não percebem que os grupos que surgiram depois da apostasia moderna não seguiram o que nos havia instruído o próprio saudoso apóstolo no último sermão dele antes de ele falecer:  “E vós permanecereis unidos e vos mantereis um.  E a vossa eternidade depende disso.  Cada um de vós, não vos esquecei disto”.
Há um modo para permanecermos unidos e  permanecermos um.  Veja nosso artigo:  “A União é possível”!]  [ARTIGO EM PREPARAÇÃO.]
Não se tem lido muito sobre a história dessa Igreja.  Até mesmo os historiadores nunca souberam onde procurá-la – porque eles não sabem qual é a verdadeira Igreja.
Ampla maioria enganada
Por outro lado, no mundo, todas as profecias prediziam a apostasia, o engano e a divisão.
Jesus predisse o primeiro evento que aconteceria no mundo – o grande engano dos nossos dias que culminaria na grande tribulação num futuro próximo.
“Acautelai-vos”, disse ele, “que ninguém vos engane; porque muitos virão em meu nome, dizendo:  Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos” (Mt 24:4-5).
Verifique atentamente.  Não serão poucos os enganados, mas muitosPoucos serão aqueles que se tornarão verdadeiros cristãos.
Esta mesma situação foi mostrada por Jesus, quando ele disse:  “Larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mt 7:13-14).
Não é assim que o mundo crê, não é verdade?  Mas é o que Cristo disse.  Quão enganado se tornou este mundo!
Satanás é descrito na Bíblia como o deus deste mundo.  Ele aparece, não como um Diabo, mas como um deus – como um anjo de luz (2 Co 4:4; 11:13-14).  E em Apocalipse 12:9, você pode ler que é “Satanás, que engana todo o mundo”.
Sim, muitos viriam em nome de Jesus, proclamando que ele é o Cristo – pregando Cristo ao mundo.  Contudo, sem se aperceberem, estariam enganando o mundo.
Os apóstolos sabiam o que aconteceria
Os apóstolos, instruídos pelo próprio Jesus Cristo, advertiram a Igreja acerca da falta de fé que começaria a ocorrer no final do ministério deles.
Mal cumpridos 20 anos, após a crucificação de Jesus, o apóstolo Paulo, numa de suas primeiras cartas inspiradas, chamou a atenção dos cristãos para evitar que fossem enganados por falsas pregações ou por falsas cartas que dessem a entender que eram dos apóstolos.  “Não deixem que ninguém os engane com nada disso. Pois, antes desse dia [o tempo da intervenção de Deus nos assuntos dos homens, quando Jesus Cristo retornar para governar as nações] terá de acontecer a Revolta [a apostasia]” (2 Ts 2:3, Nova Tradução na Linguagem de Hoje).
Em Atos 20:29-30, o mestre aos gentios explicou como começaria a apostasia.  Ele reuniu os ministros da Igreja em Éfeso para lhes entregar a última mensagem a respeito da responsabilidade que tinham sobre as congregações locais.  “Eu sei que”, disse Paulo, “depois da minha minha partida, entre vós, penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho.  E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” (ARA). Para quê?  “Para arrastar os discípulos atrás deles”.  Para ganharem adeptos pessoais para si mesmos.  Para organizarem novas denominações!
Você alcançou o amplo significado destes dois versículos?  Os ministros foram especialmente reunidos porque, imediatamente depois da saída de Paulo de Éfeso, entrariam nas congregações da igreja local falsos ministros, lobos vestidos de ovelha, para fazerem dos cristãos suas presas.  E até mesmo dentre aqueles ministros que já estavam nas congregações da Igreja, alguns perverteriam a doutrina de Jesus para assegurar seguidores para si.
Ao instruir o evangelista Timóteo, Paulo disse-lhe:  “… redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.  Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas tendo comichão nos ouvidos” – querendo fazer o que lhes agrada – “amontoarão para si doutores” – encorajarão ministros para que preguem o que as pessoas querem ouvir – “e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (2 Tm 4:2-4, Versão Fiel).  Isto foi nos dias dos apóstolos e evangelistas.  Muitos dos que se confraternizaram nas congregações locais da primeira Igreja, depois de certa duas gerações, não perseveraram na sã doutrina porque não se tinham realmente arrependido, e portanto, nunca tinham recebido o Espírito Santo.  Eles seguiram mestres que, por amor ao dinheiro satisfaziam seus desejos, pregando fábulas – as fábulas sedutoras de misticismo e o culto ao sol que viam inundando o Império Romano.
Quando Paulo escreveu a sua segunda carta aos tessalonicenses de descendência gentia, ele os instruiu sobre o “mistério da iniqüidade” que já operava (2 Ts 2:7).   Notemos: os ensinos da iniqüidade (transgressão da lei de Deus) estavam em voga nos dias de Paulo.  O mundo romano estava cheio de religiões misteriosas que provinham dos velhos mistérios da adoração ao sol.
Muitas delas acham que, ao adorarem o nome de Jesus, o número de seus adeptos aumentaria.
Judas teve de acrescentar na sua carta a admoestação de que cada cristão deveria “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.  Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo … Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito” (Judas 3:4, 19).  Eles ensinavam penitência, não arrependimento.
Judas diz que estes pregadores tiravam seus discípulos do meio da congregação dos cristãos.
Ao chegarmos à época em que João escrevia sua epístola, vimo-lo acrescentando esta triste nota a respeito daqueles que, a princípio, se infiltravam sem serem apercebidos:  “Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco: mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós” (1 João 2:19).
Embora estes numerosos enganadores, chamados Gnósticos, deixassem a Igreja verdadeira, arrastando após si discípulos, seu cortejo de seguidores não durou por mais do que uns poucos séculos.
Houve, no entanto, uma apostasia ainda mais perigosa que se infiltrou na verdadeira Igreja.
Verdadeiros cristãos forçados a sair
Pedro advertiu às igrejas que muitos seriam desencaminhados.  Havia falsos mestres entre os cristãos que introduziriam heresias, e muitos seguiriam as suas dissoluções, pelos quais seria “blasfemado o caminho da verdade” (2 Pe 2:2).
As cartas de Paulo eram torcidas para darem outro significado diferente (2 Pe 3:15-16).  Mas, em vez de deixarem as congregações locais e formarem suas próprias seitas, como outros tinham feito no princípio, esse falsos pregadores permaneceram dentro das congregações, e logo começaram a expulsar os verdadeiros cristãos.  [Comentário do Editor: Isto aconteceu em nossos dias!  Alguns associados do Fundo Bíblico foram expulsos das congregações locais por terem mantido os ensinamentos verdadeiros.]
Na carta do apóstolo João a Gaio, lemos:  “Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida.  Por isso se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas.  E, não satisfeito com estas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja” (3 João 9 e 10, ARA).
Os verdadeiros cristãos, que exclusivamente compõem a verdadeira Igreja, estavam sendo expulsos das visíveis e organizadas congregações!  Estes eram os dispersos de quem João dizia:  “Por essa razão, o mundo não nos não conhece” (1 João 3:1, ARA).
O nome cristão estava sendo usado pelos líderes que se introduziam furtivamente no seio da comunidade da Igreja de Deus, apreendiam as congregações locais e, supostamente em nome de Cristo, enganavam a muitos para que seguissem os seus falsos ensinamentos como se esse ensino fosse o evangelho de Cristo.
A época das sombras
Após a destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C. e a morte dos apóstolos, um estranho fenômeno é testemunhado.  A verdadeira Igreja quase desaparece da História, e surgem as falsas igrejas!
Sobre este período, o historiador inglês Edward Gibbon diz:  “Os materiais escassos e suspeitos de história eclesiástica raramente nos possibilitam dissipar a nuvem negra que paira sobre a primeira era da igreja” [The History of the Decline and Fall of the Roman Empire, (História da Decadência e da Queda do Império Romano), Capítulo 15].  A verdade foi obscurecida pelo erro!
O historiador Jesse Lyman Hurlbut nos dá ainda mais detalhes no seu livro The Story of the Christian Church, (A História da Igreja Cristã), página 41: “Durante 50 anos, depois da morte de Paulo, uma cortina paira sobre a igreja, através da qual nos esforçamos, em vão, para ver; e quando ela finalmente se levanta, cerca do ano 120 d.C., com os escritos dos primeiros pais da igreja, nós encontramos uma igreja em muitos aspectos, muito diferente daquela dos dias de Pedro e Paulo.”
Onde está a verdadeira Igreja?
Os historiadores perderam de vista a verdadeira Igreja.  Mas ela continua a existir desde os tempos de Cristo até o presente. Poucos sabem onde encontrá-la.
Para mais informação, veja na nossa página no Internet o artigo intitulado Justamente o que é a Igreja? Ela providenciará mais detalhes neste assunto.  ƒb
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