NAS PEGADAS DO MESTRE JESUS
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Nicodemos - Agua e Espirito - O vento invisivel - A serpente de bronze - João 3;16 - A unica escolha

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Nicodemos - Agua e Espirito - O vento invisivel - A serpente de bronze - João 3;16 - A unica escolha

Mensagem por Ricardo Mendes em 26th Agosto 2015, 1:51 pm

NICODEMOS

Se religião fosse suficiente para salvar alguém, Nicodemos não precisaria conversar com Jesus. Ele é um homem religioso, uma autoridade em judaísmo, e vai à noite se encontrar com Jesus. Numa sociedade sem eletricidade, ir à noite se encontrar com um desconhecido não é algo comum, a menos que você não queira que seus amigos o vejam. Pode ter sido o caso de Nicodemos.

Os sacerdotes, fariseus e saduceus não estão gostando nem um pouco da situação. Primeiro aparece um tal de João batizando e anunciando a chegada do Cordeiro de Deus. Depois vem Jesus, fazendo milagres e atraindo multidões. O clero odeia concorrência, mesmo que seja do próprio Deus vindo ao mundo na forma humana.

Apesar de toda a religião, Nicodemos sente que falta algo. Ele chama Jesus de Mestre, sem fazer ideia de que está diante daquele que o profeta Isaías chamou de “Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe de Paz”. Considerar Jesus apenas um mestre, ou espírito evoluído, como alguns hoje gostam de chamá-lo, é como parabenizar Einstein por saber somar dois mais dois. Jesus é Deus e como tal deve ser reconhecido e adorado.

A resposta de Jesus parece não ter coisa alguma com o início da conversa de Nicodemos. Mas tem. Imediatamente após ser elogiado como mestre, Jesus dispara: “Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. Em outras palavras, se Nicodemos quisesse conversar, teria de ser em outro nível. Antes de poder enxergar a esfera na qual Jesus atuava Nicodemos precisaria receber uma nova vida, ser transformado numa nova criatura. Ele precisava nascer de novo, nascer do alto ou nascer de Deus.

Jesus usa o exemplo do nascimento natural. Antes de nascer, você não fazia nem ideia do que havia fora daquele mundinho onde passou nove meses. Além disso, sua geração e o próprio nascimento não dependeram de você, mas de seus pais. Todas as decisões e todos os esforços foram de outros, não seus. Você foi um agente passivo em todo o processo. O que Jesus quer dizer é que, embora seja necessário a Nicodemos nascer de novo para ver o reino de Deus, é tão impossível ele próprio fazer isso quanto uma criança resolver nascer neste mundo.

Neste ponto Nicodemos entende menos ainda do que entendia quando chegou para conversar com Jesus. Ele não consegue pensar fora da caixa das coisas naturais e pergunta como é possível alguém voltar ao ventre da mãe para renascer. Mas Jesus responde que não está falando de um nascimento natural. Não se trata de voltar ao ventre da mãe ou reencarnar, como acreditam alguns. É necessário nascer da água e do Espírito Santo. Do Espírito Santo você já ouviu falar, mas de que água Jesus está falando? 


 ÁGUA E  ESPÍRITO


Jesus diz a Nicodemos que ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nascer da água e do Espírito. Que água é essa? No capítulo 1 deste Evangelho de João você aprende que ninguém nasce de novo, e se torna filho de Deus, por consanguinidade, pela intervenção de algum homem ou pela vontade própria. Trata-se de um processo sobrenatural que transcende a vontade humana. A água aqui não deve ser o batismo, que ocorre pela vontade quem batiza ou é batizado. Mas então, que água é essa?

Vamos dar uma olhada em outras passagens que falam de purificação, e também de novo nascimento, nova vida ou nova criatura, para identificarmos o que está sendo representado aqui pela palavra “água”. 

Efésios 5:26: "Maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra";
1 Pedro 1:23 "Tendo renascido, não de semente corruptível, mas de incorruptível, pela palavra de Deus";
Tiago 1:18 "Segundo a sua própria vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas". 

O modo como o Senhor usa exemplos naturais para ensinar verdades espirituais é surpreendente. Duas coisas são essenciais para a existência de vida no planeta. A primeira é a água, a segunda é a intervenção divina, pois somente Deus é o autor da vida. Não é diferente no novo nascimento, e nada melhor do que a água para simbolizar a Palavra de Deus. 

Veja algumas características da água natural, cuja ação e poder nos lembram a Palavra de Deus:

A maior parte do planeta é coberta por água, ela é acessível a todos. Apesar de ser impossível definir seu sabor, a água refresca, revigora e satisfaz. Ela é um solvente universal, que dilui, lava e purifica. Embora aparentemente frágil, suas gotas são capazes de furar a mais dura rocha, seu fluir dissolve montanhas e suas correntes moldam os continentes. É nela que se encontra a maior quantidade de vida do planeta, e essa mesma vida é formada principalmente por água. Boa parte dela corre oculta aos olhos humanos, em rios subterrâneos, na seiva que dá vida às plantas e no sangue que corre em nossas veias.Sem água não há vida; sem a Palavra de Deus não há vida nova.

O mesmo João, em sua primeira carta, diz que Jesus veio por água e por sangue, referindo-se à água e ao sangue que saíram de seu lado ferido pela lança do soldado na cruz. Aquele é o sangue que tira os nossos pecados e aquela é a água que nos purifica. Além da água, Jesus fala a Nicodemos da ação do Espírito Santo no nascimento espiritual. Como Nicodemos parece ainda não entender?



O VENTO INVISÍVEL


Se Jesus usou a água para simbolizar a ação da Palavra de Deus no novo nascimento, agora ele usa o vento como figura daquele que é nascido do Espírito Santo. Lembre-se de que ele está falando de um novo nascimento espiritual, gerado de cima para baixo, de Deus para o homem, e não de um renascimento da velha vida natural que trazemos em nós, nem tampouco do velho corpo de carne. “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito”, por isso nem pense nisso como uma suposta reencarnação.

O novo nascimento é um ato soberano de Deus, não uma decisão do homem, e sem ele é impossível ao homem crer em Jesus. Em Efésios Paulo explica que o homem está espiritualmente morto em seus delitos e pecados. Coloque uma tonelada de pedras sobre um morto e nada acontecerá. Ele não sentirá o peso e tampouco será capaz de movê-lo ou terá qualquer desejo de fazer isso. Ele está morto.

Olhe para o ser humano como morto espiritualmente e você entenderá por que ele não sente a tonelada de pecados que pesa sobre si e nem tem qualquer desejo de se aproximar de Deus. Não há como fazer nem uma coisa, nem outra. É preciso uma intervenção divina que injete vida nesse homem morto para ele sentir o peso de seus pecados e clamar a Deus por libertação. Como isso acontece? Ninguém sabe, ninguém viu.

“O vento sopra onde quer, e ouves a sua voz; mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito”. Isso é o mais longe que podemos chegar para entender o novo nascimento. Sua ação é tão invisível quanto o vento, mas podemos ver os resultados naquele que nasceu de novo. A mudança é real. Nicodemos, porém, continua achando que Jesus está falando de um acontecimento físico, que pode ser analisado pela lógica racional de uma mente natural. Não pode.

Ele continua sem entender, e ganha, por assim dizer, um puxão de orelha: "Tu és mestre em Israel e não entendes estas coisas?" A resposta mais simples é "Não", porque Nicodemos ainda precisa nascer de novo. Ele até entende que o Messias deve vir e estabelecer seu Reino, mas não como isso acontece, ou como uma alma é transformada para poder participar desse Reino. Jesus deixa de lado o Reino e outras coisas terrenas e passa agora a falar de coisas celestiais. Mas quem tem autoridade para falar das coisas celestiais?

Somente alguém que tenha livre trânsito entre o céu e a terra -- alguém que não fosse levado para o céu, mas tivesse o poder de subir de modo próprio sempre que desejasse; alguém pré existente, que não apenas nascesse aqui, mas descesse para nascer aqui; alguém que seja Deus onipresente, para estar no céu ao mesmo tempo que está diante de Nicodemos -- tem autoridade para falar das coisas celestiais. Porque"ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem,que está no céu". 



A SERPENTE DE BRONZE


Nicodemos irá agora receber a chave que abre o entendimento das Escrituras. Sem o Espírito Santo e essa chave é impossível compreender a Bíblia, a Palavra de Deus. Essa chave está no versículo 14 do terceiro capítulo do evangelho de João: "Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna".

Jesus vai ao Antigo Testamento buscar um episódio ocorrido com os israelitas e o conecta a si mesmo e à sua morte na cruz. Esta é a chave: sem o Novo Testamento e a obra consumada de Cristo é impossível entendermos o Velho Testamento, pois o que aconteceu no passado são símbolos e figuras de Cristo. Ao ler uma passagem do Antigo Testamento você deve sempre perguntar: onde está Cristo aqui?

Nicodemos conhece bem o episódio narrado no livro de Números. Em sua peregrinação pelo deserto rumo à Terra Prometida os israelitas foram atacados por serpentes venenosas. Muitos morreram e o povo clamou por salvação. Deus ordenou a Moisés que fundisse uma serpente de bronze e a colocasse na ponta de uma haste, para que fosse levantada. Todos os que olhassem para ela eram imediatamente curados.

A figura da serpente nos remete ao jardim do Éden, ao pecado original. A serpente de bronze, traduzida às vezes como "serpente ardente", precisou passar pelo fogo para ser moldada, e há também a haste na qual a serpente é levantada. Tudo isso aponta para Jesus na cruz. Apesar de ser sem pecado, ele foi feito pecado por nós, suportou o fogo do juízo de Deus e foi levantado numa cruz. Os israelitas olhavam para a serpente de bronze levantada na haste e eram curados. Jesus crucificado é a cura para o pecado do homem.

Você só encontrará perdão e paz olhando para o crucificado, crendo que ele tomou o seu lugar, recebeu sobre o seu corpo os seus pecados e suportou todo o castigo de Deus que era devido ao pecador. O bendito resultado daquela obra consumada na cruz é que você agora pode ser salvo; pode receber de graça uma vida inteiramente nova vinda de Deus, e ser feito apto por Ele para viver eternamente no céu.

A partir daí você passa a ter duas naturezas: a velha, que herdou de Adão e foi condenada na cruz, também chamada de carne, e a nova natureza, vinda de Deus. Nenhuma dessas duas naturezas é capaz de melhorar: a velha, por estar totalmente arruinada, e a nova, por já ser perfeita. Elas são antagônicas. A primeira porque sua condição normal é pecar e ser totalmente avessa a Deus e a tudo o que vem dele. A segunda por vir de Deus e ter aversão ao pecado. A carta de Paulo aos Romanos explica melhor isso. Por enquanto, vamos voltar a Nicodemos e ao versículo que resume tudo.



JOÃO 3:16

João 3:16 deve ser o versículo mais conhecido do mundo depois de "O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará", do Salmo 23. Por estarmos sempre mais preocupados com as nossas necessidades é que o Salmo 23 é tão popular, mas poucos percebem que para existir o Salmo 23 foi preciso existir o Salmo 22. Em algumas traduções católicas da Bíblia a numeração dos capítulos é diferente. Se for o caso, estou falando dos Salmos 21 e 22 nessas edições.

O Salmo 23, que fala de coisas boas como abundância, verdes pastos, águas tranquilas, refrigério, amor, consolo, bondade, misericórdia e cálice transbordante, não existiria se Jesus não tivesse passado pela cruz. É no Salmo 22 que está o brado que ele daria mil anos depois na cruz: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" É nesse Salmo que vemos Jesus abandonado por Deus, massacrado pelos homens, cercado de malfeitores, e com as mãos e os pés traspassados por grandes pregos.

Antes que viesse a salvação e todos os benefícios que Deus preparou para os salvos, era preciso que o Filho de Deus morresse em lugar do pecador. E essa obra magnífica está resumida em um versículo, João 3:16, o qual apresenta não só a base para podermos nascer de novo, mas também a razão ou motivo de Deus: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna".

Primeiro, vem a origem de tudo, que é Deus, e o seu moto que é o amor."Deus amou". Então vem o objeto do seu amor: "o mundo", o que não significa o planeta Terra, e nem a sociedade que os homens criaram, mas simplesmente todas as pessoas que vivem neste mundo. Em seguida não nos é dito o quanto Deus amou, por não existir vocabulário humano para tanto, e é aí que o Espírito Santo inspirou o apóstolo João a dizer simplesmente que Deus amou "de tal maneira".

Deus não ficou apenas amando os seres humanos perdidos em seus pecados, mas ele tomou a iniciativa de entregar o que tinha de mais precioso, Jesus, seu Filho. Se entregar um filho já é uma medida extrema, imagine entregar um filho para salvar pecadores. E foi o que Deus fez. Ele nos amou de uma maneira indizível, ao ponto de entregar o Seu Filho Jesus para morrer para tirar os nossos pecados e ressuscitar para nossa justificação.

Embora o amor de Deus seja universal e o sacrifício de Cristo suficiente para salvar todos os homens, apenas alguns serão salvos. Deus não amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para que todos não pereçam e tenham a vida eterna. Não. Ele deu o seu Filho para que"todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". O que você acha, Deus incluiu você nessa salvação ou não?  Nicodemos descobre que não se trata de uma escolha entre duas opções.


A ÚNICA ESCOLHA


Jesus diz a Nicodemos que "quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus". Percebe que não é uma questão de escolha entre ser salvo e ser condenado? Condenados todos já estamos por natureza. A única opção que nos resta é crer em Jesus para escapar dessa condenação.

Ao afirmar que "Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele", Jesus mostra que Deus ainda não desistiu de nós. Não é de hoje que ele vem submetendo o homem a diferentes testes para provar sua incapacidade de salvar-se a si mesmo. Por isso precisamos de um Salvador.

Primeiro o ser humano foi reprovado no teste da inocência, quando ainda morava no jardim do Éden. Tentados por Satanás, Adão e Eva se rebelaram contra o único pedido que Deus havia feito a eles, de não comerem o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.

O teste seguinte foi para ver como o ser humano se sairia com sua recém adquirida consciência e o conhecimento do bem e do mal. Logo no início desse período Caim assassina seu irmão e tudo termina com um dilúvio, quando apenas oito pessoas foram salvas para recomeçar.

O teste seguinte foi dar ao homem autoridade para governar sobre seus semelhantes. Mas o próprio Noé, o primeiro a receber essa autoridade, prova ser incapaz de governar até a si mesmo. Em um ato de completa rebelião contra Deus os seus descendentes constroem a Torre de Babel. Deus intervém confundindo as línguas e dispersando a raça humana.

Deus tenta outra vez e chama um homem com quem faz uma aliança e lhe dá promessas de se tornar pai de uma multidão. Seu nome é Abraão e seus descendentes também descambam para a degradação. Vamos encontrá-los no final desse período como escravos no Egito. O livro de Gênesis, que começa falando da criação, termina falando de um caixão.

Deus liberta aquele povo e lhe dá uma lei para testar sua obediência aos mandamentos. Funcionou? Não. Enquanto Moisés recebia as tábuas da Lei o povo adorava um bezerro de ouro. No final desse período "os homens amaram mais as trevas do que a luz", quando Deus envia o seu Filho ao mundo e você sabe o que os homens fazem com ele.

A morte e ressurreição de Jesus inauguram mais um período que nem sei se posso chamar de teste, pois já vem com a resposta pronta: "Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece". É o período da graça de Deus, ainda em vigor. Será que é pedir muito que você apenas creia em Jesus? Lembre-se: condenado você já está. Sua única esperança é crer em Jesus

Mario Persona

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