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SOMOS IDENTIFICADOS COM CRISTO EM SUA MORTE E RESSURREIÇÃO

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SOMOS IDENTIFICADOS COM CRISTO EM SUA MORTE E RESSURREIÇÃO

Mensagem por Ricardo Mendes em 25th Agosto 2015, 1:27 pm

A vida cristã é muito mais do que frequentar uma igreja e participar dos cultos ou missas matinais de domingo. A vida cristã se refere a um estado de total abnegação para as coisas de Deus. Isso se resume a uma plena dependência e submissão ao Senhor.



No texto de Romanos (Rm 6.4,5,8,11) Paulo expõe algumas questões fundamentais para entendermos o conceito da cruz. Na verdade a vida cristã é resultado da morte de Cristo. A morte de Cristo aponta para minha morte! Mas, o que necessariamente é essa “minha morte”?


Observe atentamente o versículo 4 de Romanos 6:   Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova.



A Verdade É Que O Cristianismo Genuíno Requer A Morte Do Cristão Para Reiniciar Uma Nova Vida. Essa Morte É Referente À Crucificação Do Velho Homem.



Paulo diz que fomos sepultados com Ele... na morte. A palavra sepultados com Ele, nesse versículo, de acordo com o original grego, traz a ideia de “enterrar com ou junto”. Em outras palavras: Temos participação na morte de Cristo sendo sepultados junto com Ele. Isso é claramente expresso no batismo cristão.



Quando Paulo afirma que fomos sepultados, ele não está dizendo que nós, por nós mesmos, nos auto-sepultamos. O tempo verbal dessa palavra, no grego, está na voz passiva, o que indica que Deus nos sepultou! Essa é a obra da cruz! O resultado de uma genuína conversão!



Para Deus o ato de sermos sepultados com Cristo é um fato consumado. Essa palavra está no indicativo, que, de acordo com a gramática grega, denota uma simples afirmação de um fato. Ou seja, essa questão já foi definida de uma vez por todas!



O versículo diz que fomos sepultados por meio da morte... Isso caracteriza que a morte de Cristo aponta para minha morte! No versículo anterior Paulo argumenta: Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte (v.3)?




Esse texto expressa um grande tesouro negligenciado por muitos hoje em dia. O cerne desse tema é: Minha velha criatura está morta com Cristo! Minha conduta nesse mundo é como “morto”. Paulo expressa isso quando diz: Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus (Gl 2.20).



O versículo 4 continua: a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. O resultado de uma nova vida é a ressurreição de uma nova criatura. Assim como Cristo ressurgiu dos mortos, nós, através da morte expiatória d’Ele, ressuscitamos para uma nova vida!



Porém, observe: Não pode haver ressurreição se não houver morte! Para ressuscitarmos em uma nova criatura é necessário estarmos mortos em Cristo! Mortos para o EU! Mortos para o pecado! Essa morte é conseqüência da conversão!



Paulo explica esse conceito de forma sucinta aos santos de Éfeso. Ele diz: Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus (Ef 2.6).



A palavra ‘ressuscitou com’, usada nesse versículo, trás a idéia de ‘elevar junto’. Logo, se sou participante da morte de Cristo, também sou de sua ressurreição! Assim, como Cristo ressuscitou dos mortos, fui juntamente ressuscitado com Ele!



A palavra está no indicativo o que nos leva a entender que isso é um fato consumado! Realmente fui ressuscitado com Cristo! Paulo intensifica seu raciocínio dizendo: Se dessa forma fomos unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição (v.5).



A palavra “fomos” e “seremos” esclarece o assunto. “Fomos” está no tempo perfeito, enquanto seremos está no futuro. “Fomos” indica uma ação completa no passado que tem um resultado presente, ao passo que “seremos” revela a nova vida que viveremos daqui em diante! Ou seja, se de fato morremos com Cristo, na ocasião da conversão, é impossível que não venhamos a ressuscitar com Ele!



O professor John Stott fundamenta esse assunto: “O uso do tempo futuro “seremos” (v.5) somente indica o que sucede depois de nossa morte com Cristo; aqui não faz referência a ressurreição do corpo”.



Watchman Nee conclui: “Deus nos faz passar pela morte com o intuito de erguer-nos. A morte não é o fim, mas a ressurreição é o objetivo. Seremos inúteis se permanecermos na morte e não ressuscitarmos”.




Paulo declara enfaticamente: Ora, se morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos (v.Cool. O objetivo dessa morte é a nova vida que todo cristão deve experimentar. O texto é claro: Não só morri com Cristo, mas creio que com Ele também viverei!



A palavra morrer, nesse versículo, vem do grego ‘apothneskõ’ que, literalmente, significa “morrer para fora, extinguir, fenecer, expirar...” Isso significa que a morte do cristão com Cristo implica destruir completamente o antigo modo de vida. É fazer com que a antiga natureza perca literalmente suas forças!



A palavra está no indicativo o que expressa que essa morte é um fato aos olhos de Deus. Portanto, a questão de morrer para o pecado deve ser um fato para nós e, com certeza, isso deve ser expresso evidentemente em nossas vidas!



Não somente isso, mas o texto também diz sobre viver com Cristo. A palavra viver vem de ‘suzao’ que denota “viver com alguém, viver juntamente com”. Essa palavra é usada em outros textos, como, por exemplo, 2 Tm 2.11; 2 Co 7.3.



A obra da cruz não se limita apenas a minha morte, mas me conduz a uma vida conectada em Cristo. Isso se expressa num viver unido em Cristo resultando em uma vida dedicada a Deus. O tempo do verbo está no futuro o que não significa que somente na eternidade viveremos com Deus. O propósito é viver unido com Cristo aqui e agora refletindo isso para eternidade (cp. 1 Co 6.17)!



Mas afinal, depois de analisarmos a respeito da morte e ressurreição, o que, de fato, isso significa? Qual o resultado dessa morte? O resultado é viver em novidade de vida! Veja o que Paulo diz no fim do versículo 4:...também nós vivamos uma vida nova.



O propósito de ser nova criatura é viver como Cristo viveu. O andar de uma nova criatura é um andar reto aos olhos de Deus. Um andar cujo fundamento é Cristo!







A palavra vivamos, nesse versículo, no grego é ‘peripateo’ e um dos seus significados é “conduzir-se pela vida”. Segundo W. E. Vine “é usado figuradamente significando o círculo inteiro das atividades da vida individual quer dos não regenerados (Ef 4.17), quer dos crentes (1 Co 7.17; Cl 2.6)”.



Em termos práticos, o curso da vida do cristão tem que ser segundo os propósitos de Deus. O tempo verbal nessa palavra está na voz ativa, o que indica que é dever do crente andar em novidade de vida! Enfim, cada cristão expressará as evidencias da crucificação da velha criatura e a ressurreição de uma nova vida!



MAS, O QUE É ANDAR EM UMA NOVA VIDA?



Vine em seu comentário diz: “O cristão deve andar em novidade de vida (Rm 6.4), segundo o Espírito de Deus (Rm 8.4), em honestidade (Rm 13.13), pela fé (2 Co 5.7), nas boas obras (Ef 2.10), em amor (Ef 5.2), em sabedoria (Cl 4.5), em verdade (2 Jo 4), segundo os mandamentos do Senhor (2 Jo 6)”.

Essa nova vida é a expressão exata do novo homem criado segundo Deus em santidade e justiça (Ef 4.24). É a nova vida guiada pelo Espírito Santo de Deus o qual habita no novo homem (1 Co 6.19; 2 Tm 1.14; 1 Jo 3.24)!

A palavra novidade de vida, no grego original, trás a ideia de “vida de nova qualidade”! A palavra grega para novidade (kainotes) é cognato de ‘Kainos’ que significa novo. Esse novo não é um novo no que se refere a tempo, é novo “no que se concerne àquilo que se está desacostumado ou desabituado... a natureza diferente daquilo que é posto em contraste com o velho (Vine)”. “É o novo sob o aspecto da qualidade, aquilo que ainda não passou por revisão ou reparo (Strong)”.

Essa nova qualidade de vida renuncia a carne e abomina o pecado. É o novo modo de ser em relação ao mundo e Deus. É a nova pessoa criada para a inigualável intimidade com Deus.

O versiculo diz “novidade de vida”. A palavra vida vem do grego ‘zoe’ que é a vida do tipo de Deus. “A vida como princípio, vida no sentido absoluto, vida como Deus a tem, aquilo que o Pai tem em si e o que Ele deu ao Filho encarnado em Si mesmo (Jo 5.26), e a qual o Filho manifestou ao mundo (1 Jo 1.2)” – Vine.



Segundo Strong “vida real e genuína, vida ativa e vigorosa, devota a Deus, abençoada”. Em outras palavras, é a nova vida sua daqui para frente! A vida sob os efeitos da cruz!



No entanto, existe um pricinpio basico em conduzir-se nessa nova vida. Paulo deixa claro no versiculo 11. Ele afirma:  Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus.







Estar crucificado com Cristo não significa não ter mais problemas com o pecado. Isso, portanto, não expressa estar imune, ou, até mesmo, livre de seus efeitos. O que as linhas que Paulo escreve dizem éconsiderar-se morto. O cristão ainda será tentado, a velha natureza irá agonizar querendo de volta seu domínio, mas a atitude do crente regenerado é viver para Deus lutando contra o pecado.



A palavra está no imperativo. Isso evidencia que Paulo não está convidando os cristãos a considerarem-se mortos. A ênfase está numa ordenança! O tempo verbal é o presente o que indica que é uma ação contínua. Expressa a declaração de um fato que ocorre no momento. Não somente isso, mas a palavra está na voz média o que revela o sujeito realizando uma ação por si mesmo, ou para seu próprio beneficio.



Isso, portanto, não seria uma teoria fora da realidade. Essa palavra, ‘logizomai’, no grego, lida com a realidade. Refere-se a fatos e não a suposições. Logo, o cristão, de fato, deve se considerar-se morto para o pecado e vivo para Deus!





Paulo conclui o versículo dizendo: vivos para Deus em Cristo JesusA vida que vivo hoje é a vida de Cristo. Essa vida expressa o reflexo da Presença de Deus. É a vida que vive para Glória de Deus! É o mesmo que dizer: Não vivo mais minha vida, vivo a vida do Filho de Deus (cf. Gl 2.20)! 



Por,



Adriano Neto



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