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Parábola do "Pai pródigo"

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Parábola do "Pai pródigo"

Mensagem por Ricardo Mendes em 5th Setembro 2015, 11:56 pm

Parabola do Pai prodigo



vAs três parábolas que abrem o capítulo 15 do Evangelho de Lucas mostram respectivamente o papel do Filho, do Espírito Santo e do Pai na salvação de uma alma. Mas a terceira parábola, a do filho pródigo, é a que mais toca nossos sentimentos por apresentar não uma ovelha ou moeda, mas o pecador de carne e ossos colhendo o fruto amargo de sua rebelião. Esta é a mensagem mais óbvia passada pela parábola, a de que devemos nos arrepender e voltar para a casa do Pai. Mas existe outra mensagem menos óbvia que só percebemos quando analisamos o contexto.

Perceba que o Senhor não conta estas parábolas para os publicanos e pecadores, mas para os religiosos fariseus. Se na primeira parábola eles eram as noventa e nove ovelhas que não se achavam perdidas, nesta eles são representados pelo filho mais velho, o “bom rapaz” da história. O que temos nesta parábola são dois perdidos. Um por ser mau, baladeiro e gastador; outro por ser bom, caseiro e controlado. Independente de seu modo de vida, todo ser humano é um pecador perdido.

Talvez você pergunte a razão do título desta mensagem ser “O Pai pródigo” e não “O filho pródigo”. Se considerarmos que “pródigo” significa “gastador”, podemos dizer que o pai da parábola é bem mais pródigo que o filho rebelde. Por quê? Preste atenção no que ele faz: “Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao seu pai: ‘Pai, quero a minha parte da herança’. Assim, ele repartiu sua propriedade entre eles.” (Lc 15:11-12). Ao entregar ao filho pródigo a sua parte da herança ele automaticamente fica sem nada, pois o que restou pertence ao outro filho. O próprio pai declara isso ao filho mais velho: “Tudo o que tenho é seu.” (Lc 15:31).

Agora pense no que fez Deus, “aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós.” (Rm 8:32). “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3:16). O filho pródigo“desperdiçou os seus bens” (Lc 15:13). E Deus, com que gastou o seu maior tesouro, o seu Filho amado? Com pecadores como eu e você; com ladrões, prostitutas e corruptos da pior espécie. Será possível encontrar alguém tão pródigo e “mão aberta” quanto Deus? Vamos acompanhar as desventuras do filho pródigo em seu caminho de volta à casa do pai.



Perdido ou achado?



Eu e você sabemos o que significa ser um filho pródigo numa terra distante, pois nascemos assim, pecadores e longe de Deus por causa de nosso pecado e rebelião. Sem perceber, passamos boa parte da vida na“escravidão da decadência” (Rm 8:21) e obrigados a servir a alguém que nos priva até da comida destinada aos porcos. Esse alguém é o diabo.

Mas nem todos se consideram perdidos até perderem as coisas que realmente valorizam nesta vida, como aconteceu com o jovem da parábola. Foi só depois de perder o dinheiro e os amigos que ele caiu em si. Alguns, porém, nem perdendo tudo se reconhecem perdidos. Ou adotam uma postura de um otimismo cego, acreditando que tudo vai dar certo, ou se desesperam sem enxergar uma solução. O problema é que não consideram uma terceira opção: Deus.

O jovem da parábola reconhece seu estado arruinado. Ao invés de tentar recuperar o que perdeu ou mergulhar de vez na lama dos porcos, ele pensa nos privilégios de se viver na casa do pai: “Quantos empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu aqui, morrendo de fome!” (Lc 15:17). Então ele toma uma decisão: “Eu me porei a caminho e voltarei para meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados.” (Lc 15:18-19). Arrependido, envergonhado e humilhado, ele está pronto para voltar.

“Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou.” (Lc 15:20). O que o filho faz? Diz a seu pai para tratá-lo como um empregado? De jeito nenhum. Ele sabe que não é digno de ser chamado filho, mas mesmo assim é recebido como um filho arrependido, e não como um empregado. Ele diz: “Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho.”(Lc 15:21).

Porém o pai diz aos servos: “Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e comemorar. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado.”(Lc 15:22). A expressão “foi achado” mostra que não foi o filho quem se encontrou, e sim o pai nunca desistiu de procurá-lo. Neste exato momento Deus está procurando por você e quer dizer a seu respeito: “Foi achado!”. Você já foi achado ou ainda nem se deu conta de que está perdido?





Correndo para o abraço



Quando você assiste a um filme não imagina como irá terminar. Se soubesse, não perderia seu tempo assistindo. Cabe ao roteirista, que escreve o enredo, surpreendê-lo introduzindo novos personagens, trazendo à tona segredos ocultos e criando reviravoltas para entreter o público. Você acha que Deus seria menos criativo que esses roteiristas?


Existe um plano e existe um roteiro nos estúdios de Deus, e nada acontece por acidente. Você não pode julgar o filme enquanto não assistir até o fim, quando se dá o desfecho. Então todos os fios da meada, que pareciam soltos, se encontram para formar uma perfeita trama. O “filme” que Deus escreveu ainda não terminou. Ele foi escrito antes da criação do tempo, quando foi também ensaiado pela Divindade.


Seu tema é o amor, e seus principais protagonistas -- o Pai, o Filho e o Espírito Santo -- já ensaiavam o verbo “amar” desde eternamente. No mundo Jesus orou ao Pai dizendo: “Me amaste antes da criação do mundo.” (Jo 17:24). Esse amor era tanto, que outros personagens foram convidados a participar do “filme”, e é aí que nós entramos, como o filho perdido da parábola. No enredo existe um “novilho cevado”, que é morto, figura do “Cordeiro sem mancha e sem defeito”, preparado de antemão para ser sacrificado, “conhecido antes da criação do mundo, [e] revelado nestes últimos tempos” (1 Pe 1:19-20).


Se alguém me pergunta quando foi que Deus começou a me amar, respondo que ele nunca começou, pois sempre me amou. Afinal, como teria preparado na eternidade um Cordeiro para morrer por mim antes que eu existisse? Como teria escolhido a mim e a outros “antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença.”? “Em amor nos predestinou -- também antes da criação do mundo -- para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo.”(Ef 1:4-5).


Eu nunca teria chegado ao Pai se ele não tivesse me enxergado de longe-- de uma eternidade de distância -- e corrido me abraçar, como ao filho da parábola. “Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou.” (Lc 15:20). Não fui eu quem tirou meu “trapo imundo” (Is 64:6), “mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e comemorar. ’” (Lc 15:22-23).





Desprezando a bondade




Enquanto o filho pródigo era recebido com festa, “o filho mais velho... chamou um dos servos e perguntou-lhe o que estava acontecendo... ‘Seu irmão voltou, e seu pai matou o novilho gordo, porque o recebeu de volta são e salvo’. O filho mais velho encheu-se de ira, e não quis entrar. Então seu pai saiu e insistiu com ele. Mas ele respondeu ao seu pai: ‘Todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos. Mas quando volta para casa esse seu filho, que esbanjou os teus bens com as prostitutas, matas o novilho gordo para ele!’” (Lc 15:25-30).

O filho mais velho não é diferente do pródigo. Um queria gastar a herança com prostitutas, o outro com os amigos, e para eles o pai só servia para financiar a diversão. Porém, enquanto um entra na casa arrependido, o outro não. Ele se revolta por achar que merecia receber algo pelo tempo de serviço ao pai. Mas o pai responde que, por graça, tudo já pertencia a ele. “Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu.” (Lc 15:31).

O filho pródigo estava perdido por ser mau, gastador e baladeiro. O filho mais velho estava perdido por ser bom, trabalhador e caseiro, as mesmas qualidades que o fizeram recusar a graça do pai e a negar-se a entrar em sua casa. Alguém que confie em sua vida correta como meio de salvação não entende a magnitude do sacrifício de Cristo na cruz e não crê na eficácia de seu sangue derramado para nos purificar de nossos pecados. Ele acredita ser capaz purificar-se a si mesmo.

Nunca me esquecerei da visita que fiz com um irmão à tia dele, que estava numa cama há anos, vítima de uma doença deformante. Assim que ele terminou de falar da graça de Deus e da salvação pela fé, a mulher se alterou. Extremamente irada e aos berros, contestava: “Quer dizer que todos esses anos na cama, todas as dores que passei e as orações que fiz não contam nada para minha salvação?!”. Nós achamos melhor sair dali antes que ela se exaltasse ainda mais.

E você, reagiria da mesma maneira se soubesse que sua caridade, seu sofrimento, suas orações ou qualquer outra coisa não contam pontos para o perdão de seus pecados e a salvação eterna? “Será que você despreza as riquezas da bondade, tolerância e paciência [de Deus], não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento?” (Rm 2:4).

Mario persona





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Ricardo Mendes

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