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Último contato de Marcelo Ferreira com o Ministério da CCB.

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Último contato de Marcelo Ferreira com o Ministério da CCB.

Mensagem por Lourival soldado cristão em 3rd Agosto 2012, 6:51 pm


Últimas Notícias!!!!








Nota de Esclarecimento - 12/01/2010[/b]
Nesta nova edição revista e ampliada do livro "Por Trás do Véu" foram inclusas importantes informações históricas e considerações que não estavam contidas nas edições anteriores.
Apontamos que nesta nova edição, foi retirada de seu capítulo 8 uma matéria com o subtítulo "Declarações da CCB a respeito das diferentes versões da Bíblia",
onde mostrava que a CCB através de seus tópicos de ensinamentos, era
contrária a utilização por seus membros da Bíblia Almeida Revista e
Atualizada (ARA). Anteriormente, criticamos a atitude da CCB em tais
afirmações e até defendemos o trabalho da tradução da Bíblia ARA, porém,
após analizarmos e buscarmos apoio junto a autoridades em traduções
bíblicas e línguas originais, retiramos nossa crítica ao posicionamento
da CCB e concluímos que ela acertou em indicar e manter o uso da Bíblia
Almeida Revista e Corrigida (ARC) para seus membros.
São Paulo, 12 de janeiro de 2010.
Marcelo Ferreira[/b]
Autor


---------------------------------------------------------------------------
13/03/2008 - Último contato de Marcelo Ferreira com o Ministério da CCB.

São Paulo, 13 de Março de 2008

Marcelo Ferreira da Silva, membro da Congregação Cristã no Brasil no período de 15 de Julho de 1995 a 03 de Março de 2008,

Ao Conselho de Anciães da Congregação Cristã no Brasil

Graça e Paz, da parte de Deus, nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo,

Prezados e amados irmãos em Cristo,
Passados
10 dias de nosso último encontro realizado em reunião ministerial do
Conselho de Anciães, ocorrida em 03 de Março de 2008, onde
arbitrariamente os senhores anciães presentes, verbalmente me excluíram e
cercearam minha liberdade como membro da igreja e músico integrante da
orquestra (onde fui oficializado em 02 de novembro de 2002), venho por
meio desta a lhes transmitir o seguinte:

- Apesar de me ter sido
negado algum comunicado formal, por escrito, que documentasse tal
decisão, expresso que me considero excluído da nobre instituição, não
por minha vontade, mas por vossa deliberação. Peço, isto é, se em vossa
consciência ainda restar algum compromisso e amor cristão com aqueles
que por tantos anos caminharam convosco, que por favor disponibilizem
tal documento indicando minha exclusão, sem receios de ações judiciais,
pois é assim, com transparência, que procede o relacionamento entre
cristãos.

- Mediante tudo que presenciei em tal reunião; encontro
este muito tumultuado por interrupções, testemunhos, acusações, risos e
conversas paralelas, expressando uma conduta pouco cristã por parte de
alguns componentes deste Conselho, expresso meu lamento por tais
atitudes e pela preocupação exacerbada de V.Sas. na defesa de tradições
humanas presentes nesta denominação, deixando de lado uma excelente
oportunidade para dialogarmos sobre a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.
Esperava uma atitude diferente, principalmente dos septuagenários e
octagenários presentes, devido a grande responsabilidade que este
Ministério possui perante milhares de irmãos da Congregação Cristã no
Brasil.

- Lamento que os prezados anciães, face as dificuldades
enfrentadas pela Congregação Cristã no Brasil, mantenham-se tão coesos
em muitas idéias arcaicas e sem base bíblica, pautando suas ações, na
sua maioria, em sentimentos e experiências pessoais. Dentre estas, as
mais radicais como a de excluir do grupo qualquer que, respeitosamente
venha divergir das atitudes adotadas pela liderança exercida por vós,
muitas vezes lhes mostrando algo positivo a ser realizado.

- Em
relação a Congregação Cristã no Brasil, cumpri o meu chamado como membro
e o meu testemunho se unirá ao dos profetas, apóstolos, evangelistas e
todos aqueles que foram movidos pelo Espírito Santo para batalhar pela
fé que uma vez foi dada aos santos, transmitindo aos seus algo da parte
de Deus.
Minha consciência segue tranquila, em paz, pois tudo que
lhes transmiti e relatei o fiz abertamente, educadamente e bem
documentado; comportamento digno de um cristão.

- Que a irmandade
da Congregação Cristã no Brasil, possa receber de Deus forças e
discernimento para enfrentar tantos impecílios e dissabores ao qual tem
sido submetidos; ora pela imposição das tradições humanas que os impedem
de servir melhor a Deus, ora por escândalos envolvendo alguns de seu
Ministério, que agridem e envergonham o amado povo da Congregação Cristã
no Brasil; permanecendo estes, sem receber qualquer ajuda e
esclarecimento por parte do Ministério Central, representado por este
Conselho.
O que a Bíblia Sagrada, nossa única regra de fé e conduta nos diz a este respeito:

"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus".
(Mateus 15:6)

“Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas?
“Tu, que dizes que não se deve cometer adultério, adulteras?
“Tu, que abominas os ídolos, cometes sacrilégio?
“Tu,
que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei?
Porque, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios
por causa de vós”. (Romanos 2.21-24)

Certo estou da fiel recompensa que o Senhor, Justo juiz, me dará naquele dia, glória a Deus! Tendo patente o seguinte:

“Porque
as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus
para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a
altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo
todo o entendimento à obediência de Cristo;” (2.ª Coríntios 10:4-5)

E
que Deus tenha misericórdia de vós, para permanecer somente na "fé que
uma vez foi dada aos santos" (Jd 3) e a "não ir além do que está
escrito" na Santa Palavra de Deus (1.ª Coríntios 4:6).

Termino
esta carta, com alegria no espírito, saudando-vos com a preciosa Paz de
Deus e me lembrando das palavras do Nosso Senhor Jesus Cristo:

"Conheço
as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a
pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste
o meu nome".
"Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa".
"Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas".
(Apocalipse 3:8,11,13)


Sinceramente em Cristo, vosso irmão na fé,


Marcelo Ferreira da Silva




====Notícia_A1 - 21/02/2008
-ANCIÃES NO “PAREDÃO”
ESTÁ SE APROXIMANDO A ASSEMBLÉIA GERAL DE ENSINAMENTO NO BRÁS, E DESTA
VEZ ANCIÃES TEM PELA FRENTE A DIFÍCIL TAREFA DE SE FAZEREM "SENTIR" UNS
“PANOS QUENTES” PARA O ESPISÓDIO “POR TRÁS DO VÉU”.



Em
análise do ocorrido até aqui, no caso envolvendo o lançamento da obra
“Por traz do Véu” do irmão Marcelo Ferreira e o Ministério de Anciães da
Congregação Cristã, conclui-se que a atitude do Corpo de Anciães do
Brás em São Paulo ter chamado o irmão Marcelo Ferreira em Plenário na
intenção de não querer ouví-lo, e impondo uma exclusão sumária, não foi a
das mais acertadas decisões pelos Anciães, pelo menos é o que ficou
demonstrado, após este episódio que resultou ainda mais para explodir e
dividir as opiniões dos irmãos da CCB, que vem acompanho o irmão Marcelo
e seu trabalho, como também, surpreendeu todo o meio evangélico. Sendo
que Marcelo Ferreira após receber a decisão do Plenário de Anciães
esteve participando do programa “Crescendo na Fé” (rádio FM 105,7) e se
pronunciou aos ouvintes que aguardavam o resultado da Reunião.

Foi
possível acompanhar e avaliar a espontaneidade por parte de muitos
irmãos da Congregação Cristã que ao vivo prestaram solidariedade, apoio,
com palavras de Fé e esperança ao Irmão Marcelo Ferreira; pode observar
que os mesmo não deixaram de expressar sua grande decepção e indignação
com a atitude e a forma do tratamento imposto pelos Anciães da CCB. No
programa “Crescendo na Fé” o irmão Marcelo declarou e prestou
agradecimentos ainda aos diversos e-mail’s e telefonemas recebidos de
muitos amigos e irmãos.

Não há que se negar a grande popularidade
e força que este movimento ganhou e vem crescendo espantosamente na
luta por uma reflexão e a tomada de conversão aos modos de como o
Ministério da CCB vem tratando os preceitos fundamentais do Evangelho, e
o mais estarrecedor, o pouco caso demonstrado com seus membros, sem
dizer o grande exercito de crentes feridos sem ser socorridos.

Foi
perceptível e transparente a ansiedade, e a grande preocupação que
rondou e continua tirando o sono do Corpo de Anciães. O medo de não se
comprometerem em dar respostas foi notável. O dever de resposta diante
de uma Igreja, não formada por 12 ou 40 anciães que seja, e sim por
milhões de membros que certamente fiéis a Deus e a Instituição CCB, os
quais levantaram um grande patrimônio através de trabalhos voluntários, e
de suas coletas, ficam hoje estampados como “massa de manobra”, uma vez
que o pequeno colegiado de anciães afirmou categoricamente que eles tem
o controle nas mãos ao serem unânimes em dizer “...se nós não sentirmos, o que adianta você nos dizer que o que você recebeu provém do Espírito Santo..?”;
imperioso se faz salientar neste tipo de afirmação que somente o tais
se consideram o canal de toda revelação do Espírito Santo, porém fica a
pergunta: que espírito sobrou para habitar no coração dos demais ?

Este
modo de como os Anciães da CCB conduzem seus membros, dentro do meio
evangélico até certo ponto é atípico, tendo em vista se analisarmos o
seu principal artifício para implementar tal organização, é não permitir
o pleno estudo das Sagradas Escrituras. Se pautássemos no paralelo com a
forma de Governar de um Pais que não dá prioridade ao ensino e a
educação, veremos que esta sociedade viverá às margens de seus direitos
constitucionais, sem expressão e forças para lutar por seus ideais, não
terá bons princípios de convivência social, não respeitará o próximo,
não terá riquezas, saúde e desenvolvimento, não usufruirá de tecnologia,
trabalhos sempre precários, e serão fáceis de serem manipulados, ou
seja, tudo que disser é a regra sem condições de qualquer discernimento,
porque a falta do ensino e da educação amputou a dignidade humana. Por
conseguinte, a Bíblia Sagrada é o principal instrumento de educação e
ensino na vida Cristã, onde todos poderão aproximar-se de Deus através
do que já está revelado, usufruindo de maior e constante plenitude da
Graça e do Poder Deus, de outro modo, sem o ensino bíblico vive-se
também, porém, o Espírito Santo atuará no Cristão e na Igreja Local na
medida que a fé é construída e solidificada no conhecimento que se tem
da Grandeza de Deus por meio do que ensina a Sua Palavra. Tirar o ensino
Bíblico é extorquir a posse de um direito pleno dado por Deus, ou seja,
é afastar-se do próprio Deus, é amputar a identidade Cristã.

Por
isso não é de nenhum interesse do Ministério de Anciães, dentre os
diversos pontos, oferecer o ensino bíblico aos seus membros, porque
assim seus tópicos de ensinamentos, suas “revelações”, suas tradições
não serão questionadas frente as verdades contidas na Bíblia Sagrada ,
visto que, tem que prevalecer o que melhor lhes convém, é a forma
defensiva desta organização. Os membros da CCB não sabem, tão pouco tem
noção de assimilar a força que tem segundo o poder de Deus. Neste
instante muitos anciães temem por se levantar uma liderança ou
resistências, que de modesta forma é já os assustam porque os trabalhos
em torno da Obra “Por Trás do Véu” continuam.

Após a Assembléia
Anual de Ensinamentos no Brás, toda a Congregação Cristã da grande São
Paulo coloca o olhar atento e minucioso em seus Anciães e nas medidas
que serão tomadas nesta Assembléia, que posteriormente serão
transmitidas a todos através de seus tópicos de ensinamentos.O peso
ainda mais recai sobre a “TROPA DE ELITE”, por melhor dizer, os doze
mais antigos juntamente com o ancião-presidente Jorge Couri que nos
últimos meses tem sofridos sérios desgastes de sua imagem e conduta
cristã a frente do Corpo de Anciães sendo citado por diversos sites
sobre seu envolvimento em crimes, como Falsidade Ideológica, e por
tolerar práticas abusivas de outros anciães, sendo ventilado o último
caso de envolvimento e denuncia por prática de racismo a membros da
igreja. Portanto, o artifício provável a ser aplicado sobre a Igreja,
não surpreenderá, haja vista, o "modus operandi" já praticado pelo
Ministério de Anciães, será o do “ABAFO ou ESQUECIMENTO”. Cidades do
interior de São Paulo e demais Estados, é “fingir que nada aconteceu” ou
“nada nos atingiu” “não alimentar comentários”, é simplesmente dissipar
os fatos da memória através do tempo. As cidades onde não houve
cogitação “nada à declarar”. Mas o maior problema é a grande São Paulo,
aqui está e sempre foi o centro dos acontecimentos e da propagação dos
grandes movimentos que desencadeia por todo País, não obstante os meios
de comunicação que fazem os fatos chegar quase no instante.

Medidas
irresponsáveis não são esperadas, como a proibição da compra da obra
“Por Trás do Véu”, instruir a igreja para abstenção de informações e
participação de programa de rádio, cursos de teologia, como também, não
se espera utilizarem de declaração danosa à conduta e a pessoa do irmão
Marcelo Ferreira, excluído do corpo de membros em Plenário. Em último
caso, o subterfúgio é de se fazerem vítimas, lançando mensagens
subliminares alegando que a “obra” está sofrendo perseguições, que se
levantam lobos devoradores, cães, homens sem temor e sem o Espírito
Santo de Deus, rebeldes, desobedientes, etc... Os anciães demonstraram
prepotência na sustentação de seus conceitos considerados como uma forma
de Evangelho, mas a igreja se deparar frente a tais medidas, com
certeza não serão ignorantes a este ponto.

De forma silenciosa a
igreja os põe num “PAREDÃO” e por isso será muito provável, pelo menos
aqui em São Paulo, onde não há outra forma de fugir do olhar dos irmãos,
virão certamente nos púlpitos na defesa e preservação de seus
“ENSINAMENTOS E TRADIÇÕES” estabelecidos desde os “primeiros marcos da
obra”, os quais pedirão à igreja que permaneçam nestes ensinos.
Pertinente é observar que estas medidas, como os outros ensinos
transmitidos a igreja referente prática e vida cristã, por considerarem,
eles “o canal de toda a revelação” de Deus estes ensinamentos virão
mais uma vez sem qualquer base e fundamentação na Bíblia Sagrada. Para
toda a CCB só terão que aguardar!!
[/b]
[/i][/justify]

Reportagem: Nicodemos
==>Notícia_A2 03/03/2008
“FICAMOS COM AS NOSSAS TRADIÇÕES”- Anciães
da CCB afirmam ser “SOBERANOS” em suas decisões recusando ouvir irmão
Marcelo Ferreira, que é excluído da Congregação Cristã por “sentença”
dada pelo Ministério reunido em Plenário no Brás.


No
dia 03/03, segunda-feira, no Brás em São Paulo, esteve reunido o
Ministério de Anciães da Congregação Cristã, com a presença do irmão
Marcelo Ferreira, auto do livro “Por Trás do Véu”, convidado no ultimo
dia 26 de fevereiro pelo ancião-presidente Jorge Couri, que segundo as
formalidades do convite, o Ministério da CCB se colocaria a disposição
para ouvi-lo em Plenário, face ao lançamento da Obra “Por Trás do Véu”,
que conta a trajetória da CCB no Brasil, que traz à tona documentários e
fatos singulares de sua forma doutrinária com suas transformações.

A equipe de notícias do Portal CCB OnLine
esteve no local e pode acompanhar os bastidores deste momento ímpar da
história da CCB, haja vista, a grande repercussão deste movimento que
vem crescendo espantosamente na capital Paulista e ganhando outros
estados do Brasil, onde é possível constatar que dentre os membros da
CCB já diverge as opiniões, como também entre irmãos que compõe o
Ministério da CCB, uma vez que, esperam e acreditam na possibilidade de a
Congregação Cristã no Brasil voltar à visão missionária ( “IDE” ) se
tornando uma igreja emergente, somando forças no cenário evangélico
nacional e internacional, além da compreensão de sua natureza viva como
organismo espiritual pertencente ao Corpo de Cristo(1Co.12:13).

O
irmão Marcelo Ferreira se fez acompanhado até o local por amigos,
Pastores, Presbíteros, que o apóiam neste trabalho, autorizada tão
somente a entrada do irmão Rogério Aguilar, previamente recomendado. A
reunião iniciou por volta das 18:45 hs com duração próxima de duas
horas. Antes do inicio da reunião os Anciães mais novos que se faziam
presentes se retiram permanecendo em Plenário apenas os anciães mais
antigos e alguns novos de grande primazia entre eles.

Não foram
tão afetuosos na recepção aos amigos, e pastores e presbíteros que
permaneceram na recepção aguardando o desfecho da reunião. Por ser o
local não muito amplo, e a quantidade de anciães presente ser razoável
não se notou cordialidade, como um “boa-tarde” ou qualquer outro
cumprimento, fato que casou certo desapontamento por quem esteve pela
primeira vez.
Após
a reunião o irmão Marcelo Ferreira, acompanhado do irmão Rogério
Aguilar, ainda na recepção concedeu breves relatos a equipe do Portal CCB Online
,
dizendo que a reunião não foi da forma proposta pelo Ministério de
Anciães, aplicando suas imposições, valendo-se do local e de suas
dependências. Foram sustentadas, pelo Plenário algumas afirmações desta
natureza, como: Não interessa ao nosso ministério o que o irmão tem à
dizer...desde já nós anciães recusamos a ouvir suas declarações; ...Aqui
quem fala somos nós...no demais, é obedecer e acatar nossos conselhos;
Temos a revelação....seu trabalho não pode proceder do Espírito
Santo,...porque nós não “SENTIMOS”.; este ministério é SOBERANO
nas suas decisões...; “Ficamos com nossos ensinamentos e tradições...as
demais igrejas evangélicas existem para que estes possam chegar até
nós”.


O irmão Marcelo Ferreira disse que foi um tanto
difícil concluir alguns pontos, tendo vista sucessivas interrupções
provocadas pelos anciães e pelo ancião-presidente Jorge Couri. Os
questionamentos e os pontos de reflexões apresentados pelo irmão Marcelo
os chamavam para uma abordagem aos preceitos bíblicos, portanto não
houve uma pré-disposição de todo o Plenário dar ênfase ao que Bíblia
fundamenta, e sim pautar em Testemunhos e outras citações não cabíveis
no contexto fático. O Ministério da CCB procurou desequilibrar, sendo um
meio ardil para não se comprometerem em Plenário, e diante da realidade
espiritual que atravessa toda a CCB, ou seja, uma Apostasia (
afastamento total das Escrituras Sagradas); como também, o dever de
resposta a todos os membros da CCB frente aos pontos doutrinários
controvertidos relatados pelo irmão Marcelo Ferreira, que portanto, face
a Verdade que só as Escrituras Sagradas pode trazer os colocariam
diante do dever Cristão de se humilhar, arrepender e pedir perdão.

Ao
final, o Ministério da CCB impôs ao irmão Marcelo Ferreira as seguintes
condições: a primeira pedia sua rendição à todo o trabalho, sendo, o
livro, as participações de rádio, e outros meios de comunicação, além de
deixar de freqüentar e pregar em outras denominações evangélicas,
voltando tão somente a ser músico na CCB, sem o direito de ministração
ou pregação da Palavra; e tendo como segunda condição ser declarado
excluído em Plenário, desconstituído como membro da CCB, caso insistisse
em prosseguir este trabalho. Estas imposições também foram dirigidas ao
irmão Rogério Aguilar, sendo que ambos, certos de suas convicções
declararam continuar a lutar pela causa que o Senhor Deus os tem chamado
pelo poder do Espírito Santo.

O irmão Marcelo Ferreira fez a
entrega em plenário do seu Pronunciamento por escrito contendo todos os
apontamentos doutrinários a serem analisados, que remotamente serão
respondidos pelo Ministério da CCB, o qual este ato configura daqui para
frente um termômetro que irá traduzir o grau de comprometimento que
este Ministério da CCB tem para com os seus membros e acima de tudo com a
Palavra de Deus.

Segue abaixo os item apresentados ao Ministério da CCB.

....Apontamos para algumas providências que iriam sanar muitos dos problemas hoje vigentes em nosso meio:

- Desfazer alteração do tópico 1.º dos Pontos de Doutrina e da Fé que uma vez foi dada aos santos,
que constam no Estatuto, desde 1995, onde diz que a Bíblia contém a
Palavra de Deus. Ela não contém, ela É a infalível Palavra de Deus,

- Retirar o texto entitulado "Doutrinas",
exposto na página 25 da edição unificada (livreto azul), referente a um
dos tópicos da Reunião de Ensinamentos de 1948 que dizem:

“ No
velho concerto havia três leis: Civil, Moral e Cerimonial e por suprema
autoridade o sumo sacerdote. ...Os fiéis em Cristo, chamados a
testemunhar o Evangelho a todas as nações tem que reconhecer autoridades
e leis civis de qualquer nação”...
“...A lei cerimonial com as suas
ordenanças foi cumprida com a oferta pura do Cordeiro de Deus ,...A lei
moral é fruto da nova vida em Cristo Jesus...”

De acordo com este ensino, havia três leis, mas nem todas elas foram cumpridas.

A
Bíblia ensina que a lei é uma só, não se encontra na Palavra de Deus
tal divisão. Toda a lei foi cumprida, (...)(Gl 3:10,11; 4:4-5; Mt 5:18;
Jo 19:30).
Quando um fariseu perguntou a Jesus qual era o maior
mandamento da lei, Jesus não quis saber de qual lei (Mt 22:34-40),
porque a lei é uma só.

A nova aliança tem uma lei própria: a lei
de Cristo ou a lei do Espírito (Rm 3:27; 8:2; 1Co 9:21; Gl 6:2). E é
justamente nessa lei e no cumprimento dos seus mandamentos que andamos.
Quando
veio a nova lei, a velha já havia cumprido seu propósito e não era mais
necessária, por isso foi removida (Hb 8:6-13; 10:1-18, 2Co 3:11).

Dizer que Cristo cumpriu apenas parte da lei é afirmar que sua obra foi incompleta.
As afirmações desse tópico das Reuniões de 1948 são simplesmente
antibíblicas. É inconcebível que um tópico de ensinamento como este
permaneça por tantos anos em uma igreja cristã.

- Cessar o Rebatismo de crentes oriundos de outras denominações sérias que possuem uma confissão de fé genuinamente cristã,
sendo ensinado à irmandade da Congregação Cristã que, quando algum
crente de outra denominação evangélica migrar para a Congregação, não
será exigido deste, que se batize novamente, para que possa ser
considerado irmão ou exerça liberdade de tomar ceia, orar, testemunhar e
chamar um hino. Este batismo efetuado em outra denominação evangélica
genuína, será aceito se obedecer a ordenança bíblica do Senhor Jesus em
Mateus 28:19. O Rebatismo de quem já foi batizado conforme a Palavra
constitui uma heresia. Há um só batismo conforme Efésios 4:5 e Romanos
6:3-4.

- Rever o ensinamento da Congregação Cristã de que o batismo purifica o homem do pecado, pois tal afirmação, no entanto, não tem base bíblica. O texto de 1João 1.7 lança por terra tamanha contradição:

“...e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho nos purifica de todo pecado”.

A Bíblia deixa bem clara essa questão: o que nos purifica é somente o sangue de Jesus Cristo. Lemos, em Marcos 16.16:

“Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”.

Não é dito que quem não crer e não for batizado será condenado, mas apenas que quem não crer.
Pregar
o batismo salvífico é pregar outro evangelho (Gl 1.6-9; At 15.11; Rm
1.17; 2Co 11.4). Quem regenera é o Espírito Santo, quando a pessoa se
arrepende de seus pecados e crê em Jesus (Tt 3.5-7; 1Pe 1.18).
O batismo não lava pecados, somente o sangue de Cristo (1Jo 1.7; Ap 1.5; 5.9,10).

-
Ensinar a querida irmandade que a Congregação Cristã no Brasil é uma
igreja cristã, na qual opera a Graça de Deus como em outras denominações
genuinamente cristãs. Não sendo correto chamar a Congregação Cristã de
"Graça de Deus" ou "esta Graça",
pois a Graça de Deus não é a
Congregação Cristã ou qualquer outra denominação evangélica, mas sim a
Obra Redentora realizada pelo Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário em
favor de todo aquele que Nele crê (Jo 3:16). Graça é o favor imerecido
de Deus não uma denominação ou instituição religiosa.
Também a não chamar a Congregação Cristã de "caminho", pois o único caminho que conduz a salvação segundo a Bíblia nos ensina é o Senhor Jesus (Jo 14:6).

- Que os demais evangélicos sejam reconhecidos como irmãos apesar de suas diferenças culturais e de liturgia de culto.
A Palavra de Deus ensina que a todos que receberam a Cristo como seu
Salvador, foi-lhes dado o poder de serem feitos filhos de Deus, irmãos
em Cristo, independente de qual denominação evangélica pertençam (Jo
1:12; Rm 8:14; 1 Jo 3:1). Tal exemplo vemos nas igrejas da Ásia
descritas em Apocalipse (Ap 2:1 a 3:22). Lembrá-los para nunca mais
chamá-los de seitários ou outros nomes pejorativos.

- Não pregar contra o ministério dos pastores, pois apesar de não adotar-mos tal ministério, o mesmo é bíblico (Jr 3:15, Jr 23:4, Ef 4:11, Hb 13:7)

-
Não pregar contra Estudo Bíblico ou Teológico, pois além do membro
exercer sua liberdade de escolha, a Bíblia aponta para a necessidade de
examiná-la, ou seja estudá-la para ser melhor usado pelo Espírito Santo
(Js 1:8, Jo 5:39, 1Tm 4:13, 2Tm 2:15, 2Tm 4:13).
Lembremos que o
apóstolo Paulo, foi doutor da Lei, possuía extremo preparo nas
Escrituras Sagradas, além de conhecedor profundo das culturas judaica,
grega e romana.

- Estabelecer ensino das Escrituras
Sagradas nas Congregações em forma de Escola Bíblica, ou Culto de
Ensinamentos e Doutrinas, classificado em crianças, jovens e adultos.

Tais estudos sempre foram adotados na Congregação Cristã de Chicago,
onde pertenceu como membro o irmão Louis Francescon, nas igrejas do
movimento pentecostal italiano, como nas demais igrejas cristãs. Isto
ajudaria e muito a se manter uma única compreensão doutrinária dentre
toda a irmandade e Ministério.

- Explicar o que são Doutrinas Bíblicas, que são as bases do Cristianismo, e o que são usos e costumes,

- Que os tópicos de ensinamentos sejam publicados e acessíveis a toda a irmandade,

- Quanto ao adultério e a fornicação, por pior que sejam estes pecado, não podem ser considerados pecado de morte sem perdão.
Pois não existe base bíblica para tal afirmação, havendo na Bíblia
relatos de que mediante o arrependimento e abandono de tal prática
pecaminosa Deus concede perdão, como no caso da mulher adúltera (Jo
8:1-11, 1 Jo 1:7-10).
O pecado de morte, sem perdão, refere-se a
blasfêmia contra o Espírito Santo, que é atribuir conscientemente a
satanás uma Obra realizada por Deus (Mt 12:31-32).

- Incentivar a irmandade da Congregação Cristã e treiná-los para o exercício de missões.
Quando esta se der, não praticar proselitismo e disputar o campo já
ocupado por igrejas genuinamente cristãs (At 15:20-21). Independente de
possuir cargos eclesiásticos, todos podem participar, pois a grande
comissão de Jesus (Mt 28:19) é para toda a Igreja de Cristo, não somente
a uma classe especial; porém é trabalho da igreja prepará-los e
dar-lhes retaguarda nestas missões.

- Investir
incansavelmente na busca pelos parados na fé, tratando-os com amor que
convém a nossa condição, lhes mostrando que em Jesus Cristo há uma
chance de restauração e purificação dos pecados (1Jo 1:7-10).
O Senhor mesmo disse:

“Todo o que o Pai me dá virá a mim, e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (Jo 6:37).

Muitos
por se sentirem desprezados e perdendo sua liberdade nos cultos tem
sido alvo de grupos não cristãos e sucumbem a doutrinas de demônios,
pois devido ao estado de aflição, muitos agarram-se a qualquer coisa.
Não é necessário falar dos milhares de nossos irmãos que foram parar na
sarjeta, ficaram depressivos, tiveram suas vidas destruídas pelo
desprezo e até cometeram suicídio.
É necessário se estabelecer um
acompanhamento sério nos casos de transgressões e pecados, tratando-os
com misericórdia e, no caso de aplicação de disciplina, os tais sejam
acompanhados com amor cristão para que possam ser, mediante
arrependimento sincero, reintegrados a comunhão da igreja sem
discriminação. E que se busque muita guia de Deus para não se abater as
almas lavadas e remidas pelo precioso sangue expiador do Senhor Jesus.

[i]1 - O que segue não é um problema doutrinário, ou algo que venha a ferir as Escrituras Sagradas, mas de consciência:

Refletir
na possibilidade de passar a servir um dos dois elementos da Santa
Ceia, o vinho, em cálices individuais e descartáveis.

Respeitamos a atual forma de servi-la na Congregação Cristã, utilizando
um único cálice, mas não podemos esquecer que o fato de centenas, às
vezes milhares de irmãos, participarem de um mesmo cálice, põe em risco a
integridade física de seus membros, pois a possibilidade de
contaminação por alguma doença infecto-contagiosa é extrema.
Sabemos
que o Senhor é Poderoso para nos livrar e guardar de tais males, mas
temos que encontrar um equilíbrio, de acordo com as Escrituras Sagradas.
Estas nos apontam em Mateus 26:27, Marcos 14:23 , 1Coríntios 11:28 que
temos que tomar "dele" (o cálice), e segundo Lucas 22:17 reparti-lo
entre nós, não necessariamente "nele". Não há problema doutrinário em
pegar de um cálice principal e repartir em demais cálices para serem
servidos aos nossos irmãos. Já é corrente entre o Ministério que muitos
da irmandade já não aceitam esta forma de servir o vinho da Santa Ceia,
tendo dificuldade em colocar sua boca num recipiente compartilhado por
centenas de irmãos. Não podemos também desconsiderar, que a qualquer
momento podemos ser alvo da intervenção de autoridades sanitárias
governamentais.



Veja o Documento completo, Acesse:
CARTA DO LEITOR( B1)
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=>Notícia_A3 - Data 29/02/2008


Ministério
da CCB face a obra “Por Trás do Véu” convida seu autor Marcelo Ferreira
para se pronunciar em Plenário dos Anciães na Capital Paulista.
[/b]




O
que não era de se esperar aconteceu no último dia vinte e seis de
fevereiro, exatamente trinta dias após o lançamento da obra “Por Trás do
Véu”, livro que relata o início do Pentecostalismo no Brasil e a
história da trajetória da CCB até nossos dias. Fato este que fez agitou
os bancos da cúpula maior do Ministério da CCB, face a esta obra que já
se torna um "best-seller" no meio evangélico, e toda sua grande
repercussão, principalmente entre os membros da CCB. Não obstante, o
livro por si só, como também toda a equipe de assessoria que através de
rádio, sites e outros meios, empenham-se para a grande interação,
expandido assim, o número de irmãos que buscam maiores esclarecimentos.
Diante de tais acontecimentos o Ministério das CCB contatou neste último
dia 26/02, o Irmão Marcelo Ferreira, autor do Livro, por meio de um
convite muito generoso pelo irmão Joel Bagnato, ancião do Bom Retiro em
São Paulo para participar de uma reunião com Anciães, em Plenário no
Brás.
Segundo o irmão Marcelo Ferreira, o ancião Joel Bagnato
declarou que “tendo em vista a repercussão do livro, o Ministério da CCB
deseja ouvi-lo”. A reunião está sendo agendada para a próxima semana. O
irmão Marcelo será acompanhado por alguns irmãos, sendo apenas
franqueada a entrada em plenário o irmão Rogério Aguilar residente na
capital, musico oficializado na CCB e cunhado do Autor.
Pelo que se
tem conhecimento algo semelhante jamais havia ocorrido. O Ministério da
CCB sempre se apresentou muito rígida, consistente e fechado em ceder a
qualquer tipo de diálogo, e reivindicações de ordem doutrinária , sempre
buscaram o controle e a hegemonia do seu sistema organizacional. Seu
ministério tem o referencial por antiguidade ministerial, somada a
preeminência carismática do líder que fortalece ainda mais a posse de
suas prerrogativas. Se fizer uma paralelo deste sistema com formas de
governos, teríamos mais ou menos uma forma monárquica contraposta à
republicana, ou até mesmo uma ditadura frente a uma democracia.
Pertinente se faz argumentar neste âmbito, tendo em vista ser notório
que quase a totalidade dos anciães da CCB, seja eles com um ano, vinte
anos, até trinta anos de ministério, estes, em todas as Assembléias
Anuais apenas endossam com “Amém” tudo o que já foi pré-estabelecido por
uma pequena cúpula de doze anciães (os mais antigos). Não há direito de
voto, participação, livre manifestação, sem falar dos Cooperadores,
pois estes ouvem e tem que obedecer calados. Contudo, o que impressiona
agora é poder parar e ver o Ministério da CCB render-se tão somente a um
irmão, simples músico executor de sax-tenor, pai de família,
trabalhador. É possível aqui fazer uma analogia muito própria ocorrida
no dias do apóstolo Paulo, onde admoestava e incentivava Timóteo acerca
de seu ministério dizendo “Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o
exemplo dos fiéis, na palavra no trato, na caridade, no espírito na fé,
na pureza”(1 Tm 4:12) e disse mais “Não repreendas asperamente os
anciãos, mas admoesta-os como pais; aos jovens, e como a irmãos;”(1 Tm
5:1) . O Espírito Santo concede Graça a quem Quer, e não se leva em
conta fios de cabelos brancos e sim a Soberania do Todo Poderoso Deus,
querendo Ele operar quem O impedirá, aponta os preceitos Bíblicos.
Muitos
outros casos já surgiram tentando buscar da CCB algum posicionamento,
respostas e até reivindicações. Existem ainda movimentos que lutam por
respostas, como por exemplo, o Ministério da Reforma, de Ricardo Adam, o
Movimento Juristas CCB, e tantos outros. E agora, fica porém a
pergunta: o que realmente tirou o sono dos Anciães da CCB, como o de
Faraó nos dias de Moisés ?
É notório que a pressão tem sido maior
sobre o Ministério de Anciães da grande São Paulo, onde está concentrado
o colegiado com o maior número dos Anciães mais antigos da CCB, que se
vê diante dos Anciães dos demais estados, cobrados por nada terem feito,
sem pronunciarem a irmandade dentro destes dois últimos anos que o
trabalho “Por Trás do Véu” vem atuando. Todavia que o método comum
utilizado pelo Ministério CCB é o da distração, ou seja, ignorar os
fatos até que desapareçam. Porém não funcionou muito desta vez, porque
na ocasião do lançamento do Livro “Por Trás do Véu” a equipe de
assessoria enviou convites pessoais a quase todos os anciões mais
antigos, e os de renome, nos Estado do Paraná, Bahia, Mato Grosso, Minas
Gerais e diversas cidades do interior do Estado de São Paulo, além dos
da Grande São Paulo. Portanto estes Anciães querem tentar uma resolução
do caso, ou evitarem maiores movimentos, se tratando de São Paulo que é
sede Nacional sob presidência do Ancião Jorge Couri.
O irmão Marcelo
Ferreira marcou presença no Programa “Crescendo na Fé” - Rádio FM 105,7,
com o Pastor Sézar Cavalcante, e até o dia da reunião conclamou os
irmãos da CCB, que acompanham a programação e apóiam o trabalho, para
estarem orando todos juntos por ele e pelo Corpo de Anciães, onde
apresentará algo sobre seu trabalho do livro e das participações no meio
de comunicação.
Os Ançiães parecem ter acertado em resolver ouvir o
irmão Marcelo Ferreira neste momento crucial de sua denominação por dois
importantes motivos:
- A aproximação da Reunião Anual de
Ensinamentos ou "Assembléia", pela qual deverá se pronunciar a respeito
do assunto junto a irmandade da CCB,- Além de presença garantida na
maior rádio evangélica de São Paulo e do Brasil, Marcelo Ferreira está
sendo procurado por importantes repórteres da mídia escrita e televisiva
e segundo sua assessoria, estará em rede nacional de televisão expondo
seu trabalho, pois afinal, a Congregação Cristã no Brasil sempre foi um
enigma para muitos do meio evangélico e desperta a curiosidade das
maiores autoridades eclesiásticas do país.



reportagem: Nicodemos

[b]===>
Não deixe de acompanhar as próximas edições desta matéria, fique ligado
neste BLOG e terá as notícias do que ocorreu nos bastidores deste
surpreendente encontro.
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[b]=>Notícia_A4 - Data 31/01/2008



Irmão Marcelo Ferreira, lança seu Livro em São Paulo - “Por Trás do Véu” e conta trajetória da CCB e do Pentecostalismo.

Algo
jamais esperado pelos membros da Congregação Cristã no Brasil e
Ministério Central, nestes seus 98 anos de existência, em véspera de seu
Centenário no Brasil, um membro ativo contará definitivamente a
história da CCB fora de seus portões. O irmão Marcelo Ferreira, músico
de umas das Congregações da grande São Paulo, lançou o livro - “Por Trás
do Véu” – A história da primeira denominação Pentecostal Brasileira -
no último dia 26 de janeiro na Igreja Assembléia de Deus – Minist.
Madureira, em São Mateus, zona leste de São Paulo. Este livro é esperado
por grande número de membros da CCB, principalmente os da grande São
Paulo, como também todo meio evangélico, incluindo as autoridades
eclesiásticas, missionários e faculdades teológicas.
O
irmão Marcelo Ferreira, desde Outubro de 2006 é participante em
entrevistas e debates no programa de rádio “Crescendo na Fé” Rádio FM
105,7, O programa vai ao ar ao meio-dia em todos dias da semana, e desde
lá veio crescendo espantosamente o número de irmãos da Congregação
Cristã que participa ao vivo do programa com o irmão Marcelo. Sua
participação tem sido no esclarecimento de certas dúvidas, trazendo uma
mensagem de reflexões, falando da história de Louis Franciscon, e
apresentando com ponderação e propriedade as doutrinas e costumes da
CCB. No que foi possível apurar já é muito acima de cento e cinqüenta
participações de irmãos da CCB e de outras denominações evangélicas ao
vivo, fora telefonemas, email’s, e fax, questionando sobre a CCB, sua
doutrina, práticas ministeriais e costumes.
A
pergunta mais enfatizada e até mesmo questionada por muitos membros da
CCB, e principalmente membros de outras igrejas evangélicas é a
seguinte: “Por que os membros da CCB afirmam ser ela a “graça de Deus”
ou “único caminho” e não considera outras igrejas evangélicas sérias
como crentes e salvas em Cristo Jesus? e qual a base bíblica para eles
afirmarem tal entendimento?” Segundo prévias sobre a Obra, o livro “Por
Trás do Véu” vem desvendar à luz da Palavra de Deus todos estes
conceitos sustentados pela CCB e seus membros ao logo de anos, em face
as demais denominações evangélicas inseridas no contexto brasileiro.
Mesmo
com a grande participação e audiência pelos irmãos da CCB ao “Programa
“Crescendo na Fé”, com o irmão Marcelo Ferreira esclarecendo dúvidas,
questionando pontos dúbios interpretados pela CCB, face a palavra de
Deus voltando-se ao ministério central para uma reflexão e consideração
de conceitos fundamentais da Fé Cristã, ou seja, com toda polêmica na
grande São Paulo e cidades do interior, a grande evidência deste Livros
gerando grandes impactos no corpo de membros e no meio evangélico
brasileiro, não gerou motivos, ou aparente comprometimento do Ministério
Central da CCB vir a público, na rádio, através de nota pública, ou
circular interna nas igrejas, apresentar sua posição ou defesa de seus
princípios de Fé. O Evento que o lançou a Obra “Por Trás do Véu” foi uma
realização da Faculdade Teológica Betesda, em seu curso Intensivo
(Intensivão) aplicados aos acadêmicos e foi aberto ao público evangélico
e geral. O irmão Marcelo Ferreira foi um dos preletores da noite e
trouxe o tema “As raízes e nuances do Pentecostalismo Brasileiro”, como
também a apresentação do Livro. Esteve presente Pastores, Missionário,
Evangelistas e representantes das mais diversas igrejas evangélicas.
Segundo a organização do evento, o grande número de irmãos da CCB que se
fez presente causou espanto, e foram motivos de muitos aplausos e
louvores a Deus por todos os que lotaram o evento, que por volta de
2.700 a 3.000 mil pessoas foram recepcionadas com bebidas, frutas e
principalmente com o carinho dos irmãos e do Pastor Deiró, anfitrião da
noite. Dentre muitos momentos marcantes do evento, o que também
sensibilizou o público foi a transmissão de um vídeo que contou o inicio
e história do Pentecostalismo nos EUA, chamado “Movimento Pentecostal
da Rua Azuza”.


Durante
o evento ficou o louvor por conta dos Grupos Quarteto Alfa e Banda
Milla. Pelo que foi informado não se fez presente nenhum irmão membro do
Ministério de Ancião ou Cooperador, uma vez que a organização do evento
enviou próximo de sessenta convites aos anciães mais antigos e os de
grande representatividade da CCB. O evento encerrou por volta das 22:30
hs, contando ainda com a disposição do irmão Marcelo na concessão de
muitas dedicatórias aos irmãos que na tarde e noite puderam fazer a
aquisição da Obra no local do Evento.

[i]reportagem: Nicodemos
http://portalccbonline.blogspot.com.br/2008/02/ltimas-notcias.html
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