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Brigas e divisões nas igrejas podem afetar a vida espiritual dos fiéis?

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Brigas e divisões nas igrejas podem afetar a vida espiritual dos fiéis?

Mensagem por Lourival soldado cristão em 22nd Julho 2011, 5:52 pm

Brigas e divisões nas igrejas podem afetar a vida espiritual dos fiéis?

Ao longo desses dois mil anos depois de Cristo, a propagação do evangelho ficou por conta dos novos convertidos do então chamado Cristianismo.

Com o crescimento desta nova fé, como se poderia imaginar surgiram também as divergências e diferenças teológicas. A partir do momento em que a Igreja começou a ter uma estrutura física , forma institucional e o fortalecimento do clero, as divisões entre o povo adepto ao Cristianismo começaram aparecer. Desde então, as igrejas cristãs vêem encontrando dificuldade de manter sua unidade, gerando uma hora ou outra divisões que acabam por afetar o ministério e muitas vezes até mesmo a vida dos que dela faziam parte.

O Brasil não foge a regra, dentro do tempo da história da Igreja Evangélica brasileira, várias divisões ocorram, tanto nos grupos tradicionais, como nas igrejas pentecostais e neopentecostais. As divisões não se dão somente por nível denominacional, mas também por conflitos internos ocasionados por desentendimentos de líderes, o que muitas vezes resulta nas chamadas igrejas vizinhas “rivais”.

Segundo especialistas, o motivo pelo qual ocorrem as desavenças no meio das igrejas vão desde a vaidade pessoal dos líderes até insubordinação, na falta de sabedoria para se trabalhar em equipe e interesses pessoais prejudiciais a outros, mas também podem haver as separações geradas das diferenças teológicas (visão) ou de vocações ministeriais não reconhecidas pelas lideranças centralizadoras.

“A divisão é intrínseca à experiência da Igreja cristã: simplesmente, nunca houve um cristianismo indiviso”, aponta o professor Joanildo Burity, coordenador do mestrado sobre fé e globalização do Departamento de Teologia e Religião da Universidade de Durham, na Inglaterra.

Ao mesmo tempo que as separações de igrejas, que consequentemente vem a gerar o aumento das congregações, cause cada vez mais a difusão do cristianismo no mundo, em contra partida elas também são causadoras de desilusões, traumas e desgastes tanto emocionais como espiritual nos membros.

Hoje é muito comum encontrarmos crentes de longa data que já participaram de várias congregações, na maior parte destes casos a razão para essas mudanças congregacionais está nas desconfianças existentes no meio das igrejas.

A divisão nas igrejas reflete de forma negativa e atinge a várias pessoas. Esse tipo de experiência não é difícil somente para os membros da comunidade, mas também para os líderes.

Segundo o Pastor Altair Germano – coordenador pedagógico Faculdade Teológica da Assembleia de Deus em Abreu e Lima (Fateadal), em Pernambuco, os crentes que mais sofrem com processos de divisão são justamente os neófitos na fé, que ainda possuem uma visão romantizada da igreja e as divisões podem vir a causar grandes males espirituais para os membros envolvidos, mesmo que sendo necessária. A situação também é embaraçosa para aqueles fiéis de longa data em uma mesma denominação, devido a história e ligação gerada no decorrer dos anos coma igreja e irmãos de fé.

Mas ainda a grande preocupação a ser levantada é quanto a credibilidade passada pelo povo de Deus aqueles que dEle pouco conhecem. Além da abalo gerado nos novos convertidos, essas situações trazem consigo a descredibilidade nas instituições cristãs e ferem o Evangelho e seu real propósito.

“Existem consequências muito grandes nesses momentos. Uma delas é o prejuízo ao caráter evangelístico da igreja. Os novos convertidos sofrem um abalo na fé muito grande. Eles esperam da igreja algo novo, querem satisfazer um vazio da alma. Quando se deparam com uma separação que cria um ambiente muito hostil, a decepção é grande. Afinal, no lugar onde tinham a expectativa de encontrar soluções, acabam encontrando mais problemas”, opina o Pastor Josivaldo Carlos, da Igreja Batista Missionária sobre esta situação.

Fonte: Gospel+
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Re: Brigas e divisões nas igrejas podem afetar a vida espiritual dos fiéis?

Mensagem por Izaias em 23rd Julho 2011, 2:43 pm

Brigas e divisões nas igrejas podem afetar a vida espiritual dos fiéis?
por Lourival Soldado Cristão Ontem à(s) 5:52 pm
Minha opinião:
1 - Afetam se o fiel está somente na igreja a fim de conseguir algum beneficio próprio!
2 – Afetam se este fiel vê apenas o homem como seu exemplo, seu horizonte, seu salvador!
3 – Afeta porque geralmente o homem (mulher), segue determinadas doutrinas (igrejas) com apenas um intuito; ver (milagres) tipo cura da carne (câncer, paralisias, cegueira, etc.), na verdade quase sempre enganações rudimentares já comprovadas.
4 – Afeta quando este pseudo, fiel quer apenas se encostar-se com intuito de sobreviver com as migalhas a ele oferecidas.
5 – Afeta porque quando um fiel é enganado se revolta e começa então a não crer em nada, nega tudo o que é santo e comete o pecado da blasfêmia.

Entretanto, não pode afetar a vida espiritual quando este seguidor (membro) está em convicção de que o caminho, a igreja ou a doutrina (seja como quiser) é fundamentado na fiel palavra de DEUS, a Bíblia Sagrada. Então este fiel tem certeza da sua fé e doutrina.
Hoje em dia o movimento chamado "igreja ao gosto do freguês" está invadindo muitas denominações evangélicas, propondo evangelizar através da aplicação das últimas técnicas de marketing. Tipicamente, ele começa pesquisando os não; crentes (que um dos seus líderes chama de "desigrejados" ou "João e Maria desigrejados"). O alvo declarado dessas igrejas é alcançar os perdidos, o que é bíblico e digno de louvor. Mas o mesmo não pode ser dito quanto aos métodos usados para alcançar esse alvo.
Vamos começar pelo marketing como uma tática para alcançar os perdidos. Fundamentalmente, marketing traça o perfil dos consumidores, descobre suas necessidades e projeta o produto (ou imagem a ser vendida) de tal forma que venha ao encontro dos desejos do consumidor.
Em primeiro lugar o Evangelho, e mais significativamente a pessoa de Jesus Cristo, não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são produtos a serem vendidos. Não podem ser modificados ou adaptados para satisfazer as necessidades de nossa sociedade consumista. Qualquer tentativa nessa direção compromete de algum modo à verdade sobre quem é Cristo e do que Ele fez por nós.
Por exemplo, se os perdidos são considerados consumidores, e um mandamento básico de marketing dizem que o freguês sempre tem razão, então qualquer coisa que ofenda os perdidos deve ser deixada de lado, modificada ou apresentada como sem importância. A Escritura nos diz claramente:
I Coríntios 1 (18) Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de DEUS.
I Pedro 2 (7) E assim para vós, os que credes, é a preciosidade; mas para os descrentes, a pedra que os edificadores rejeitaram, esta foi posta como a principal da esquina, (8) Como uma pedra de tropeço e rocha de escândalo; porque tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados.
Algumas igrejas voltadas ao consumidor procuram evitar esse aspecto negativo do Evangelho de Cristo enfatizando os benefícios temporais de ser cristão e colocando a pessoa do consumidor como seu principal ponto de interesse. Mesmo que essa abordagem apele para a nossa geração acostumada à gratificação imediata, ela não é o Evangelho verdadeiro nem o alvo de vida do crente em Cristo.
Concluindo:
Se o fiel (cristão) ficar afetado quando houver algum tipo de contenda, racha, ou divisão no meio da irmandade que ele frequenta, este tem que orar seriamente para que DEUS tenha misericórdia de sua alma, porque a própria palavra de DEUS diz:
I Coríntios 12 (25) - Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros iguais cuidados uns dos outros. (26) - De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele
.

_________________
Afaste de si o veneno da lisonja. Não creia naqueles que o elogiam sem motivo. Prefira ouvir uma critica honesta, a um galanteio vazio.


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Re: Brigas e divisões nas igrejas podem afetar a vida espiritual dos fiéis?

Mensagem por Lourival soldado cristão em 23rd Julho 2011, 3:30 pm

Caros irmãos a paz de nosso Senhor estejam com todos !!
Sobre ter divisões ou opiniões diferente vem da nossa natureza e livre arbítrio, cada um tem a sua visão e interpretação sobre um assunto ou como avaliar um assunto tema ou uma regra de uma denominação etc etc exemplo ; uma musica ,hino de louvor ou um texto ,uns vão além em suas avaliações outros não, certas coisa acontecem nas igrejas por simples opiniões e vontades humana ,veja eu por exemplo entendo que as igrejas deveriam dependendo as localidades ter cultos em horários variados ,de dia de manhã ,de tarde e de noite,em localidades previamente escolhida e indicada uma pessoa que possa atender esse serviço , exemplo já QUE A CCB NÃO PAGA SALÁRIOS AOS SEUS OBREIROS MANDE UM IRMÃO APOSENTADO , a matéria postada que é alvo de comentário foi a opinião de uma pessoa eu apenas reproduzir pois achei interessante, e também achei valido a opinião do Izaias ele descreveu conforme a sua ótica e como interpreta , veja a brigas e divisões que vem ocorrendo na CCB por exemplo ela não me afetou na fé , pelo contrário fez eu crescer na fé e tive que pesquisar mais as escrituras ,pois o meu castelo de santidade e salvação estava em perigo ,pois vivi por anos sobre a tutela de uma denominação ,que me passou uma imagem que ela estava acima do bem e do mal ,e dentro de mim por exemplo houve muitas divisões tinha hora que eu lutava por ela CCB ,(denominação )outra hora eu achava que estava errado ,mas o que causou esta divisão ?? resposta simples o conhecimento ele alimenta a nós contestar certas coisas é uma pena que minhas postagens iniciais na Web CCB sem censuras foram deletadas ,pois muitos iriam perceber ,que eu só via motivos de defender a nossa amada CCB ,Ministros e tudo em volta de mim não importando de quem era a razão ,mas o conhecimento me fez divergir a este ensino de certo modo limitado ,,mas hoje graças a Deus mantive a minha Fé o meu Jesus está dentro de mim e não mais na CCB ,,hoje eu posso entrar e sair na CCB que ele me acompanha ,se eu for em outra denominação por exemplo o meu Senhor está comigo ,é difícil eu explicar ,a verdade é simples o conhecimento fez crescer em entendimento já não caminho nos dias de inocência da CCb que por anos carreguei exemplo: a doutrina de usos e costumes ,a interferência dos ministros com suas opiniões infundadas usos de teve etc etc etc mas as divisões tem o seu lado bom veja o evangelho tem mais bandeiras sendo erguida veja quantas dissidências saiu da CCB? e agora temos mais uma CCB Ministério Jandira ,hinos doutrina templos igrejas sendo abertos , com apoio aos parados aos fracos da CCb ,que beleza não ,hoje eu posso por exemplo me mudar para a CCB Jandira porque não ?? tudo isso graças as divisões na igreja veja mesmo homens conhecedores da palavra que nos deixaram escritos ensinamentos tinham divisões veja Algumas coisas que não devem causar divisão:veja esta postagem ao assunto eu achei de muita valia talvez tenha uns que discordam ,isso é normal veja a postagem ......
Discórdias, Dissensões e Facções: Obras da Carne

Discórdias, dissensões e facções. Aqueles que praticam tais coisas não herdarão o reino do céu. A advertência de Paulo em Gálatas 5:19-21 é clara. Deus não aceita o espírito partidário divisor que domina tantas pessoas religiosas de hoje. Estes pecados correm diretamente contra a oração de Jesus e a verdadeira natureza de Deus (João 17:20-23). Jesus quer que seus seguidores sirvam juntos em harmonia nesta vida e na eternidade.

Para nos ajudar a evitar ou superar estes pecados em nossas vidas, olhemos para algumas coisas que a Bíblia ensina sobre problemas entre irmãos e sobre a paz com Deus e outros cristãos, e então veremos o que separa pessoas religiosas.

Algumas coisas que não devem causar divisão:

ŒDiferenças de opinião não destroem a comunhão. Homens bons podem diferir sobre vários pormenores de como fazer a obra de Deus sem perder seu respeito mútuo. Um exemplo claro disto é a discordância entre Paulo e Barnabé em Atos 15:36-41. Dois evangelistas devotos e experientes tinham uma diferença de opinião sobre se levavam João Marcos na sua viagem de pregação. Ambos tinham boas razões para suas posições. Paulo lembrou que Marcos tinha-os abandonado quando o caminho se tornou difícil em sua primeira viagem (Atos 13:13). Barnabé, já conhecido por sua habilidade para encorajar e edificar seus irmãos, ainda tinha esperança de que Marcos viria a ser um companheiro confiável. Este otimismo mostrou-se correto (2 Timóteo 4:11), mas as preocupações imediatas de Paulo também eram compreensíveis. Como estes dois homens maduros lidaram com suas diferenças? Eles permitiram um ao outro a liberdade de fazer sua obra sem sentir a necessidade de ataque pessoal ou denúncia do caráter de seus camaradas soldados.

Discussões de diferenças doutrinárias não causam divisão. Algumas pessoas são tão paranóicas sobre a possibilidade de divisão que evitam qualquer sugestão de diferenças, e consideram discussões de assuntos polêmicos como sendo anticristãs. Tal aversão à controvérsia não vem de Deus. Iniciando quando ele tinha somente 12 anos, Jesus freqüentemente teve discussões sobre diferenças doutrinárias com líderes religiosos do seu tempo. Ele tratava os questionadores honestos com bondade e respeito, mas não hesitava em afirmar seus pontos de vista e em mostrar a inconsistência daqueles que se opunham à Verdade (veja Mateus 22:29; 23:13-39; João 5:37-42; etc.) Os cristãos primitivos também discutiam abertamente as diferenças doutrinárias e assim permitiam que a luz da Verdade brilhasse na treva do erro humano. Um excelente exemplo de tal discussão é encontrado em Atos 15:1-35. Alguns irmãos na igreja de Jerusalém estavam ensinando uma doutrina que contradizia o que Deus tinha revelado a Paulo e a outros. Os apóstolos e presbíteros e, mais tarde, toda a congregação, sentaram-se para discutir o problema. Homens de boa fé permitiram que a Verdade prevalecesse, e seus debates conduziram a concordância unânime e a paz mais profunda.

Ž Diferenças de níveis de maturidade e de consciência pessoal não causam divisão. Enquanto as pessoas continuarem a nascer na família de Cristo, haverá diferenças de níveis de maturidade. Isto é natural e não deverá causar divisões. Paulo abordou especialmente este assunto em Romanos 14. Quando há diferenças de opinião, aqueles que sentem uma liberdade maior deverão respeitar a consciência do irmão sincero que não reconhece essa mesma liberdade. Assim como os membros maduros de uma família física protegem os mais novos, aqueles discípulos com entendimento mais maduro procurarão proteger as consciências de seus irmãos mais fracos. Aqueles que são mais fracos, se amam verdadeiramente o Senhor, naturalmente buscarão crescer. Tais diferenças são freqüentemente resolvidas com estudo paciente, quando o corpo todo busca edificar-se em amor (Efésios 4:15-16).

Algumas coisas que causam divisão:

ŒFalsas doutrinas causam divisão. Doutrinas que contradizem as Escrituras, pregadas freqüentemente por motivos egoístas, criam divisão (Romanos 16:17-18). Aqueles que espalham tais erros são fortemente condenados e devem ser evitados (Tito 1:10-16; 3:10-11). Falsos ensinamentos conduzem à divisão porque não poderá haver comunhão entre a luz e as trevas (2 Coríntios 6:14 - 7:1). Deus espera que os justos se separem dos desobedientes. Esta é uma forma de divisão que tem que ser instigada pelos fiéis para se manterem livres da impureza da falsa doutrina e das práticas pecaminosas. Nem todas as separações ou divisões são erradas porque a palavra de Deus exige que nos separemos daqueles que persistem no erro.

Desrespeito pela consciência de um irmão causa divisão. Em Romanos 14:13-17, Paulo falou de coisas que não eram erradas em si, mas disse que é divisor e falta de amor insistir em exercer liberdades se elas farão um irmão tropeçar. Este princípio freqüentemente exige que nos abstenhamos de práticas que poderíamos considerar lícitas de modo a manter paz com nossos irmãos. Determinação egoísta em fazer o que queremos do modo que queremos, sem respeito para com as dúvidas honestas de nossos irmãos, reflete uma arrogância sem amor que inevitavelmente cria discórdia. Paulo ensina que deveremos buscar amorosamente entender nossos irmãos mais fracos e manter a paz com eles.

Ž Sectarismo territorial causa divisão. Pessoas religiosas em nossos dias estão demasiadamente preocupadas com "nós" e "eles" e "nosso" e "deles" e pouco preocupadas com as coisas de Deus. Jesus ofereceu uma solução simples e direta para tal atitude arrogante: "Falou João e disse: Mestre, vimos certo homem que, em teu nome, expelia demônios e lho proibimos, porque não segue conosco. Mas Jesus lhe disse: Não proibais; pois quem não é contra vós outros é por vós" ou "... quem não é contra nós é por nós" (Lucas 9:49-50; Marcos 9:40). Essas palavras de Jesus não devem ser esticadas para dizer que devemos aceitar cegamente a todos (veja Mateus 12:30, que mostra que não podemos ficar neutros sobre Jesus; ou somos a favor, ou somos contra ele). Mas estes textos de fato mostram que não devemos rejeitar alguém só porque ele não pertence ao nosso grupo. Muitas pessoas estão ocupadas em julgar as raízes quando devem estar julgando os frutos (Mateus 7:15-16).

Muitas das coisas escritas em nossos dias sobre a herança religiosa de vários grupos deve soar para Deus como tolice sem propósito. Paulo tinha uma linhagem religiosa tão boa como qualquer um à volta dele, mas dizia que considerava isso tudo "perda por causa de Cristo" porque ele punha total confiança em Cristo e sua justiça (Filipenses 3:7-11). Paulo não estava preocupado com a aprovação ou a permissão de qualquer homem ou organização humana (Gálatas 1:10-12,17), somente com a pregação e a prática do puro evangelho de Jesus Cristo. Em vez de agir como políticos que precisam fazer uma pesquisa de opinião para saber de que lado o vento está soprando, precisamos estar firmemente assentados sobre a rocha da verdade de Deus (Efésios 4:11-16,24). Se estamos firmes com Deus, não importa quantos homens estejam contra nós. Certamente os relatos de Gideão e os midianitas, Davi e Golias, e Elias e os falsos profetas são suficientes para nos convencer de que a força não está em nos acharmos alinhados com a facção mais forte da cidade. Deus sempre vence, e a vitória é garantida para aqueles que permanecem com ele (Romanos 8:31-39).

Orgulho e inveja causam divisão. Nenhuma carta do Novo Testamento fala mais sobre divisão do que 1 Coríntios. As facções na igreja coríntia eram o resultado de comportamentos carnais de pessoas que estavam mais preocupadas com suas próprias reputações e influências do que estavam com o povo de Deus (leia cuidadosamente 1 Coríntios 3:1-17). Quando os homens são apanhados na carnalidade de tentar mostrar que nossas igrejas são maiores do que as igrejas deles, que nossos projetos são melhores do que os projetos deles e que nossos pregadores são mais eloqüentes do que os pregadores deles, as contendas são inevitáveis. Se pensarmos que somos maiores e melhores, seremos dominados pelo orgulho. Se temermos que outros estejam ganhando a corrida, seremos dominados pela inveja e o ciúme. Não importa quem está na frente; todos que estão na corrida estão errados! Vergonha para aqueles que rebaixarem a obra do Senhor ao nível de uma competição atlética. Deixem as competições e a busca de reconhecimento humano na planície de Sinear e retornem à pregação da mensagem simples da cruz de Cristo (1 Coríntios 2:1-5; veja Gênesis 11:1-9).

A surpreendente chave para a paz real

É interessante que Jesus freqüentemente nos diga para buscarmos as bênçãos que ele promete em lugares inesperados. Àqueles que queriam ser exaltados, ele disse que olhassem para baixo e lavassem os pés de seus irmãos (João 13:14-15). Àqueles preocupados com necessidades físicas, ele disse que buscassem as coisas espirituais (Mateus 6:31-34). E àqueles que querem a paz com os homens, ele diz que busquem a sabedoria pura que vem de cima. Se começarmos a buscar a paz, é bem provável que acabemos com nada mais do que alianças impuras com pessoas infiéis. Mas se partirmos para buscar e seguir a Verdade, receberemos o benefício extra da paz com Deus e seu povo. "A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica..." (Tiago 3:17). Não podemos reverter a ordem. Se pusermos a paz acima da pureza na pregação e na prática, terminaremos em desavença com Deus. Mas se nos devotarmos a proclamar e a seguir a pura mensagem de Jesus Cristo, gozaremos paz eterna com Deus e seu povo (1 Coríntios 1:10; Efésios 2:11-22).

"Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros" (Romanos 14:19).

- por Dennis Allan
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