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Exegese completa sobre o uso do véu...com Créditos: Romário N. Cardoso

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Exegese completa sobre o uso do véu...com Créditos: Romário N. Cardoso

Mensagem por Lourival soldado cristão em 3rd Outubro 2011, 6:28 pm

Exegese completa sobre o uso do véu

Assembléia de DEUS na Italia
INTRODUÇÃO

As igrejas cristãs de todas as épocas e em todos os lugares são concordantes em afirmar que o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é a “cabeça da igreja de Deus”. Esse mesmo ensino pode ser contemplado nas cartas de Paulo às igrejas (Rm 12.5; I Cor 12.13,27; Cl 1.18). Todas as denominações cristãs professam essa fé, entretanto, pergunto: Em que passagem das Escrituras essa mesma doutrina/ensino é explicado dando esclarecimento tão profundo em seu significado? - A resposta a esta pergunta está em I Coríntios 11.1,16.

Paulo, o apóstolo dos gentios, por intermédio de Timóteo fez saber aos cristãos de Corinto como também aos de todos os lugares o ensino (no singular) em cada igreja, que Cristo Jesus era (e sempre será) a única cabeça da igreja (I Cor 4.17).

O ensino do uso do véu pelas irmãs deve ser não somente aplicado, pois também é do interesse de Deus que seus filhos saibam (I Cor 11.3) a importância do símbolo e seu significado doutrinário existente em I Coríntios 11.1,16, e o que isso representa para Deus, para os anjos e para a igreja de Cristo. Pelo fato de ocupar mais da metade do capítulo onze, tratando somente do assunto, o ato do homem estar com a cabeça descoberta ao passo que a mulher cobre a sua, afinal, na concepção Divina o que isso representa, o que estamos dizendo ou proclamando quando obedecemos e/ou desobedecemos tal mandamento? - É isso mesmo o que veremos logo a seguir.

Antes de examinarmos I Coríntios 11.1,16 devemos ser cautelosos, pois que tal epístola também era estendível aos cristãos EM TODO O LUGAR:

“À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso;” (I Cor 1.2 - ACF).

I CORÍNTIOS 11. 1, 16 – DEVEMOS RETER “TRADIÇÕES / PRECEITOS” APOSTÓLICOS

11. 1 – Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.
11. 2 – E louvo-vos, irmãos, porque em tudo vos lembrais de mim, e retendes os preceitos como vo-los entreguei.

Nos versos 1 e 2, é apresentado a necessidade de imitarmos o apóstolo em seu zelo de seguir o Cristo, devemos imitá-lo nesse zelo em seguir o Senhor Jesus, nosso modelo santo e perfeito. Exortando ainda, deu-lhes o dever de reter, segurar firme não abrindo mão dos preceitos ou tradições (gr. paradosiV = tradição), que é o mesmo que receber e transmitir à geração seguinte; os mesmos ensinamentos transmitidos devem ser guardados do mesmo modo como foi entregue pelo ancião embaixador/presbeuw (Ef. 6.20) do Senhor Jesus.

Assim, Paulo recebeu do Senhor e transmitiu à igreja. No tocante ao termo “tradição” sobre o uso do véu, em questão de doutrina, no Dicionário Bíblico John L. Mckenzie, pág. 944, lemos o seguinte:

“A fé cristã se torna objeto da tradição. Isso é afirmado explicitamente a respeito da instituição da eucaristia (1Cor 11,23) e na exposição concisa do evangelho* em 1Cor 15,3ss; o termo sugere que Paulo aí está usando fórmulas fixas para estas narrativas. O termo também é aplicado ao que é evidentemente o mais geral na doutrina paulina (1Cor 11,2), seu ensinamento sobre o Dia do Senhor (2Ts 2,15) e sobre as regras de conduta (2Ts 3,6), que os fiéis devem observar firmemente. A tradição inclui a fé (Jd 3) e “o santo mandamento” (2Pd 2,21).

Portanto, o termo grego paradosiV (tradição) é usado em 1Cor 11,2 como sendo “o mais geral na doutrina paulina”.

E mais, na versão original em português de João Ferreira de Almeida, ano de 1681, ele não traduziu paradosiV como “preceito”, mas como ORDENANÇA, confira:

“Ora irmaõs, louvo vos de que em tudo vos lembraes de my, e guardaes as ordenanças affi como volas dei.” (A OS CORINTHIOS. Cap. XI, pág. 357).

Fonte: http://purl.pt/12730/1/P374.html
Data da pesquisa: 07/02/2011 00:09

Correspondendo a isso, o texto em hebraico traz o vocábulo “qabalot” para tradições, o que corresponde às “instruções” designadas pelo Senhor.

O SIMBOLISMO DO VOCÁBULO CABEÇA

11. 3 – Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem a cabeça da mulher; e Deus a cabeça de Cristo.

Principiando a aplicação do ensino, Paulo, sob a atuação do Espírito Santo revela que a vontade de Deus é que “saibamos,” isto é, não sejamos ignorantes no conhecimento do significado existente naquilo que Ele havia ordenado. O primeiro significado importante está no simbolismo do vocábulo “cabeça” (gr. kefalh); neste simbolismo de cabeça se entende e é interpretado por “chefia, autoridade”. Assim, Cristo é a autoridade (cabeça) de todo o homem, e o homem a autoridade (cabeça) da mulher; e Deus a autoridade (cabeça) de Cristo. Em conformidade ao sentido do vocábulo “cabeça”, vejamos o que afirma o Dicionário Teológico:

[...] “No Novo Testamento, a palavra é usada para ilustrar a soberania de Cristo sobre a igreja (Ef 1.10; 5.22-23). Salientemos, porém, não ser o Senhor Jesus a cabeça apenas da igreja; Ele o é também de todo o universo. Eis porque, no Apocalipse, apresenta-o João como o Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16)”.

Os versos seguintes estão entrelaçados a este mesmo versículo.

11. 4 – Todo o homem que ora ou profetiza, tendo a cabeça coberta, desonra a própria cabeça.

Neste verso, é ensinado pelo Espírito Santo que TODO o homem (se casado ou não) que ora ou profetiza tendo coberta a cabeça (física) está a desonrar a sua própria cabeça (chefia). Sendo, portanto, “cabeça” símbolo de autoridade, o homem cobrindo-a estará com isso cobrindo ou ocultando aquEle que exerce autoridade sobre si, isto é, CRISTO (verso 3).

Estará o homem proclamando simbolicamente, que a autoridade que Cristo exerce sobre ele está coberta, escondida e que essa mesma autoridade não é reconhecida por ele, na igreja está expondo Cristo à desonra (gr. kataiscunw = confundir, humilhar, desonrar, envergonhar). Desse modo, pergunto: Quem estará exercendo a autoridade/chefia no culto sendo que a autoridade de Cristo foi coberta/ocultada/escondida? Isso denota uma outra (gr. ‘eteroV) autoridade (cabeça) descoberta na igreja que não seja Cristo. Assim, será bom voltarmos ao verso 3 e lermos... “Mas quero que saibais”.

11. 5 - Mas toda a mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta, desonra a sua própria cabeça, porque é como se estivesse rapada.
11. 6 – Portanto, se a mulher não se cobre com véu, tosquie-se também. Mas, se para a mulher é coisa indecente tosquiar-se ou rapar-se, que ponha o véu.

Dando prosseguimento, o Espírito Santo nos transmite um ensino muito importante, o qual devemos analisar com cuidado para que em nada venhamos a ofender a Deus e sua Sabedoria (I Cor.1.30). O contexto não aponta o estado civil do homem ou da mulher, se casados, viúvos ou solteiros. O Senhor em sua onisciência não nos deixou um estatuto imperfeito. Mas TODA a mulher (se casada ou não) que ora ou profetiza com a cabeça descoberta está a desonrar a sua própria cabeça, isto é, o homem. Assim, a mulher estará proclamando através desse ato externo que está a desonrar o varão (sua cabeça) e glória de Deus (ICor.11.7). Sendo assim, impera uma desordem onde deveria imperar a ordem, isso enfatiza a necessidade de a mulher cobrir a sua cabeça como reconhecimento de uma única cabeça descoberta na igreja, caso contrário, a reunião de adoração que deveria ser para honra e glória de Deus tornar-se-á em desonra e ausência de glória. Quem afirma isso é a Escritura única regra de fé e prática e não o servo de Deus que faz este comentário; anteriormente foi feito uma pergunta sobre quem estaria exercendo a autoridade no culto quando o homem cobre a sua “cabeça” (autoridade = Cristo).

A resposta, é que no ato do homem COBRIR a sua cabeça (autoridade = CRISTO) e a mulher DESCOBRIR a sua cabeça (autoridade = HOMEM), indubitavelmente a própria Escritura revela que a cabeça da mulher descoberta é quem está assumindo a autoridade no culto enquanto a cabeça (autoridade = CRISTO) do homem estará coberta, ocultada, não revelada; e, para piorar ainda, a mulher estará manifestando a glória do homem (verso 7) e sua própria glória, pois o cabelo comprido (verso 15) é glória ( gr. doxa = honra, glória) para ela. Assim, autoridade e glórias humanas estarão sendo manifestas no ajuntamento do povo de Deus onde deveria prevalecer e ser manifesta somente uma glória e autoridade; isto é, a glória de Deus e autoridade de Cristo que foram cobertas no ato do homem cobrir a sua cabeça. Ficaria incompleta esta matéria se não fosse exposta aqui uma questão: - Quando HOMEM e MULHER, ambos se apresentarem com a cabeça DESCOBERTA, fica evidente que DUAS CABEÇAS (autoridades) estão descobertas assumindo o governo e autoridade sobre o corpo (igreja), isto é, duas cabeças em UM corpo! Isso cheira a Catolicismo Romano, onde o Papa (homem) também é ‘cabeça’ da igreja. Quanto a isso, o Senhor nosso Deus foi claro em ordenar à mulher COBRIR a cabeça (autoridade do homem) e o homem estar com a sua cabeça (autoridade = Cristo) DESCOBERTA. Ele, o Senhor, instituiu somente UMA cabeça sobre o corpo (igreja) que segundo o verso 3 é CRISTO JESUS, NOSSO SENHOR! Ninguém mais.

Quando o homem se apresenta na reunião de adoração com a sua cabeça descoberta e a mulher se apresentar com a sua cabeça coberta, fica evidente que somente uma cabeça está descoberta assumindo o governo da igreja, esta, não reconhece outra (gr. ‘eteroV) autoridade nem glória, a não ser a autoridade de Cristo sobre todos e glória de Deus somente; este é o ensino transmitido pelo Espírito Santo em I Coríntios 11.1,16. O Espírito Santo veio glorificar a Cristo (João 16. 13,14) e não glórias humanas! Portanto, prezado irmão, não cubra a sua cabeça na reunião dos santos, e você, irmã, cubra a sua cabeça para que a autoridade do homem seja coberta, escondida diante da supremacia de Cristo; com esse ato de cobrir a cabeça, você também estará cobrindo a sua própria glória (cabelo comprido) e somente é manifesta uma glória, a glória de Deus; e somente uma autoridade, a autoridade de Cristo Jesus, nosso Senhor! Aleluia!

Em sua Teologia Sistemática, página 535 – 3ª edição, o erudito Louis Berkhof afirma o seguinte em matéria de fé e doutrina: “A Bíblia nos ensina que Cristo é o Chefe de todas as coisas: Ele é o senhor do universo, não simplesmente como a segunda pessoa da Trindade, mas também como mediador, Mt 28.18; Ef 1.20-22; Fp 2.10,11; Ap 17.14; 19.16. Num sentido muito especial, porém, ele é a cabeça* da Igreja, que é seu corpo. Ele mantém relação viva e orgânica com ela, enche-a de vida e a governa espiritualmente, Jô 15.1-8; Ef 1.10,22,23; 2.20-22; 4.15; 5.30; Cl 1.18; 2.19; 3.11.”

É dessa doutrina cristã que Paulo, “num sentido muito especial”, segundo a sabedoria que Deus lhe deu, está tratando no assunto do uso do véu, a igreja (corpo) está sob a direção de uma só cabeça, Cristo Jesus, nosso Senhor.

Porém, se a mulher não cobrir a sua cabeça, há o imperativo “que rape” ou “que se tosquie” (verso 6), significando ausência de glória, pois o cabelo comprido lhe é uma glória (verso 15), mas rapando-a ou tosquiando-a desaparecerá essa glória. Não obstante, se para ela é indecente rapar-se (heb. galach) ou tosquiar-se, diz a Escritura IMPERATIVAMENTE... “que ponha o véu” ou “que se cubra,” no original grego o verbo é katakaluptw, o qual está na 3ª pessoa do singular, no tempo PRESENTE do IMPERATIVO; assim, o véu de que se fala aqui não é o véu do verso 15 que é outra palavra, peribolaion; pois, seria impossível Paulo ordenar à mulher pôr “cabelo” quando ora ou profetiza, naquele tempo, creio eu, não existia IMPLANTE de cabelo como nos dias atuais (seria peruca?). Absurdo pensar que o véu do verso seis seja “cabelo”. Ai ai ai! De fato, quando Paulo escreveu dizendo que “ponha o véu”, ou que “se cubra”, por questão de lógica, elas só poderiam estar sem véu (gr. katakaluptw) antes de estarem na reunião de adoração para oração e profecia, razão do verbo “cobrir” estar no tempo presente.

Os vocábulos grego katakaluptomai e katakaluptw ocorrem três vezes no Novo Testamento, e, estas três ocorrências encontram-se no contexto pelo qual nos encontramos nele, todas em I Coríntios 11.6,7. Em o Novo Testamento Hebraico, o verbo “cobrir” na devida passagem é “koseh” (כסה)o seu equivalente grego é “kaluptw”.

A DOUTRINA E OS COSTUMES

O ensinamento de I Coríntios 11.1,16 contém instruções doutrinárias para o homem e para a mulher e se opõe de forma cristalina ao que alguns comentaristas sugerem, dizendo ser um ‘costume’ puramente oriental.

A Escritura contradiz abertamente a esses intérpretes ao dizer: O homem, pois, “não deve cobrir a cabeça” (gr. ouk ofeilei katakaluptesθai), significando literalmente “não deve trazer algo sobre” (a cabeça). “Acompanhado de um advérbio de negação “ouk,” o presente do imperativo proíbe uma ação que está em andamento, ou que está se repetindo, deve cessar, deve acabar.” (Noções do Grego Bíblico – Gramática Fundamental, pág. 269). A recomendação seguinte é muito importante: “Não pode haver verdadeira teologia bíblica, a menos que seja baseada em exegese bíblica sã, e não pode haver exegese bíblica sã, a menos que seja posto um firme fundamento textual e gramatical” (F.F. Bruce – Chefe do Departamento de Literatura de História Bíblica da Universidade de Sheffield – Dicionário Vine).

Tal mandamento proibitivo ocorreu pela presença de varões cristãos de origem judaica (Atos 18.4), pois, estes, segundo o costume e ensino rabínico cobriam a cabeça na oração, examinem, I Cor 11.1,16 não está transmitindo ‘costume’(?) do judaísmo aos gregos; pois, os varões judeus cobriam e cobrem a cabeça até os dias atuais, no entanto, contrariando tal “costume”, I Cor.11.7... PROÍBE! Quem realmente conhece os costumes do judaísmo e até mesmo entre os muçulmanos, sabe que estou falando a verdade, os ensinos do apóstolo às igrejas difere dos costumes da época. Também, respondendo para alguns que afirmam em dizer que as mulheres cristãs cobriam o ‘rosto’(?) na adoração pública, indico-lhes a prova documental da arqueologia, essa prova pode ser verificada nas “Catacumbas de Roma”, onde há figuras na arte cristã primitiva de mulheres orando com a cabeça coberta, porém, com o rosto à mostra. Destarte, prova-se pelas Catacumbas de Roma que o uso do véu era usado desde o Oriente até o Ocidente, afinal, Roma localiza-se no Oriente?

Prova-se também, pela Santa Escritura, que homens e mulheres cristãos não cobriam o ‘rosto’, Paulo desmente isso ao escrever à mesma igreja em 2 Cor. 3.13, o seguinte: “E não somos como Moisés, que punha um véu sobre a sua face” [...]. (Grifo meu). Portanto, Paulo está negando uma cobertura sobre o rosto à igreja em Corinto e à igreja em todo o mundo, em todo o lugar. Sobre o assunto, vejamos o que afirma esse artigo acadêmico:

“O véu cobria a cabeça, e não o rosto. Era, ao mesmo tempo, símbolo da subordinação da mulher ao homem e do respeito que a mulher merece. As mulheres cristãs de Corinto, no entanto, mui naturalmente estavam seguindo os costumes das mulheres gregas, as quais conservavam a cabeça descoberta quando adoravam. Por conseguinte, Paulo assevera que é vergonhoso uma mulher cristã orar ou profetizar na igreja com a cabeça sem véu. Por outro lado, Paulo se manifesta contrariamente à prática dos homens judeus e romanos, os quais oravam com a cabeça coberta, e ordena que os varões crentes orem e profetizem de cabeça descoberta, como sinal da autoridade de que estão investidos.” (Panorama do Novo Testamento – Robert H. Gundry, Ph. D. – pág. 314).

Como vimos, as mulheres cristãs de Corinto estavam seguindo COSTUMES das mulheres gregas pagãs (as de hoje fazem o mesmo) ao conservarem a cabeça descoberta quando adoravam. Alguns autores críticos apelidam a CCB de ‘igreja corintiana’(?), ora, nada mais pueril e contraditório; nós, na Congregação Cristã no Brasil, estamos alicerçados na correção e não no erro. Para esses tais, respondo que ao não se submeterem ao ensino supracitado, aí sim, estão eles na ‘igreja corintiana’ ANTES da correção, portanto, alicerçada nas areias do erro. Isso sim, era um... COSTUME na cidade pagã de Corinto, cuja igreja que ali estava floresceu pela pregação de Paulo, essa mesma igreja recebeu a correção do Senhor no contexto supra.

Comprovando o registro histórico contido nas “Catacumbas de Roma;” que o uso do véu é mandamento do Senhor para todas as igrejas oriente/ocidental, vejamos o que afirma o erudito W. E. Vine, reconhecidamente como um dos principais eruditos do grego no mundo:

Descoberta

Akatakaluptos, ( akatakaluptoV ), “descoberto” (fornecido de a, elemento de negação, e katakaluptõ, “cobrir”), é usado em I Cor. 11.5,13 (“descoberta”), com referência a injunção proibindo as mulheres estarem sem “véu” ou “descobertas” nas reuniões da igreja. Pouco importando que tipo de cobertura seja, deve estar na cabeça como “sinal de poderio” (I Cor. 11.10), e cujo significado é indicado em 1 Cor. 11.3 no assunto de supremacia, e cujas razões são dadas em 1 Cor. 11.7,9 e na frase “por causa dos anjos’ (1 Cor. 11.10), indicando o testemunho e interesse deles naquilo que indica a supremacia de Cristo. As injunções não eram nem judaicas, que exigiam que os homens cobrissem a cabeça na oração, nem gregas, pelas quais homens e mulheres ficavam igualmente com a cabeça “descoberta”. As instruções do apóstolo Paulo eram “mandamentos do Senhor” (1 Cor. 14.37) e eram para todas as igrejas ( 1 Cor. 14.33,34).” (Dicionário Vine – O Significado Exegético e Expositivo das Palavras do Antigo e do Novo Testamento, CPAD - 3ª Edição em português - 1993, pág. 547).

O Dicionário supra é aprovado pelo Conselho de Doutrina da CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus).

Para quem ignora o significado de “injunção,” é... MAN-DA-MEN-TO!

Em o Manual da Escola dominical (publicação da CPAD), página 81 ensina que um costume é local, mas uma doutrina é GERAL.

Como bem se vê no início da matéria, a epístola do apóstolo Paulo era estendível aos cristãos EM TODO O LUGAR, também, segundo o Dicionário Vine, era mandamento do Senhor para todas as igrejas; portanto, indubitavelmente era de caráter GERAL, doutrinário! Assim, a mulher que verdadeiramente está revestida de submissão interior, não se revestirá de submissão exterior ao mandamento Divino (escreveu sob inspiração) de cobrir a cabeça na adoração pública, ou, será que a desobediência externa não põe em descoberto a insubmissão interna?

ENTENDENDO A QUESTÃO DA GLÓRIA

11. 7 – O homem, pois, não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus, mas a mulher é a glória do homem.

Feito a análise dos versos anteriores que regulam o procedimento da mulher na adoração pública, agora, o Espírito Santo passa a regular a ordem concernente ao procedimento do homem; portanto, temos dois mandamentos, o da mulher se cobrir (verso seis) e, o do homem permanecer com a cabeça descoberta. Já sabemos que o vocábulo “cabeça” (gr. kefalh) é metáfora de chefia, autoridade. Em hebraico a transliteração para o termo “cabeça” é ro’sh (רׁאשׁ), denotando chefe, líder. O Senhor passa a mostrar por trás do ato externo do homem não cobrir a cabeça o fato de a “glória de Deus” (כְּבוֹד) estar envolvida nessa metáfora. A questão ensinada implica assuntos de doutrina, a glória de Deus revelada na igreja não pode ser coberta como ocorre com a glória do homem e com a glória da mulher na reunião de adoração. Quando o Espírito Santo guiou Paulo a escrever tal mandamento proibitivo, que o homem NÃO deve cobrir a cabeça, é escrito um “porque” disso: - “porque é a imagem e glória de Deus”.

O Senhor está dizendo com isso que, se o homem cobrir a cabeça estará cobrindo (metaforicamente) duas coisas: IMAGEM e GLÓRIA DE DEUS. Este é outro motivo pelo qual o homem não deve cobrir a sua cabeça (verso 3).

O uso do véu transmite esse ensino de forma bela e maravilhosamente, percebe agora, irmão (a), a profundidade espiritual no tocante ao uso do véu?

Sabe por que a mulher usa véu? – Pelo fato de ela ser glória do homem (verso7) e do cabelo comprido lhe ser também uma glória/honra (verso 15). Assim, ela precisa cobrir glórias humanas na reunião de adoração, o uso do véu é uma metáfora disso; quando colocamos o mandamento na prática, estamos demonstrando que somente a glória de Deus é descoberta, manifesta na igreja. A Deus toda a glória!

O Espírito Santo não admite outra (gr. ‘eteroV) glória descoberta/manifestada entre nós. Assim, passamos a obter conhecimento daquilo que foi escrito no verso três: “Mas quero que saibais”. De fato, sabemos disso.

11. 8 – Porque o homem não provém da mulher, mas a mulher do homem.
11. 9 – Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do homem.

Estes dois versos aludem à narrativa da criação do homem e da mulher mencionadas no livro de Gênesis, não para mostrar superioridade do homem em relação à mulher no tocante à “causa”; pois, diante de Deus, homem e mulher são iguais em valor, em importância, ambos foram comprados pelo mesmo sangue, o sangue do Senhor Jesus (Gl. 3.28; I Cor. 12.13), o ensino é que, numa adoração conjunta, ambos tem funções representativos na igreja concernente a “cabeça” (verso 3 ) e no tocante a funções de “glórias” (verso 7), funções estas que devem ser respeitadas à luz da palavra de Deus.

O MOTIVO, A CAUSA DO USO DO VÉU

11. 10 – Portanto, a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de poderio, por causa dos anjos.

Assim, amados, o uso do véu também tem uma “causa,” essa causa são os “anjos”.

“E veio outro anjo, e pôs-se junto ao altar, tendo um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso, para o pôr com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro, que está diante do trono. E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus.” (Ap 8.3,4).

De modo inconteste, a Escritura revela anjo tendo um incensário, sendo encarregado de duas coisas, receber o “muito incenso” que lhe foi dado e “pôr com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro, que está diante do trono.” Assim, as orações de todos os santos são levadas pelo anjo até o altar diante do trono; “por causa dos anjos a mulher deve” (1Cor 11.10) em suas “orações” (1Cor 11.5,6) cobrir a cabeça.

Quando a Escritura diz “deve” (gr. ofeilei), denota dever, obrigação (gr. ofeilw) resultante dos preceitos ou mandamentos da honra. Esta afirmação da Escritura derriba por terra o fraco argumento ou disfarce da ‘cultura’ como muitos afirmam, pois os anjos são celestiais. Destarte, eles já presenciaram insubordinação no céu (Jo 8.44; Ap. 12.7, 8, 9) como também na terra ( Gn 3. 11, vv), ou pensa o caro leitor que os anjos (Lc 1.19; Hb 1.14; Sl 34.7) não estão mais ativos no séc. XXI, nos dias atuais, observando-nos? Eles são a “causa” do uso do véu, cessando a causa (os anjos) também cessará o efeito (o uso do véu), afinal, não existe efeito sem causa. Se os anjos são, por Deus, “enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a vida eterna” (Hb 1.14) nos dias atuais, de forma cristalina permanece de pé a “causa” do uso do véu entre nós.

“Eles testemunham os sofrimentos dos cristãos (1Cor 4,9) e têm uma presença invisível nos serviços litúrgicos (1Cor 11,10) [...] O respeito aos anjos exige que as mulheres cubram os cabelos, que são sua glória, para que possa aparecer a glória de Deus”. (Dicionário Bíblico - John L. Mckenzie, pág.46).

Como vimos, o dicionário não afirma que os anjos “tiveram” uma presença invisível, mas que “TÊM” essa presença invisível nos serviços litúrgicos; o verbo ter está no tempo presente. Portanto, é no tocante a eles que a Escritura exige o respeito nesse serviço sacro, que a mulher cubra os cabelos, sua glória. Essa exigência é evidenciada pelo DEVER descrito a elas no verso dez.

Alguns comentaristas interpretam que o uso do véu era por ‘causa/motivo’(?) das ‘prostitutas cultuais’(?) existentes em Corinto, tal interpretação é uma ABERRAÇÃO à regra fundamental da Hermenêutica: A Bíblia explica-se/interpreta-se a si mesma. E, a Bíblia se explicando afirma que é “por causa dos anjos” (gr. dia touV aggelouV).

Nós, na Congregação Cristã no Brasil não temos o costume de confundir anjos com prostitutas, o que é uma o-fen-sa à palavra de Deus e aos anjos! Assim, chega a ser até mesmo hilário acusarem-nos de ‘ignorantes bíblicos’. Infeliz interpretação a deles, associar o uso do véu em I Cor. 11.1, 16 com prostitutas cultuais de Corinto. Outrossim, a glória de Deus e autoridade de Cristo tratada por Paulo na devida passagem, que deveriam estar realçadas/destacadas em tais estudos são substituídas por... ‘cultura, costumes e prostitutas cultuais de Corinto’(?).

Desde quando os ensinos do Senhor referente à autoridade de Cristo e glória de Deus faziam parte da cultura pagã da cidade de Corinto? Não é disso que o apóstolo está tratando no contexto supra? Só faltam afirmar que Paulo era ‘ministro da cultura’, outra passagem em que o apóstolo discorre sobre os “atletas que correm no estádio” (I Cor. 9.24, 25) será que ele era “ministro dos esportes”? E, no tocante à “coleta” para os pobres da Judéia (I Cor. 16.1, 2), será que também era “ministro da economia”?

Uma verdadeira confusão em tais estudos, procurando exportar para o devido contexto material inexistente em seu conteúdo.

Com efeito:

“A Bíblia é toda a revelação Divina que necessitamos. Tudo o que for revelado sem o apoio das Escrituras é falso.” (O Pregador Eficaz – CPAD, pág. 72).

O apóstolo Pedro fez advertência aos fiéis para tomarmos cuidado com os que torcem as Escrituras:

“Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardais-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;
Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém” . (II Pedro 3.17,18).

Portanto, substituir como CAUSA/MOTIVO os anjos para dar lugar às ‘prostitutas’(?) é subestimar a nossa inteligência e capacidade de leitura; quem sabe, a Bíblia deles seja diferente da nossa, trazendo ‘prostitutas’ em lugar de ANJOS (1Cor 11.10) na devida passagem, o que, talvez, explique (?) tamanha aberração, ainda chamam tais aberrações de... ‘estudo’(?).

Passo aos seguintes versículos.

11. 11 – Todavia, nem o homem é sem a mulher, nem a mulher sem o homem, no Senhor.
11. 12 – Porque, como a mulher provém do homem, assim também o homem provém da mulher, mas tudo vem de Deus.

Dando continuidade, os versos supra ensinam que tanto homem quanto mulher provém um do outro, dependendo assim, mutuamente no Senhor, e que todas as coisas provêm de Deus; isto é, o nosso Deus é Soberano e independente.

11. 13 – Julgai entre vós mesmos: é decente que a mulher ore a Deus descoberta?

A igreja deveria julgar a questão do uso do véu entre eles mesmos, porém, sempre pautados no ensino do apóstolo, afinal, a igreja precisava das suas orientações sobre várias “coisas” (I Cor. 7 .1), não podendo, portanto, resolver por si mesma assuntos doutrinários. Afinal, depois de tudo o que Paulo escreveu anteriormente, a resposta esperada seria um “NÃO”, de fato, se a mesma pendesse para a opinião positiva de a mulher poder estar com a cabeça descoberta na reunião de adoração, saberiam que isso acarretaria em rapar (heb. galach) ou tosquiar (I Cor. 11.6) a cabeça, o que denotaria desonra ou ausência de glória caso contendessem o ensino apostólico.

DOIS VÉUS, QUAL DELES O CABELO FOI DADO EM LUGAR?

11. 14 – Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o homem ter cabelo crescido?
11. 15 – Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu.

É ensino da própria natureza (criada por Deus) o homem não usar cabelo comprido (gr. komaw) por ser desonroso, por outro lado, afirma o Espírito Santo que a mulher ter cabelo comprido (gr. komaw) lhe é uma “glória/honra” (gr. doxa). Por isso mesmo o cabelo lhe foi dado em lugar de véu (gr. peribolaion). Ora, sendo o homem a glória de Deus (I Cor. 11.7) e a mulher glória do homem (I Cor. 11.7), porventura Deus deixaria a mulher destituída de glória? Claro que não. O texto afirma que o cabelo comprido (gr. komh) é “glória” (gr. doxa) para ela; por isso mesmo, em ser glória, no culto, essa glória deve ser coberta e, quando a cobre estará cobrindo juntamente a autoridade e glória do homem; somente Deus permanece com sua autoridade e glória descoberta na igreja.

Quanto a isso, O Dicionário Bíblico John L. Mckenzie, página 46, afirma o seguinte:

“O respeito aos anjos exige que as mulheres cubram os cabelos, que são sua glória, para que possa aparecer a glória de Deus”.

O ensino transmitido pelo Espírito Santo é que Deus, Soberano do universo, não admite glórias humanas descobertas/manifestas quando suas criaturas lhe prestam adoração, serviço sagrado; tampouco o permite que a autoridade de Cristo sobre a igreja esteja dividida com outra (gr. ‘eteroV) cabeça (autoridade) sobre o corpo (igreja). Alguns indagam, qual seria o comprimento adequado para o cabelo da mulher? – A resposta é que não há especificação alguma da Escritura sobre o comprimento do mesmo. Porém, posso afirmar que o termo grego “komaw” contido na devida passagem, indica não pôr empecilho ou obstáculo ao crescimento, para que o cabelo feminino possa ser comprido.

Notadamente, o comprimento do cabelo pode variar de mulher para mulher.

Portanto, o cabelo feminino foi dado em lugar de véu (gr. peribolaion), e não em lugar de véu (gr. katakaluptw). Não façamos confusão entre os termos, como tenho observado em alguns artigos sobre o assunto, afinal, seria para lá de incoerente o apóstolo, supostamente, ordenar (verso seis) à mulher pôr ‘cabelo’(?) quando ora e/ou profetiza. O substantivo “peribolaion” é deverbativo, isto é, deriva e remete para o verbo “perilabw” que significa “lançar, colocar ao redor de”. Destarte, é interessante observarmos que o texto original do Novo Testamento traz DUAS palavras gregas diferentes para o termo “véu”:

1) Verso 6: katakaluptô (gr.katakaluptw), em hebraico corresponde a “mîtkasseh”.

2) Verso 15: peribolaion (gr. peribolaion) tem seu correspondente na Bíblia em Hebraico o vocábulo “tzanîf”, no entanto, como o contexto do verso 15 aponta para cobertura “feminina”, examinando eu o Léxico Hebraico e Aramaico do Antigo Testamento, página 437, o mesmo aponta “tzenîfah” como termo para cobertura da cabeça feminina, e não “tzanif”, outro Dicionário confirma o mesmo fato. De forma cristalina, o cabelo NÃO FOI DADO em lugar de véu “katakaluptw /mitkasseh,” mas em lugar de véu “peribolaion / tzenifah.”

Etimologicamente, katakaluptw é formado de “kata” (do alto a, para baixo) e “kaluptw” (cobrir). Diferentemente, o vocábulo grego peribolaion é formado de “peri” (em volta de, em redor de) e “ballw” (lançar). É neste último substantivo deverbativo que o cabelo foi dado em lugar; em lugar de “peribolaion” (véu) e não em lugar de “katakaluptw” (véu). Muito simples de entender, não é mesmo?

RESPONDENDO A ALGUM CANDIDATO A CONTENCIOSO

11. 16 – Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.

De forma brilhante, Paulo encerra o assunto respondendo a algum candidato a “contencioso” que as igrejas de Deus não têm o costume de a mulher se apresentar na reunião de adoração com a cabeça descoberta, COSTUME esse presente entre as aglomerações pagãs de Corinto. “Ele quer dizer que não temos tal costume como as mulheres orando ou profetizando com a cabeça descoberta” (Morris).

Destarte, CONTENCIOSO nada mais é do que aquele que não está revestido de submissão ao ensino supracitado. Contencioso (gr. filoneikoV) é o mesmo que “amante da contenda, litigioso, brigão.” Paulo encerra o assunto dizendo que “nós” (ministério) não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.

Como se vê, “igrejas” está no plural, apontando outras igrejas já submissas ao que o Espírito Santo ensinava. Assim, é verídico o que afirma nosso amado irmão Ismael, dizendo: “A correta aplicação deste ensino nos remete à relação de autoridade que existe entre Deus e os homens. O véu ilustra um ensino de Deus, é símbolo de algo maior e ilustra uma relação de ordem na criação de Deus.”

Alguns comentaristas afirmam que o significado interno da submissão referente a I Coríntios 11.1,16 permanece, enquanto o ato externo ‘não é válido’ (?) para os dias atuais. Tais comentaristas se encontram revestidos de tamanha ‘autoridade’(?) que se acham no direito de suprimir este ou aquele MANDAMENTO, suplantando assim a autoridade da própria SAGRADA ESCRITURA, definindo qual mandamento é válido ou... ’ vencido’(?). Destarte, ignorais que a insubmissão do ato EXTERNO não põe a descoberto a INSUBMISSÃO do INTERIOR, do coração? Pois, os pensamentos que impele o homem a obedecer ou desobedecer provém do coração (Mateus 15.18, 19) do interior. Será que a ‘autoridade’(?) deles é superior à autoridade apostólica?

Vejamos, pois, a origem do que Paulo ensinava e pregava:

“Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.” (Gálatas 1.11, 12; 1Cor. 14.37).

Assim, esses comentaristas ensinam na contramão da palavra de Deus.

Caro leitor, deixo aqui uma pergunta:

Pense nisso: A quem tu serves e procuras agradar, a homens ou... a Deus? (Gálatas 1.10)...

Cristo Jesus é a única cabeça (autoridade) descoberta em nossa reunião de adoração, este é o ensino transmitido pelo uso do véu. Afinal... “E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.” (Colossenses 1.18). Eis aí o porquê é proibido ao homem (I Cor. 11.3, 4, 7) cobrir a sua “cabeça” na igreja. O uso do véu é Cristocêntrico em seu significado espiritual.

[...] “a igreja não determina o que a Escritura ensina, mas a Escritura determina o que a igreja deve ensinar.” (Princípios de Interpretação Bíblica – Louis Berkhof, pág. 24).

É exatamente isso o que se faz na CCB, “ensinar o que a Escritura determina”.

“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.” (2 Cor 13.14).

Créditos: Romário N. Cardoso
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Re: Exegese completa sobre o uso do véu...com Créditos: Romário N. Cardoso

Mensagem por Romário N. Cardoso em 3rd Outubro 2011, 8:02 pm

Esta ainda não é minha versão Atualizada, está faltando muita coisa, outras mais foram substituídas por termos mais claros. Foram acrescentados mais livros acadêmicos na Bibliografia. Para quem desejar (GRATUITAMENTE) a Versão Atualizada, meu e-mail:

sakaledah@yahoo.com.br

Ps.: Meu livro não possui o "visual" como o publicado neste blog, possui capa e contracapa, como também ilustração.

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