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CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

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CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

Mensagem por Lourival soldado cristão em 10th Fevereiro 2015, 9:10 am

[size=16][size=24]CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL[/size][/size]
 
 
 
[size=18]1. INTRODUÇÃO[/size]
 
 
Apesar de vivermos a fé evangélica, totalmente alicerçada na Bíblia Sagrada, é desconfortável quando precisamos estudar o comportamento de outros segmentos religiosos, principalmente quando corre o risco de ser configurado como seita. 
Como muitos observadores não aceitam quando um segmento religioso critica as bases de outros, precisamos imediatamente explicar o porquê deste site fazer isso, antes que alguém diga que deveríamos cuidar da nossa fé e deixar a dos outros em paz.  Dedicamos nossa vida nesse caminho de fé, vivemos lendo, estudando, orando, mas também procuramos defender com unhas e dentes os princípios que abraçamos.  
Por outro lado, é muito comum membros de uma denominação religiosa procurarem convencer membros de outra denominação religiosa a “trocar de lado”. A isso costuma-se chamar de “pescar em aquário alheio”, ou seja, querer-se aumentar o contingente de uma igreja sem precisar fazer um trabalho missionário, um trabalho de evangelização e conversão em pessoas incrédulas, ou seja, ganhar pessoas que vivem longe de Deus, ou que desconhecem a ação redentora de Jesus Cristo na cruz. 
Fica registrado, então, que não pretendemos “derrubar” ninguém, quando nos preocupamos em estudar a crença de outros grupos religiosos, mas apenas proteger aos nossos seguidores contra essas “novidades” que aparecem por aí. Quando estamos montando um estudo como este, estamos nos preocupando em elaborar um sistema de orientação para os nossos novatos na fé, sujeitos a serem confundidos, caso abordados pelos “ventos de doutrina” tão mencionados pela própria Bíblia.
Ao serem chamados de “seita”, os adeptos de alguns grupos religiosos costumam reagir muito mal, telefonam, deixam recados malcriados na rede social, etc., como já tivemos oportunidade de enfrentar. A própria Bíblia nos alerta de que teríamos que passar por esse problema, quando nos dedicamos a defender o Evangelho de Jesus Cristo.
 
 
[size=16]1.1  Definição de Seita[/size]
 
 
Por que será que os grupos não gostam de serem chamados de “seita”? Na verdade, há uma tendência em imaginar-se como seita os grupos que adoram a Satanás, que sacrificam animais, e até crianças, e que tomam parte em rituais macabros, bizarros e pagãos. Está errado. Na verdade, a maioria das seitas tem uma aparência bem mais inocente. 
Também é comum que as pessoas confundam os termos “seita” e “heresia”, que apesar de terem a ver um com o outro, não são sinônimos. Veja como o site do CACP explica as diferenças entre essas duas palavras:
 
Em termos teológicos, podemos dizer que seita refere-se a um grupo de pessoas e que heresia indica as doutrinas antibíblicas defendidas por esse grupo. Baseando-se nessa explicação, podemos dizer que um cristão imaturo pode estar ensinando alguma heresia, sem, contudo, fazer parte de uma seita. (CACP)
 
Agora, vejamos algumas definições sobre seita, que pesquisamos por aí:
 
a) Seita é um grupo religioso que nega um ou mais dos fundamentos da verdade Bíblica. Ou, em termos mais simples, seita é um grupo que ensina algo que fará com que uma pessoa não seja salva caso ela acredite naquilo que lhe é ensinado. Seita é um grupo que afirma ser cristão, porém nega uma verdade essencial do cristianismo bíblico. (www.gotquestions.org)
b) Seita é um grupo de indivíduos reunidos em torno de uma interpretação errônea da Bíblia, feita por uma ou mais pessoas.”  (MARTIN, Walter)
c) Seita é alguma perversão religiosa, a crença e a prática, dentro do mundo religioso, que requer a devoção das pessoas a algum ponto de vista religioso ou para algum líder, estribados em alguma doutrina falsa. Uma seita é uma heresia organizada.  (BREESE, Dave)
d) É uma perversão, uma distorção do cristianismo bíblico e/ou a rejeição dos ensinos históricos da Igreja Cristã.” (McDOWEELL, Josh; STEWART, Don)
 
 
[size=16]1.2  Como reconhecer uma seita[/size]
 
 
Como este site costuma conduzir suas pesquisas sobre seitas na opinião de mestres como Augustus Nicodemus Lopes, Paulo Romeiro e Antônio Gilberto, incontestáveis autoridades no assunto, vejamos o que Nicodemus nos ensina, resumidamente, a reconhecer uma seita:
 
Jesus advertiu Seus discípulos de que viriam falsos profetas usando o Seu nome e ensinando mentiras, tentando desviar as pessoas da verdade. (Mateus 24:24). O apóstolo Paulo também falou dessas pessoas mentirosas, inspiradas por espíritos enganadores. (1 Timóteo 4:1-2)
Estas são as cinco principais características das seitas conhecidas:
1) Seguem fontes diferentes da Bíblia: Forjam seus próprios livros; garantem ter recebido revelações diretas da parte de Deus ou através de anjos; aceitam palavras de seus líderes como autoridade divina; normalmente colocam o valor da Bíblia abaixo dessas outras “revelações”; 
2) Diminuem a importância de Jesus Cristo: Embora falem bem de Jesus, não O consideram como verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nem como o único Salvador da humanidade. Normalmente O reduzem a um homem bom, divinizado, a um espírito aperfeiçoado através de muitas encarnações, ou a mais uma manifestação diferente de Deus, igual a Buda, Maomé, etc. É normal ver-se seitas colocando outras pessoas no lugar de Cristo;
3) Todas ensinam a salvação pelas obras: Acreditam que a bondade do homem o leve à salvação; algumas consideram a fé como um ato humano meritório, diferindo radicalmente do ensino bíblico da salvação pela graça, mediante a fé;
4) Só existe salvação através delas: Enquanto os cristãos reconhecem que a salvação é dada a qualquer um que se arrependa dos seus pecados e creia em Jesus Cristo como Salvador (não importando a denominação religiosa), as seitas ensinam que não há salvação fora de sua crença e de sua comunidade;
5) Consideram-se o único grupo remanescente: Elas ensinam que receberam algum tipo de unção secreta que Deus havia guardado para perto do fim do mundo. A chegada do ano 2000 trouxe consigo muitas seitas desse tipo. 
(LOPES, Augustus Nicodemus)
 
Gostaríamos de dizer, porém, que nem todas os seguidores de seitas são pessoas desonestas ou mal intencionadas, pois muitas são pessoas sinceras, vítimas de falsos ensinos, daí a necessidade em estudar essas “novidades” que aparecem por aí.
 
 
[size=18]2. CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL [/size]



[size=16]2.1 Fundador do movimento[/size]
 
 
Luigi Francescon, um italiano nascido em Udine, em 29/03/1866, é o fundador da Congregação Cristã do Brasil, também conhecida como “Igreja do Véu”.  Aos 25 anos já morava em Chicago, nos Estados Unidos, quando se converteu ao evangelho, frequentando naquela cidade  a Igreja Presbiteriana Italiana, ali servindo como diácono e mais tarde como pastor.
Em 1907, já com 40 anos, Francescon tornou-se pentecostal ao frequentar a Missão Americana, liderada pelo pastor William Durham, onde pastoreou um rebando de crentes pentecostais em Chicago, atividade que lhe exigiu tempo exclusivo, tendo que abandonar seus compromissos profissionais. Em todos os lugares por onde passava pregando o Evangelho, seus seguidores abriam e mantinham Casas de Oração. Todos, especialmente os italianos, tinham grande consideração e respeito por ele, por seu trabalho e por sua vida íntegra.
[size=13]Luigi Francescon[/size]
 
Em Chicago, nessa época, estavam acontecendo reuniões muito semelhantes àquelas da Rua Azuza em Los Angeles, experimentando as promessas do Espírito Santo, com evidência de se falar novas línguas. Francescon passou a experimentar a achariusmata do Espírito Santo, assim como aconteceu com outros líderes do pentecostalismo, como Daniel Berg (fundador da Assembleia de Deus) e Aimée McPherson (fundador da Igreja do Evangelho Quadrangular.
No início de 1910, enquanto os outros líderes pentecostais se apressavam em levar as novidades do avivamento pentecostal para outros países, Franciscon viajou para Buenos Aires acompanhado de seus amigos Gugliermo Lombardi e Lucia Menria, onde também abriu uma Casa de Oração.
[size=13]Luigi Francescon, esposa e companheiros de ministério[/size]
 
 
[size=16]2.2  Chegada ao Brasil[/size]
 
 
Em 20/04/1910, Francescon chegou ao norte do Paraná, em Santo Antônio da Platina. Apesar da perseguição de grupos católicos, ele conseguiu batizar dez pessoas ali, e deixando alguns seguidores. 
[size=13]Primeira pessoa batizada em Platina e primeiro templo  (1955)[/size]
 
Francescon chegou à cidade de São Paulo, estabelecendo bases no bairro do Brás, onde começou um trabalho de evangelismo, principalmente entre os imigrantes italianos, batizando ali vinte pessoas. A princípio, os fiéis reuniam-se com o nome de Igreja Presbiteriana Italiana, mas após adquirirem o primeiro prédio, mudaram o nome para Congregação Cristã no Brasil.  
Luigi Francescon não chegou a estabelecer moradia em São Paulo, alternando tempos nos Estados Unidos e tempos aqui, para supervisionar a obra iniciada. Além dele, outros pioneiros pentecostais ítalo-americanos também atuaram como missionários no Brasil, destacando-se Luis Terragnoli, Augustinho Lencioni e Giuseppe Petrelli. 
Até a década de 1930 a instituição ainda era composta por uma maioria italiana, recebendo depois outras etnias. Desde 1950 começou a marcar presença em todo o território brasileiro e em aproximadamente 60 países.
[size=13]Funeral de Luigi Francescon[/size]
 
 
[size=16]2.3  Panorama Atual[/size]
 
 
Atualmente, o templo-sede está localizado no bairro do Brás, com capacidade para quatro mil pessoas. 
[size=13]Atual templo-sede no bairro do Brás (São Paulo)[/size]
 
A Congregação mantém relatórios anuais com o número de batismos realizados e Casas de Oração estabelecidas, sendo que, de acordo com esses relatórios, mais de um milhão de pessoas já foram batizadas por eles. 
A Congregação mantém quase oito mil Casas de Oração no país, principalmente nos estados de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde somam 47% dos total de templos no Brasil. O Censo do IBGE de 2010 considerou a CCB como a terceira maior denominação religiosa do país. 
 
 
[size=18]3. SISTEMA ORGANIZACIONAL[/size]
 
 
Vamos ver como funciona internamente a Congregação Cristã no Brasil, após mais de cem anos no território brasileiro:
 
 
[size=16]3.1 Composição do Ministério[/size]
 
 
As origens presbiterianas do fundador influenciaram a organização da Congregação Cristã no Brasil. Como predestinacionalistas, por exemplo, não poderia dar a devida importância ao estudo bíblico, indo ao templo mais para buscar a presença de Deus do que preocupados em aprender, ao contrário do que nos ensina o Salmo 27:4. Como resultado, suas bases teológicas são bastante precárias.
Os aspirantes ao ministério são normalmente escolhidos patriarcalmente, via parentesco com alguém que já desempenha funções. Diferente de outras denominações religiosas, ignoram os ensinos de Efésios 4:11, não adotando a escolha de ministros como pastores, evangelistas, etc., pois não precisam de outro pastor, além de Jesus Cristo.
Vejamos, agora, os três principais cargos existentes no funcionamento da congregação Cristã no Brasil:
 
a) [size=16]Ancião: O ancião é responsável pelo atendimento geral da obra, pela realização de batismos, ministração de santas ceias, ordenação de novos obreiros, escolha de Cooperadores do Ofício Ministerial e outros cargos de atividades. Também é encarregado de ministrar ensinamentos aos fiéis, cuidar dos interesses espirituais e do bem-estar da igreja, entre outras funções. [/size]
b) [size=16]Diácono:  É responsável pelo atendimento assistencial e material à igreja, podendo receber o auxílio de irmãs obreiras, chamadas de “Irmãs da Obra da Piedade”. [/size]
c) [size=16]Cooperador do Ofício Ministerial: Responsável pela cooperação nos ensinamentos e presidência dos cultos, bem como pelas reuniões de Jovens e Menores.[/size]
Como a organização da CCB não segue o padrão bíblico, precisamos fazer uma refutação à luz da Bíblia Sagrada. Vejamos como a Bíblia de Estudo Pentecostal, por exemplo, se pronuncia a respeito de ministério pastoral:
 
Os pastores são aqueles que dirigem a congregação local e cuidam das suas necessidades espirituais, também sendo chamados de 'presbíteros' (Atos 20:17; Tito 1:5) e 'bispos' ou supervisores (1 Timóteo 3:1; Tito 1:7).
A tarefa do pastor é cuidar da sã doutrina, refutar a heresia (Tito 1:9-11), ensinar a Palavra de Deus e exercer a direção da igreja local (l Tessalonicenses 5:12; 1 Timóteo 3:1-5), ser um exemplo na pureza e na sã doutrina (Tito 2:7,Cool, e esforçar-se no sentido de que todos os crentes permaneçam na graça divina (Hebreus 12:15; 13:17; 1 Pedro 5:2). 
Sua tarefa é assim descrita em Atos 20:28-31: salvaguardar a verdade apostólica e o rebanho de Deus contra as falsas doutrinas e os falsos mestres que surgem dentro da igreja. 
Pastores são ministros que cuidam do rebanho, tendo como modelo a Jesus, o Bom Pastor (João 10:11-16; 1 Pedro 2:25; 5:2-4).  
Segundo o NT, uma igreja local era dirigida por um grupo de pastores (Atos 20:28; Filipenses 1:1). Os pastores eram escolhidos, não por política, mas segundo a sabedoria do Espírito concedido à igreja enquanto eram examinadas as qualificações espirituais do candidato. (BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL)
 
 
[size=16]3.2 Finanças[/size]
 
 
Quanto a finanças, não aceitam a prática do dízimo, optando por um sistema próprio de captação de recursos para a manutenção das atividades. Eles defendem a sua opinião dizendo que “dízimo é coisa do Antigo Testamento.”
Sendo assim, vale registrarmos aqui alguns textos conhecidos do Novo Testamento que referendam a existência dos dízimos nas igrejas:  Gênesis 14:20; Mateus 23:23 e Hebreus 7:5.
Quanto ao sustento de obreiros, a Congregação Cristã no Brasil não adota esse sistema, apesar das orientações dadas por 1 Coríntios 9:4-14.  Ignorando os ensinos sobre o sustento dos levitas (Números 18:21-24 e Hebreus 7:5), praticam um sistema de voluntariado em todas as atividades mantenedoras.  
Um dado interessante, no que se refere a dinheiro, é que seus frequentadores não podem contribuir com cheques, para que seus nomes não apareçam. (???????)
Pelo fato de seus obreiros não serem assalariados, todo o dinheiro arrecadado é aplicado na construção de novos templos, os quais obedecem a um único padrão arquitetônico.
 
 
[size=16]3.3  Música[/size]
 
 
Para fins de culto, a Congregação Cristã do Brasil valoriza apenas a utilização da música sacra.  No começo, o canto coletivo dos fiéis era acompanhado apenas por um órgão, mas a partir de 1932 optaram pela criação de orquestras, mantidas através de escolas gratuitas para os fiéis interessados, cujos ensaios acontecem nas próprias dependências do templo.
Atualmente, os instrumentos utilizados nas orquestras, são: violino, viola, violoncelo, flauta transversal, oboé, corne inglês, fagote, contrafagote, clarinete, clarone, contra clarone, saxofone soprano curvo, saxofone soprano, saxofone alto, saxofone tenor, saxofone barítono, saxhorn, bombardino, tuba e órgão. 
[size=13]Primeira Orquestra da Congregação Cristã no Brasil[/size]
 
Sem medo de errar, podemos dizer que a música é o ponto alto, o maior orgulho da Congregação Cristã no Brasil.  Pelas fotos abaixo, Isso pode ser confirmado pelas fotos abaixo.
 
 
[size=16]3.4  Rol de Membros[/size]
 
 
Outro fato interessante nessa denominação é que eles não mantêm um rol de membros atualizado, preocupando-se apenas com o registro do número de pessoas batizadas em águas. Assim, eles não podem garantir quantos são, mas apenas quantos passaram pelo batismo ali.
 
 
[size=18]4.  CARACTERÍSTICAS DA ENTIDADE[/size]
 
 
Tentando nos concentrar mais na parte espiritual, vamos mostrar como funciona a vida cristã na Congregação Cristã no Brasil, o que eles acreditam, como se comportam, etc. 
 
 
[size=16]4.1 Credo da denominação[/size]
 
 
Credo é uma fórmula doutrinária ou profissão de fé discutida e combinada entre os participantes de um grupo religioso, uma espécie de constituição teológica. Assim, tudo o que o grupo achar importante para o bom funcionamento da entidade deverá ser registrado no seu Credo.
Quanto à Congregação Cristã no Brasil, o seu credo foi criado numa convenção em 1927, sob a liderança de Luigi Francescon, e tendo por local a cidade norte-americana de Niagara Falls. Nele, foram definidos 12 artigos de fé e doutrina.
Infelizmente, com o passar dos anos, a denominação não ia cumprindo aquilo que o seu fundador escreveu nos artigos de fé, que pode ser explicado pela ausência de instrução e conhecimento. Na verdade, os membros da CCB foram se afastando da informação bíblica e teológica.
Resumidamente, esse é o Credo inicial da instituição, segundo a vontade de Francescon:
 
1 - Cremos na Bíblia como palavra infalível de Deus, inspirada pelo Espírito Santo, como única e perfeita guia de fé e conduta, nada podendo ser retirado ou acrescentado a ela;
2 – Há um só Deus vivente e verdadeiro, eterno e de infinito poder, criador de todas as coisas, em cuja unidade há três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo;
3 – Jesus Cristo, o Filho de Deus, é a Palavra feito carne, assumindo natureza humana no ventre de Maria virgem, possuindo duas naturezas: divina e humana, sendo o único Salvador, pois sofreu morte pela culpa de todos os homens;
4 – Cremos na existência do diabo e seus anjos, maus espíritos, que serão punidos no fogo eterno;
5 – O novo nascimento e a regeneração só são conseguidos pela fé em Jesus, que ressuscitou para nossa justificação. Os que estão em Cristo Jesus são novas criaturas. Jesus Cristo, para nós, foi feito por Deus sabedoria, justiça, santificação e redenção.
6 – Cremos no batismo em água, com uma só imersão, em Nome de Jesus Cristo e em Nome do Pai e do Filho, e do Espírito Santo;
7 – Cremos no batismo do Espírito Santo, com evidência de novas línguas, conforme o Espírito Santo concede que se fale;
8 – Cremos na Santa Ceia.  Jesus Cristo, na noite em que foi traído, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-o aos discípulos, dizendo: "Isso é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim". Semelhantemente tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: "Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós. 
9 – Cremos na necessidade de nos abster das coisas sacrificadas aos ídolos, do sangue, da carne sufocada e da fornicação, conforme mostrou o Espírito Santo na Assembleia de Jerusalém;
10 – Nós cremos que Jesus Cristo tomou sobre si as nossas enfermidades. "Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da Igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados”;
11 – Nós cremos que o mesmo Senhor (antes do milênio) descerá do céu com alarido, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar nos ares e assim estaremos sempre com o Senhor; 
12 - Nós cremos que haverá a ressurreição corporal dos mortos, justos e injustos. Estes irão para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.
 
 
[size=16]4.2 Conhecimento Bíblico[/size]
 
 
Conforme o Credo que vimos acima, a Congregação Cristã no Brasil começou suas atividades crendo em tudo quanto está ordenado nas Sagradas Escrituras. Porém, com o tempo, os seguidores de Luigi Francescon foram abandonando essas certezas, passando a agir de forma diferente daquela que as Igrejas Evangélicas acreditam. 
Veremos, a seguir, alguns desses pontos que foram sendo alterados, com o tempo:
 
a) Revelação no lugar de ensino Bíblico
 
Como os membros da CCB não são condicionados a se guiarem pelas Sagradas Escrituras, passaram a viver em função de sentimentos, ou seja, daquilo que “sentem” a cada momento.    Tudo o que fazem dentro ou fora do templo é atribuído ao fato de “terem sentido pelo Espírito”, dispensando as orientações bíblicas existentes para cada fim. 
Os adeptos da CCB usam seus sonhos, revelações e sentimentos apenas para defenderem suas práticas e seus pontos de vista, utilizando-se apenas de versículos descontextualizados, substituindo, portanto, o conhecimento e o estudo do Livro Sagrado por seus próprios sentimentos e emoções.  
Afinal, se eles recebem todas as revelações necessárias por sonhos, revelações e sentimentos, desprezando a Palavra, por que fazem uso de Bíblias traduzidas por estudiosos das outras igrejas, as chamadas tradicionais?  Por que, então, não possuem uma versão bíblica exclusiva, baseada em suas experiências pessoais? Algumas seitas resolveram “encarar” o que pensavam, e substituíram a Bíblia por literaturas próprias. Uma questão de coragem!
É o que nos alerta Jeremias 17:9, quando diz: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas”. Os cristãos que são guiados por sonhos e revelações são levados de um lado para outro, como folha de arbustos, vítimas de revelações as mais contraditórias possíveis. É por esse caminho que nascem as heresias.
Vários falsos profetas como Ellen White (Adventismo), Joseph Smith (Mormonismo), Rev. Moon (Moonismo) afirmaram ter tido revelações e todos eles morreram fora da Palavra de Deus. Se tivermos que escolher entre ficar com o que diz a Bíblia e guiar-se por sentimentos, sonhos e revelações de outras pessoas, deveremos sempre ficar com a Bíblia, pois ela é a fonte de autoridade para a nossa fé, e não declarações subjetivas e experiências místicas de pessoas que, na maioria das vezes, não creem nas doutrinas básicas do evangelho de Jesus Cristo.
 
b) Ministro não precisa estudar
 
Uma vez que os fiéis da CCB não foram acostumados a receberem doutrinação bíblica, preferindo serem guiados por profecias, sonhos, etc., nada mais lógico do que acreditarem que o Ancião não precise de nenhum tipo de estudo para pregar no templo, pois todo o conhecimento necessário lhe seria dado diretamente pelo Espírito Santo. Chegam a afirmam que “estudar é adquirir a sabedoria do mundo e não a divina”.
Eles também afirmam que os pregadores não devem se preocupar em preparar a pregação, pois tirariam do Espírito Santo a oportunidade de colocar em suas bocas o que Ele quer que se pregue.  
Essa certeza que eles têm foi baseada em dois versículos registrados no Evangelho de Mateus, transcritos a seguir, mas cometendo um erro terrível de interpretação. 
 
Mas quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como, ou o que haveis de falar. Naquela hora vos será concedido o que haveis de dizer, pois não sois vós que falareis, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós. (MATEUS 10:19,20)
 
REFUTAÇÃO
 
Infelizmente, não poderemos deixar passar em branco essas teorias mencionadas acima. É nossa obrigação refutar esses devaneios.
Quando se analisa essa passagem com cuidado, dentro do seu contexto completo, verifica-se que não há nenhuma ideia ou sugestão para que o crente relaxe em seu estudo e em seu conhecimento da verdade. Se dermos atenção ao contexto onde se inserem os versículos citados, descobrimos que essa passagem está se referindo à forma como o cristão deve se comportar num momento de provação, num caso de perseguição, diante de tribunais ou na presença de autoridades governamentais.  É um caso específico e não geral.
Quanto à alegação de não haver necessidade de estudos para os pregadores, os adeptos da CCB se fundamentam no fato da maioria dos apóstolos de Cristo terem sido pessoas indoutas. 
Bem, se pegarmos o apóstolo Paulo como exemplo, ele era um dos maiores eruditos intérpretes da Lei em sua época. Depois de ser batizado, ele ficou por três anos em meditação e reflexão no deserto da Arábia, para só depois iniciar o seu ministério (Gálatas 1:16-18). Quando estava preso em Roma, pediu ao seu amigo Timóteo que lhe trouxesse os livros (2 Timóteo 4:13), pois de forma alguma rejeitava consultar, além da “Bíblia” de sua época, os livros que estavam ao seu dispor. Para que se tenha ideia, em 2 Timóteo 3:8 ele cita dois nomes que não são achados no Antigo Testamento. Onde será que Paulo os teria encontrado, a não ser na literatura extra bíblica?  
Se pegarmos o exemplo de Lucas, constatamos que ele era, além de médico, um escritor de raríssima qualidade, o que pode ser conferido no evangelho escrito por ele e no livro de Atos dos Apóstolos, também considerado de sua autoria. 
Quanto aos apóstolos pescadores, podemos falar um pouco de Pedro, talvez o mais bruto e simples entre eles. Como todo bom judeu, ele conhecia bem os textos do Antigo Testamento, além de também ter aprendido muito com Jesus Cristo os ensinamentos necessários para iniciar o seu ministério terreno. Ninguém pode dizer que ele SÓ foi usado pelo Espírito Santo, e que não reunia nenhum conhecimento terreno.
Há inúmeros versículos bíblicos que enfatizam que o cristão deve buscar maior conhecimento através da leitura, do estudo e de outras formas de aprendizagem, mas citaremos apenas três deles, para aprendizagem:  Provérbios 9:9; Mateus 13:52; 2 Timóteo 2:15. 
Temos certeza de que todo obreiro precisa preparar-se continuamente para poder desempenhar bem a missão que o Senhor lhes confiou. O que não pode acontecer é pretender-se substituir toda essa responsabilidade de servir a Deus como ministro por um emocionante clima confortável de “revelações” durante os cultos. Ou seja: em lugar de estudarem as doutrinas de Deus registradas da Escrituras, para poderem repassá-las, ensiná-las aos fiéis no templo, preocupam-se apenas em falar sobre costumes antigos do povo hebreu, como usar cabelos compridos, saias enormes, véus, proibir maquiagens e joias, ensinar que não se pode participar de festas, etc., normas oriundas da vontade humana e não de Deus.  Isso não é ensino bíblico!
Por outro lado, concordamos que o Senhor pode chamar qualquer pessoa, com qualquer nível de escolaridade, sem nenhuma cultura para a Sua obra, porém essa pessoa escolhida precisará se preparar, estudar, adquirir conhecimentos gerais, ou não poderá fazer bem a obra para a qual Deus o convocou. 
Os exemplos estão aí para quem quiser ver. Muitas pessoas pensaram como os membros da CCB, e têm sido motivo de riso e sarcasmo pelas plateias que eles tem enfrentado. São pessoas que falam mal, não conseguem exemplificar nada do que querem falar porque lhes falta o conhecimento geral, além do conhecimento bíblico. A cultura de certos pregadores é paupérrima, não conseguindo acrescentar nada aos seus ouvintes. Às vezes querem falar de coisas que não entendem e, por isso, são vítimas de deboche por parte de uma plateia que possui maior cultura. 
 
c) Salvação pela Graça (ou pelas obras?)
 
Se juntarmos tudo isso às exigências do rebatismo, ou às alegações de que as pessoas que não cumprirem tais exigências denominacionais perderão a Salvação, vemos que a CCB está negando a graça incondicional de Deus, através da obra expiatória de Jesus Cristo (Efésios 2:8-10 e Romanos 3:20-24). Um comportamento assim tem tudo para chegar ao extremo herético de quem concorda com Salvação pelas obras.
Não podemos perder a oportunidade de dizer que a marca mais característica de uma seita é a sua negação ou a deturpação da doutrina da justificação pela fé em Cristo Jesus, ensinada no Novo Testamento. É lamentável que se tenha que chegar a esse ponto, pois Louis Franciscon, o fundador da Congregação Cristã no Brasil, não pensava dessa forma. A certeza de que os adeptos da CCB defendem inconscientemente a salvação pelas obras, é quando afirmam que não se pode ter certeza da salvação. Quem não tem certeza de que é salvo, só pode confiar nas suas obras, para se salvar.
Vamos a algumas citações bíblicas que contradizem tais delírios:
 

  • Se somos filhos de Deus, somos também co-herdeiros de Cristo. (Romanos 8:16)

  • Todos os que crerem no Seu nome são filhos de Deus. (João 1:12,13)

  • Os que crerem em Jesus terão a vida eterna. (1 João 5:13)

  • Paulo prefere estar com Cristo. (Filipenses 1:23)

  • Ao morrer, Estêvão sabia que seu espírito seria recebido por Deus. (Atos 7:59)

  • João confiava que Jesus viria nos buscar, nos últimos tempos. (Apocalipse 22:20)


 
Aqui está a receita: a certeza de salvação do cristão está no fato de que ela não depende de seus méritos, mas dos méritos de Cristo Jesus, alcançados na cruz do Calvário.
 
d)  Presença da Bíblia 
 
Mediante tudo o que se comentou até agora, como se explica o fato da Congregação Cristã do Brasil manter o uso das Bíblias no seu dia a dia, como as demais Igrejas Evangélicas? 
Antes de mais nada, se as Bíblias estão nas mãos dos frequentadores da CCB é porque um grupo de crentes se dedicou ao estudo, às letras, à cultura, de modo a conseguirem traduzir a Bíblia para o nosso idioma. Para traduzir a Bíblia é necessário estudar grego, hebraico português e tudo com muita profundidade. O próprio hinário que eles usam em seus cultos contém hinos escritos por grandes estudiosos, pessoas que não pertenceram à Congregação Cristã no Brasil, mas a Igrejas como a Metodista, a Batista, a Presbiteriana e a Luterana, e a Assembleia de Deus, por exemplo. 
Como desprezar a importância do livro sagrado, em detrimento de fontes duvidosas?  E como considerar desnecessário um líder estudar, preparar-se para sua chamada, diante do que colocamos acima?
 
e) Cultos longos
 
Além de não possuírem burocracia eclesiástica, seus cultos não obedecem a liturgias elaboradas, sendo que o pregador é suscitado na hora do culto, por “revelação de Deus”. Segundo eles, o Espírito Santo é quem conduz todo o andamento do culto.
Quanto ao Culto de Ceia, que é realizado mensalmente em todas as denominações evangélicas, na Congregação só acontece uma vez por ano. 
 
 
[size=16]4.3  Sectarismo[/size]
 
 
O termo “sectarismo” traz na sua essência ideias de partidarismo, de facção, de separação proposital, consciente. Isso é algo muito visível na prática da Congregação, tanto que eles se consideram a única denominação no caminho certo, não apresentando nenhum interesse em relacionar-se com outras denominações, mesmo que sejam pentecostais. 
Extremamente soberbos, já se ouviu por aí que eles se consideram “A obra do Senhor”, ao invés de “Uma das expressões da obra do Senhor”. Basta dizer que consideram as pessoas que optam em segui-los de “predestinadas”, ou seja, pessoas chamadas por Deus para a Salvação. Alguém conhece uma soberba maior?
 
a) Guerra com outras denominações
 
Entre os motivos que classificam a CCB como uma seita, está o comportamento habitual de seus adeptos em negarem algumas doutrinas básicas e fundamentais do cristianismo de outras Igrejas Evangélicas. Com essas críticas, seus seguidores costumam confundir os cristãos simples que pertencem a tais igrejas cristãs. Além disso, esses membros de outras Igrejas deveriam ser considerados como coirmãos e não como rivais, ou adversários. 
Seus membros costumam provocar discussões em público com os membros de outras denominações evangélicas, pelo fato de eles não seguirem aos costumes estabelecidos pela CCB. Chegam a criar animosidades, situações constrangedoras aos membros dessas outras denominações, inclusive na presença de pessoas estranhas à fé evangélica, como católicos, espíritas, etc. Podemos afirmar isso sem medo de errar, pois já fomos vítimas de uma situação semelhante.
 
b) Salvação: somente através da CCB
 
Comprovando a ausência de conhecimento bíblico, eles afirmam que a Salvação só é possível através da Congregação Cristã no Brasil, chegando a chamar de “seitários” aos evangélicos de outras denominações. 
Certa feita assistimos um membro dessa entidade chamar a outra Igreja Evangélica de “Caverna de Satanás” porque as mulheres de lá usavam maquiagem e joias. Se nos reportarmos aos textos bíblicos, Jesus classificava esse tipo de pessoas como hipócritas, pois ensinam preceitos humanos ao invés da verdade divina (Marcos 7:7,Cool.
A Palavra de Deus garante em Joel 2:32 e Romanos 10:13 que todo aquele que invocar ao nome do Senhor, será salvo, uma vez que a Salvação está em Jesus (João 14:6 e Atos 4:12) e não em organizações religiosas.
 
c)  [size=16]Rebatismo: batismo válido, só o feito pela CCB[/size]
 
Eles também não reconhecem o batismo em águas ministrado por outras denominações, mesmo que tenha sido por imersão e em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme exigências registradas em Mateus 28:19. Explicando melhor: Se um cristão evangélico resolver passar a frequentar a CCB, ele será obrigado a se batizar de novo!  Para chegarem a essa decisão, eles se basearam numa doutrina medieval em que as águas do batismo têm propriedades miraculosas para purificar pecados. (Atos 2:38) 
O apóstolo Paulo garante que a Salvação é pela graça de Deus (Tito 2:11) e que a regeneração vem pelo Espírito Santo (Tito 3:5). Também garante que o batismo em águas não passa de uma testemunho público de arrependimento, no momento em que se aceita a Jesus Cristo como Senhor e Salvador.  Batismo não salva; apenas referenda a Salvação. 
Baseada ainda em Atos 2:38, a Congregação exige o [size=16]rebatismo dos recém-chegados porque eles não foram batizados EM NOME DE JESUS. Pensam assim, porque o apóstolo Pedro teria recebido uma nova revelação no dia de Pentecostes. Obviamente, essa explicação dada por eles é absurda, visto que Jesus não seria capaz de mudar a Sua posição sobre esse assunto, a respeito do qual se manifestara poucos dias antes, conforme está registrado em Mateus 28:19. Má interpretação, de novo.[/size]
Refutando esse assunto, podemos dizer que a literatura da Igreja Primitiva testemunha claramente que ela sempre manteve a ordenança de Jesus em Mateus 28.19, batizando “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Um dos exemplos clássicos é o “Didaquê”, também chamado de “O Ensino dos Doze Apóstolos”, escrito no começo do segundo século. O seu capitulo 7 é um verdadeiro manual a respeito do batismo, afirmando claramente que a Igreja Cristã Primitiva batizava em nome da Trindade, assim como Jesus ensinou em Mateus 28.19. 
Ademais, rebatizar alguém nunca foi prática da Igreja Cristã. Não há no Novo Testamento nem na história da Igreja Cristã registro de [size=16]rebatismo feito ou aprovado pelo ramo oficial e tradicional da Igreja. Quem sempre rebatizou foram os grupos sectários e heréticos, como os montanistas e donatistas, por exemplo, mas nunca a Igreja oficial. O único caso de rebatismo encontrado é aquele em Atos 19, mas naquele caso os que foram rebatizados haviam sido batizados anteriormente com o batismo de João, o qual possuía significado e aspecto até certo ponto diferentes do batismo cristão, instituído por Jesus momentos antes de subir às alturas. [/size]
A Bíblia é clara quando fala de “uma só fé e um só batismo” (Efésios 4:5). A circuncisão era um ato sem repetição no tempo da Antiga Aliança e, por analogia, serve de precedente para o batismo na Nova Aliança, visto que o batismo cristão é paralelo da circuncisão judaica, segundo se aprende em Colossenses 2:11,12.
 
d)  Proselitismo
 
Outra característica básica de uma religião falsa é a prática do proselitismo. Os adeptos da Congregação Crista no Brasil são essencialmente proselitistas, pois vivem procurando seus futuros adeptos entre os membros das igrejas evangélicas. São candidatos prontos para aumentarem as fileiras da CCB, sem que precisem ser evangelizados ou convertidos. Já foram preparados pelas outras denominações.
Assim, com esse tipo de pessoas, eles só precisarão injetar o veneno do fanatismo, pois o resto já está garantido.  Para conseguir seus objetivos, os adeptos da CCB são capazes de usar meios mundanos e pecaminosos, como a difamação, a calúnia e a ameaça. 
Essa forma de trabalho não vem de Deus e não é cristão. Pelo contrário, o cristão verdadeiro deve seguir o conselho da Bíblia quando diz: “Evita o homem faccioso” (Tito 3:10) e “se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis boas-vindas.”  (2 João 10)
 
 
e)  Evangelização
 
A Congregação Cristã no Brasil não prevê nenhum tipo de cobertura publicitária às suas atividades, não utilizando jornais, rádio, televisão, revistas, etc., assim como literaturas próprias com estudos bíblicos e de evangelização. Como não divulgam seus trabalhos, parece que não se interessam em ganhar novas almas, atingir os pecadores, cumprindo a ordenança de Jesus, antes de subir aos céus. (Mateus 28:19)
Eles também não promovem eventos em lugares públicos, restringindo-se às dependências dos seus templos. O seu modus operandi é totalmente diferente de todas as denominações cristãs, que se esforçam em busca das almas perdidas. Seus seguidores dizem que eles ganham adeptos através de evangelismo pessoal.
 
 
[size=16]4.4  Usos e Costumes[/size]
 
 
Quando uma denominação religiosa se apoia em usos e costumes arraigados, isso é suficiente para classificar tal segmento como seita, pois afastam-se dos ensinos bíblicos para seguirem a normas estabelecidas por pessoas.
 
a)  Preconceito com as mulheres
 
A Congregação Cristã no Brasil trata as mulheres de maneira diferente, preconceituosa, como se fossem inferiores aos homens, uma herança do povo judeu. Jesus não poupou Seu povo de críticas, quanto a esse comportamento. É tão flagrante essa diferenciação, que as mulheres lá não podem se sentar com seus maridos, no templo, devendo ficar à parte, numa ala separada. Outra exigência: mulher não fala, enquanto estiver na igreja.
As mulheres da CCB também não podem dar vazão à vaidade feminina, sendo-lhes proibido o uso de maquiagens, joias, tratamento especial no cabelo, etc. Não podem usar calça; apenas saias bem compridas. 
Além disso, são obrigadas a usar véus que cubram sua cabeça. Qualquer semelhança aos povos islâmicos seria mera coincidência. 
 
b)  Participação em comemorações
 
Os membros da Congregação não comemoram aniversário (mesmo com familiares) ou cerimônias de casamento que envolvam pessoas de fora da sua comunidade. Já tivemos oportunidade de presenciar esse tipo de preconceito. Não comparecem e, se comparecem, ficam à margem, fazendo questão de mostrar que não estão concordando com o “parabéns a você”, com os salgadinhos, com o ambiente alegre, etc.
 
c)  Ósculo santo
 
Mais um costume herdado do povo judeu, quando os homens se saudavam com um beijo no rosto. Algum mal nisso? Não! O problema é que eles criticam os membros de outras denominações por não praticarem esse “ósculo santo”. Transformam um costume ou hábito em lei, querendo obrigar pessoas a praticarem tais costumes.
Outra coisa: Por que o ósculo santo só é praticado homem com homem e mulher com mulher? Alguma malícia aí?  E por quê só é praticado dentro do templo, se os judeus o praticavam em qualquer lugar, inclusive em lugares públicos?
 
d) Oração de joelhos
 
Onde quer que os membros da Congregação estejam (no templo, em casa, em sepultamentos, etc.), no momento de orar são obrigados a se colocarem de joelhos. Algum mal nisso? Não! O problema é que eles criticam os membros de outras denominações por orarem de pé, sentados... 
Será que é a postura física de um cristão que define se ele terá ou não resposta à sua oração? Ou seria a sua fé no poder e na graça do Senhor?
Vejamos alguns exemplos bíblicos de pessoas orando:
 
•  Ezequias orou deitado, pedindo que Deus não o levasse, e foi    atendido. (2 Reis 20:1-6)
•  Jonas orou de cócoras, dentro do grande peixe, e foi atendido.    (Jonas 2:1-10)
•  O cobrador de impostos orou de pé, pedindo misericórdia e foi    justificado. (Lucas 18:13)
•  Pendurado na cruz, Jesus orou ao Pai e foi ouvido. (Lucas 23:34)
•  Jesus orou de pé, junto ao corpo de Lázaro, e ele resultou. (João  11:41-44)
 
Observe que Paulo ensina que devemos orar em todo lugar, a qualquer tempo, levantando nossas mãos ao Deus Altíssimo, sem ira, sem contenda, etc.  Confira em Efésios 6:18 e em 1 Timóteo 2:8. 
Dizer que Deus não atende à oração de quem ora em pé, ou dizer que quem não ora de joelhos está em pecado, é contrariar a própria Bíblia.
 
 
[size=18]FONTES PESQUISADAS[/size]
 
 
GEOCITIES. [size=16]Seitas e heresias.  Postado em http://geocities.yahoo.com.br/seitaseheresias/ccb.htm.  Pesquisado em 02/06/2014. [/size]
MELO, Edino. [size=16]A Bíblia: Religiões, Seitas e Heresias. Série “Ferramentas”, Vol. I. Campinas: Transcultural Editora, 2005[/size]
LOPES, Augustus Nicodemus. [size=16]Como reconhecer uma seita. Postado em http://www.monergismo.com. Pesquisado em 2001/2014.[/size]
RINALDI, Natanael; ROMEIRO, Paulo. [size=16]Desmascarando as Seitas.  02 ed.  Rio de Janeiro: Editora CPAD, 1996. 378p[/size]
SILVA, Ezequias Soares da. [size=16]Seitas e Heresias.  Lições de Escola Bíblica.  Rio de Janeiro:  Editora CPAD, 2º Trimestre de 1997 [/size]
SILVA, Gustavo. [size=16] A Congregação Cristã no Brasil.  Artigo do Ministério Gustavo Silva, publicado em 13/08/2013.  Pesquisado em 02/06/2014. [/size]
WIKIPEDIA, A enciclopédia livre do Brasil.[size=16] Congregação Cristã no Brasil.  Postado por wikipedia.org/wiki/Congregação_Cristã_no_Brasil.  Pesquisado em  03/06/2014.[/size]
GOTQUESTIONS?ORG.  [size=16]Qual a definição de seita?  Postado por http://www.gotquestions.org/Portugues/definicao-seita.html.  Pesquisado em 02/06/2014.[/size]
CACP-MINISTÉRIO APOLOGÉTICO. [size=16] Seita: algumas definições. Postado em http://www.cacp.org.br/seita-algumas-definicoes/.  Pesquisado em 04/06/2014.[/size]
McDOWELL, Josh e STEWART, Don. [size=16]Entendendo as religiões seculares. São Paulo: Editora Candeias, 1989[/size]
OLIVEIRA, Raimundo F.de. [size=16]Heresiologia discernindo entre a verdade e o erro. Campinas: EETAD, 214p.[/size]
DA SILVA, Ezequias Soares. [size=16]Seitas e Heresias. Lições Bíblicas, 2º Trim.1987. Rio de Janeiro: CPAD-Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1997.[/size]
 
 
[size=18]AUTOR[/size]

[size=13]Walmir Damiani Corrêa[/size]

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