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Quando a Assembléia era de Deus (Revisado)...

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Quando a Assembléia era de Deus (Revisado)...

Mensagem por Lourival soldado cristão em 7th Maio 2012, 4:43 pm






INPR
Brasil





























Quando a Assembléia era de Deus (Revisado)...






Ola, a todos que tem acessado o Blog, agradeço a visita e peço que voltem sempre!



Acho
que já postei bastante coisa sobre seitas, símbolos, significados,
fiquem tranquilos que tenho muita coisa aqui ainda, algumas reunidas da
internet, outras de livros, em fim já falei ou melhor postei isso antes
que aos poucos dentro do meu tempo livre tenho preparado material aqui
para postar. Tenho tentado postar o material mais relevante para que
saibam do que se trata quando for citado. Mas hoje vou colocar para
todos algo que tem me entristecido muito.



Faz algum tempo que ao conversar com alguns irmãos muitos não conseguem esconder sua revolta, desgosto, desaprovação,
com a igreja que ao meu ver não tem mais nada de igreja, que pode ser
chamada de tantas coisas que não vou nem tentar dar nome, em meio de
tantas coisas como, individualismo(cada um por si e salve-se quem
puder), brigas por poder, politicagem, ganancia, dinheiro, pastores que
mais parecem ditadores e mercenários, teologias da prosperidade é uma
coisa de garrafinha de aguá, toalhinha, corda, arco, porta, sal e por
ai vai, alguns membros se envolvendo com esquemas financeiros que
claramente vão contra a lei e ninguém faz nada, mas como iriam fazer se
estão apenas preocupados com, bom não da vale nem a pena falar porque
todo mundo sabe do que estou falando apenas não falam nem fazem nada.
Algum tempo fiquei estarrecido ao saber sobre dois pastores discutindo
sobre a transferência de membros de uma cidade para outra onde um pastor
questionava o outro o valor do dizimo algo mais ou menos assim: "olha
te mandei o fulano para ai o dizimo dele é tanto, você tem que mandar
pelo menos uns dois ou três pra cá que cubram esse valor!", querem saber
em que igreja isso foi ? Assembleia de Deus eu poderia até dar nome aos
bois dizer cidade e tudo mais, mas não vem ao caso. Tem também os
pastores que pensam que são pop star, outros que se levam a fazer redes
de intriga e fofocas, outros vivem só passeando e por ai vai. Eu sei
que ninguém é perfeito eu não sou perfeito tenho tantos erros que se for
listar! Mas um pastor um líder tem que tentar dar o exemplo.

Alguns
dias atras esbarrei com esse artigo na internet dei uma revisada, fiz
algumas correções acrescentei outras informações e acho que é o
suficiente para termos uma ideia do que realmente a Assembleia é hoje.





Centralização do poder econômico:



A Assembléia de Deus perdeu sua característica de comunidade simples
e é uma das igrejas mais ricas do Brasil. Isso a torna semelhante ao
Clero Romano que tanto criticamos por sua centralização de poder. Se parece com o sacerdócio do Antigo Testamento tão criticado pelos profetas de então.


Em nível nacional sua riqueza se concentra principalmente na CGADB –
que tem como uma das principais fontes financeiras a CPAD (Casa
Publicadora das Assembléias de Deus), cuja arrecadação se assemelha a
de grandes editoras, como por exemplo, a Abril – e no Ministério do
Belém, hegemônico entre os demais ministérios ligados à Convenção.


Estrategicamente esse império, formado principalmente pela CGADB e
Belém, se concentra nas mãos de pouquíssimas pessoas, lideradas pelo
pastor José Wellington Bezerra da Costa, na presidência simultânea das
duas entidades há mais de duas décadas.


Hereditariedade do poder :
Vínculo com a política partidária:


Outro fenômeno que vem se reproduzindo nas últimas décadas, é a hereditariedade de poder nas esferas regionais. A nível de Brasil!
É comum pastores presidentes de Campo prepararem seus filhos e genros
para os sucederem ministerialmente. Por exemplo, no Campo de Presidente
Prudente/SP o pastor presidente atual é João Carlos Padilha, filho do
ex-pastor presidente Carlos Padilha. No Campo de Indaiatuba/SP o pastor
presidente é Raimundo Soares de Lima que tem como vice-presidente e
sucessor estatutário o próprio filho, pastor Rubeneuton de Lima, mais
conhecido como Newton Lima. No Campo de Araçatuba o presidente é o
pastor Emanuel Barbosa Martins e o vice-presidente é seu filho, Emanuel
Barbosa Martins Filho. No Campo de Limeira o ex-presidente, pastor
Joel Amâncio de Souza, fez como seu sucessor o próprio filho, pastor
Levy Ferreira de Souza. Medida que foi pivô de considerável divisão na igreja.


Há uma grande possibilidade da hereditariedade de poder se aplicar
em nível nacional, pois é de conhecimento dos pastores da CGADB que o
pastor José Wellington prepara sua sucessão para um dos filhos, José
Wellington Costa Junior, vice-presidente da AD em São Paulo, Ministério
do Belém e presidente do Conselho Administrativo da CPAD.

Cabe uma pergunta em relação a isso: É Deus ou o homem quem escolhe o sucessor da presidência da igreja?


Sem transparência financeira:

Outra coisa que me intrigou foi descobrir que não é dado saber –
senão a duas ou três pessoas da diretoria da Sede – nada sobre a
movimentação financeira do Campo. Estima-se que num Campo como o de
Campinas, por exemplo, a receita gire em torno R$ 1,5 milhão por mês.
Não se sabe ao certo quanto entra e como é gasto o dinheiro; quanto ganha por mês o pastor presidente,
pastores regionais e distritais. Recentemente ouvi de uma liderança
leiga que o custo de manutenção do pastor presidente, no caso do Campo
de Campinas, beira os R$ 60 mil mensais.


Sabe-se, no entanto que as congregações das periferias são
pastoreadas por homens simples, que mal recebem ajuda de custo. Assim,
muitos têm seus empregos para se sustentarem e os que não conseguem se
empregar chegam a passar por privações e apuros financeiros.


A explicação para a ocultação orçamentária é a segurança. Afirmam
que não divulgam suas contas para evitarem assaltos. Isso não é
verdadeiro, pois qualquer assaltante bem informado sabe que igrejas
movimentam rios de dinheiro. E uma coisa é divulgar aos quatro cantos o
quanto a igreja arrecada, expondo-a a riscos de roubos, outra coisa é
manter seus membros informados do total coletivo das suas
contribuições. Afinal, igreja não é empresa privada, que somente o dono
tem acesso às suas informações financeiras.


Do ponto de vista legal as igrejas são associações civis regidas
pelo Código Civil e como tais, segundo a legislação, devem prestar
contas de sua movimentação financeira aos associados, que no caso da
igreja são os seus membros. Por exemplo, o Artigo 59, Inciso III do
Código Civil diz que “Compete privativamente à assembléia geral (...)
aprovar as contas” da instituição. Como poderão aprovar (ou reprovar)
as contas sobre a qual pouco ou nada se sabe? Ou como aprovarão se
sequer participam das assembléias, em cuja pauta não se coloca em
votação a aprovação financeira?


Do ponto de vista bíblico não há nada que se pareça com isso. Não há
no Novo Testamento uma associação de igrejas com um presidente
arrecadando os ingressos das congregações para administrá-los
centralizadamente, se beneficiando de altos salários.

Entretanto, a falta de transparência financeira não é um “privilégio” exclusivo das igrejas e dos Campos. Recentemente
o pastor Antonio Silva Santana, eleito em 2009 primeiro tesoureiro da
GADB, renunciou alegando falta de acesso às principais informações de
caráter fiscal e financeiro da instituição.


Quando não se lança luz sobre uma questão tão importante como esta,
obscurece-se a verdade, dando margens a dúvidas. Por exemplo, pode-se
perguntar se o dízimo dos contribuintes não foi usado nas últimas
eleições para financiar campanhas políticas de pastores candidatos a
cargos eletivos.




Não é preciso fazer nenhum esforço mental para perceber que estas
características (centralização do poder econômico, hereditariedade do
poder e falta de transparência financeira) são próprias das
instituições contaminadas pelo abuso de poder, pela ganância, pelo
nepotismo, etc. Trata-se de um quadro muito comum nas esferas da
política partidária. Assim sendo, como “um abismo chama outro abismo”
(Salmo 42.7), era de se esperar que a Assembléia de Deus refizesse
(pelo menos tenta refazer), através de sua atuação político-partidária,
o casamento entre a Igreja e o Estado, união responsável pelo
apodrecimento da fé e cujo divórcio custou o sangue de mártires na
História do Cristianismo.

Há atualmente em algumas igrejas a idéia de que “o povo de Deus precisa de representantes na política”.

O equivoco de se misturar poder político e igreja foi esclarecido
por Cristo numa conversa com seus discípulos, narrada em Marcos 10.

Tiago e João reivindicaram o direito de assentar-se com Jesus, um à
direita e outro à esquerda do seu trono. Eles não haviam compreendido
que o reino de Cristo não se daria na dimensão da política terrena.
Para esclarecê-los Jesus lhes disse: “Sabeis que os que são
considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre
eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim;
pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que
vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos”
(Marcos 10.42-44, com grifo do autor).


A fala de Cristo (grifada acima) sempre será atual. Alerta contra a
centralização do poder econômico, a hereditariedade do poder, a falta
de transparência financeira e outras mazelas. As instituições mundanas
agem dessa forma, “Mas entre vós não é assim”.



Todas essas peculiaridades geralmente são justificadas pela “unção” recebida pelo “homem de Deus”, inclusive com uma equivocada interpretação do texto bíblico que diz
“Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal” (1
Crônicas 16.22 e Salmo 105.15). Assim, um “ungido” centraliza o poder e
designa-o a quem bem entende – geralmente aos filhos – e os
demais ungidos e profetas aceitam sem nada dizer. Da mesma forma, se
ele é um “ungido de Deus”, tem autonomia, à custa da heteronomia dos
demais, para administrar as finanças da igreja sem delas ter que
prestar contas? Por outro lado, os membros se isentam da
responsabilidade de fiscalizar, pois acreditam que seu papel é apenas
trazer os dízimos (Malaquias 3.10) sem se preocupar com o que será
feito dele.


As semelhanças desse modelo com a política fisiológica, voltada para
projetos pessoais, são muitas. Isso explica o casamento da igreja com a
política partidária.



Apenas um procedimento:

A
situação é tão complexa e preocupante que chega a casos extremos,
alguns dias atras um amigo e irmão viajou a uma cidade do Rio Grande do
Sul onde a santa ceia pelo que parece virou apenas um procedimento, onde
você vai lá come um pedaço de pão, toma um gole de vinho e volta para
casa! Sei que é cruel colocar assim mas é o que
parece. Alguém no púlpito falando palavras vazias sem mensagem
nenhuma, quase como se fosse uma gravação, algo automático, nem para
servir a ceia em si havia a organização necessária. E isso é apenas uma
parte do problema, cultos que mais parecem reuniões para angariar fundos
onde o que se faz é apenas pedir. Saindo do sul, também podemos ver
esse comportamento e até pior, cultos onde não se ensina nada, não tem
nenhuma palavra, se fica apenas mostrando fotos de viagens, oferecendo
algo, vendendo algo, com pessoas individualistas de caras amarradas, em
alguns casos desfiles de moda, isso sem comentar outros problemas 'já
deixou algo no acento da igreja ? quando voltou estava lá ?'.

Pode
dizer que é crueldade e errado falar mal da igreja mas é que do jeito
que a coisa vai em pouco tempo não vai ter mais pelo que se levantar e
reclamar, não haverá uma igreja.



Partes do Artigo Original do : Pastor Nelson Gervoni

SEITAS SECRETAS - Os Templários


Posted: 06 May 2012 03:25 PM PDT







Abençoados e Amaldiçoados pelos Papas e Idealizados Pelos Maçons

A Ordem dos Cavaleiros Templários foi instituída em 1119 por Hughes
de Payns, com a anuência papal de Urbano II, tendo como objetivo dar
segurança aos lugares e templos sagrados de Jerusalém, que havia sido
conquistada em 1099 pela primeira cruzada.


Em 1127, o Rei de Jerusalém, Balduíno II, pediu ao Papa, sanção
papal para a nova Ordem dos Templários, e solicitou-lhe para definir a
regra para a vida e conduta de seus membros. Regras e normas foram
dadas e a Ordem dos Cavaleiros Templários passou a ser mais do que uma
instituição militar, passou a ser uma ordem de Monges Guerreiros de
Cristo. Votos de castidade, benção de armas e promessas de descanso
eterno, caso morressem na batalha, eram algumas das indulgências
concedidas aos cavaleiros de Cristo. Nesses cavaleiros estava incutida a
idéia de que matar em nome de Deus era justificável e de que morrer
por Ele, santificável. Parece que o Papa, para poder atingir mais
facilmente seus ideais, usou a mesma filosofia islâmica da Jihad ou
guerra santa, mas com uma roupagem ideológica cristã. O abade de
Clairvaux, apoiado pelo papa, desfilou um discurso acalorado em favor
dos Cavaleiros Templários dando-lhes autoridade para matar em nome de
Deus:


"Na verdade, os cavaleiros de Cristo travam as batalhas para seu
Senhor com segurança, sem temor de ter pecado ao matar o inimigo, nem
temendo o perigo da própria morte, visto que causando a morte, ou
morrendo quando em nome de Cristo, nada praticam de criminoso, sendo
antes merecedores de gloriosa recompensa... aquele que em verdade,
provoca livremente a morte de seu inimigo como um ato de vingança mais
prontamente encontra consolo em sua condição de soldado de Cristo. O
soldado de Cristo mata com segurança e morre com mais segurança
ainda... Não é sem razão que ele empunha a espada! É um instrumento de
Deus para o castigo dos malfeitores... Na verdade, quando mata um
malfeitor, isso não é homicídio... e ele é considerado um carrasco legal
de Cristo contra os malfeitores" (01).


Pouco tempo depois, no Concílio de Toeis, foram redigidos os
estatutos dos templários, imitando a ordem de São Benedito, porém os
cavalheiros eram de precária religiosidade, quebrando em pouco tempo
todos os votos, incluindo os de pobreza e castidade, tendo como alegação
a riqueza e o harém de Salomão. Um grande número de burgueses se
alistou na ordem, e a religiosidade acabou cedendo lugar ao orgulho,
avidez, luxúria, mas sem jamais deixar de defender o papado que lhes
deu total liberdade.
O Declínio dos Templários

Foi no início do século XIV que, com a liderança de Jacques de Molay
a Ordem entrou num período de acusações e decadência, culminando com
sua extinção. Isso porque, independente do país onde estavam
instituídos, os Templários somente reconheciam a autoridade do Papa.
Conseqüentemente, os reis de diversos países em que os Templários
habitavam consideravam a ordem com antipatia e desdém. Em 1307, o rei
francês Filipe IV, o Belo, colocou seus olhos no tremendo poder
político e nas riquezas dos Cavaleiros Templários franceses. Portanto,
ele decidiu planejar como derrubar a ordem e confiscar suas riquezas. O
rei infiltrou doze de seus homens em diversos comandos dos Templários,
esses espiões serviram bem ao rei em seu plano de destruir os
Cavaleiros Templários. Quando o rei atacou na alvorada do dia 13 de
outubro de 1307, ele estava bem preparado com uma lista de crimes dos
quais os Templários seriam acusados. Estas foram algumas das acusações:
Heresia contra a Igreja Católica Romana; Adoração a objetos satânicos;
Rejeição de Jesus Cristo, exemplificada por rituais onde se cuspia e
pisava-se na cruz; Sodomia e outros atos de homossexualidade. Em toda a
história, essas acusações são comuns contra ordens que exigem o
celibato. O celibato entre homens comumente resulta em práticas
homossexuais.


Além dessas acusações, os Templários confessaram a adoração de um
ídolo barbudo, aparentemente uma cabeça, a quem chamavam de Baphomet.
Mas quem seria esse ídolo? Algumas fontes afirmam o seguinte:


"O símbolo do Baphomet foi usado pelos Cavaleiros Templários para
representar Satanás. O Baphomet representa os poderes das trevas
combinados com a fertilidade do bode. Em sua forma 'pura', o pentáculo é
mostrado envolvendo a figura de um homem nos cinco pontos da estrela -
três pontas para cima e duas pontas para baixo, simbolizando a natureza
espiritual do homem." (02)


"Baphomet: o bode que era o ídolo dos Templários... Algumas
autoridades afirmam que Baphomet era uma cabeça monstruosa, outros que
era um demônio na forma de bode.... Uma figura mágica e panteísta do
Absoluto. A tocha entre os dois cifres representa o equilíbrio e a
inteligência da tríade. A cabeça do bode, que é sintética, inclui
algumas características do cachorro, do touro e da mula... As mãos são
humanas... elas formam os sinal do esoterismo em cima e embaixo, para
transmitir mistério aos iniciados... e apontam para duas luas
crescentes... A parte inferior do corpo está coberta... A barriga do
bode é bem proporcional... O bode tem seios femininos.... Em sua
fronte, entre os chifres e abaixo da tocha, está o sinal do microcosmo,
ou o pentáculo com uma ponta na ascendente..."(03).


Mesmo sem ignorar a perseguição política e os interesses comerciais
do Rei Felipe, todas as conjecturas apontam para um desvio profundo da
primordial vocação ideológica e religiosa que tinham os Templários.
Agora eles haviam se tornados esotéricos e defendiam um sistema de
doutrina religiosa bizarra, uma mistura de esoterismo, cabala,
cristianismo, judaísmo, islamismo... Enfim, em uma salada bem confusa
se tornaria a Ordem dos Templários que chegaria, oficialmente, ao seu
fim com a sua extinção pelo papa Clemente V em 1313.
O Renascimento dos Templários e a Maçonaria

"É provável que a Ordem dos Templários tenha funcionado por algum
período na clandestinidade, com seus membros reunindo-se
secretamente... Uma das causas de sua subsistência talvez tenha sido a
manutenção de atividades secretas, hipótese levantada por alguns
historiadores... Não seria surpreendente constatar-se o funcionamento de
ordens esotéricas com raízes no movimento dos Templários. Independente
de como isso se deu, o fato é que existem algumas organizações que se
consideram descendentes diretas da Ordem dos Templários de Jerusalém...
Entre essas organizações está a maçonaria... Contudo, nem todos os
maçons são Templários. O Templário é apenas uma parte da estrutura
maçônica conhecida... Por isso mesmo, assume-se como organização
fraternal cristã, fundada no século XI..." (adaptado - 01)


Alguns historiadores acreditam que os Cavaleiros Templários
escaparam das perseguições do rei Filipe IV de França e do Papa
Clemente V, fugindo para a Escócia e para a Inglaterra, e renomeando o
grupo para Maçonaria. A fundação da Grande Loja Maçônica, em 1717, seria
o restabelecimento dos Templários.


Sobre a Maçonaria, alguns estudiosos afirmam que ela está ligada às
lendas de Ísis e Osíris, do Egito; ao culto a Mitra, vindo até a Ordem
dos Templários e à Fraternidade Rosacruz entre outros elementos.
Conclusão:

Nosso objetivo, ao descrevermos sobre a Ordem dos Templários, é para
esclarecermos três pontos: Primeiro, como os Católicos Medievais
absorveram a ideologia Islâmica da Jihad, matando e guerreando de
maneira fanática e sem critérios cristãos, visando atingir objetivos de
papas e reis. Segundo, para mostrar o desvio dos Templários em sua
ideologia religiosa, criando uma religião particular de cunho
extremamente duvidoso. E por último, questionar como a Maçonaria, que
se arvora mais como movimento filosófico do que religioso, pode se
orgulhar de ter em sua etimologia um movimento execrado até pelas
instituições medievais.


Enfim, esperamos que as informações aqui passadas possam esclarecer a
todos os leitores que estudam tanto o catolicismo como a maçonaria.

Bibliografia
(01) - Silva, Pedro; "História e Mistério dos Templários"; Editora Ediouro, São Paulo - SP, 2001.
(02) - http://www.geocities.com/SoHo/Lofts/6877
(03) - Encyclopedia of Occultism, de Lewis Spence, copyright 1959, publicada originalmente em 1920
(04) - http://www.cacp.org.br/


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POR falar em ASSEMBLEI A DE DEUS ALGUEM SABE QUANDO FOI INSTITUIDO O DIZIMO LA

Mensagem por carlos alexandre rodrigue em 7th Maio 2012, 10:36 pm

ALGUEM SABE QUANDO E COMO FOI INSTITUIDO O DIZIMO NAS AD? foi com vingren e berg ou foi depois?

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