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"Intolerância religiosa e a Intolerância cristã"

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"Intolerância religiosa e a Intolerância cristã"

Mensagem por Admin em 29th Agosto 2010, 1:07 pm

Queria abordar um assunto que é este"Intolerância religiosa e a Intolerância cristã"

Intolerância religiosa é um termo que descreve a atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar as diferenças ou crenças religiosas de terceiros. Poderá ter origem nas próprias crenças religiosas de alguém ou ser motivada pela intolerância contra as crenças e práticas religiosas de outrem. A intolerância religiosa pode resultar em perseguição religiosa e ambas têm sido comuns através da história. A maioria dos grupos religiosos já passou por tal situação numa época ou noutra.http://pt.wikipedia.org/wiki/Intoler%C3%A2ncia_religiosa
Quando se fala da intolerância religiosa cristã pensa-se muito na Idade Média e sua histórica Inquisição. Entretanto, por mais incrível que pareça, essa trajetória de conflitos sociais causados por querelas religiosas pode ser traçada desde os primeiros tempos do Cristianismo, mais precisamente o Cristianismo primitivo onde diferente dos relatos dos mártires perseguidos, suas reais razões se mostram desde o início pautadas em questões culturais e principalmente religiosas, onde o simples fato de existirem doutrinas antagônicas, gerou um verdadeiro caos social culminando nas mais diversas atrocidades da História do Ocidente.

Tudo inicia-se com Jesus, embora ele não tenha nada haver com isso, afinal, foi com os seus seguidores que o Cristianismo realmente começou, afinal Jesus era judeu, não cristão, muito menos ditou como deveriam ser interpretados seus ensinamentos, afinal ele ensinava para abrir as mentes das pessoas, não para criar uma crença padronizada. Mais precisamente, o Cristianismo teve início com Paulo de Tarso, um soldado romano convertido que após uma "visão" passou a seguir os ensinamentos Jesus auto-intitulando-se seu apóstolo. Mais do que isso, Paulo literalmente criou uma doutrina própria a partir das suas reflexões dos ensinamentos de Jesus, o que geraria um grave conflito dentro das igrejas cristãs. As igrejas que falo são no plural mesmo, uma vez que a Igreja Primitiva era composta de diversas comunidades cada qual com uma maneira independente de levar a fé, é tanto que havia um sério conflito entre as ideias do apóstolo Tiago que contrastava com as de Paulo. Com isso, Paulo levou a melhor, convencendo Pedro e os demais a levar a cabo a ideia de espalhar o cristianismo não só pela Palestina, mas principalmente pelo mundo greco-romano, de modo a mudar a face pagã daquelas culturas.

Pautado na ideia de "pregar o evangelho a toda criatura", Paulo e seus seguidores iniciaram uma verdadeira cruzada nas terras gregas e do Império Romano. Onde quer que passasse, ele denunciava o politeísmo dessas culturas, o que começou a gerar um impasse social, afinal, podemos imaginar Paulo como um explorador Espanhol ou Português metendo o nariz na cultura indígena denunciando suas crenças como falsas e etc, o que não me impressiona que gere um mal estar entre esses dois grupos. Se hoje em dia, um grupo religioso ataca outro do mesmo ramo como no famoso e polêmico caso do "chute na santa", imagine naquela época. A crise cultural gerou episódios de conflitos reais, onde os cristãos confrontavam os pagãos por suas crenças. E com isso, a estabilidade social ficava cada vez mais debilitada. Claro que isso não agradava em nada os governantes da época, afinal, do nada, um grupo religioso começou a incomodar a paz social e a cultura grego-romana. Na Roma Antiga existia a liberdade de culto, o que fazia da capital um pólo multi-religioso indo desde os cultos egípcios até os cultos romanos populares como o Mitraísmo. Não me impressiona que com tantos cultos politeístas, os cristãos não tenham feito uma investida evangelizadora na capital do Império, e com isso alimentando os conflitos sociais entre os monoteístas e politeístas. Por terem se intrometido na cultura alheia, o governo romano começou a perseguir os cristãos, numa tentativa de evitar uma crise social advinda desses conflitos. É aí onde entra a famosa perseguição aos cristãos, que foi muito mais do que um simples descontetamento do Imperador por ser criticado pelos cristãos. Logo a história dos mártires que "recusavam negar a fé" se traduz num grupo monoteísta fervoroso que gerava conflitos religiosos contra grupos politeístas dentro de uma sociedade de liberdade religiosa onde os diversos cultos conviviam em paz.

Entretanto, com o tempo o número de convertidos para o Cristianismo estava crescendo, e agora, o pequeno grupo que criava os conflitos estava se transformando num grande grupo que ameaçava até mesmo o governo local. Assim, temendo que com as perseguições, este grupo se revoltasse contra o Império, deu-se a liberdade religiosa aos cristãos, antes, proibidos de praticar sua fé devido aos conflitos iniciados por eles. Aliado a isso, o Império sofria diversas investidas de povos estrangeiros, o que tirava a confiabilidade no governo por parte do povo. Com isso, os imperadores da épocas, viam nessa abertura religiosa um escape aos conflitos internos, o que mais tarde faria com que esse poder do Cristianismo na sociedade se tornasse ironicamente uma forma de fortalecer o Império, uma vez que as camadas populares estavam trocando a fé no Imperador pela fé nas mensagens de esperança de Jesus. Numa jogada de mestre, aos poucos, vai se moldando o Cristianismo oficial, unindo-se elementos dos vários cultos existentes, assim, a mensagem que conquistou a sociedade era unida às tradições e crenças das diversas religiões existentes como o Mitraísmo e elementos da cultura egípcia, de modo a criar um Messias Ecumênico, que agradasse a gregos, troianos, romanos e cristãos, com isso, acalmamando os conflitos existentes e gerando a tão sonhada paz num Império tão conturbado. O cerne que consolidou todos esses pontos para culminar mais tarde no Império Bizantino chamava-se Constantino. Apoiado no poder influente da tradição e das escrituras cristãs, Constantino deu um verdadeiro golpe político ao consolidar não só o que seria a base da sociedade a partir daquele momento, como também um resgate das tradições e poder do Império Romano. Consolidado sob o discurso de Jesus diante de Pilatos ao afimar que o poder que este detinha vinha de Deus, Paulo faz um breve comentário sobre a autoridade confiada por Deus ao homem em suas cartas. Aquele que contestasse a autoridade dada por Deus, estaria contestando a vontade do próprio Deus. Com isso, apoiado nas cartas de Paulo, ao afirmar que Deus o tinha escolhido para guiar o Império Romano, Constantino simplesmente consolidou o poder político de volta nas mãos do Imperador, que governaria o Império pela vontade onipotente de Deus, agora expressa pelos ensinamentos do Cristianismo. Com isso, não só Constantino firmaria as bases do Império Bizantino, mas também consolidaria toda a centralização da autoridade política na Europa Medieval, com isso evitando conflitos sociais que criariam uma instabilidade social, coisa que só aconteceria séculos mais tarde com as ideias iluministas.

Com essa jogada, instaura-se um verdadeiro jogo de dominação onde por todos os lados busca-se consolidar o Império por meio do Cristianismo, e com isso consolidando também o poder do Imperador que agora é chefe de Estado e Chefe da Religião, curiosamente um título que o Imperador possuia antes (o Summus Pontifex), o que desmente a tradição que já existia uma linhagem de Papas desde Pedro, é tanto que como já foi visto, haviam várias lideranças na Igreja. Com isso, os antes perseguidos cristãos, tornam-se os perseguidores. Os templos pagãos agora são convertidos em templos cristãos. Os criminosos que tinham incitado a desordem social e foram condenados à morte agora viraram mártires, e toda a cultura pagã foi aos poucos sendo varrida do Império para que o mesmo fosse reconstruído a partir do Cristianismo. A liberdade religiosa é substituída pela religião de Estado, e os crentes pagãos vão se refugiar nas terras originais dos cultos como o Antigo Egito. Como se não bastasse, os mais tarde proclamados santos, os bispos Teófilo e Atanásio, iniciam uma campanha anti-paganismo nas terras egípcias, onde vários templos são destruídos, juntamente com o seu acervo bibliotecário, o que mais tarde geraria a monopolização do saber pela Igreja, gerando também a crise cultural na Idade Média, fruto dessa tática de "cultura arrasada". A perda de conhecimento gerada por essa campanha foi incalculável, a ponto da ciência produzida na época só ser realcançada plenamente durante a Revolução Industrial! A própria Biblioteca de Alexandria foi incendiada em uma dessas investidas da Igreja Patrística, uma vez que nessa mesma época as perseguições contra os pagãos atingiu seu ápice no Egito, o que firmou de vez as bases do que seria mais tarde a Igreja Copta.

Enquanto isso, no Império Bizantino, são lançadas as bases oficiais da Teologia da Igreja. Até o Concílio de Nicéia, várias correntes filosóficas existiam dentro do Cristianismo, mesmo que conflitantes, como os Arianos e Apolinarianos. Isso gerava o velho conflito de crenças, o que ia contra a ideia de solidez da instituição. Com o Concílio, foi determinado de uma vez por todas o que seria "verdade", desde a natureza de Jesus até os rituais, e tudo aquilo que não condizesse com essa "verdade" seria heresia, uma "outra escolha", afinal, só haveria uma verdade, uma única escolha, aquilo que foi concluído como certo. Com isso iniciam-se as primeiras perseguições dentro do próprio Cristianismo contra as diversas seitas que existiam e com isso iniciando-se o derramamento de sangue dentro do próprio Cristianismo. Por falar em seita, deve-se frizar o caráter sectário do próprio Cristianismo Primitivo como já foi citado com as diversas igrejas e seus líderes que vez ou outra entravam em atrito. Voltando um pouco à questão de Paulo, é interessante lembrarmos que a partir dos Apóstolos houve uma cisão dentre os Paulinicianos que seguiam Paulo e os Judeus Cristãos, ligados a Tiago que defendia que a tradição cristã deveria seguir aos moldes judeus, ou seja, só ser repassada aos judeus segundo as tradições judaicas. Com isso, as divisões do Cristianismo começariam desde aí culminando as diversas seitas do tempo do Império Bizantino até as milhares que surgiram depois da Reforma Protestante. Por causa disso o Cristianismo perderia de vez as características de uma crença judaica, sobrando somente os cânones pra contar história, e é claro, o fato, muitas vezes esquecido, de Jesus ser judeu. Embora o Concílio de Nicéia oficialize vários pontos da doutrina, ao longo dos séculos várias questões assolaram a Igreja como o episódio dos Ícones onde por manterem o monopólio da venda e prática dessa fé, monges bizantinos entraram em conflito com o Império devido ao poder e influência que eles estavam ganhando na sociedade. Isso gerou um conflito social que culminou violenta guerra civil dentro do Império.

Passados alguns séculos , no episódio mais tosco da História Cristã, ocorre o Cisma do Oriente devido à uma "importante" questão teológica. A questão gira em torno do patriarca de Constantinopla que defendia que deveria-se utilizar o pão com levedura para a Eucaristia, enquanto que para o Papa, o pão deveria ser sem levedura, tudo devido à tradição judaica dos pães ázimos. Com isso, ambos os líderes se excomungam por "heresia" e dessa questão surge oficialmente a Igreja Católica Ortodoxa e a Igreja Católica Romana. Dessa questão mais tarde iria culminar a guerra dos Balcãs dentre Ortodoxos e Católicos. Agora com a monopolização da crença e do saber no Ocidente, juntamente com o poder político, consolidava-se o sistema Feudal. A troca de favores entre os líderes políticos e religiosos, fazia com que esse sistema fosse mantido e a sociedade ficasse estamentada durante séculos. O sistema parecia perfeito aos olhos daqueles que dele usufruiam de modo que qualquer ameaça ao mesmo deveria ser tolhida imediatamente. Com isso evitou-se a proliferação das diversas seitas pós consolidação da Igreja, criando-se mecanismos de repressão que mais tarde se aperfeiçoariam na histórica Inquisição. Com a chegada do Islã, agora o Cristianismo via-se fortemente abalado pela nova cultura em ascensão. Adicionando-se à isso a crise econômica gerada pela superpopulação da Europa, a Igreja viu nas cruzadas uma maneira de solucionar esses dois problemas, uma vez que com Jerusalém em suas mãos, garantiria não só a estabilidade econômica, devido ao lugar ser um pólo entre o Oriente e o Ocidente, mas também acabaria com a expansão do Islã. Repetindo as investidas contra uma sociedade já estabelecida, a Igreja simplesmente destruiu as bases de uma sociedade estabilizada, uma vez que Jerusalém, embora sob o domínio muçulmano tinha liberdade de culto tanto para judeus quanto para cristãos, o que com a invasão cristã, iniciou-se uma série de conflitos culturais que culminaram até os dias de hoje.

Sem contar os milhares de mortos em todos os lados, as Cruzadas tornaram-se um fator determinante na criação da cultura dos "soldados de Deus". Se essa ideia já tinha se iniciado com as campanhas de Teófilo e cia contra os pagãos no Egito, agora, as forças militares do Cristianismo tomavam proporções cada vez maiores a ponto de gerar conflitos entre os próprios reinos como no caso das guerras entre a França e a Inglaterra, onde cada um dos reinos estaria lutando pela "vontade de Deus". Vontade essa que mais tarde consolidou uma onda de fanatismo e intolerância que regiria a Europa durante a Idade Média e a época da Inquisição. Cada vez mais as cruzadas contra os hereges iam tomando proporções mais violentas a ponto das perseguições chegarem ao ponto de exterminar grupos inteiros como os Cátaros, uma das várias seitas violentamente combatidas pela Igreja, que para garantir a estabilidade do sistema Medieval não media esforços para manter a sociedade na linha. Com a criação oficial da Inquisição, um verdadeiro sistema de perseguição é instaurado na Igreja, que com a liberação da tortura como meio de investigação, cria um dos mais crueis sistemas penais da história, mais brutal do que os sistemas nazistas e comunistas. Sutilmente valendo-se de uma prerrogativa administrativa, onde após aplicar todo o processo investigativo, mediante as técnicas de tortura, claro, a Igreja passava a bola da Execução da Pena ao poder administrador da época, o que mais tarde permitiria com que ela afirmasse que nunca matou ninguém. Com isso cada vez mais a troca de favores entre a Igreja e a Política fazia com que ambos fossem respeitados diante da sociedade, afinal, cada vez mais o poder que eles detinham coagiam a população, receosa de qualquer mudança social devido às razões já apresentadas no início do texto.

Com a Reforma Protestante e o Renascimento, houve um aperfeiçoamento das diversas técnicas de tortura, publicações como o Maleus Maleficarum, o Index Librorum Prohibitorum, a intensificação dos Autos de Fé, como uma maneira de impedir a quebra desse monopólio de poder exercido pela cultura cristã no Ocidente. Nem se precisa comentar os milhões de mortos e torturados durante o regime da Inquisição. Mas o que mais chama a atenção é que ela resiste até os dias de hoje onde o antigo Tribunal do Santo Ofício mudou o nome para a atual Congregação para a Doutrina da Fé, curiosamente presidida há pouco tempo pelo então Cardeal Joseph Ratzinger, hoje, Papa Bento XVI. Toda essa onda de conservadorismo que hoje assola a Igreja era incalculável naqueles dias, o que nos faz ter convicção de que todas essas acusações dos crimes cometidos não só pela Igreja, mas também pelos Protestantes (afinal eles também tiveram sua Inquisição, tão violenta quanto a Católica, afinal era outro sistema social que queria se firmar no mundo), e no fim das contas por toda a História do Cristianismo, realmente aconteceram, pois se hoje em dia com toda evolução mental do homem ainda declaram guerra invocando o nome de Deus, quem dirá naqueles dias. Por sinal, o mundo ocidental só é o que é hoje graças às ideias humanistas e iluministas que surgiram na Europa Moderna, e se tem uma organização que pode ser acusada de ter trazido essas ideias à tona (afinal, muita gente ainda lamenta o fim dessas épocas onde a Igreja era a bola da vez), é a Maçonaria, que até hoje é condenada pela Igreja (afinal acabou com sua "era de ouro" com o secularismo e as revoluções liberais). Não é a toa que a Igreja era e é contra ideias revolucionárias e libertadoras, afinal, há toda uma quebra do sistema vingente, e como consequência, um descumprimento de toda aquela filosofia pregada por Constantino que era defendida por Paulo, que se fundamentou nas palavras de Jesus, que não tinha nada haver com isso, afinal era um judeu. Por sinal, a Igreja teve todo um envolvimento na perseguição dos judeus desde os seus primeiros anos de existência até os dias de hoje, mas isso é assunto para um próximo texto.
Escrito por Shaka Kama-Hari às 01:01
Categorias: Cristianismo, Política, Religiões Antigas, Sociologiahttp://oiluminador.blogspot.com/2010/03/intolerancia-crista-atraves-da-historia.html

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Em tempo de intolerância: evangélico e umbandista se casam na areia da Praia de Copacabana na comemoração de Yemanjá

Mensagem por Admin em 29th Agosto 2010, 1:12 pm

Em meio a uma série de denúncias de intolerância religiosa, a Praia de Copacabana servirá de altar para um casamento entre uma umbandista e um evangélico num culto ecumênico unindo características das duas religiões. O evento vai acontecer no dia 29 de dezembro, que foi oficializado pela prefeitura como a data da comemoração antecipada de Yemanjá. É que embora a oficial seja 2 de Fevereiro, no Rio tradicionalmente era reverenciada na noite de 31 de dezembro, prática que foi diminuindo com o crescimento da festa de Réveillon na orla carioca com queima de fogos de artifício e shows de vários artistas com grande concentração de cariocas e turistas.

"Será o primeiro realizado na praia com uma união inter-religiosa. O casamento vai ser antecipado com uma carreata que parte do Mercadão de Madureira no meio da tarde percorrendo vários bairros até Copacabana. Esse é o sétimo ano que a festa de Yemanjá é realizada no dia 29" - revela Sheila Reis - integrante do departamento de Marketing do Mercadão de Madureira - que está comemorando 50 anos de fundação.http://www.sidneyrezende.com/noticia/67962+em+tempo+de+intolerancia+evangelico+e+umbandista+se+casam+na+areia+da+praia+de+copacabana+na+comemoracao+de+yemanja

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RELIGIÃO Site umbandista prega intolerância aos evangélicos

Mensagem por Admin em 29th Agosto 2010, 1:16 pm

RELIGIÃO
Site umbandista prega intolerância aos evangélicos


RELIGIÃO
Site umbandista prega intolerância aos evangélicos
O Site do 'jornal do Axé' Publicou uma matéria que mostra claramente a intolerância ao crescimento dos Evangélicos no Brasil
Por Rodrigo Ribeiro Rodrigues 01/10/2009 06:00h
Veja matéria completa retirada do site "Jornal do Axé":

"Em dezembro de 2009 os evangélicos devem somar 49,8 milhões no Brasil, 25,4% de um total de 196,5 milhões de brasileiros e brasileiras. A persistir essa curva de crescimento, em 2020 os evangélicos serão 100 milhões no país.

Esta informação deveria provocar preocupação nas lideranças e instituições da Umbanda e do Candomblé de todo o Brasil. Mas o que verificamos é uma falta de interesse e conformismo.

As conseqüências desse crescimento são muitas. Vale citar que os evangélicos estão expulsando de casa os filhos, maridos, esposas e parentes que freqüentam a Umbanda ou Candomblé.

Muitos de nossos irmãos de fé estão perdendo seus empregos e passando por constrangimentos em rodas de amigos quando revelam seu vinculo com as religiões rotuladas como de adoradores de demônios.

Segundo as pesquisas, 80% dos evangélicos participam ativamente das campanhas políticas, pois querem ter seus representantes nos cargos públicos, para atuarem na defesa da sua famílias e interesses sociais.

O Poder financeiro, político e a organização dos grupos evangélicos intolerantes continuar a curva de crescimento dos últimos anos, somada a falta de organização, união e representatividade política, nos levará nos próximos 10 anos a uma realidade social muito pior que a vivida a 50 anos atrás.

Somente com a nossa união, organização e uma representatividade política teremos força e condições de fazer frente a quem nos persegue."

Fonte: www.jornaldoaxe.com.br

A Equipe "cristaos.com" entrou em contato com a redação do jornal solicitando uma posição em relação a forma como o crescimento dos evangélicos foi abordado.

Segundo o próprio jornal, o crescimento dos evangélicos deveria causar "preocupações" na liderança das instituições da Umbanda e Candomblé - "...Esta informação deveria provocar preocupação nas lideranças e instituições da Umbanda e do Candomblé de todo o Brasil...". Se não bastasse essa "preocupação" que caracteriza a intolerância ao crescimento de um grupo, ainda tentam levar os leitores a uma falsa idéia sobre nós Evangélicos.

O trecho da matéria a seguir mostra o total despreparo da equipe do "Jornal do Axé" em afirmar algo inexistente - "... Vale citar que os evangélicos estão expulsando de casa os filhos, maridos, esposas e parentes que freqüentam a Umbanda ou Candomblé...".

Ao citar "Os Evangélicos" o autor do texto generaliza e, da forma exposta, faz dos Evangélicos pessoas intolerantes que não respeitam a liberdade na escolha pela crença que deseja seguir. O "Jornal do Axé" foi totalmente infeliz e faltou com a verdade ao tratar-nos dessa forma.

Após indagar os responsáveis pela matéria, uma pessoa que assinou e-mail como "redação" nos respondeu o seguinte:

"...Respeitamos o seu ponto de vista, porem suas colocações não retratam a realidade social que nossa comunidade vive. O senhor não deve estar assistindo os noticiários e muito menos
antenado ao comportamento da maioria dos pastores e suas recomendações em suas pregações..."

"...Em vez de ficar revoltado com nossa postura, lute contra as ações que nos levam ter o comportamento que temos. Ajude seus irmãos de fé a ter mais respeito pelas demais vertentes religiosas e sejam também mais respeitado...."

Pelo visto o Sr "Redação" esqueceu de responder o que perguntamos. Será que haveria como responder coerentemente o modo pejorativo e discriminatório que o "Jornal do Axé" tratou a nós Evangélicos? Eu não escondo de que há denominações que realmente criticam as religiões espíritas e até os tratam de modo preconceituoso, porém não se pode combater a discriminação de uns, jogando todos os demais na fogueira e nos tratando como "algo preocupante" quando do nosso crescimento. "...As conseqüências desse crescimento são muitas..."

Fonte: Cristãos.com
http://www.ogalileo.com.br/noticias/nacional/site-umbandista-prega-intolerancia-aos-evangelicos

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ANALISANDO A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL Intolerância evangélica da mesma

Mensagem por Admin em 29th Agosto 2010, 1:19 pm

ANALISANDO A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL







INTRODUÇÃO


A “igreja” intitulada Congregação Cristã no Brasil, que doravante identifico com a sigla CCB, para ganhar tempo e espaço, é a confissão religiosa objeto da análise de que tratam estas linhas. É muito difícil pronunciar sobre essa confissão religiosa, visto que muito do que seus adeptos espalham aos quatro ventos, são apenas declarações verbais, não publicadas em livros, embora esposadas e defendidas quase que pela totalidade dos membros dessa agremiação religiosa.
O seu fundador, senhor Louis Francescon, italiano, se converteu ao Evangelho na Igreja Presbiteriana Italiana, da qual se desligou por divergir do batismo por aspersão. Emigrou da Itália para os USA. Daí foi para a Argentina, de onde veio para o Brasil. Nasceu em 1866 e faleceu em 1964, aos 98 anos de idade. Inicialmente reconhecia tanto a igreja da qual se desligara, quanto as demais denominações evangélicas, como igrejas co-irmãs. Mais tarde, porém, se revelou sectarista, dizendo que Deus o libertara de uma seita humana e teórica, isto é, da Igreja Presbiteriana. Em 1928, após um cisma ocorrido na "igreja" em questão, (a CCB), em São Paulo, os dissidentes foram para a Assembléia de Deus. Então se espalhou o boato de que a Assembléia de Deus havia sido fundada por tais “rebeldes”. Daí por diante, o exclusivismo, que já fora implantado nessa igreja pelo seu pioneiro, ganha corpo e avança a passos galopantes, até dar no que deu.
Muitos evangélicos crêem que a CCB não chega a ser uma seita propriamente dita, mas apenas um movimento contraditório. Avaliei esta questão e cheguei à seguinte conclusão: Embora muitas das doutrinas dessa denominação, sejam realmente embasadas na Bíblia, e muitos de seus desvios doutrinários sejam infantilidades relativamente inofensivas, os adeptos dessa confissão religiosa fazem tempestade em copo d’água. Com raras exceções, fazem de seus absurdos doutrinários, uma questão de vida ou morte. Ora, não podemos condenar os que de nós divergirem, exceto quando a doutrina em lide é uma questão de salvação ou perdição. Para se chegar a essa conclusão, basta ler a Epístola de Paulo aos Romanos, capítulo 14. Ora, qualquer comunidade que não se enquadre na tolerância recíproca recomendada neste trecho da Bíblia, certamente é, sim, uma seita. E esta é, na prática, a triste sorte da irmandade que aqui consideramos, já que os mesmos pensam que a salvação está restrita aos que crêem na autenticidade de suas interpretações “bíblicas”, e as praticam. O fato de a maioria dos adeptos desse movimento condenarem todas as outras igrejas, tachando-as de igrejas de Satanás, não é um bom motivo para crermos que estamos diante de uma seita? Sim, uma das características das seitas é se julgar donas da verdade.


Considerando suas Doutrinas

Dialogando com os adeptos dessa igreja, tomei conhecimento de muitas de suas doutrinas (sim, estou falando do que colhi dos meus diálogos com eles, bem como apreciando o que renomados apologistas disseram em refutação a essa igreja, e não lendo suas obras). Vamos, pois, enumerá-las e analisá-las sucintamente:

I. Sobre o batismo:

A) Dizem que é pelo batismo que se dá o novo nascimento; e que, portanto, este é necessário à salvação. A Bíblia, porém, nos diz que o batismo, embora importantíssimo, precede a salvação (Lc. 23: 43; At. 10: 44). Não sei se essa crença de novo nascimento pelo batismo consta do Estatuto dessa igreja, mas foi isso que vários de seus adeptos me disseram.
B) Batizam em nome do Senhor Jesus e em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; eles, certamente ignoram que em nome de, é o mesmo que autorizado por. Logo, o que At.2:38; 19:5 está dizendo, é que os apóstolos batizavam conforme Jesus mandara.
C) Não usam a expressão “eu te batizo...”, e sim, “te batizo...”;
D) Só o batismo deles está certo.

II. Sobre evangelismo:

A) Não distribuem folhetos evangelísticos, sob a alegação de que muitos desses panfletos são atirados ao chão e pisados pelos transeuntes. “Ora”, dizem eles, “a Palavra de Deus não pode ser pisada”;
B) Não evangelizam através do rádio e da televisão. Alegam que o certo é ir ao pecador e pregar a ele pessoalmente;
C) “Apoiados” em Mt. 6: 5, não cultuam ao ar-livre. Crêem que fazê-lo caracteriza a hipocrisia da qual trata o texto em questão. Daí Evangelizarem nas residências, nas suas igrejas, e em outros lugares em que a discrição possa ser observada.

III. Sobre saudação:


A) Paz de Deus

Dizem que “é errado saudar com a Paz do Senhor, pois há muitos senhores” (1Co. 8:5). Defendem que “a única saudação certa é com a Paz de Deus, porque há um só Deus” (1Co. 8:6; 1Tm. 2:5). Mas o texto bíblico supracitado (1Co. 8:5), diz que há também muitos deuses.

B) Ósculo santo

Diz o manual desta seita: “O ósculo santo deve ser dado ... entre irmãos ou entre irmãs de per si” (página 7). Logo, ela faz distinção entre sexos. Ora, se o ósculo é santo, por que essa discriminação? Se eles estão mesmo, querendo guardar esse “mandamento”, devem observá-lo na íntegra e sofrer as conseqüências. Agir doutro modo é injustificável. O apóstolo Paulo, quando recomendou a saudação com ósculo santo (Rm. 16:16), não pôs restrição alguma. Ademais, ele disse que “... em Cristo... não há macho, nem fêmea” (Gl. 3:27-28).
Muito do que consta da Bíblia, não chega a ser mandamento, e sim, a aprovação de um costume. As passagens bíblicas que tratam da saudação com ósculo (beijo), se explicam assim: O povo daquela região se saudava com beijos. Paulo, por não ver nada de errado nisso, aprovou esse costume, acrescentando, todavia, que tal beijo fosse santo, e não com hipocrisia.

IV. Sobre os Seus Ministros

A) Não há pastores
Não há pastores, mas só anciãos e diáconos. A Bíblia, porém, nos fala de pastores (Ef. 4:11)

C) Sobre prebenda

Os anciãos não são remunerados. Estes recebem apenas uma ajuda de custo, quando, por exemplo, viajam a serviço da igreja. A Bíblia, porém, nos garante que Paulo recebeu salário das igrejas (2Co. 11:Cool, e que Deus determinou que assim seja (1Co. 9:14). Eles, por não conhecerem as Escrituras, fazem das circunstâncias que levaram o apóstolo Paulo a trabalhar para se auto-sustentar no Campo Missionário (1Ts. 2:9; At.18:3), uma regra inflexível, esquecendo-se que At. 18:5, nos diz que Paulo “dedicou-se inteiramente à Palavra”. Isto significa que uma vez vencidas as circunstâncias que levaram Paulo a construir tendas para se manter no Campo, ele fez uso do direito que lhe assistia e dedicou-se inteiramente à Palavra, isto é, ele era Obreiro de tempo integral na Seara de Deus, sendo mantido pelas igrejas.

V. Sobre a Bíblia:

A). Não lêem a Bíblia

Ainda não encontrei nenhum adepto dessa seita que tivesse lido a Bíblia toda. Até mesmo seus líderes são relapsos quanto à leitura da Palavra de Deus. Geralmente se limitam em abrir a Bíblia a esmos, apontar um texto com o dedo e depois lê-lo, para ver o que Deus tem a dizer. Certamente há, entre os adeptos dessa confissão religiosa, pessoas que tenham lido a Bíblia toda, mas aqueles com os quais dialoguei disserem-me que não tinham lido a Bíblia do Gênesis ao Apocalipse.

B) “Não” aos Institutos Teológicos

Não possuem Seminários teológicos. Crêem que o Espírito Santo lhes ensina tudo e que, portanto, não precisam estudar a Bíblia sistematicamente. Disseram-me que a Bíblia deve ser obedecida, não estudada sistematicamente. Por este mesmo motivo não há também Escola Bíblica Dominical. Esta é substituída pelo que eles chamam de cultos para menores, os quais nada mais são que uma cópia dos cultos comuns, quando cantam três hinos, dão testemunhos e oram. Geralmente ensinam alguns versículos às crianças.

VI. Sobre seus sermões

Alegam que pregam sob a inspiração do Espírito Santo, por cujo motivo não elaboram seus sermões. Estes lhes são “dados” na hora, e se baseiam em textos bíblicos que também lhes são “dados” geralmente na hora. Sem qualquer preparo intelectual em termos teológicos, não defendem bem nem mesmo suas heresias. Só para citar um exemplo, certo dia um membro dessa igreja me falou que é errado assalariar o pastor. Então lhe recomendei 2Co. 11: 8, onde o apóstolo Paulo diz que recebeu salário das igrejas, para de graça evangelizar os coríntios. Ele leu o texto em casa e depois veio a mim dizendo que neste caso, receber salário significa rejeitar salário. Em que dicionário o infeliz se baseou para dizer que receber é sinônimo de rejeitar, eu não sei.

VII. Sobre periódico

Não possuem nenhum periódico, como, por exemplo, jornal e revista. Crêem que este tipo de obra é humano e, portanto, ilegítimo. Dizem que a Bíblia lhes basta.

VIII. Sobre salvação:

Pregam que ninguém pode dizer que já está salvo, visto que o Senhor Jesus não afirmou que quem crer e for batizado está salvo, e sim será salvo (Mc 16: 15-16). Ef. 2:8 nos basta para reduzirmos a frangalhos essa heresia. Cristo não disse está, e sim será, porque os discípulos ainda não haviam pregado. A pregação do Evangelho e a aceitação deste por parte do pecador, precedem a salvação;
Chamam todas as outras igrejas de seitas, e afirmam que fora da igreja (ou melhor, fora do pacote de doutrinas por eles defendido) deles não há salvação. Logo, os predestinados à salvação serão, segundo crêem, conduzidos pelo Espírito Santo à igreja deles. Eles têm, pois, o monopólio da salvação. Parece até que foi a igreja deles que morreu por nós na cruz. Ouvindo os adeptos da CCB concluí que a igreja deles é o caminho, a verdade e a vida; e ninguém vai ao Pai senão por ela. Uma tremenda rival de Cristo. Certo adepto da CCB, como que falando em nome dos demais, disse-me que se existisse uma outra igreja pregando as mesmas verdades pregadas pela CCB, haveria salvação lá também, já que não é a igreja que salva, e sim o Senhor Jesus. De um jeito ou de outro, porém, ele manteve o que ouvi de vários de seus correligionários: “Os que rejeitam as doutrinas bíblicas pregadas pela CCB, aceitando-as tim tim por tim tim, serão condenados, caso não se retratem antes que seja tarde demais”. Vários adeptos da CCB já me disseram que tudo de sobrenatural que ocorre nas igrejas evangélicas (cura divina, batismo no Espírito Santo, dons espirituais, etc.), são obras do Diabo.

IX. Sobre véu

Uma das doutrinas da CCB, é que a mulher deve cobrir-se com véu durante o culto. Eles baseiam essa doutrina em 1 Co 11: 1-16. Porém, a grande maioria dos evangélicos crêem que o texto em lide trata de um costume; e, portanto, de um preceito temporal e regional, e não de um mandamento eterno e universal. Há, porém, fervorosos servos de Deus que não pensam assim. E, à luz de Rm 14, ambos os grupos merecem respeito, já que essa questão não é de vida ou morte. Todavia, os membros da “igreja” ora em análise, fazem tempestade em copo d’água. Pregam o uso do véu com uma ênfase tal, que só se justificaria se a salvação dependesse de uma mantilha. Eles já me disseram que quem opera nas igrejas evangélicas é o Diabo, visto não guardarmos os mandamentos; sendo (segundo eles) um desses mandamentos transgredidos por nós, o uso do véu por parte das mulheres.
Como eu já disse em III_B, muito do que consta da Bíblia, não chega a ser mandamento, e sim, a aprovação de um costume. A passagens bíblica que trata do uso do véu se explica assim: Havia naquela região um costume, segundo o qual, além de as mulheres terem que manter seus cabelos crescidos, deviam se cobrir com véu. Havia três tipos de véus: o véu das mulheres casadas, o véu das solteiras e o véu das viúvas. A mulher que não se enquadrasse naquela tradição, era censurada. Não pôr véu algum equivalia a dizer: não sou casada, não sou solteira, e nem sou viúva. Paulo, por saber que o cristão não só pode, como deve, adequar-se à cultura do povo entre o qual ele estiver (desde que não se trate de um mau hábito), não só silenciou-se diante desse costume, mas recomendou que o mesmo fosse observado para evitar constrangimento. Ora, todo costume é regional e temporal. E, por conseguinte, muda de uma região para outra, bem como passa com o tempo.
Para se chegar a esta conclusão, uma das coisas a fazer é considerar o fato de que obviamente o Grande Deus, o Criador do Universo, não deve estar interessado em pano branco transparente. Não entender isso é, naturalmente, ser legalista, bem como ter uma idéia pequena do Deus da Bíblia.
Mas não está em discussão se a minha interpretação, que representa a da grande maioria dos evangélicos, está ou não certa. Por ora quero deixar claro apenas que a intolerância dos adeptos da CCB, faz dessa comunidade uma seita. Sim, repito que uma das características das seitas é se julgarem donas da verdade, bem como necessárias para a salvação, como os adeptos da CCB o fazem.
As igrejas evangélicas que adotam o uso do véu, mas não faz disso o seu cavalo de batalha, receba meu respeito. Não se sintam refutadas por mim. Caminhemos juntos para o Céu, embora divergindo sobre esse ponto. Não exijo que concordem comigo. Mais importante do que termos a mesma opinião, é termos o mesmo Cristo e, conseqüentemente, a mesma salvação. Inspiremo-nos em Rm 14.

X. Sobre o cardápio

Os adeptos da CCB com os quais dialoguei, “baseados” em At 15: 28-29, defenderam a abstinência de certos alimentos. Mas este texto pode ser parafraseado assim: “No que diz respeito aos preceitos cerimoniais da Lei de Moisés (aos quais não estamos sujeitos, pois praticando-os ou não, seremos salvos pela graça por meio da fé), pareceu bem ao Espírito Santo, assim como a nós, que vocês (para não escandalizarem os nossos irmãos judaicos que com vocês congregam) façam o seguinte: Não se alimentem de sangue, não comam o sufocado e o oferecido a ídolos, bem como se abdiquem do que eles consideram ser relações sexuais ilícitas, isto é, o casamento entre judeus e gentios ou ainda a prática do coito durante a menstruação” .
Uma das provas de que a paráfrase acima é uma boa interpretação, é o fato de que este texto só proíbe quatro coisas. Só há quatro pecados?

Nem tudo que os cristãos primitivos faziam, deve ser praticado pela Igreja hodierna. Por exemplo, o apóstolo Paulo, por se fazer de fraco para ganhar os fracos (1 Co 9.22), circuncidou Timóteo (At 16.3) e fez um voto que implicou em rapar a cabeça (At 18.18), obviamente o voto de nazireu prescrito em Nm 6.1-21. Isto prova que muitas das decisões tomadas pela Igreja primitiva eram medidas circunstanciais, e, portanto, regionais e temporais. Caso contrário teríamos que observar até hoje a circuncisão e o nazireado. E, sendo assim, nem os adeptos da CCB se salvariam já que eles também não se circuncidam, nem rapam suas cabeças em voto a Deus.

Geralmente os evangélicos aquiescem que a circuncisão de Timóteo e o voto de nazireu praticados por Paulo, não constituem normas transculturais e perpétuas para a Igreja. Mas a grande pergunta é: Teriam os preceitos de At 15.28-29, a mesma razão de ser? A resposta é que muitos já concluíram que sim. Vejamos estes exemplos:



A) Pastor Raimundo F. de Oliveira:

Este erudito pastor, em seu livro intitulado Como Estudar e Interpretar a Bíblia, edição CPAD – Casa Publicadora das Assembléias de Deus- 1986, à página 139, explicando 1 Co capítulo 8, disse: “... Para Paulo, comer carne sacrificada a ídolos não significa nada. Mas, por causa daqueles que estavam à sua volta e que pensavam que isto implicava em pecado, ele não comia...”. Deste modo, o pastor Raimundo reconhece que o apóstolo Paulo não via a restrição sobre o sacrificado aos ídolos como um mandamento moral, mas sim, como um respeito à consciência alheia. E, segundo o livro Administração Eclesiástica, dos pastores Nemuel Kessler e Samuel Câmara, também editado pela CPAD, 2ª edição de 1992, página 100, a CPAD não publica livro algum, sem antes submetê-lo ao Conselho de Doutrina da Convenção Geral das Assembléias de Deus, que examina se “nada contraria as doutrinas esposadas pelas Assembléias de Deus”. Logo, a cúpula assembleiana aprovou o livro supracitado, da autoria do pastor Raimundo. E, sendo assim, fica claro que pelo menos um dos mandamentos constantes de At 15.29, não precisa ser observado (a não ser por questão de consciência), segundo a alta liderança das Assembléias de Deus. Ora, se um dos mandamentos registrados em At 15.29, não é moral, os demais mandamentos registrados neste versículo também não podem ser morais, pois tamanha falta de coerência ou associação de idéias constituiria insuperável violência à Hermenêutica;



B) Bíblia de Estudo Pentecostal:
Os comentaristas da Bíblia de Estudo Pentecostal concordam que as restrições de At 15.29 visavam apenas a não ferir a consciência dos judeus cristãos, pois como nota de rodapé, em explicação do texto em apreço, dizem: “... O Espírito Santo (v. 28) estabeleceu certos limites que possibilitam a convivência harmoniosa entre os cristãos judaicos e seus irmãos gentios. Os gentios deviam se abster de certas práticas consideradas ofensivas aos judeus (v. 29). Uma das maneiras de medir a maturidade do cristão é ver a sua disposição de refrear-se das práticas que certos cristãos consideram certas e outros consideram erradas (ver o ensino bíblico por Paulo, em 1 Co 8.1-11)”;



C) Bíblias de Estudo Católicas:


Edições Paulinas:



A Edições Paulinas (editora católica) publicou uma Bíblia de estudo, baseada na versão do Padre Matos Soares, a qual, comentando At 15.28-29 diz: “... Medidas disciplinares de prudência, as quais, sendo de caráter provisório e visando tão-somente a facilitar as relações entre gentios e judeus, caíram, quando a fusão se completou”.



Pia Sociedade de São Paulo:



O Novo Testamento editado pela Pia Sociedade de São Paulo, comentado pelo Padre Euzébio Tintori, edição de 1950, referindo-se ao texto ora em análise, diz: “... São Tiago... propõe algumas medidas disciplinares de prudência com o intuito provisório de facilitar as relações entre judeus e gentios”.

É verdade que as explicações dos clérigos católicos não nos dizem muito, mas como sabemos, não divergimos deles em tudo. E, neste caso, embora por mera coincidência, há convergência entre eles e nós, integrantes do clero evangélico.



a) O Parecer do Irmão Aldo:
O ex-TJ, Aldo dos Santos Menezes, em sua apostila Transfusão de Sangue, página 10, referindo-se à decisão registrada em At 15.28-29, disse: “... Primeira: O decreto apostólico não foi aplicado a TODOS os cristãos do primeiro século, mas unicamente aos gentios. Segunda: O decreto limitava-se a certa área, era regional, não universal” (grifo no original).

Cremos que a postura supra, do irmão Aldo, encontra respaldo em At 15.19,20 e 23. Destes três versículos, os dois primeiros indicam que se tratava de uma ordem aos cristãos entre os gentios, e o último circunscreve Antioquia, Síria e Cilícia.

Enquanto eu parafraseava At 15.28-29, deixei claro que sou da opinião de que a palavra original (porneia), que nas nossas Bíblias em português está traduzida de diversas maneiras, como fornicação, imoralidade, prostituição, relações sexuais ilícitas, etc., não significa, NESTE CASO, o que nós, em Português, conhecemos por estes nomes, mas sim, as restrições constantes de Dt 7.3; e Lv 18.19. Esta conclusão é lógica, já que, NESTE CASO, nenhum mandamento moral pode pertencer a este conjunto de quatro preceitos, visto que fazê-lo não seria falar coisa com coisa. Logo, das duas uma: Ou os quatro preceitos de At 15.29 são todos mandamentos morais que, por conseguinte, devem nortear a Igreja universal através dos séculos, ou os quatro preceitos são, sem exceção alguma, medidas disciplinares de caráter passageiro, os quais objetivavam apenas facilitar o relacionamento entre gentios e judeus; caducando, portanto, quando a fusão se completou. Caso contrário faltará coerência; e, como sabemos, nenhuma incoerência procede de Deus.


XI. Que é a blasfêmia contra o Espírito Santo?

O ICP_Instituto Cristão de Pesquisas, nos informa que, segundo a CCB, a “Blasfêmia contra o Espírito Santo é a prática de adultério” (Defesa da Fé, setembro/outubro de 1998, página 25). Ora, a Bíblia nos diz sem rodeios que a blasfêmia contra o Espírito Santo é pecado imperdoável. Deve ser por isso que um adepto dessa seita me falou certo dia que quando alguém é excluído da CCB nunca mais fará parte da “irmandade”. Mas a Bíblia nos fala de pessoas que adulteraram e que, não obstante se reabilitaram diante de Deus. Davi é um desses exemplos.

XII. Sobre bebida embriagante

Os adeptos da CCB com os quais dialoguei fizeram uma carga enorme, no intuito de me provar que os que não tomam um golinho, por acreditarem que isso é pecado, são contrários à Bíblia. Dizem que a Bíblia condena a embriaguez, mas não proíbe o uso moderado da cerveja e outras bebidas embriagantes.
A maioria dos evangélicos brasileiros é diametralmente oposta a essa postura da CCB. Porém, os evangélicos de muitos outros países, bem como de algumas regiões da nossa Pátria, também pensam como a CCB. Há, pois, divergência até entre nós sobre esta questão; e o exíguo espaço que por ora reservei para considerar este assunto não permite que o debatamos com maior profundidade. Quero apenas fazer constar que condenar a um abstêmio, como é o caso deste autor, só faria sentido se a Bíblia ameaçasse com o fogo eterno os que se abstêm de bebidas embriagantes.
Se raciocinarmos bem, veremos que os motivos para não tomarmos bebida forte, são bem mais relevantes do que o oposto disso. Todavia, reconheço como meus irmãos em Cristo, os que de mim divergem, contanto que não façam disso motivo de salvação ou perdição.

XIII. Sobre dízimos

Os adeptos da CCB anunciam aos quatro ventos, ufanando-se, que a CCB não cobra os dízimos dos seus fiéis, visto que fazê-lo é, segundo crêem, se submeter ao jugo da Lei mosaica. Não os condeno por isso, mas os censuro por sua intolerância.
Há divergências entre os evangélicos sobre a questão do dízimo, e isso prova que há alguém equivocado, já que não pode haver duas verdades diametralmente opostas; porém, não há ninguém perdido por esse motivo, considerando que o sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado. Ademais, ninguém é perfeito.
Atribuir valor salvífico ao ato de dizimar, é pecado grave que conduz ao Inferno; mas dizimar por amor à Obra de Deus, sem legalismo, por livre e espontânea vontade, nada mais é que ser contribuinte metódico, e associar-se a Deus; e nisso, é claro, não há maldade alguma.
Se você é evangélico, talvez tenha se assustado com as declarações constantes do último parágrafo acima, já que, segundo me consta, não é pequeno o número de pastores evangélicos que, por acreditarem que Malaquias 3.8-10 ainda está de pé, suspeitam da salvação dos não-dizimistas, sob a alegação de que os tais são ladrões, já que roubam a Deus. E, como “prova” disso, citam Mateus 23.23. Ora, é ponto pacífico entre os evangélicos, que Cristo mandou pagar dízimo em Mt 23:23. Mas há, paralelamente, uma controvérsia. Contra-argumenta - se dizendo que naquela época Jesus ainda não havia morrido. Logo, o Novo Testamento ainda não havia sido estabelecido. Sendo assim, o Senhor deu a ordem constante de Mt 23:23, em plena vigência do Antigo Testamento. E, deste modo, Ele ainda permanecia debaixo da Lei, sob a qual nascera (Gl 4.4). Logo, muito do que Cristo fez e mandou fazer, não necessitamos praticar hoje: Ele participou da Páscoa (Lc 22:15); guardou o sábado (Lc 4:16); e ratificou os sacrifícios de animais a Deus, ao ordenar que um ex-leproso o praticasse (Mt 8:4), conforme prescrito em Lv 14:1-32. E, como se não bastasse, Jesus ordenou a todos, bem como aos seus discípulos, total obediência a tudo quanto os escribas e fariseus pregavam (Mt 23: 1-3). Ora, todos estamos cientes que estes eram rigorosos (pelo menos em seus discursos) quanto à guarda da Lei mosaica: circuncisão, sábado, Páscoa, Pentecostes, sacrifícios de animais, etc. Fica, portanto, claro (argumentam) que Jesus, antes de morrer, ressuscitar dentre os mortos e inaugurar o Novo Testamento, longe de ser contrário à guarda dos preceitos do Antigo Testamento, os recomendava a todos. Deste modo (dizem), se fosse certo se inspirar em Mt 23. 23, para perpetuar a doutrina do dízimo, teríamos que guardar o sábado, observar a circuncisão, sacrificar animais a Deus, etc.
Que tenho a dizer sobre a questão dos dízimos, abordada no parágrafo acima? Resposta: Aceito como meus irmão em Cristo, tanto os que crêem que este mandamento ainda está de pé, quanto os que divergem desta interpretação. Há alguém errado, mas não há ninguém perdido por causa disso. Aliás, da salvação dos que mutuamente se excomungam por essa banalidade, há bons motivos para se suspeitar. Outrossim, este site é do Seminário Apologético Bíblico, que se destina exclusivamente a instruir os verdadeiros cristãos a respeito das seitas, e não doutrinar os cristãos. Isto é da competência dos pastores de cada denominação.

XIV. Outras peculiaridades da CCB

A) Sobre a Ceia do Senhor

Associam a Ceia do Senhor à Páscoa e, como esta era celebrada anualmente, deduzem que é errado cear mensalmente. Daí cearem apenas uma vez ao ano.

B) Não possui registros de seus adeptos

C) Não é permitido que seus adeptos assistam ao cultos em outras igrejas

D) Não participam de festas de casamento de pessoas alheias à CCB, tampouco realizam em seus templos, as cerimônias de casamento de seus membros

E) Cerimônias fúnebres também são expressamente proibidas nos templos da CCB

F) Pedidos de oração por desconhecidos só podem ser atendidos se o “Espírito Santo” o permitir

G) Cultos de vigília, nem pensar

H) Prega o que eles chamam de “sono da alma”, isto é, crêem que entre a morte e a ressurreição, a alma do falecido não vai para o Paraíso, nem tampouco para o Inferno, mas “dorme”, isto é, deixa de existir conscientemente, etc.

CONCLUSÃO


A CCB é uma seita ou uma igreja evangélica mal doutrinada? Muitos evangélicos preferem esta posição que aquela. Particularmente acho que quando uma comunidade que se diz cristã, se apresenta como indispensável à salvação, está usurpando a função daquEle de quem a Bíblia diz ser o único Salvador --- Jesus (Jo.14:6; At. 4:12); e que isso caracteriza seita. Um adepto da CCB me disse que a condenação por parte de alguns dos membros da CCB é um ato isolado, não representando, pois, a opinião oficial da CCB. Disse-me que o Estatuto da CCB mantém-se neutro quanto a isso. Disse-me que oficialmente a CCB prega apenas que não ela, mas sim a doutrina por ela esposada, é que é necessária para a salvação. E observa que quanto aos que dessa doutrina destoam, Deus os julgará. Não sei se isso é ou não verdade, mas quero fazer aos adeptos da CCB ([seja leigo, seja Ministro] que não crêem que só os membros da CCB serão salvos) três recomendações:

1) Promovam uma campanha de conscientização dos seus correligionários, pois mais de noventa por cento dos membros dessa confissão religiosa com os quais conversei, foram categóricos: “Todas as outras igrejas são falsas. Quem opera nelas é o diabo. Mas há pessoas sinceras lá. Estes serão trazidos por Deus para a Congregação Cristã no Brasil. Mais cedo, ou mais tarde, virão e, portanto, se salvarão”;

2) Não condenem igreja alguma por questão irrelevante. Quando duas pessoas (ou duas igrejas) divergem doutrinariamente em torno de uma questão banal, o melhor a fazer não é um dizer ao outro: “Deus te julgará”, mas sim, dê-me sua mão e vamos juntos para o Céu, meu irmão!;

3) A tolerância que acima sugiro deve se limitar às questões periféricas (e não cardeais). Quando uma religião rejeita um dos pilares da fé cristã, não se deve manter neutralidade no que diz respeito ao seu julgamento, mas sim, avisar aos seus adeptos que se não se retratarem serão condenados. Leiam a Bíblia e vejam que assim faziam Cristo e os apóstolos: Jo 14.6; 8.44; At 4.12; 13.10, etc.).

Nem todos os adeptos da CCB crêem que essa igreja é necessária para a salvação, ou que só se salvariam os que concordam tintim por tintim com as doutrinas da CCB. Logo, nem todos estão perdidos. Certamente há pessoas salvas lá também. Oremos: a) pelos exclusivistas da CCB, para que Deus os liberte; b) pelos que são dessa igreja, mas não são exclusivistas, para que Deus os conserve assim, ou, até mesmo, quem sabe, os arranque de lá; c) e por nós também, para que Deus nos livre de também sermos enganados por suas heresias e outras confissões religiosas igualmente perniciosas.
Com todo o amor e respeito que os sectários da CCB merecem, aqui está minha advertência a quem interessar possa.

Amém!!!
Pr. Joel Santana


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IGREJA DEUS É AMOR RECEBE O TÍTULO "INTOLERANTE" PELA REDE

Mensagem por Admin em 29th Agosto 2010, 1:26 pm

IGREJA DEUS É AMOR RECEBE O TÍTULO "INTOLERANTE" PELA REDE http://bandnewstv.com.br/conteudo.asp?ID=69538&CNL=20



Segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008 - 20h24
Brasil: Igrejas evangélicas são acusadas de intolerância no MS

A Funai acusa igrejas evangélicas de destruir a cultura de índios Guarani, em Mato Grosso do Sul.
Quanto á matéria que foi ao ar pela emissora Bandeirantes de televisão "Band dos malafaias, Felicianos e R.R Soares News" a impressão que ficou para a sociedade crítica, anticristã e também teólogos do liberalismo, foi de terrorismo religioso.Fizeram questão de transformar á libertação dos costumes e práticas pagãs dos índios Guarani pela confissão de fé em Jesus, em movimento escravo e cárcere privado!! O engraçado nisso tudo seriam os "Bandeirantes do sistema", relacionar a mudança destes costumes pagãos, também com a questão social precária dos índios. Pensaríamos... não seria um problema do Governo Federal ou de gestão pública do Estado em que vivem???

O que eles não falam?????

Dois Jornalistas contam em livro as tramas de Nelson Rockefeller, do missionário Townsend e da CIA para conquistar a Amazônia e a América Latina em matéria na ISTO É.Ambos diziam que sua missão era combater o comunismo que se espalhava pela América Latina e evangelizar as populações indígenas. Mas os dois homens, na verdade, queriam conquistar a Amazônia. Um através do protestantismo e o outro pelo desenvolvimento dessa área, liderado pelas corporações americanas e sob as asas de Washington. Os dois acabaram tornando-se extensões do governo dos EUA, pontes econômicas entre Washington e a Amazônia.Nesta brincadeira de "SENHOR DO MUNDO" índios foram mortos, escravizados e tiveram suas mulheres e filhas violentada sexualmente pelos movimentos políticos ocultos, á fim de exploração de minérios e do puro petróleo Brasileiro!!
A família Rockfeller, não pode ser matéria na Band ou nos quintos dos infernos da Rede Globo!! Muito mais contrariar o sistema dos índios que traficam drogas e travam verdadeiras batalhas pela exploração de ouro e diamantes, para felicidade dos políticos corruptos!!
Se falassem um pouco de história e intolerância, falariam da Amazônia sem índios, vendida e desapropriada para estrangeiros!!! chegariam até os mais altos escalões do poder Mundial(EUA)á irmandade maçônica(ONU)e sociedade secreta(CFR)até chegar nos caveiras do poder e da Ordem Mundial!!

GUERRA DE PODERES
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Um pouco ainda confuso nesta colocação equívoca, á Band dos malafaias e Felicianos da ênfase somente á uma denominação evangélica "DEUS È AMOR". Por quê esta denominação?? sendo que á Igrejas dividindo a mesma região e a mesma realidade da intolerância?Há um mistério aqui caros internautas!!!
Não estou defendendo esta denominação"DEUS É AMOR" pois não a conheço.Não faço partido com placa denominacional nenhuma, somente trato dos fatos e apresento realidades que confrontam a fé e mostra de perto o movimento apostata e anticristão.
Não teríamos elementos para fazer um comentário se quer sobre a sua conduta moral e espiritual desta Igreja, pois até o momento, não está na lista dos mensalões ou sanguessugas deste lindo País.
Esta é uma das poucas Igrejas,que não está influenciada com á cúpula apostata dos conselhos políticos e pastorais do Brasil ou se quer está relacionada ao corporativismo político e religioso até o presente momento. O que a IPDA significa para Jesus , isto será julgado em Trono Branco, no dia certo como todos nós seremos. Este prêmio de intolerância pela causa da salvação e pela libertação da era pagã e satanista deste País, é significado de honra para um cristão de verdade!!!
Na integra, esta matéria não relatou nada que viesse contribuir para o bem estar dos Guaranis, mas pelo bem de algum engravatado.
Atrás das cortinas negras dos bastidores da fé,revela-se uma disputa de poder e território evangelístico e isto poucos sabem.
Temos aqui uma matéria encomendada diretamente dos afetados e desesperados Silas Salafaias , Felicianos e R.R.Soares News, que buscam a predominância evangelística e a manipulação política evangélica.
Á Exemplo, os senhores da Igreja Assembléia de Deus, vem travando á décadas, uma guerra constante contra Igrejas de qualquer denominação, que estão levando - aos montões - seus membros horrorizados e escandalizados com o envolvimento da política suja e apostata.
A Igreja Deus é amor foi uma das denominações evangélicas que mais se destacou em 2007 pelo seu crescimento.A pesquisa saiu pelo IBGE - IPDA - cresceu 357,6%, superando a Universal do Reino de Deus, Renascer em Cristo, Quadrangular e as Assembléias de Deus entre outras, com o seguinte testemunho (sem televisão - sem missionários nos palanques políticos e na bancada Federal).
Atráz de uma cortina de vidro blindada,o Sr.Missionário Davi Miranda tenta se proteger, atacando frontalmente as Igrejas que principalmente casam pessoas pela segunda vez e estão influenciadas com a política corrupta. Atrás de uma voz rouca e forte, o Missionário da IPDA revela-se um líder centralizador e nada associável aos partidos da oposição evangélica . Enquanto isso - do outro lado, estão os denunciados vendo os indicativos da IPDA crescer sem fermento político!! estudam desde então, uma hipótese de prejudicar ou impedir toda e qualquer denominação, que venha passar a frente deste comércio de fé " pescaria em aquário".
O que mais me assusta é o interesse da Bandeirantes, em participar deste confronto de poder religioso?? Expor esta matéria pela televisão, envergonha o meio jornalístico e mostra as garras de uma outra força no meio evangélico cristão.
As "franquias da fé", relacionam investidores de certas Igrejas evangélicas, que contratam Pastores, cantores e toda uma estrutura eclesiástica, para funcionar e lucrar para o bem do seus cofres!! Diríamos que se trata de um ramo comercial de fé, uma espécie de Franquia comercial, aonde vc paga pelo nome e lucra como investidor, usando a fachada religiosa que vc deseja mais ou que esteja mais procurada popularmente!!!
Para eles, não interessa quem é quem, mas sim ,quem vai pagar mais!!! O que justifica neste momento, o interesse desta matéria forjada?? para os Felicianos, Malafaias e R.R.Soares News?? é o interesse pelo mercado da fé, do qual não á crise e cresce a cada dia mais, sustentando uma grande fatia do mercado Mundial dos ignorantes !!!!

Enviado por Pastor Daniel em 13:02 | Comen
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Intolerância religiosa

Mensagem por Profeta ccb em 23rd Janeiro 2015, 7:50 am

Sou ateu e mereço o mesmo respeito que tenho pelos religiosos.
A humanidade inteira segue uma religião ou crê em algum ser ou fenômeno transcendental que dê sentido à existência. Os que não sentem necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos são tão poucos que parecem extraterrestres.
Dono de um cérebro com capacidade de processamento de dados incomparável na escala animal, ao que tudo indica só o homem faz conjecturas sobre o destino depois da morte. A possibilidade de que a última batida do coração decrete o fim do espetáculo é aterradora. Do medo e do inconformismo gerado por ela, nasce a tendência a acreditar que somos eternos, caso único entre os seres vivos.
Todos os povos que deixaram registros manifestaram a crença de que sobreviveriam à decomposição de seus corpos. Para atender esse desejo, o imaginário humano criou uma infinidade de deuses e paraísos celestiais.
Jamais faltaram, entretanto, mulheres e homens avessos à interferências mágicas em assuntos terrenos. Perseguidos e assassinados no passado, para eles a vida eterna não faz sentido. Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a crer leva outro a desacreditar.
Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode discordar de sua cosmovisão, devem pensar que eles também são ateus quando confrontados com crenças alheias.
Que sentido tem para um protestante a reverência que o hindu faz diante da estátua de uma vaca dourada? Ou a oração do muçulmano voltado para Meca? Ou o espírita que afirma ser a reencarnação de Alexandre, o Grande? Para hindus, muçulmanos e espíritas esse cristão não seria ateu?
Na realidade, a religião do próximo não passa de um amontoado de falsidades e superstições. Não é o que pensa o evangélico na encruzilhada, quando vê as velas e o galo preto? Ou o judeu quando encontra um católico ajoelhado aos pés da virgem imaculada que teria dado à luz ao filho do Senhor? Ou o politeísta, ao ouvir que não há milhares, mas um único Deus?
Quantas tragédias foram desencadeadas pela intolerância dos que não admitem princípios religiosos diferentes dos seus? Quantos acusados de hereges ou infiéis perderam a vida?
O ateu desperta a ira dos fanáticos, porque aceitá-lo como ser pensante obriga-os a questionar suas próprias convicções. Não é outra a razão que os fez apropriar-se indevidamente das melhores qualidades humanas e atribuir as demais às tentações do diabo. Generosidade, solidariedade, compaixão e amor ao próximo constituem reserva de mercado dos tementes a Deus, embora em nome d’Ele sejam cometidas as piores atrocidades.
Os pastores milagreiros da TV, que tomam dinheiro dos pobres, são tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares, porque obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus seriam considerados mensageiros de satanás.
Ajudamos um estranho caído na rua, damos gorjetas em restaurantes nos quais nunca voltaremos e fazemos doações para crianças desconhecidas, não para agradar a Deus, mas porque cooperação mútua e altruísmo recíproco fazem parte do repertório comportamental não apenas do homem, mas de gorilas, hienas, leoas, formigas e muitos outros, como demonstraram os etologistas.
O fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso. Em vez de unir, ele divide a sociedade — quando não semeia o ódio que leva às perseguições e aos massacres.
Para o crente, os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo.
Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que a mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne intolerante, autoritária ou violenta.
Quanto aos religiosos, leitor, não os considero iluminados nem crédulos, superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os homens por suas ações, não pelas convicções que apregoam.
por Drauzio Varella

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Violência religiosa: Judeus, muçulmanos e cristãos se unem em Davos para condenar

Mensagem por Profeta ccb em 23rd Janeiro 2015, 9:44 pm

Os líderes religiosos também discutiram os limites da liberdade de expressão após os atentados contra o jornal Charlie Hebdo há 15 dias em Paris.

O que há em comum entre um rabino, um arcebispo, um clérigo muçulmano e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair?

Muitas coisas, de acordo com uma sessão incomum consagrada à religião realizada na quarta-feira no Fórum Econômico Mundial em Davos, onde discutiram o extremismo, a violência e a liberdade de expressão após os ataques contra a revista satírica francesa Charlie Hebdo em Paris há 2 semanas.

Durante um longo debate sobre os conflitos no Oriente Médio, Nigéria, República Centro-Africana e também os recentes ataques em Paris, os debatedores reconheceram que não há nada de novo.

"O extremismo não é um fenômeno recente, tivemos o extremismo no século 20, através do comunismo e do fascismo, que eram ambos ideologias profundamente anti-religiosas", declarou Blair, um cristão engajado, que é agora enviado especial para a paz no Oriente Médio.

"Não é a religião em si que causa conflito. No entanto, hoje, a ideologia que é mais ameaçadora para a nossa segurança é uma ideologia baseada em uma perversão da religião", acrescentou Blair em referência ao islamismo radical.

Hamza Yusuf Hanson, especialista em Islã, considerou, por sua vez, que o Islã radical era uma "perversão" e argumentou que o Islã tradicional era "uma das religiões excepcionais que permite que outras religiões vivam pacificamente em seu meio".

E o rabino David Rosen, do Comitê Judaico Americano, declarou que a religião foi desviada para manipular as pessoas, em uma espiral descendente que inevitavelmente leva à violência.

"Agora que nos sentimos ameaçados, é natural e desejável nos voltarmos para a religião", disse ele.

Charlie

Os líderes religiosos também discutiram os limites da liberdade de expressão após os atentados contra o jornal Charlie Hebdo há 15 dias em Paris.

Islamistas armados mataram 12 pessoas para "vingar" o profeta Maomé, após a publicação pela revista satírica de caricaturas do profeta.

Após os ataques, Charlie Hebdo publicou, novamente, em sua capa uma caricatura de Maomé, o que provocou uma onda de protestos e tumultos em muitos países muçulmanos, alguns dos quais resultaram em mortes.

O representante muçulmano Hamza Yusuf Hanson fez a crítica mais forte contra a publicação das caricaturas.

"Esta é uma absoluta falta de civilidade e decência", disse ele.

Observando que os três homens armados que mataram 17 pessoas em 3 dias na França se radicalizaram, ele acrescentou que "você pode condenar e criticar a religião, não há nenhum problema nisso, mas você não pode ridicularizar pessoas e desrespeita-las".

O arcebispo sul-africano Thabo Makgoba Cecil questionou, por sua vez, "o que significa os slogans 'Je suis Charlie' e 'je ne suis pas Charlie".

Ele pediu aos homens públicos para se absterem "de expressões que fazem o buzz" e procurarem as razões que explicam o fenômeno da radicalização, principalmente na França.

O rabino Rosen afirmou ainda à AFP que insultar a religião das pessoas era pior do que um insulto racial.

Como, neste contexto, resolver o problema da religião transformada em violência?

Tony Blair explicou que a única solução a longo prazo é a educação.

"O extremismo não é natural, é algo que é ensinado e deve ser removido dos sistemas de ensino", disse ele.

Para o arcebispo Makgoba, "enquanto eu tiver fé, não abandonarei a esperança".

"De um total de mais de 6 bilhões de seres humanos no mundo, há apenas um punhado de terroristas, não nos deixaremos aterrorizar por esta minoria", declarou.

"A liberdade e o amor são valores-chave, e se os defendermos poderemos transcender a violência", ressaltou.

O Fórum Econômico Mundial, que acontece na estação suíça de Davos, reúne este ano até o sábado 2.500 líderes econômicos políticos e tomadores de decisões do mundo.

Fonte: AFP

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Re: "Intolerância religiosa e a Intolerância cristã"

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