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450 anos do Primeiro Culto Evangélico no Brasil Por Portal Luteranos

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450 anos do Primeiro Culto Evangélico no Brasil Por Portal Luteranos

Mensagem por Lourival soldado cristão em 29th Setembro 2010, 2:56 pm

PARA VOCÊ QUE AMA PLACAS DE IGREJAS E SE GABA DE ALGUMAS HISTÓRIA DELA ,LEIA E REFLITA ,LOUVOR A DEUS COM FÔLEGO DE VIDA DE EVANGÉLICOS EM TERRA IDOLATRA BRASIL COLONIAL

450 anos do Primeiro Culto Evangélico no Brasil
Por Portal Luteranos - IECLB | Publicado 03/9/2007 | Artigos

Num país de secular hegemonia católica em que os livros didáticos de história apresentavam até pouco tempo atrás como data a ser memorizada pelos alunos a Primeira Missa no Brasil (quem se lembra?); num país em que os jornais noticiam nas últimas semanas que ele agora detém a posição de maior país católico e pentecostal do mundo; num país em que se realizará em maio uma Conferência do Episcopado latino-americano na cidade de Aparecida do Norte/SP com a presença do papa cuja temática terá como pano de fundo o cenário da redução gradativa de fiéis por parte de Igreja Católica; num país com esta cultura religiosa nunca é demais lembrar uma data que passa desapercebida do calendário religioso brasileiro – 450 anos do primeiro culto evangélico( ou protestante como se queira) no Brasil.

Por ocasião da efêmera colonização francesa na baía da Guanabara(1555-1560), Nicolas Durand de Villegaignon mobilizou um grupo de calvinistas franceses conhecidos como huguenotes para contribuirem no estabelecimento da França Antártica. A situação dos huguenotes não estava nada favorável na França. No final de 1555 Villegaignon chegou com 400 homens a Ilha Serigipe (hoje Villegaignon) na Baía da Guanabara. Em março de 1557 a colonia foi reforçada por mais 280 pessoas. Entre elas estavam 12 calvinistas de Genebra que traziam credenciais do próprio Calvino. Pierre Richier e Guillaume Chartier, pastores ordenados, celebraram o primeiro culto protestante em terras brasileiras, talvez, nas Américas, no dia 10 de março de 1557. O pregador baseou-se no Salmo 27.4: “Ao Senhor Eterno peço somente uma coisa: que Ele me deixe viver na sua casa todos os dias da minha vida, para sentir a sua bondade e pedir a sua orientação.”



O desfecho da primeira presença protestante mais articulada foi trágica. Villegaignon muda a sua atitude em relação aos calvinistas. Polemiza em torno de questões teológicas e, diante do clima desfavorável, os protestantes decidem voltar à França. Uma parte do grupo por razões náuticas retorna. Cinco são presos e intimados por Villegaignon a se posicionar em relação a pontos teológicos controvertidos. O documento redigido ficou conhecido como “Confessio Fluminense” (primeira confissão de fé evangélica brasileira no dia 8 de fevereiro de 1558). No dia seguinte foram executados três signatários – Jean du Bourdel, Matthieu Verneuil e Pierre Bourdon. Eles ficaram conhecidos como os três primeiros mártires evangélicos do Brasil. Um dos signatários, André Lafon, foi poupado por ser o único alfaiate da colonia e o quinto, Jacques le Balleur conseguiu fugir para São Vicente/SP, mas foi preso e depois enforcado.

O relator desta história foi o sapateiro Jean de Léry. Ele conseguiu voltar para a França, tornou-se pastor e escreveu o livro “História de uma Viagem à Terra do Brasil” (1578).


Torna-se importante trazer à memória dos protestantes, evangélicos e católicos contemporâneos este evento histórico. A afirmação da fé ocorre em meio aos conflitos e às contrariedades da existência humana. O testemunho evangélico acontece em meio à disputa de forças políticas e econômicas. Será que ainda faz sentido uma disputa por hegemonia religiosa nos dias de hoje? Os sensatos dirão que ela é anacrônica, mas a realidade mostra que entre os belos discursos e as boas intenções escondem-se interesses inconfessados. Ou será uma profunda inocência e ingenuidade achar que as religiões não estão no mercado?

Rolf Schünemann

http://www.luteranos.com.br/articles/8333/1/450-anos-do-Primeiro-Culto-Evangelico-no-Brasil/1.html


"ESTRELA PRINCIPAL O SANTO PADRE PADRE JOSÉ DE ANCHIETA"
“ Uma coisa peço ao Senhor e a buscarei: que eu possa habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida."

A tradução e as palavras podem ter mudado ao longo dos séculos, mas foi com esta passagem do salmo 27 que o pastor Pedro Richier iniciou seu sermão no culto daquela quarta-feira, 10 de março de 1557.



Um pouco antes, a congregação, formada por soldados e marinheiros franceses, reunidos por ordem de seu comandante Nicolas Durand de Villegaignon, havia cantado o salmo 5. Após algumas preces solenes, conforme o ritual das igrejas reformadas da França, os trabalhos foram encerrados.

Uma cerimônia simples, mas de tremendo significado: aquele foi um evento histórico, o primeiro culto evangélico realizado em solo brasileiro.

O local não poderia ser mais inusitado: uma sala dentro do recém construído Forte de Coligny, erguido pelos franceses na pequena Ilha de Serigipe, dentro da Baía de Guanabara, bem em frente ao que hoje é a Praça 15, Centro do Rio.

A ilha ainda está lá, rebatizada Villegaignon em memória do fidalgo calvinista que estabeleceu uma província francesa em plena colônia portuguesa do Brasil.

O resto são apenas lembranças dos homens que tentaram uma empreitada baseada na fé protestante e na esperança de escapar da Inquisição, movimento reacionário movido pela Igreja Católica contra os "hereges" protestantes que entrou para a história muito mais em função do enorme contingente que fez queimar nas fogueiras "em nome de Deus".

O interesse dos franceses pelo Brasil, na verdade, começara bem antes, e nada tinha de religioso. Apenas três anos depois do descobrimento, os primeiros marujos e aventureiros gauleses passaram a freqüentar o litoral brasileiro, especialmente à procura do rentável pau-brasil, de boa aceitação na Europa. Sua madeira, na época fartamente disponível na extensa faixa de mata atlântica que cobria a costa, era usada para tingir tecidos.

Foi montada uma rota de tráfico. Para estabelecer o comércio e obter mão de obra gratuita, os franceses fizeram alianças com os índios, entre eles os tupinambás, inimigos jurados dos portugueses.

A divisão proposta pelo Tratado de Tordesilhas, que muito desagradava a França e outras nações européias, começou a ser solenemente ignorada.

Ficou célebre a ironia do rei francês Francisco I, que indagava o papa pelo "testamento de Adão" que teria repartido o mundo exclusivamente entre Espanha e Portugal.



Refúgio - A pátria que ficou para trás fervia, assim como quase toda a Europa. O motivo: o cisma provocado no seio da cristandade por um certo monge alemão chamado Martinho Lutero a partir de 1517, no movimento que a história da humanidade consagraria como a Reforma Protestante.

Da Alemanha, o protestantismo alcançou a Suíça pelas pregações de outro padre reformista, o francês João Calvino, e se espalhou rapidamente pelo continente.

Os calvinistas, chamados huguenotes, encontraram na França um terreno fértil para suas pregações. Mas as dissensões entre reformadores e católicos, inflamadas pelo jogo de forças políticas, desencadearam uma onda de massacres e guerras religiosas por todo o Velho Mundo a partir da década de 1550.

A fim de salvar a própria pele, os protestantes franceses resolveram então fundar no Brasil uma nova nação, a França Antártica, cuja religião seria a reformada, que servisse de refúgio para os perseguidos.

Sob o patrocínio do rei Henrique II de França, o nobre Villegaignon chefiou uma armada de dois navios que desembarcou na Baía de Guanabara em 10 de novembro de 1555.

A expedição que fundou a França Antártica fora planejada e organizada com a ajuda do principal líder protestante da França, o almirante Gaspar de Coligny.

Em sua homenagem, Villegaignon, elevado à condição de vice-rei da colônia, construiu o Forte de Coligny para servir de proteção contra ataques dos portugueses e tribos hostis.

A localização privilegiada permitia uma visão estratégica de boa parte do vilarejo, que os nativos chamavam Uruçumirim. A cidade do Rio de Janeiro só seria fundada em 1° de março de 1565.

Coligny seria assassinado anos mais tarde em Paris, no Massacre de São Bartolomeu, em 23 de agosto de 1572, juntamente com 70 mil outros protestantes huguenotes, a mando do rei Carlos IX, com o apoio de Catarina de Médicis.


Divisão - Villegaignon, interessado em fortalecer sua posição, escreveu a Calvino, de quem fora aluno na Universidade de Paris, solicitando ajuda.

A pedido do discípulo aventureiro, o líder protestante intercedeu junto ao rei e conseguiu que uma segunda expedição partisse do porto de Havres em direção à França Antártica.

Dos 300 colonos a bordo, vieram mais 14 huguenotes, entre os quais, três pastores - Richier, aquele do primeiro culto, Jean Du Pont e Guilherme Chartier, que serviam na Igreja de Genebra, na Suíça. Desembarcaram na ilha em 7 de março de 1557.

Entre os genebrinos que vieram ao Rio, estava também o estudante de teologia Jean de Léry. Depois, já ordenado pastor, Léry publicou na Europa o livro Viagem à Terra do Brasil, no qual relata a primeira tentativa de estabelecer uma nação protestante na América.

No dia 21, foi celebrada a Santa Ceia, de acordo com a liturgia reformada.

Neste culto, Villegaignon tomou a comunhão, fez duas orações em voz alta e renunciou, mais uma vez, à fé papista. Mas a partir da chegada dos pastores, o vice-rei aplicou na colônia uma disciplina férrea, admirada até pelos adversários portugueses.

Não demorou muito para que o vice-rei se indispusesse com os líderes religiosos da França Antártica por questões teológicas.

O problema começou quando Jean Cointac, ex-noviço dominicano, num acesso de legalismo - talvez o primeiro da história da Igreja Evangélica no Brasil, criticou a forma improvisada com que os colonos celebravam a Ceia do Senhor.

Reclamava da falta de vestes sacerdotais, de vasos sagrados e de pão sem fermento. Chartier e Richier declararam que as Escrituras não mencionavam estas coisas, e que pretendiam continuar celebrando a ordenança daquela maneira mesmo.

A maioria dos colonos apoiou os pastores, mas Villegaignon defendeu Cointac.

Unia-os, acima de tudo, a crença na transubstanciação, dogma católico, segundo o qual os elementos - o pão e o vinho - transformam-se, literalmente, no corpo e no sangue de Cristo durante a eucaristia, o que contrariava os calvinistas.

Os ânimos esquentaram ainda mais devido ao fim do suprimento de pão e vinho trazido da Europa. Ante a impossibilidade de cultivar trigo e videiras no clima quente, cogitou-se até mesmo celebrar o sacramento utilizando-se farinha de mandioca e aguardente de cana.

A idéia foi rechaçada. Em meio a uma terra hostil, carentes de suprimentos e cercados por portugueses dispostos a riscá-los do mapa, tudo o que os invasores não precisavam era de brigas internas.

Estava criado um cisma entre os huguenotes. Numa decisão totalmente ilógica, o vice-rei resolveu proibir a realização da Ceia, de pregações e até mesmo de reuniões de oração, ao mesmo tempo em que enviara Chartier de volta à França em busca de instruções junto às academias religiosas de Sorbonne e Genebra.

A atitude dúbia do líder chegou ao clímax quando renegou o protestantismo, abraçou novamente a fé católica e passou a impor sanções contra os reformadores.

Logo os colonos franceses começaram a chamá-lo, à boca miúda, de "Caim da América". Muitos continuavam celebrando a Ceia, em segredo.

Não houve tempo para o retorno do teólogo Chartier. As tensões chegaram a um ponto insuportável. Um grupo, expulso por Villegaignon para o continente, resolveu retornar à França a bordo do navio mercante Jacques, que, alguns dias depois de levantar âncora, começou a afundar por excesso de peso, já em alto-mar.

O navio foi salvo, mas cinco dos calvinistas - Jacques Bordell, Mattieu Vemeuil, Pierre Bourdon, Andre La-Fon e Jean Le Balleur, desceram a um bote e acabaram voltando à ilha, onde foram aprisionados a mando de Villegaignon.

Três deles foram enforcados e atirados ao mar. La-Fon, poupado por ser o único alfaiate da França Antártica, foi proibido de falar sobre sua fé.



"Peçonha luterana" - Jean Le Balleur, o outro huguenote que sobreviveu à perseguição movida pelo próprio Villegaignon, mereceria um capítulo à parte. De sua história, conhece-se apenas fragmentos.

Depois do naufrágio, Balleur teria escapado para a terra firme e iniciado uma atividade proselitista independente, de acordo com registros da Companhia de Jesus - a Ordem dos Jesuítas, criada por Inácio de Loyola na Espanha, em 1534, irmandade que nada mais era que um braço da Inquisição, a máquina montada pela Igreja Católica para aniquilar o protestantismo que se espalhava pelo mundo (ver quadro 3).

José de Anchieta, o mais célebre jesuíta do Brasil-colônia, referiu-se a Balleur como "um francês muito culto", que andava derramando a " peçonha Luterana" por estas bandas. Balleur teria conseguido reunir alguns seguidores, inclusive entre os portugueses, com sua "sabedoria e eloqüência", ainda segundo Anchieta.

O que aconteceu depois a Balleur é uma incógnita. Alguns relatos dão conta de que, desterrado pelo clero português, teria passado três meses preso em Lisboa convertido-se ao catolicismo e escapado da morte pela Inquisição.

Já o pastor presbiteriano Leonildo Silveira Campos, historiador da Universidade Metodista do Estado de São Paulo (Umesp), conta que Balleur sobreviveu à destruição da França Antártica.

"Depois, foi preso pelos portugueses e ficou oito anos no cárcere de Salvador, a capital da colônia na época", sustenta.

Ao padre Anchieta, chamado "o apóstolo do Brasil", caberia encerrar com truculência esse capítulo dramático da história do protestantismo no país.

" Convencido de que LeBalleur estava arrependido de sua heresia, o próprio Anchieta enforcou o calvinista, com medo de que se arrependesse de sua conversão forçada ao catolicismo", diz Leonildo Campos. Hoje, o fato é negado, mas por muitos séculos os historiadores jesuítas orgulharam-se de narrar a história, como prova da caridade de Anchieta. " É por causa disso que o processo de canonização de Anchieta está até hoje emperrado no Vaticano ", completa o historiador.

Já Cointac, o legalista que provocara o racha entre os huguenotes franceses, desentendeu-se com Villegaignon e foi expulso da colônia. Aliou-se aos portugueses em São Vicente e, anos mais tarde, revelou segredos preciosos da fortificação francesa ao terceiro governador geral do Brasil, Mem de Sá.

A colônia dirigida por Villegaignon, àquela altura, estava dividida e enfraquecida. Sabendo da situação, muitos huguenotes franceses desistiram da idéia de vir para o Brasil. O próprio vice-rei retirou-se em 1558, deixando seu sobrinho Bois le Comte no comando. Muito criticado em seu país pelo fracasso da França Antártica, Nicolas Durand de Villegaignon morreu em Beauvais, em 1575.

Os padres jesuítas portugueses, que formavam na época a vanguarda da contra reforma, também desempenharam papel importante para minar as alianças entre os "hereges" e os índios. Em 20 de Janeiro de 1567, os franceses foram expulsos definitivamente do Rio de Janeiro. Perseguidos implacavelmente pelas tropas portuguesas, numericamente muito superiores, poucos invasores conseguiram escapar.

Terminava assim a primeira experiência protestante duradoura no Brasil uma história marcada por aventura, desentendimentos a traições.

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