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No espírito da ONU: Rev. Marcos Amaral e sua luta para acabar com a “intolerância” evangélica contra as religiões afro-brasileiras

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No espírito da ONU: Rev. Marcos Amaral e sua luta para acabar com a “intolerância” evangélica contra as religiões afro-brasileiras

Mensagem por Lourival soldado cristão em 28th Abril 2013, 9:13 am

No
espírito da ONU: Rev. Marcos Amaral e sua luta para acabar com a
“intolerância” evangélica contra as religiões afro-brasileirasDepois da enorme repercussão de um artigo dele desejando um derrame para Marco Feliciano, o Rev. Marcos Amaral apagou seu ofensivo texto original, que pedia vida longa ao ditador marxista Hugo Chávez.
Numa matéria desconcertante do GospelPrime
intitulada “Reverendo Marcos Amaral explica sua posição a respeito de
Feliciano,” não houve nenhum pedido de perdão formal ou informal pelo
desejo de derrame para Feliciano.
O que o GospelPrime mostrou foi um pastor se queixando de “incompreensões e perseguições injustificadas.”
Em
determinado momento, Amaral diz que ele é o único pastor evangélico na
Comissão Contra a Intolerância Religiosa (CCIR), um órgão que tem se
notabilizado especialmente por dar preferência para as religiões
afro-brasileiras.
Um pastor pentecostal negro perseguido pela CCIR

O
primeiro caso tratado pela CCIR envolveu um pastor da Igreja Evangélica
Assembleia de Deus Trabalhadores da Última Hora em 2008. Segundo denúncia do meu blog na época:
“No
Rio, um pastor pentecostal negro levou um criminoso a Jesus e o
convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade
acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida
dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso
vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o
inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara
salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está
agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’
afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco
anos de prisão”.

Mesmo assim, o Rev. Marcos Amaral justifica
sua presença numa entidade que começou perseguindo um pastor pentecostal
negro que foi um instrumento de Deus na libertação de um criminoso
escravizado a espíritos demoníacos.
Amaral relata, em seu texto
que não pede perdão a Feliciano, que a existência da CCIR se tornou
fundamental depois que comissários da ONU visitaram o Brasil e
constataram que existe intolerância contra as religiões
afro-brasileiras. Na verdade, essa visita ocorreu depois que o
pai-de-santo Ivanir dos Santos esteve, com o patrocínio na época do
governo Lula, na ONU para denunciar as igrejas evangélicas.
O que o pai-de-santo Ivanir não contou e o que a ONU não quis ver

Em 2008, meu blog denunciou:
Em
20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr.
Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro
(e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”), estava
no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo
Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira,
saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.

O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
Numa notícia de 2010, o G1 da Globo, com seu habitual descaso e omissão contra os cristãos, disse:
Uma
briga entre integrantes de duas religiões acabou em morte em Sapucaia
do Sul (RS), na madrugada desta quinta-feira (11). Segundo a Brigada
Militar, um grupo de evangélicos que realizava orações em uma área rural
se encontrou com integrantes de uma religião de origem africana, que
iriam realizar rituais na mesma região.

Houve uma discussão
e dois evangélicos foram atingidos por facadas. Um deles teve
ferimentos no pescoço e não resistiu. O outro foi ferido no abdômen e
foi encaminhado ao hospital.

Até esta manhã, ninguém foi preso.
É
evidente que se as vítimas se enquadrassem no perfil de praticantes de
alguma religião afro-brasileira, os agressores nunca ficariam impunes. A
própria Globo teria dado o nome dos evangélicos agressores e exigido
enérgicas medidas governamentais. O próprio governo teria intervindo
para garantir punição.
Entretanto, considerando que o crime foi
contra evangélicos, a Globo omitiu o nome das vítimas e não demonstrou
nenhum interesse de exigir punição para os culpados. De forma oposta, o
jornal Zero Hora deu mais detalhes e nomes, noticiando
que oito evangélicos foram surpreendidos pela chegada de um grupo de
cinco indivíduos de uma religião afro-brasileira. Houve um
desentendimento e o evangélico Nilton Rodrigues, de 34 anos, foi
esfaqueado e morto. O pastor João Carlos de Oliveira escapou ferido e
foi hospitalizado.
O Zero Hora revelou que, segundo o
delegado Eduardo Moraes, amigos de Nilton contaram que antes de
agredirem e matarem, os adeptos da religião afro-brasileira haviam
lançado ofensas contra a religião da vítima.
Examinemos então a
justificativa do Rev. Marcos Amaral: A Comissão Contra a Intolerância
Religiosa, da qual ele e o pai-de-santo Ivanir fazem parte, tem de
existir, pois a ONU viu intolerância evangélica no Brasil.
Amaral precisa estar presente na CCIR, pois essa é a vontade da ONU.
Fazendo a vontade da ONU?

Mas a ONU também criticou a suspensão do kit gay nas escolas.
O que devemos fazer? Imitar o exemplo de Amaral e integrar grupos gays
que sugam milhões do dinheiro público para promover a pornografia
homossexual nas escolas? Devemos fazer a vontade da ONU?
A ONU também quer que o Brasil criminalize a “homofobia,”
isto é, que os cidadãos brasileiros percam sua liberdade de rejeitar e
se expressar contra as repugnantes práticas sexuais dos homossexuais. O
que devemos fazer? Imitar o exemplo de Amaral e se juntar aos grupos que
querem a cabeça de Silas Malafaia, Marco Feliciano e Marisa Lobo por
suas posturas contra os atos homossexuais? Devemos fazer a vontade da
ONU?
No artigo do GospelPrime, Amaral assegurou que não é
pai-de-santo nem bruxo. Mas se a ONU está se aliando aos bruxos para
combater o “fundamentalismo” dos evangélicos do Brasil, o pastor
presbiteriano não quer ficar de fora. Aliás, seu linguajar rotineiro de
condenação ao “fundamentalismo” dos evangélicos reflete integralmente os
sentimentos dos governantes da ONU.
Amaral tem sido fiel nesse chamado. Ele tem combatido publicamente o “fundamentalismo” de Marco Feliciano, se juntando a pais-de-santo e militantes socialistas para exigir a renúncia do pastor assembleiano da presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, conforme registro filmado dele (http://youtu.be/x-qnPVrGRNE) em discurso na ABI, insinuando que Feliciano e outros evangélicos contra a agenda gay “querem aniquilar pessoas.”
Amaral combate Feliciano e outros evangélicos contrários à agenda gay e à bruxaria como se eles quisessem queimá-los.
Presbiterianos do passado: lugar de bruxo era na fogueira

Bruxaria
é algo sério e, séculos atrás, os presbiterianos agiam com muito mais
rigor. Quando os presbiterianos da Escócia descobriram que seu maior
pregador, Thomas Weir
(1599-1670), era um satanista oculto que havia passado décadas
praticando incesto, sexo com animais, bruxaria e muitos crimes sexuais e
ocultos, eles lhe aplicaram uma sentença à altura: Weir foi condenado a
morrer na fogueira.
Tenho certeza de que se aparecesse algum
Amaral para defender Weir contra o “fundamentalismo” dos presbiterianos
contra a bruxaria, uma sentença igualmente rigorosa poderia ser aplicada
a ele.
Contudo, em vez de ser repreendido e denunciado, Amaral
ocupa cargos elevados dentro da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).
Ele atualmente preside o Presbitério de Jacarepaguá e o Sínodo da
Guanabara.
Além disso, ele vem sendo badalado nos mais elevados círculos presbiterianos do Brasil, conforme foto acima,
onde ele aparece de microfone na mão palestrando próximo ao Rev.
Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da IPB. A palestra
dele foi dada no Mackenzie do Rio, que é ligado diretamente ao Mackenzie
de São Paulo.
No Mackenzie: Amaral pode. Batalha espiritual não

O
fascinante é que o Mackenzie tem em seu site textos e documentos que
repudiam a prática de “batalha espiritual” defendida por grupos
pentecostais e neopentecostais que compreendem que combater a bruxaria é
muito mais do que só se engajar em discursos filosóficos. Atacam o que
não sabem e acabam recebendo em seu meio Amarais e outros, que podem ser
satanistas muito mais enrustidos e perigosos. Não lhes falta o
discernimento apostólico, conforme se encontra na Bíblia, para
reconhecer o mal?
Quando postei meu artigo sobre Amaral e seu desejo de derrame para Feliciano,
tive uma experiência dessa guerra na mesma noite. Fui acordado e
surpreendido com uma visão, logo depois da meia-noite, de um cadáver
cercado de velas. Imediatamente, eu e minha esposa começamos a ser
atacados.
Entendi que algumas forças espirituais não gostaram da
minha denúncia. Meia-noite é o horário em que os adeptos da bruxaria
estão mais ativos em seus trabalhos.
Nossa resposta? Oramos
pedindo o fogo de Deus contra os trabalhos de bruxaria. Isso é guerra
espiritual, quer o Mackenzie goste ou não. A guerra espiritual existe,
quer aceitemos ou não.
Ainda que os presbiterianos de hoje não
mais queimem bruxos, pelo menos deveriam evitar o extremo de criticar os
que se engajam em guerra espiritual, sob o risco acolherem em seu meio
Amarais ou até mesmo satanistas de alto nível — devidamente mascarados.
Deveriam
fazer o que fez o pastor pentecostal negro que foi a primeira vítima da
comissão contra a intolerância onde Amaral é membro. Deveriam pregar o
Evangelho aos oprimidos pelo diabo e, mediante guerra espiritual,
queimar os demônios deles.
Amaral, e outros evangélicos que o acolhem, precisam de um encontro de poder com o Espírito Santo.



Autor


Julio Severo

Julio
Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado
originalmente pela Editora Betânia, e do livro Orações Proféticas,
publicado pela Editora Propósito Eterno.
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