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A APOSTASIA DA CONGREGAÇÃO CRISTÃ

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A APOSTASIA DA CONGREGAÇÃO CRISTÃ

Mensagem por Jahyr em 16th Junho 2011, 3:24 pm

As seitas dizem, com respeito àqueles que abandonam o seu "sistema religioso" que o tal "apostatou da fé".

Ora, apostatar da fé é abandonar as doutrinas bíblicas.

Será então que eu apostatei da fé? Sou presbiteriano de origem e migrei para a Congregação. Mas veja, as doutrinas essenciais são as mesmas. A doutrina de Deus, de Jesus Cristo, do Espírito Santo, na encarnação do verbo, da regeneração e salvação pela fé, na ressurreição, da existência do pecado, do mal e do diabo, da volta do Senhor, na santa ceia. que Jesus tomou sobre si as nossas enfermidades.

E o ministério da Congregação, o que fez?

Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças; Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças. Porque pela palavra de Deus e pela oração é santificada. (1ª Tm 4:1-5)

Vamos examinar então este verso, por partes:

"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé... "

1º) Abandono da doutrina bíblica das Escrituras como infalível Palavra de Deus.
Nosso 1º Ponto de Doutrina diz: "1. Nós cremos na inteira Bíblia e aceitamo-la como infalível Palavra de Deus, inspirada pelo Espírito Santo. A Palavra de Deus é única e perfeita guia a nossa fé e conduta, e a Ela nada se pode acrescentar ou d'Ela diminuir. É, também, o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê. (II Pedro, 121, II Tim., 3:16,17; Rom. 1:16). "

A BÍBLIA COMO A INFALÍVEL PALAVRA DE DEUS. Nosso ministério desde 1950 vem pregando que a Bíblia é letra morta e que só tem vida na boca de um ministro da Congregação Cristã no Brasil. Afastaram a Bíblia do centro da atenção da igreja colocando no lugar as suas bocas. Condenaram o estudo bíblico. Em 1995, adulteraram o nosso 1º Ponto de Doutrina com o acréscimo da palavra "CONTENDO" e com esse acréscimo a Bíblia passou a ser considerada como "cheia de erros e confusa"

A DOUTRINA DIZ QUE TODA A BÍBLIA É INSPIRADA PELO ESPÍRITO SANTO - O ministério com o acrescimo da palavra "CONTENDO" esta afirmando que partes tem a inspiração divina e outras partes não tem. Portanto, eles pregam que a Bíblia não é digna de confiânça.

A BÍBLIA COMO REGRA DE FÉ E PRÁTICA. Nosso ministério com a adulteração da doutrina com o acrescimo da palavra "contendo", tornou a Bíblia "confusa e contraditória" não servindo mais como regra de fé e prática.

Regra de fé: significa que o que a Bíblia ensina é o que devemos acreditar; ora, se ela apenas contém a inspiração divina, muito do que ela diz pode ser que não seja inspirada;

Regra de prática: significa que o que a Bíblia ensina é o que devemos praticar; ora, se ela "apenas contém" a inspiração divina, muito do que ela diz pode ser que não seja inspirada e portanto não devemos praticar.

Substituiram a Bíblia pelas suas bocas. O que vale hoje é o que diz o comedor de feijão. A Bíblia passou a ser, apenas, um livro de referência, usada para dar sustentação às heréticas doutrinas que são pregadas nas tribunas, nos cultos.

dando ouvidos a espíritos enganadores, - As profecias "atiradas ao vento" e caia na cabeça de quem cair. A instituição da "roda da sorte", na busca de uma palavra que se encaixe na necessidade do ouvinte. O povão vive buscando, aqui e acolá, palavras para subir e para descer, para comprar e para vender, para viajar e para ficar, para casar e para descasar, para fazer e deixar de fazer... O povão vive na busca daquilo que as Escrituras nos afirmam como resultado do amor de Deus nas nossas vidas: "O meu Deus suprirá em glória cada uma das vossas necessidades" e, o ensino do Senhor: "Não andeis cuidosos quanto à vossa vida pelo que haveis de comer ou beber ou por aquilo que haveis de vestir, porque vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas estas coisas"

"e a doutrinas de demônios"

O ministério substituiu a Bíblia pelas suas bocas; Já examinamos em linhas anteriores.

Pregam que Jesus Cristo nasceu homem como voce e como eu e que, por ser "tão bonzinho" foi promovido a Cristo e Senhor depois da ressurreição. Contraditando o que a Bíblia declara que Jesus é o Verbo encarnado, Deus encarnado.

A NOSSA DOUTRINA DIZ: "3. Nós cremos que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é a Palavra feita carne, havendo assumido uma natureza humana no ventre de Maria virgem, possuindo Ele, por conseguinte, duas naturezas, a divina e a humana; por isso é chamado verdadeiro Deus e verdadeiro homem e é o único Salvador, pois sofreu a morte pela culpa de todos os homens." (Luc. 1:27,35; João 1:14; I Pedro 3:18)

"Eis que vos trago boas novas que serão de grande alegria para todos os povos: é que vos nasceu na cidade de Davi o Salvador que é Cristo, o Senhor"

Veja este verso:

"Que, sendo em "forma" (no grego: morphé: que significa na essencia, no íntimo, no âmago) de Deus, não teve por usurpação (usurpação significa reinvidicar para si um direito que não é seu) ser igual (igual significa da mesma quantidade, qualidade, tamanho, consistência) a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma (no grego: skema: que significa na aparência, no exterior, naquilo que podemos ver) de servo, fazendo-se semelhante (veja, semelhante, não igual. Voce não é meu igual e eu não sou igual a Jesus Cristo; nos somos semelhantes) aos homens; E, achado na forma (morphé: aqui aponta a Jesus como verdadeiro homem) de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz." (Fl 2:6-Cool

O que confere com a nossa doutrina que diz: "por isso é chamado verdadeiro Deus e verdadeiro homem "

Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, - Tudo é guiado por Deus, foi o Espírito Santo quem revelou... para os ministros que são levantados para o ministério, quando, de fato, são parentes e apadrinhados; guia de Deus para cargos na administração quando são escolhas dos seus parceiros para se acobertarem nas suas más obras e se protegerem. Dizem-se guiados por Deus e revelados pelo Espírito Santo nas suas instruções e orientações que ontem eram boas e verdadeiras e hoje já não são mais. A tal da marcha e contra marcha.
tendo cauterizada a sua própria consciência;

Tenho apresentado as contradições e as doutrinas heréticas e demoníacas e estes homens não se convertem.

Acredito que muitos estão mesmo com suas consciências cauterizadas e cegados no seu entendimento.

Para negarem a compreensão de coisas tão simples.

Proibindo o casamento,

Houve um tempo em que havia um racismo absurdo e, até pessoas da liderança foram retirados do ministério por se unirem a pessoas de raças diferentes. O negro, principalmente, não era bem vindo.

E, desde aquela época até os nossos dias é proibida a união com pessoas, ainda que crentes, mas pelo fato de pertencerem a outra fé, ou denominação, ainda que as tradicionais.

e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis

Proíbem a ingestão de alimentos! Proíbem a ingestão de carne de jacaré e outros animais. Proíbem comer alimentos em festas de casamentos feitos em outras igrejas, ainda que evangélicas.
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Re: A APOSTASIA DA CONGREGAÇÃO CRISTÃ

Mensagem por Peregrina em 5th Dezembro 2013, 9:48 am

Jahyr escreveu:O negro, principalmente, não era bem vindo.
Eu li um estudo antropológico e sociológico em cima de algumas denominações pentecostais da Região do ABC Paulista, incluindo a a tal denominação dita acima: a quantidade de pessoas de cor branca é maior que o de negros.

Jahyr escreveu:E, desde aquela época até os nossos dias é proibida a união com pessoas [..]
Sem comentários.

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Página de abertura do site do Ricardo Adam no dia 09/08/2004

Mensagem por Jahyr em 5th Dezembro 2013, 5:49 pm

MINISTÉRIO DA REFORMA
..da Congregação Cristã no Brasil
 
DORCAS SOBE AO PÚLPITO DE VIDRO
" UM FALA E O POVO JULGA SE É DEUS"
 
 
JULGAR ! TAREFA DIFÍCIL

Julgar è carregar a nossa consciência de duvidas ,incertezas ,e dar lugar ao erro ,è ainda a melhor e mais rápida via de gerar inimigos 


A função de julgar é a das mais antigas da História da Humanidade. Sempre houve necessidade de alguém que decidisse os conflitos da convivência. Assim nasceu a necessidade do juiz.
O juiz (ministerial) já foi sacerdote e já foi rei.
 O que acontecerá com o juizado no ministério da CCB no futuro? 
Ninguém dispõe de condições para prever com certeza o futuro. A certeza única é que os próximos tempos terão cenários muito diversos daqueles em que hoje se tem atuado. E que não se tem observado preocupação evidente com isso, ao menos exteriorizada de maneira conseqüente pelos detentores do comando da Instituição CCB ,sentindo-se essencialmente que os supostos juízos parecem desconhecer que também existe um CONSELHO SUPERIOR DE MAGISTRATURA DIVINA .
Ao contrário de qualquer atividade privada, a CCB não tem sabido planejar o seu futuro, na ingênua crença de que tudo para ela permanecerá igual. Acredita que sobreviverá, a despeito das profundas mudanças enfrentadas por quantos são obrigados a subsistir sem o amparo e o carinho que e dado ao Ministério principalmente ao grupo restritos daqueles que me atreveria a chamar de Supremo tribunal de justiça da CCB . 
Talvez interesse àqueles que permanecerão na carreira ministerial por longos anos pensar na melhor maneira de enfrentamento dos cataclismos que virão. Serão inevitáveis e já se fizeram entrever por uma série de sinais.Buscar Luz de Deus e ser menos célere nas sentenças e um dos passos a observar. 
NÃO SE BUSQUE A PERMANÊNCIA DOS CARGOS , HAJA LUGAR A MUDANÇA QUANDO PERANTE SERVOS QUE DEMONSTRAM , LUZ E GUIA DIVINA , NÃO SE CRIEM TRIADES 
Tudo se encontra em estado de mudança; nada fica como está. Não se busque a permanência. Tal asserto pode chocar um Poder Ministerial que fez da inércia um dogma e que se tem mostrado infenso a qualquer mudança. Com medo de maus ventos e esquecendo o descrito pela Palavra “da forma que julgares sereis julgados” isto deveria ser suficiente para tirar o sono a muitos . 
Não existe, dentre de Igreja, outra função que tenha atravessado a noite dos tempos sem qualquer mudança significativa, sem aparentar sobressaltos, sem redesenhar-se, como aquela encarregada de decidir as controvérsias. Talvez em virtude de trabalhar com uma só dimensão do tempo o passado , o Ministério tem-se mostrado incapaz de planejar, voltando-se para o futuro. Mas essencialmente comutando penas como vai acontecendo no poder Judiciário ,a facilidade com que se senta ,expulsa um irmão da igreja , faz lembrar o que seria se todos os Juízes dos Tribunais optam-se pela prisão preventiva em qualquer caso de medidas cautelares , haveria prisões suficientes .
Dimensão própria à função semi-legislativa estatutária e de ensinamentos, no seu dever de previsão factual, enquanto que o Ministério será uma espécie de Feudo em tempo presente. Tal concepção das funções ministeriais está superada e hoje todos os servos ,sem serem Senhores , devem ter a capacidade de análise e prospecção, enquanto não se devem descuidar de gerir o efêmero presente. Com casos que ninguém compreende o seu arrastamento em contraposição a outros que são de uma celeridade decisória preocupante !!!!!! Trafico de Influencias ;não quero crer ?
O enfrentamento do impacto das megatendências globais não é missão exclusiva da comunidade CCB. O Ministério, sustentado pelo povo , quanto mais não seja pela sua presença na Igreja ,ou será que existe Ministério sem povo nas Igrejas?, tem o dever de contribuir para a substituição dos paradigmas que desse impacto decorrem. Muitas dessas megatendências dizem respeito direto e incisivo sobre o futuro do Ministério. Se a irmandade constata o declínio do governo/ministerial, não se pode pensar que ele desapareça sem levar consigo a função de julgar. Daí porque não repensar a consistência da jurisdição(Estatutos ,ensinamentos ,proibições mas principalmente a equação direitos/deveres. Esta e uma questão pertinente à preservação do modelo implantado na CCB, é questão de sobrevivência para o juizado/ministerial.
Dentre as detectáveis megatendências globais incluem-se: o explosivo e crescente desrespeito pela chamada Divina ; Estará Deus sempre se enganando no povo que chama para a CCB , estará este grande Deus sempre se enganado em quem coloca no Ministério da Palavra e da Piedade; a elevação exponencial na velocidade, na complexidade e na imprevisibilidade da mudança; ou residira a solução numa mudança e substituição da soberania absoluta por uma soberania relativa e a do velho conceito de Ministério quase onipotente por um organismo/ministerial de maior flexibilidade, destinado mais a coordenar do que a comandar.
Estará o Ministério se apercebendo de tais mudanças?
Que são inadiáveis e inalienáveis.

A CRISE DO MINISTÉRIO

O Poder Ministerial foi desenhado para funcionar em um ambiente estável e previsível. Na célebre tripartição das funções ministeriais, enquanto o Ministério local se encarregaria de elaborar as relações necessárias que se extraem da Igreja, A Reunião de Anciãos se incumbiria de aplicá-las sem controvérsia e o Conselho de Anciãos só seria chamado a fazê-las incidir no conflito insanável ou quase.
Ocorre que hoje já não é relação necessária extraída da natureza das Igrejas; passou a ser resposta conjuntural a problemas casuísticos muito localizados. O Ministério passou a ser a casa ocupada por representantes desses interesses específicos. A complexidade social e religiosa impede consensos sobre muitos temas. À maior parte dos Anciãos , questões em discussão não mostram particular pertinência.
Nos temas de interesse localizado, o ministério local passa a ser a expressão do compromisso possível entre as várias tendências em duelo e tal solução de compromisso é necessariamente fluida e inevitavelmente ambígua. Quando precisar ser implementada recorresse a reunião dos Anciãos, não havendo consensos gerados a dicção normativa será concretizada pelo Conselho de Anciãos e estes passam a ocupar um espaço decisivo nunca dantes protagonizado.

A cada decisão contrária a um interesse localizado, alteiam-se as vozes reclamando um controle externo para o Ministério — controle externo que, além de fiscalizar administrativa mente o Poder/Ministerial, fosse capaz de levar o servo/juiz a decidir de acordo com os interesses dos detentores do real comando/Ministerial. O servo/juiz, produto de uma Faculdade Religiosa à antiga, dogmática e discursiva, não tem condições de enfrentar com paridade de armas o conflito de interesses a cuja solução é chamado. Por isso é que passa a ser dramática a atuação do servo/ juiz nestes tempos atuais 
Em virtude dessa dramaticidade, o Ministério não tem mostrado condições para oferecer alternativa à comunidade CCB no debate esvaziado em torno à sua reforma/mudança mais mudança que reforma. A Reforma/mudança do Poder/Ministerial não ganhou o interesse da comunidade e não ultrapassa alguns convívios muito restritos e opinantes específicos. Parece não sensibilizar o povo a necessidade de reformulação desse suposto poder que, em instância última, é o garante de seus direitos, que se convencionou chamar Direito do Crente segundo o Supremo Bastonário da Ordem Divina Jesus Cristo. 
Alijada do debate, a instituição CCB não tem conseguido empolgar os formadores de opinião, os detentores de parcelas consideráveis de conhecimento e outros , para fazê-los empunhar a bandeira de uma reforma/mudança consistente e conseqüente. Falta coesão, consciência institucional/religiosa e postura eticamente comprometida a muitos. Tais carências poderiam ser supridas nessa ordem: o comprometimento ético levaria à consciência institucional/religiosa e esta conduziria, iniludivelmente, à coesão da Igreja ,alavanca imprescindível a se fazer ouvir num processo de que depende a subsistência da instituição CCB.

O empenho pessoal dos novos servos/juízes poderá ser a alternativa ao aparente imobilismo de um Poder ministerial que tem preferido a harmonia ao exercício da independência e do comprometimento com a verdade Cristà genuina.

O Ministerio não se pode furtar a inserir novos dados a serem considerados em suas avaliações, dentre os quais o custo "Justiça", pois o dispêndio com o desgaste Ministerial, a imprevisibilidade de suas decisões e, principalmente, a lentidão de suas respostas têm sido considerados fator de desestímulo para o investimento do crente na Santificacao no Brasil e degenera em mà imagem para a Congregacao Crista no Brasil.

Se o Ministèrio não quiser ser parte da soluçao serà parte do problema.
Permanecer como está é estagnar, e estagnar é ser superado.
 
Devemos buscarincessantemente um desempenho cada vez superior.

Com clarividência e sem rodeios nem compromissos senão com Cristo

Dorcas

A paz de Deus
 
 
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Re: A APOSTASIA DA CONGREGAÇÃO CRISTÃ

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