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Irmão Ricardo Gondim; Cultura ou Promiscuidade?

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Irmão Ricardo Gondim; Cultura ou Promiscuidade?

Mensagem por Servão ccb em 9th Abril 2011, 9:13 am

Cultura ou
Promiscuidade:




É fácil hoje em dia
vermos aberrações nos púlpitos evangélicos das mais diversas
possíveis, que vão desde o costumeiro jargão pentecostal: ”pega
fogo Jesus”, “manda fogo popai”, “é desse jeito Jeová”,
“se eu não crer eu morro”, até o mais exacerbado
“intelectualismo religioso” que na maioria das vezes cita
palavras de cunho teológico por apenas achar que causarão um
impacto em seus ouvintes que na maioria das vezes é composta por
pessoas de idade um pouco avançada ou até mesmo pessoas que não
possuem nenhum tato ou contato com os termos teológicos e menos
ainda com a teologia*, ou, começam a atirar para todos os lados sem
saberem em que direção está a atirar, lançando mão algumas vezes
de grandes nomes da teologia e de grandes ciências para falarem mal
e assim rechearem e “enriquecerem” suas homilias. Sem acentuar os
erros doutrinários que comumente são passados como ensinamento
bíblico.

Foi sendo espectador
destas e outras coisas mais, que desenvolvi o tema do presente texto.
Parafraseando uma frase de Ricardo Gondim em seu livro pensando fora
da caixa na qual ele diz uma verdade bem latente em nossas igrejas
evangélicas “a igreja doente de nossos dias é a imagem dos
púlpitos sem vida, sem unção e sem graça”. Gondim tem razão
quanto a isso, somos a plateia de uma tribuna desprovida e desgraçada
de tudo (permita-se que eu faça uso do exagero).

Usando as palavras do
amantíssimo ex-presidente da república senhor Luiz Inácio Lula da
Silva “nunca na história desse país” se viu um povo mais
crédulo em relação ao que não é para crer ou propagar.

Observo a igreja de
nossos dias e penso nela como um robô, apenas um mecanismo de
acionamento controlado por alguns comandos na maioria estrambólicos,
e até exóticos, como algo totalmente mecanizado sem vida. Algo tão
funcional que muitos cristãos desconhecem as riquezas que nos são
conferidas em Cristo Jesus. Vivem a vida cristã de forma anêmica,
apática e depressiva por acharem que devem cumprir uma extensa lista
de regimentos internos ou que se obedece aos ensinos bíblicos por
motivos de mera obediência, esquecendo de que o princípio maior
fundamenta-se no amor a Deus.

Obediência sem amor
não é obediência é formalismo, é rotina, é ser robô e não ser
cristão.

Cristãos vivem como
robôs diante de Deus, como máquinas que estão prestes a perderem
sua funcionalidade, são atormentados constantemente pelo medo de
perderem a salvação se neles não houverem peças encaixadas nos
seus lugares. Certa vez estava em uma determinada igreja e ouvi o
pastor falar que estava em tão grande tribulação que passou um mês
praticamente sem orar, de sua boca não saia nada a não ser chorar e
estava com medo de perder a salvação por isso. (não quero com isso
dizer que não se deve orar, Deus me livre de deixar de orar!)

São cristãos assim
que vivem e não usufrui de tudo aquilo que a graça de Deus nos
concede, esquecem-se de que tudo que o homem recebe, o recebe por
graça divina,seja essa graça comum,seja especial. A fonte é Deus.
Esquecem-se de que a salvação não emana de minhas ações ou boas
obras, e de que a vida não está no homem e sim em Jesus. Ele mesmo
habita em nós, vive em nós, sendo a fonte de nossa vida e comunhão
com Deus.

Ao olhar para a igreja
de hoje, não vejo mais uma comunidade de santos e sim o produto da
falta de amor e cuidado por parte de alguns líderes que se
interessam mais pelo que suas ovelhas podem dar, do que de doarem
para elas. De fato, tudo se modernizou a tal ponto que a igreja se
tornou, fria e morta, insensível aos problemas da sociedade que a
rodeia. Insensível a voz de Cristo que está a bater na porta do seu
coração. Insensível a seu próprio chamado para ser cristão.
Podemos acrescentar aqui as palavras de Jesus as multidões de sua
época “Hipócritas! Sabeis distinguir os aspectos do céu e da
terra; como, pois,
não sabeis reconhecer o
tempo presente?
Lucas
12:56
(grifo próprio)”. Facilmente discernimos a
proximidade da vinda de Cristo e não discernimos que estamos longe
do real evangelho de Cristo, que é totalmente contrário ao que
se prega hoje com o título de evangelho. Um evangelho que anuncia
tudo menos que Cristo é a salvação para o homem.



Tudo
isso porque a igreja de hoje não produz cristãos
e sim robores!

http://gracaqueliberta.blogspot.com/2011/04/cultura-ou-promiscuidade.html
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Servão ccb

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