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Porque Jesus curava nos Sábados?

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Porque Jesus curava nos Sábados?

Mensagem por Lourival soldado cristão em 18th Fevereiro 2014, 10:58 am

Porque Jesus curava nos Sábados?
Muita dúvida tem sido suscitada quanto ao Sábado como dia de descanso. Como entender as curas que Jesus realizava no dia de Sábado?

Vamos analisar este assunto mais de perto.
Nos relatos evangélicos se registram sete curas realizadas por Cristo no sábado. (Lucas 4:33, 38-39; 6:6-10; 13:10-17, 14:2-4; João 5:5-10; 9:1-14). Alguns pontos são evidentes ao examinarmos tais relatos. Vejamos:
(a) Sempre que Jesus cura alguém no dia de sábado, Ele é acusado de ser um transgressor do quarto mandamento (Êxodo 20:8-11);

(b) A defesa de Jesus é realizada de maneira enfática. Ele se defende das acusações; como se ele estivesse querendo provar aos fariseus que ele não estava transgredindo o Sábado, e o que ele estava fazendo era lícito fazer aos Sábados (o bem), e de fato ele os convencia de que não estava transgredindo, tanto que seus acusadores saiam em silêncio (quem cala consente), se o Sábado não fosse mais pra ser observado Jesus teria dito abertamente em vez de se justificar.

(c) Jesus não se considera um transgressor do Sábado. Muito pelo contrário: Ele coloca a guarda do Sábado em um nível superior ao dos judeus. Ele se declara Senhor do Sábado (Marcos 2:27 e 28), diz que o sábado foi feito para o homem e que é lícito (de acordo com a lei) realizar atos de bondade no dia do Sábado (Mateus 12:12).

Cristo chama os judeus de hipócritas quanto à guarda do sábado. (Lucas 13:15). Por que?
Porque eles pretendiam guardá-lo, mas haviam colocado tradições, regras, mandamentos sobre o sábado que o próprio Deus jamais colocara. Quem quer que examine, hoje, os livros de ensino e tradição dos judeus (Mishnáh, Talmud e outros) perceberá as incríveis distorções do mandamento sabático.

Por que os judeus questionavam as curas no dia do sábado?
Porque para eles - não para Deus - curar era uma espécie de trabalho. Curar = trabalhar, e o mandamento diz: "Não farás nenhum trabalho" (Lucas 13:14). Incrível, não?
Como pode? Você tem razão em questionar a maneira como eles guardavam o mandamento. Eram mesquinhos, desumanos e desprovidos de qualquer misericórdia. É até irônico! Eles eram capazes de tirar uma ovelha que caísse num precipício (para evitar prejuízo material) mas não queriam que Jesus estendesse a mão para curar doentes e pecadores - não é terrível?! 

E o mandamento que fora dado pelo próprio Cristo no monte Sinai (Atos 7:30-52) para ser um dia deleitoso, prazeroso (Is 58:13,14) tornou-se um fardo insuportável que o judeus hipócritas, impunham sobre os infelizes membros da nação judia. Por isso Jesus disse que queria misericórdia e não sacrifício.

Jesus é o Senhor do Sábado! Ele criou o sábado (Gênesis 2:2,3); deu-o como mandamento no Sinai (Êxodo 20) e o ratificou com sua vida aqui neste mundo. O Sábado não foi dado apenas para os Judeus, foi dado para toda a humanidade como um incentivo à gratidão e a união entre a criatura e o Criador.

Jesus jamais transgrediu aquilo que Ele mesmo estabelecera. E quando Ele foi julgado pelo Sinédrio e por Pilatos, buscaram argumentos para condená-lo. Se Cristo tivesse de fato transgredido o sábado os judeus achariam facilmente tal motivo, pois para eles esse era um dos principais mandamentos - mas nada acharam Nele! 

O significado do sábado, como guardá-lo hoje, como distinguí-lo dos demais dias - eis um grande tema para nosso estudo! A compreensão e a prática desse mandamento só é alcançada em plena comunhão com Cristo, o Senhor do Sábado!


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“Está Escrito” e “A Voz da Profecia”
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Lourival soldado cristão

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O FILHO DO HOMEM É SENHOR DO SÁBADO

Mensagem por Lourival soldado cristão em 18th Fevereiro 2014, 11:03 am

O FILHO DO HOMEM É SENHOR DO SÁBADO
 
Sermão pelo Rev. Andrew J. Heilman
"Porque o Filho do Homem até do sábado é Senhor"

(Mateus 12;Cool
 
                        Quando o Senhor veio ao mundo, o sábado, dia consagrado a Deus, era transformado em dia de proibições. Naquela época, os sacerdotes e os fariseus da Igreja Judaica ocupavam-se muito em determinar o que não era lícito fazer no sábado. Por isso, os fariseus acusaram os discípulos do Senhor de não guardarem o sábado, porque, nesse dia, os discípulos colhiam trigo para comer. Consideraram mesmo quebrada a determinação, quando Jesus operou a cura do homem que tinha uma das mãos mirrada.
                        Em geral, os Dez Mandamentos estão na forma negativa, como "não matarás", "não furtarás" etc.. . mas o mandamento sobre o sábado é basicamente afirmativo: "Lembra-te do dia do sábado para o santificar; seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu Deus" (Êxodo 20;8 a 10). E os Escritos nos ensinam que este mandamento e o mandamento seguinte ("Honra a teu pai e a tua mãe) estão na forma afirmativa, porque a santidade dos outros mandamentos do decálogo dependem destes dois (AE 965).
                        Mas a Igreja Israelita era uma igreja externa e, para que ela mantivesse a santidade do sábado foi proibido trabalhar nesse dia. Por isso, o terceiro mandamento contém também uma parte negativa, a qual proíbe o trabalho no sábado. Entretanto, a parte prinicipal e essencial desse mandamento é a parte afirmativa: "Lembra-te do dia do sábado para o santificar". Mas para a Igreja Judaica a parte principal ficou sendo a proibição contra o trabalho no dia de sábado, a tal ponto que a santidade desse dia quase se perdeu, e com isso quase se perdeu a santidade dos Dez Mandamentos, dos quais depende a salvação do gênero humano.
                        Por causa da profanação do terceiro mandamento e do resto da Palavra, foi necessário que o Senhor Mesmo viesse ao mundo para restabelecer a santidade de Sua Palavra e o caminho da salvação. Assim, uma das coisas que Ele ensinou, quando estava no mundo, foi a verdadeira significação do terceiro mandamento sobre a santidade do sábado. Ele mostrou que a santidade do sábado não está na ausência do trabalho, mas sim na presença d'Ele Mesmo. Quando os fariseus acusaram os discípulos de quebrarem este mandamento de Deus, Jesus contou-lhes como David e seus homens tomaram e comeram o pão sagrado da proposição nesse dia e como era lícito aos sacerdotes trabalharem aos sábados. Em seguida falou-lhes: "Eu vos digo que está aqui Quem é maior do que o templo..., porque o Filho do Homem até do sábado é senhor". E o Senhor está presente na verdade e no bem e não em rituais meramente externos e é Sua presença que santifica o sábado.
                        Os judeus foram proibidos de trabalhar no sábado para representar a ausência do próprio do homem e a plena presença do Senhor. mas, por ocasião do 1º Advento do Senhor, os judeus se preocupavam de tal modo com a proibição do trabalho aos sábados, que sua ausência não mais representava a ausência do próprio do homem, mas sim o contrário. Por isso, no Evangelho de Marcos, antes de operar uma cura no sábado, o Senhor disse aos fariseus presentes: "É lícito no sábado fazer bem ou fazer mal? salvar a vida ou matar?" (Marcos 3;4).
                        Em nossa leitura do Evangelho de Mateus, Jesus disse: "Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se no sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela e a levantará? Pois quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseguinte, lícito fazer bem no sábado". Com estas palavras e outras semelhantes, o Senhor restabeleceu o terceiro mandamento, que a Igreja Judaica quase anulou, com suas banalidades. E Ele restabeleceu esse mandamento não na sua forma negativa, que proibia o trabalho no sábado, mas na forma positiva. Assim, o dia do Senhor tornou-se principalmente um dia de culto e de instrução nas coisas da Igreja, do céu e do Senhor, e também um dia de amor ao próximo. Deve ficar em segundo lugar como dia de descanso do trabalho. Que o Senhor veio para restabelecer a lei, Ele o disse no Sermão da Montanha: "Não cuideis que vim para destruir a lei e os profetas; não vim para ab-rogar, mas para cumprir" (Mateus 5;17).
                        Desde a Antiquíssima Igreja, o sétimo dia representou o descanso Divino, que é a plena conjunção do Senhor com os homens. E o descanso ordenado nesse dia também representa essa conjunção quando o homem não age por si mesmo, mas pelo Senhor. E no sentido supremo, o dia do sábado, o descanso Divino, representa a união entre o Humano e o Divino do Senhor. Assim, quando o Senhor veio ao mundo e glorificou Seu Humano, Ele cumpriu o que é representado pelo sábado. Por isso, Ele se diz o Senhor do sábado. mas não ab-rogou o sábado, restabeleceu-o. O dia do Senhor (agora o domingo) não é menos santo, pois agora o Senhor, em Seu Divino Humano, pode estar mais presente ainda e é a presença Divina que santifica o dia do Senhor.
                        Que o dia do Senhor se tornou um dia de instrução nas coisas Divinas e um dia de amor ao próximo foi lido em nossa lição escolhida no livro "Verdadeira Religião Cristã". Uma das coisas que mostra ser este dia um dia de instrução nas coisas Divinas é a significação da "ação dos discípulos no sábado". Eles estavam com fome, colheram grãos de trigo nas espigas e comeram. Isso significa a instrução nas coisas da doutrina, pois pelo grão na espiga se entende o bem recebido pela instrução da verdade. A fome dos discípulos representa o desejo dos homens da igreja de serem instruídos na doutrina.
                        Quanto ao dia do Senhor ser também um dia de amor ao próximo, isso se torna evidente pelo que lemos na lição da Palavra, pois o Senhor curou o homem que tinha uma das mãos mirradas, dizendo que é lícito fazer o bem no sábado.
                        Assim, para a Igreja Cristã, e especialmente para a Nova Igreja, o dia do Senhor é um dia consagrado ao culto e à instrução nas coisas Divinas, bem como aos benefícios da caridade. E, para que isso seja possível, este dia também é um dia de descanso do trabalho normal. Desse modo, o dia do Senhor é santificado, pois nossa mente se livra das coisas do mundo e de nós mesmos. Ela é elevada para as verdades do Senhor e para o amor ao próximo e então o Senhor pode aproximar-Se em Sua Paz, proporcionando-nos o descanso espiritual.

Embora tornado mais afrimativo e interior, o terceiro preceito continua sendo mandamento do Senhor. Devemos lembrar-nos do dia do Senhor, para guardá-lo em sua santidade, consagrando-o às coisas espirituais e celestes, e afastando-nos, em parte, das coisas do mundo e de nós mesmos. Como é dito no livro "Verdadeira Religião Cristã": Este dia é "um dia de instrução nas coisas Divinas e também um dia de repouso após os trabalhos e de meditação sobre as coisas que pertencem à salvação e à vida eterna, como também é o dia do amor ao próximo". Isso não significa que devemos passar o domingo inteiro em orações e meditação, e ajudando os pobres e os doentes. Mas significa que devemos lembrar-nos de fazer estas coisas no dia do Senhor.
                        O Filho do Homem é senhor do sábado, o dia do repouso Divino, o qual na Igreja Cristã é observado no dia de domingo. Realmente, Jesus Cristo é o senhor de todos os dias, pois Ele deve reinar em nosso trabalho, em nossa família e mesmo em nossas diversões durante toda a semana. Mas o domingo é um dia especialmente consagrado ao Senhor. "Lembra-te do dia do sábado para o santificar", pois "o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus".
                        Se nos esquecermos do Senhor em Seu dia, observando o domingo apenas como um dia de ócio ou de trabalho normal, seremos como discípulos com fome, mas que não colhem as espigas de grão nem as comem, ou como o homem que tinha uma mão mirrada, mas sem a cura que o Senhor quer operar. Pois colher o grão e comer significa ser instruído nas verdades e recebê-las. E, se não recebermos as verdades da Palavra do Senhor, passaremos fome espiritual. Por isso, o dia do Senhor é consagrado à instrução nas coisas Divinas. O homem com a mão mirrada representa o estado em que o homem trabalha sem a força do amor genuíno. Se não buscarmos a força do Senhor, mas somente pensarmos nas coisas do mundo, nosso trabalho será assim. Desse modo, o Senhor nos deu o terceiro mandamento, a fim de que nos lembremos d'Ele e renovemos nosso trabalho com a força do amor Divino. É por isso que a santidade dos outros mandamentos depende deste preceito.
Amém.
 
Lições: Mateus 12; 1 a 15
             VRC 301
 
Adaptação J. Lopes Figueredo
                       
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Re: Porque Jesus curava nos Sábados?

Mensagem por Silas G. de Souza em 18th Fevereiro 2014, 11:58 am

PORQUE  FARIZEUS  E OUTROS  ACUSAVAM  JESUS  SOBRE   A  QUEBRA  DE SUAS TRADIÇÕES

O SÁBADO NO PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO
40 SUB- REGRAS ACRECIDAS AO SÁBADO


Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém.- João 21:25




Considerando o texto inicial, enfatisamos que ainda Livros Históricos são aceitos por eruditos estudiosos como auxiliares nos relatos Bíblicos, também pesquisas Arqueológicas tem revelado fatos outrora desconhecidos comprovando a veracidade da Bíblia. Mencionamos na sequência desse estudo o Livro dos Macabeus, Comentários de Flávio Josefo, Livro dos Jubileus.








O Cativeiro Babilônico foi o marco inicial de um novo capítulo na historia da religião judaica.


Curados finalmente de sua tendencia idolátrica, os judeus voltaram-se gradativamente para o legalismo. Se a razão pela qual a nação passara pelo cativeiro foi o constante afastamento das leis divinas (II Crôn. 36:15-20), então uma nova ênfase sobre a desobediencia haveria de surgir, para que o povo não mais se esquecesse dos reclamos divinos. O pêndulo, portanto, oscilou de um extremo (idolatria) a outro (legalismo).








Como a profanação do sábado fora um dos motivos salientes do cativeiro ( Jer. 17:20-27), também o sábado recebeu nova ênfase nesse periodo. Centenas de regulamentos foram acrescentados, pelos mestres do judaismo, ao simples e claro mandamento do sábado, transformando-o numa verdadeira instituição legalística. É indispensavel que se conheça a nova ênfase que o sábado recebeu durante o periodo intertestamentário, para que se possa compreender a realidade que estava por detrás dos conflitos de Jesus com os Judeus de Seu tempo, a respeito da observância do sábado.








O Sábado Sob os Mestres do Judaísmo








Especialmente durante a parte final do período intertestámentário(tempo entre Malaquias e Mateus), a observância do sábado passou a assumir um caráter negativo, através do grande número de proibições que lhe foram acrescentadas. Os Mestres do Judaismo não mediram esforços parea transformar o sábado na mais importnate instituição judaica, ao ponto de o considerarem “como equivalente em importância ao conjunto de todos o demais preceitos de Torá”.


O Livro dos Jubileus e o Documento Damasceno








A mais antiga lista de atividades proibidas no sábado encontra-se no livro dos Jubileus. De acordo com a Enciclopédia Judaica. O Livro dos Jubileus(2:17-32 e 50: 6-13) é extremamente severo sobre a profanação do sábado, sendo a morte a penalidade mesmo para tais ofensas como caminhar certa distancia, jejuar ou andar de barco no sábado. O Livro dos Jubileus (50:Cool também proibe relações maritais durante o sábado, ao passo que no ensino rabínico e considerado meritório mantê-las no sábado (BK 82, Ket 62b).








Lohse, por sua vez, acrescenta que:








A proibição de atividades e apresentada não menos estritamente no Documento Damasceno do que nos Jubileus....As regras estabelecem, entre outras coisas, que uma pessoa não deve andar mais do que 1.000 (2.000?) côvados só sábado; não deve haver erub (evasiva para transgressão de uma regra); não se deve conduzir o gado mais que 2.000 côvados, tirar o gado de uma cova, ajudar homens a sair em de um buraco com uma escada, uma corda ou outro instrumento, nem oferecer sacrificios além das ofertas queimadas que eram oferecidas aos sábados no santuario.








O Mishnah


Embora a codificação final do Mishnah tenha sido concluida ao redor de 220 AD, ele reúne tradições e costumes de um periodo de aproximadamente seis séculos, grande parte dos quais foram estabelecidos durante o período intertestamentário (Entre Malaquias e Mateus).
















Além de outras referencias ocasionais ao sábado, dois tratados inteiros do Mishnah, intitulados Shabbath e Erubhin, são dedicados especificamente aos detalhes da observância do sábado. O tratado intitulado Shabbath (7:2) declara:








- As principais tarefas proibidas são quarenta menos uma: aquele que semea e ara e sega e ata; aquele que debulha e hoeira e ventila; aquele que peneira e amassa e assa; aquele que tece e estica e enrola e separa dois fios; aquele que faz e desfaz um nó e costura dois pontos e rasga para fazer dois pontos; aquele que caça e mata e esfola uma gazela; aquele que salga e curte seu couro e o limpa e corta; aquele que escreve duas letras e apaga outras vez para escrever duas letras; aquele que constroí e derriba, aquele que acende um fogo e o apaga, aquele que bate com um martelo; aquele que carrega de uma lugar para outro.








Estas são as principais tarefas, quarenta menos uma.








Não é difícil compreendermos arazão de serem 39 (40 menos uma) o número das principais proibições, se tivermos em mente que “o número 39 é um padrão na literatura rabinica”. Embora essa relação de 39 proibições seja a mais importante, ela não abrange a todos os detalhes das proibições rabínicas; pois o Mishnah de Beza (5:2) acrescenta ainda que “não se deve podar uma árvore, nem cavalgar sobre um animal, nem nadar na água, nem bater palmas nem bater nos quadris, nem dançar.”








Essas proibições principais foram desdobradas em um número quase infinito de regulamentos menores, totalizando nada menos que 1.521 leis sobre a observância do sábado; muitas das quais quase extrapolam os limites da razão.








Robert H. Gundry declara:








Alguns rabinos farizeus proibiam que se cuspisse no chão desnudo, em dia de sábado, a fim de que a perturbação da poeira não viesse a construir aragem, e portanto, quebra do sábado por meio desse trabalho. As mulheres não deveriam olhar para um espelho em dia de sábado, afim de que, se vissem algum cabelo branco, não fossem tentadas a arrancá-lo cedendo à tentação, e portanto, trabalhassem em dia de sábado.


Constituia um dilema se um farizeu podia comer um ovo posto em algum dia de festividade. Estariam tais ovos maculados, a despeito do fato que as galinhas não tinham consciência de dias festivos?








Os farizeus, entretanto, maquinavam evasivas que lhes fossem convinientes. Embora uma pessoa não podesse levar nos braços as suas roupas, de dentro de uma casa que se incediasse em dia de sábado, podia vestir-se com várias camadas de roupas, para assim livrá-las do incêndio. Não se julgava lícito que um farizeu viajasse em dia de sábado mais de um quilômetro paea longe da cidade ou aldeia em que vivia. Mas, se desjava ir mais além, na sexta-feira ele depositava alimentos suficientes para duas refeições a um quilômetro distante de sua residência, na direção em que quisesse ir. O depósito de alimentos tornava aquele lugar um lar seu, distante de casa, pelo que, em dia de sábado, era-lhe possível viajar um quilômetro extra.


Além disso, era considerado ilícito expectorar sobre o solo para que não ocorresse por esse meio que uma haste de grama fosse irrigada. Não era permitido carregar um lenço no sábado, sem que uma de suas pontas estivesse costurada na própria vestimenta, em cujo caso ele não mais era tecnicamente um lenço mais parte da vestimenta.








Flávio Josefo afirma que a seita judaica dos essênios era mais rigorosa ainda em sua observância do sábado. Segundo suas próprias palavras, eles observavam mais rigorosamente o sábado do que qualquer outro judeu e não somente fazem preparar o alimento na véspera, para não serem obrigados a fazêrem no dia de descanso, mas não ousam nem mesmo mudar um objeto de lugar, nem satisfazer, se não forem obrigados a isso, as necessidades fisiológicas.








A ênfase rabínica sobre o sábado era tão exagerada, ao ponto de crerem que “o maravilhoso poder dos sábados e tão grande que no sétimo dia mesmo os ímpios no Geena podem descansar do seu tormento.” E ainda mais: “Se Israel observar um sábado como deveria ser observado, o Messias virá. O sábado é igual ao conjunto dos demais preceitos da Torá.










CONCLUSÃO


Uma vez que o inicio desta elaborado definição das ações permitidas e das proibidas ser encontrado nos séculos que antecederam imediatamente a era cristã, foi especialmente durante o período intertestamentário que o sábado deixou gradativamente a finalidade que o criador estabeleceu (dia prazeiroso de descanso, adoração e gratidão a Deus), passou a ser revestido de uma roupagem legalística tornando um pesado fardo.


Portanto, as considerações anteriores não apenas esclarecem o modo como o sábado era observado no tempo de Cristo, como também fornecem o pano de fundo para compreensão de Suas controvérsias com os líderes judaicos sobre a observância do sábado entre Jesus os Apóstolos e entre nos.



Extraido: Livro “O Sábado nas Escrituras”

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Re: Porque Jesus curava nos Sábados?

Mensagem por Lourival soldado cristão em 18th Fevereiro 2014, 5:01 pm

??????????????????????????????????????????????????????????????????
Que coisa não ? e eu que não guardo dia nenhum ,para mim todos os dias são iguais ,mas quem inventou o calendário afinal de contas ?


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TEMPO
Como e onde foi feito o primeiro calendário?
Ronaldo Nunes (novaescola@fvc.org.br). Com reportagem de Elisa Meirelles, Pablo Assolini e Rita Trevisan
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Ilustrações: Sandro Castelli

As pesquisas indicam que o primeiro calendário surgiu na Mesopotâmia, por volta de 2700 a.C., provavelmente entre os sumérios, e foi aprimorado pelos caldeus. O calendário possuía 12 meses lunares (entenda o sistema Sol-Terra-Lua), de 29 ou 30 dias, e serviu de base para o adotado pelos judeus (acima, à esquerda). Como cada mês começava na lua nova, o ano tinha 354 dias, ficando defasado em relação ao calendário solar. Para resolver o problema, os caldeus acrescentavam um mês a cada três anos. O primeiro calendário solar foi criado pelos egípcios(acima, à direita), em meados do terceiro milênio antes de Cristo. Muito mais preciso, já tinha 365 dias. Hoje, utilizamos o calendário gregoriano, que não sofre influência do movimento dos astros. Ele foi instituído em 1582 pelo papa Gregório XIII (1502-1585), que reformou o calendário juliano - uma herança do Império Romano ([url=http://revistaescola.abril.com.br/template-busca.shtml?qu=imp%E9rio romano]leia mais sobre o Império Romano[/url]).http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/como-onde-feito-primeiro-calendario-babilonia-mesopotamia-sumerios-caldeus-511216.shtml
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Re: Porque Jesus curava nos Sábados?

Mensagem por Lourival soldado cristão em 18th Fevereiro 2014, 5:07 pm

O calendário Judaico
 
O calendário judaico é um calendário Lunissolar. Isso significa dizer que ele se baseia nos movimentos tanto da Terra em relação ao Sol quanto da Lua em relação a Terra. A Lua completa uma volta completa em torna da Terra em um tempo aproximado de 29,5305 888 531 ou  29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3 segundos (Cabe notar que esse é o tempo médio, havendo variações pequeníssimas de mês para mês).
A partir disso estabelece-se  o mês, com duração de 29 ou 30 dias no calendário judaico, 12 meses juntos formam um ano, com um total de 353, 354 ou 355 dias. Contudo, como algumas datas importantes no calendário estão relacionadas com as estações do ano, estabeleceu-se um ciclo que faz com que a cada 19 anos existam 7 anos com um mês extra, desse modo os meses se mantêm bastante fixos em suas estações e concilia-se assim as diferenças entre o movimentos aparentes do Sol e da Lua. Por exemplo, Pessach,  também chamada de Chag Aviv  (Festa da Primavera), precisa cair todos os anos na primavera do hemisfério Norte.
 Nesses ciclos, estabeleceu se que o anos 3, 6, 8, 11, 14, 17 e 19 de cada ciclo terão um mês extra. Uma forma fácil de calcular em que ano do ciclo se está é dividindo o ano por 19 e o resto da divisão será o respectivo ano do ciclo. O ano que estamos 5770 é o 13º do ciclo 304.(5770/19 = 303 com resto 13 – assim houve 303 e ciclos completos).   
 
Estes são os meses do calendário judaico
 
 Normal
incompleto
Norma
lregular
Normal
completo
Embolísmico
incompleto
Embolísmico
regular
Embolísmico
completo
MêsDiasDiasDiasDiasDiasDias
Nissan303030303030
Iyar292929292929
Sivan303030303030
Tamuz292929292929
Av303030303030
Elul292929292929
Tishrei303030303030
Cheshvan292930292930
Kislev293030293030
Tevet292929292929
Shevat303030303030
Adar I---303030
Adar II*292929292929
 353 dias354 dias355 dias383 dias384 dias385 dias
 (*) No ano "normal", este mês é denominado simplesmente "Adar".
 
 
 
 
A contagem dos anos judaicos começa no dia da criação do homem. Segundo a Torá, Deus criou o mundo em 7 dias, sendo que no sexto dia ele criou o homem. Ao longo do texto da Torá, conta-se a história de algumas pessoas deixando claro com que idade nasceram os seus filhos. Somando-se assim as idades de cada nascimento até uma data já conhecida se determinou a idade do mundo. Em outubro de 2009  se entrou no ano de 5770. 
Por exemplo, Adão foi o primeiro homem, com 130 anos ele teve um filho chamado Seth, este por sua vez teve um filho com 105 anos a que chamou Enos, que com  90 anos gerou Cainã, que com 70 anos gerou Maalalel.
Outra peculiaridade do calendário judaico está relacionada com o dia. O começo de um dia é marcado pelo nascer da primeira estrela. Assim, o dia começa com o nascer da primeira estrela e termina com o pôr do Sol seguinte.  A semana tem também sete dias e os dias são assim nomeados: Iom rishon (primeiro dia, vai de sábado de noite até o fim da tarde de domingo), Iom Sheni (segundo dia, de domingo de noite até segunda fim de tarde), Iom Shlishi (terceiro dia, de segunda noite a terça fim de tarde), Iom Revii (quarto dia, segue a mesma lógica), Iom Chamishi (Quinto dia), Iom Shishi (Sexto dia) e Iom Shabat (Dia do cessamento*1 – pois foi neste dia que Deus não criou nada). 
Esta é a forma atual do calendário judaico. Porém ele nem sempre foi assim, tendo sofrido mudanças ao longo do tempo.  Um exemplo disso são os ciclo de anos com um mês a mais, até mais ou menos 350 e.c não se usava o sistema atual de intercalações. Nessa mesma época o tempo médio de uma lunação já era conhecido com um erro menor que meio segundo a cada lunação.  
Outra diferença tem a ver com a definição do novo mês. Até o quarto século da era comum o mês novo só era decretado quando duas testemunhas avisavam ao tribunal que haviam visto a Lua Nova (mas um mês nunca poderia passar da duração máxima de 30 dias). Isso gerou uma situação bastante peculiar: o novo mês era definido em Jerusalém e precisava-se avisar os judeus dos mais diversos lugares que um novo mês havia começado. Porém, não era possível enviar mensageiros a todos os lugares que os judeus habitavam, assim se instituiu que os judeus de todos os lugares fora de Israel devem realizar 2 vezes as celebrações, uma imaginando que o mês anterior teve 29 dias e outra no dia seguinte imaginando que o mês anterior teve 30 dias.
 
Curiosidades:
 
Em Israel o dia de descanso é o sábado (Shabat). No domingo tudo funciona normalente. É bastante comum a sexta-feira também ser livre, em especial no período da tarde.http://www.chazit.com/cybersio/artigos/calendario.htm
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Lourival soldado cristão

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Os Judeus Admitem! "O verdadeiro calendário foi mudado."

Mensagem por Lourival soldado cristão em 18th Fevereiro 2014, 5:10 pm

Os Judeus Admitem! "O verdadeiro calendário foi mudado."





Suposições são perigosas, especialmente quando estão relacionadas à religião. Se uma crença teológica é baseada numa suposição falsa, a prática dessa religião estará em erro. Uma suposição comum feita por sabatistas que guardam o sábado é que o dia sábado tem que ser o sábado da Bíblia por que é o dia que o judeus guardam. O raciocínio é este: “Os judeus nunca guardariam nenhum dia que não fosse o sábado verdadeiro. Assim, o dia sábado tem que ser o sábado verdadeiro porque é quando os judeus adoram.” Um excelente exemplo de raciocínio circular!

É verdade que os judeus nunca perderam a noção do verdadeiro sábado. No entanto, os próprios judeus admitiram que deliberada e conscientemente mudaram o seu calendário pelo qual o verdadeiro sábado havia sido calculado. Durante o século IV DC, a perseguição de todos os que usavam o calendário bíblico para a adoração foi tão intensa que, no final, os judeus desistiram do seu calendário transmitido desde a Criação através de Moisés e adotaram um calendário ajustado para para a adoração no calendário Juliano.



Os judeus são abertos em admitir o fato de que o calendário original foi anulado sob a intensa perseguição romana de todos os que usavam o calendário bíblico, no século IV DC "Sob o reinado de Constâncio (337-362) as perseguições dos judeus chegou a uma altura que. . . o cálculo do calendário foi proibido, sob pena de punição severa. "(1)

Há três áreas principais em que o calendário original difere do falsificado:


  1. Calendário do Criador é luni-solar. Isto significa que o ano é solar, mas os meses são lunares, seguindo o ciclo lunar.
  2. O ano começou originalmente com a nova vida na primavera, no momento da colheita da cevada. Sendo que o calendário Juliano/Gregoriano é um calendário solar, as falsificações honram o deus sol começando o ano logo após o "renascimento" do deus do sol no solstício do inverno. (2)
  3. A maior diferença entre as falsificações e o calendário genuíno encontra-se no ciclo semanal. O calendário pagão Juliano/Gregoriano tem um ciclo semanal contínuo. O calendário original estabelecido na Criação, não. O ciclo semanal reinicia a cada lua nova.

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Esses fatos são livremente admitidos por estudiosos judeus. O Rabino Louis Finklestein do Seminário Americano de Teologia Judaica foi selecionado pelo Kehillas of the World (Comunidades Judaicas) como um dos 120 judeus que melhor representou "uma lâmpada do judaísmo" para o mundo. Em uma carta ao Dr. L.E. Froom, datada de 20 de fevereiro de 1939, Finklestein admitiu: "O atual calendário judaico foi mudado [ajustado] no século IV." (3) Maimonides e a maioria dos outros judeus cronologistas concordam que o calendário judaico moderno é baseado nos "movimentos médios do sol e da lua,com o verdadeiro [calendário] tendo sido anulado." (4)[/font][/color]





A Lua Nova ainda é, e o sábado foi originalmente, dependente do ciclo lunar... Originalmente, a Lua Nova era celebrada da mesma forma como o sábado; gradualmente tornou-se menos importante, enquanto o sábado se tornou mais e mais um dia de religião e de humanidade, de meditação e instrução religiosa, de paz e deleite da alma. (5)

Com o desenvolvimento da importância do sábado como um dia de consagração e a ênfase colocada sobre o significativo número sete, a semana tornou-se mais e mais distante da sua conexão com a lua. . . . (6)

Os meses do ano eram lunares, e começavam com a lua nova (“hodesh”, que veio a significar "mês"). Durante a era dos Reis a lua nova era observada através de um festival de dois dias (1 Sam. 20:24 -47.) (7)

Durante o tempo de Cristo, os israelitas estavam usando o calendário original, dado por Moisés. O sumo sacerdote, que foi selecionado a partir da classe dominante dos saduceus, era encarregado de declarar quando um novo mês tinha começado. Os fariseus, cujas "tradições dos homens" Cristo tão enfaticamente denunciada, não controlavam o calendário. Este é um ponto muito importante porque o calendário em uso atualmente é um calendário elaborado pelos fariseus e justificado por sua tradição oral. 

Com a destruição do Templo (70 DC), os saduceus desapareceram por completo, deixando a regulamentação de todos os assuntos judaicos nas mãos dos fariseus. Daí em diante, a vida judaica foi regulamentada pelos fariseus; toda a história do judaísmo foi reconstruída a partir do ponto de vista dos fariseus, e um novo aspecto foi dado ao Sinédrio do passado. A nova cadeia de tradição suplantou a antiga tradição sacerdotal (Abot 1:1). Fariseísmo moldou o caráter do Judaísmo bem como a vida e o pensamento dos judeus para todo o futuro. (Cool





Como resultado da perseguição extrema associada com qualquer tentativa de usar o calendário bíblico, Hillel II, o último presidente do Sinédrio, criou um calendário reformado.

 Declaração do novo mês pela observação da lua nova, e o ano novo pela chegadada primavera, são decisões que só poderiam ser tomadas pelo Sinédrio. No tempo de Hillel II [4 século CE], o último presidente do Sinédrio, os romanos proibiram esta prática. Hillel II foi, portanto, obrigado a instituir o seu calendário modificado, dando assim antecipadamente a autorização do Sinédrio para os calendários de todos os anos futuros. (9)

Desde os tempos bíblicos os meses e anos do calendário judaico foram estabelecidos pelos ciclos da lua e do sol. A lei tradicional prescreve que os meses devem acompanhar de perto o curso da lua. . . Nos primeiros tempos da nossa história a solução foi encontrada pelo seguinte procedimento prático: O início dos meses era determinado pela observação direta da lua nova.

. . . Este método de observação e intercalação foi usado durante todo o período do segundo templo (516 aC - 70 dC), e cerca de três séculos depois de sua destruição, sempre que houvesse um Sinédrio independente. No quarto século, no entanto, quando a opressão e a perseguição ameaçaram a existência do Sinédrio, o patriarca Hilel II deu um passo extraordinário para preservar a unidade de Israel. . . ele fez público o sistema de cálculo do calendário que até então tinha sido um segredo bem guardado. Ele tinha sido usado no passado apenas para verificar as observações e depoimentos de testemunhas, e para determinar o início da temporada de primavera.. (10)





O calendário hebraico era tanto de cálculo como de observação. A lua é extremamente precisa e exata. Mesmo as várias anomalias, devido à sua órbita elíptica, podem ser previstas. Com conhecimentos astronômicos avançados, que os ancestrais possuíam, o calendário luni-solar é ao mesmo tempo exato e previsível permitindo calcular o passado e o futuro. A beleza deste método de fazer calendário, porém, é que até o pastor na encosta da montanha, sem qualquer conhecimento astronômico, pode usá-lo através da observação.

Quando Hillel II "modificou" o calendário, ele mudou o Ano Novo e corrompeu o ciclo semanal. Isso é tudo. Os princípios pelos quais um calendário luni-solar é calculado são puramente astronômicas. Hillel II não os criou. Ele apenas "tornou público o sistema de cálculo de calendário que até então tinha sido um segredo bem guardado." (11)

Quando o Messias estava na terra, a única coisa que Ele repetidamente e com veemência denunciou foi as "tradições dos homens" – os ensinamentos dos fariseus. É freqüentemente dito: "Se o calendário estivesse incorreto no tempo de Cristo, Ele o teria corrigido." Isto é verdade. O fato de que Ele não o fez prova que o calendário, sob o controle dos saduceus, era de fato o calendário original que o próprio Cristo estabeleceu na Criação. O calendário usado pelos judeus hoje é uma corrupção farisáica. O Rabino Louis Finklestein declarou:





Fariseísmo se tornou Talmudismo ... [Mas] o espírito do antigos fariseus sobrevive inalterado. Quando o judeu ... estuda o Talmud, está na verdade repetindo os argumentos usados ​​nas academias palestinas. . . . O espírito da doutrina [fariseus] tem permanecido rápida e vital. . . . Da Palestina à Babilônia; da Babilônia à África do Norte, Itália, Espanha, França e Alemanha, destes à Polônia, Rússia e Europa Oriental em geral, o antigo Fariseísmo tem vagado. (12)

O Talmud deriva sua autoridade da posição ocupada pelas academias antigas (ou seja, os fariseus). Os professores dessas academias, tanto da Babilônia como da Palestina, eram considerados os sucessores legítimos do velho Sinédrio. . . . No presente momento, o povo judeu não tem nenhuma autoridade central comparável aos Sinédrios antigos ou às academias que os sucederam. Portanto, qualquer decisão relativa à religião judaica deve basear-se no Talmud como o currículo final do ensino das autoridades de quando existiram. (13)

As tradições dos fariseus preservadas no Talmud e das quais Cristo procurou libertar o povo, ensinam que se não se sabe quando ocorre o sábado, simplesmente deve-se guardar um dia em sete. (14) É fácil ver como uma tradição assim poderia ser usada para justificar a alteração do calendário devido à extrema perseguição que enfrentaram todos os que adoravam pelo calendário bíblico. Usando sua autoridade como presidente do Sinédrio, Hillel II conectou as festas anuais ao equinócio da primavera. Em seguida, ajustou o Sábado semanal hebráico (Sabbath) ao sábado sétimo dia (Saturday) do calendário Julian/Gregoriano. Isso "libertou" os judeus da condenação da lei, uma vez que já não se podia saber quando o verdadeiro Sábado ocorria. Assim, eles justificaram a utilização do calendário pagão.





O calendário de verdade é muito fácil de usar. Os dias da semana e Sábados (Sabbaths) de cada mês lunar sempre caem exatamente nas mesmas datas todo mês; (15) os dias da semana não flutuam entre os dias do mês como acontece agora no calendário moderno. Após Hillel II "modificou" o calendário para fazê-lo encaixar com a estrutura do calendário Julian e mudou a observância do sábado sétimo dia da semana lunar para o ciclo continuo da semana Julian, as dificuldades surgiram. Às vezes a lua nova apareceria no dia da semana Julian o que causou com que as festas anuais caissem no dia errado da nova semana. Como resultado, regras de adiamento foram estabelecidas – algo que nunca foi necessário quando o calendário original estava em uso.

Ninguém que deseje guardar verdadeiro Sábado hebráico deveria seguir as orientações dos judeus para aprender quando ele ocorre. Todos os que guardam o sábado porque "os judeus guardam o sábado" estão seguindo a corrupção que fez Hillel II no calendário do Criador e, assim, quebrando a Sua lei.

Lembre-se: Estamos sob o novo pacto, assim que todos aqueles que aceitam o presente da GRAÇA já não estão sujeitos à lei de pedra, mas são salvos pela  em JESUS CRISTO

“Mas, antes que viesse a fé, estávamos guardados debaixo da lei, encerrados para aquela fé que se havia de revelar. De modo que a lei se tornou nosso aio, para nos conduzir a Cristo, a fim de que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio. Gálatas 3:23-25 








(1) “Calendar,” The Jewish Encyclopedia, ênfase provida por este site.

(2) Isso será abordado em profundidade mais tarde, mas no original calendário Juliano, o solstício de inverno era 25 de dezembro, VIII Kal. Jan., ou oito dias antes do primeiro dia de janeiro.

(3) Caixa 6, pasta 4; Grace Amadon Collection (Coleção 154), Centro de Pesquisa Adventista, Andrews University, Berrien Springs, Michigan.

(4)  Maimonides, Kiddusch Ha-hodesch, Tr. Mahler, Wein, 1889, ênfase provida por este site.

(5) “Holidays”, Universal Jewish Encyclopedia, 1899 ed.,p. 410. Veja o original aqui.

(6) The Universal Jewish Encyclopedia, Isaak Landman (ed.), Vol. X, “Week,” (1943 ed.), p. 482.

(7) The Universal Jewish Encyclopedia, “Calendar,” p. 631.

(Cool “Pharisees,” The Jewish Encyclopedia, Vol. IX, (1901-1906 ed.), p. 666.

(9) “The Jewish Calendar and Holidays (incl. Sabbath)”: The Jewish Calendar; Changing the Calendar, www.torah.org, ênfase provida por este site. 

(10) Arthur Spier, The Comprehensive Hebrew Calendar, (Jerusalem and New York: Feldheim Publishers, 1986), pp. 1-2, ênfase provida por este site.

(11) Ibid.

(12) Louis Finklestein, The Pharisees: The Sociological Background of their Faith, (Philadelphia: The Jewish Publication Society of America, 1946), Vol. 1, Forward to first edition, p. XXI, ênfase provida por este site.

(13) Louis Finklestein, The Jews — Their History, Culture, and Religion, (Philadelphia: The Jewish Publication Society of America, 1949),  Vol. 4, p. 1332.

(14) Tractate Shabbat, capítulo 7, Mishna 1, www.JewishVirtualLibrary.org.

(15) Isso explica por que sempre que a data de um sábado (sétimo dia) é dada na Bíblia ele sempre cai no dia 8, 15, 22 ou 29 do mês hebraico.http://buscandoverdade.weebly.com/saacutebado-o-seacutetimo-dia.html
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Re: Porque Jesus curava nos Sábados?

Mensagem por Lourival soldado cristão em 18th Fevereiro 2014, 5:14 pm

Então meus amigos e irmãos em Cristo ,a verdade que ninguém mais sabe verdadeiramente qual é o dia verdadeiro do sábado ,pois nem sabem que calendário a seguir ,de repente um sábado vira um domingo ou uma terça klakakaka
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Re: Porque Jesus curava nos Sábados?

Mensagem por Lourival soldado cristão em 18th Fevereiro 2014, 5:18 pm

Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

Torah Web  :: Escrituras :: Lei de Moisés
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 Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Camilo em Dom Jan 02, 2011 3:12 pm

Abaixo vemos que sete tempos simbolizam sete anos.

(Daniel 4:32) - E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. 

Roma mudou a contagem dos anos Judaicos, pois aprofecia de Daniel fala-se da mudança do Calendário Judaico, agora a mudança do calendário Juliano para o Gregoriano não tem nada a ver com os Judeus correto???
Mas a profecia de Daniel diz que ele mudaria os anos Judaicos e também Yeshua não mandou se criar um calendário Messianico.

(Daniel 7:24) - E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 
(Daniel 7:25) - E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo. 

Quais tempos???
 shalom.


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Xan Berg em Dom Jan 02, 2011 7:42 pm




Não, os romanos deturparam o calendario biblico criando o calendario juliano e posteriormente o gregoriano que foi implantado durante o periodo em que o catolicismo teve grande influencia.


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Clara em Dom Jan 02, 2011 10:28 pm


 Xan

Então é apenas especulação a falta de mais ou menos 300 anos no calendario judaico? esses 300 anos realmente se perderam ou nunca existiram ?



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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Xan Berg em Seg Jan 03, 2011 5:32 pm

 Clara


O calendario biblico judaico continua vigente até a atualidade, porém ele não tem nada a ver com o calendário inventado pela liderança catolica romana.

Acho que você esá misturando os assuntos.


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Clara em Seg Jan 03, 2011 6:02 pm

 Xan

Eu acho que vc não entendeu o que eu quis dizer, eu sei que o calendario judaico continua vigente até os dias de hj e apenas foi inventado outro pelos católicos, a dúvida que tenho :" Então é apenas especulação a falta de mais ou menos 300 anos no calendario judaico? esses 300 anos realmente se perderam ou nunca existiram ? "

Se vc não entendeu não precisa responder , é apenas uma dúvida que tenho.


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Xan Berg em Seg Jan 03, 2011 6:23 pm

 Clara

Em relação a que você diz que existe uma diferença de 300 anos no calendario judaico?

Acredito que sua pergunta esteja relacionada a outro assunto que não condiz com este topico.


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Clara em Seg Jan 03, 2011 6:56 pm


* Retificando : 230 anos que provavelmente se perderam.. 

( Não precisa responder, não posto mais nada nesse tópico! Ok)


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Camilo em Ter Jan 04, 2011 12:12 am

Clara vc fêz bem em postar sobre o assunto pois eu não sabia sobre estes 230 anos que estão faltando e vou investigar .
.


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Xan Berg em Qua Jan 05, 2011 11:05 am

 pessoal


Estes 230 anos "perdidos" que mencionei no meu estudo pode estar relacionados a contagem dos anos em que viveram os personagens biblicos e suas genealogias, ou seja, não se sabe exatamente se todos estes anos são exatos ou são contagem de tempos aproximados, mas isso não tem nada a ver com mudança do calendario biblico em sí por parte dos romanos.

O catolicismo romano "mudou" (interferiu) os tempos e a lei baseados em suas doutrinas particulares que acabou por influenciar grande parte do mundo, ou seja, criaram um calendario novo baseado em suas convicções pagãs e deturparam os 10 mandamentos para poder inseri-lo em seus dogmas.


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Xan Berg em Qua Jan 05, 2011 11:56 am

 Camilo

Para você entender melhor sobre esta minha "SUPOSIÇÃO" relacionada a falta de 230 anos, leia o estudo relacionado a ULTIMA GERAÇÃO no link abaixo.

http://www.torahweb.net/t302-a-ultima-geracao


Obs. Este estudo está baseado na contagem do calendario biblico e não no calendaio gregoriano.


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Camilo em Sex Set 23, 2011 5:37 am

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O que acham deste site?
Os Judeus Admitem! "O verdadeiro calendário foi mudado."

buscandoverdade.weebly.com/saacutebado-o-seacutetimo-dia.html

Suposições são perigosas, especialmente quando estão relacionadas à religião. Se uma crença teológica é baseada numa suposição falsa, a prática dessa religião estará em erro. Uma suposição comum feita por sabatistas que guardam o sábado é que o dia sábado tem que ser o sábado da Bíblia por que é o dia que o judeus guardam. O raciocínio é este: “Os judeus nunca guardariam nenhum dia que não fosse o sábado verdadeiro. Assim, o dia sábado tem que ser o sábado verdadeiro porque é quando os judeus adoram.” Um excelente exemplo de raciocínio circular!

É verdade que os judeus nunca perderam a noção do verdadeiro sábado. No entanto, os próprios judeus admitiram que deliberada e conscientemente mudaram o seu calendário pelo qual o verdadeiro sábado havia sido calculado. Durante o século IV DC, a perseguição de todos os que usavam o calendário bíblico para a adoração foi tão intensa que, no final, os judeus desistiram do seu calendário transmitido desde a Criação através de Moisés e adotaram um calendário ajustado para a adoração no calendário Juliano.

Os judeus são abertos em admitir o fato de que o calendário original foi anulado sob a intensa perseguição romana de todos os que usavam o calendário bíblico, no século IV DC "Sob o reinado de Constâncio (337-362) as perseguições dos judeus chegou a uma altura que o cálculo do calendário foi proibido, sob pena de punição severa. "(1)

Há três áreas principais em que o calendário original difere do falsificado:
1. Calendário do Criador é luni-solar. Isto significa que o ano é solar, mas os meses são lunares, seguindo o ciclo lunar. 
2. O ano começou originalmente com a nova vida na primavera, no momento da colheita da cevada. Sendo que o calendário Juliano/Gregoriano é um calendário solar, as falsificações honram o deus sol começando o ano logo após o "renascimento" do deus do sol no solstício do inverno. (2) 
3. A maior diferença entre as falsificações e o calendário genuíno encontra-se no ciclo semanal. O calendário pagão Juliano/Gregoriano tem um ciclo semanal contínuo. O calendário original estabelecido na Criação, não. O ciclo semanal reinicia a cada lua nova.

Esses fatos são livremente admitidos por estudiosos judeus. O Rabino Louis Finklestein do Seminário Americano de Teologia Judaica foi selecionado pelo Kehillas of the World (Comunidades Judaicas) como um dos 120 judeus que melhor representou "uma lâmpada do judaísmo" para o mundo. Em uma carta ao Dr. L.E. Froom, datada de 20 de fevereiro de 1939, Finklestein admitiu: "O atual calendário judaico foi mudado [ajustado] no século IV." (3) Maimonides e a maioria dos outros judeus cronologistas concordam que o calendário judaico moderno é baseado nos "movimentos médios do sol e da lua, com o verdadeiro [calendário] tendo sido anulado." (4)
Pois é Roma mudou os tempos sim!


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Tatiana em Seg Set 26, 2011 7:59 am

!

O calendário serve para que o homem administre melhor seu cotidiano e afazeres. A contagem de dias meses e anos foi estabelecida pelo Criador para que o homem se oriente melhor: 

'' E disse D'us: 'Sejam luzeiros na expansão dos céus, para separar entre dia e entre noite, e sejam por sinais, e por prazos, e por dias e anos. e sejam por luzeiros na expansão dos céus para iluminar sobre a terra!' E foi assim. E fez D'us os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para governar o dia, e o luzeiro menor para governar a noite, e (fez também) as estrelas. (...)'' Bereshit 1.14-16 


Vemos pelas Escrituras Sagradas que o Sol e a Lua são usados para orientar o tempo. sabemos que o calendário judaico é lunissolar, e é assim para que possa contar de maneira que administre as datas das Festas na estação própria conforme as Sagradas Escrituras. Citarei um trecho explicativo sobre o calendário judaico escrito por Michael Asheri em seu livro - Judaísmo Vivo:

''O calendário judaico também funciona na base de um dia de 24 horase de um ano de 12 meses, mas a semlhança termina aí. O mês judaico baseia-se na Lua e tem 29 ou 30 dias de duração, dependendo do mês, porque a Lua lea 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3 segundos para passar por todas as suas fases e completar um mês lunar judaico.

Se todos os meses tivessem exatamente 29 dias e 12 horas de duração, poder-se-ia simplesmente alternar os meses com 29 e os meses com 30 dias durante todo o ano, como se az em alguns casos. Contudo, os 44 minutos e 3 segundos restantes acabam por formar um dia, e isto tem de ser considerado no calendário. Por conseguinte, o segundo ou terceiro mês, Cheshvan e Kislev, ou ambos, podem ter 29 ou 30 dias, dependendo de uma complicada 'ordem' de meses e anos. Isto nos dá um ano judaico de 353, 354 ou 355 dias, o que obviamente é muito menos que um ano solar integral. soluciona-se a discrepância adicionando-se um mês inteiro suplementar, sete vezes a cada 19 anos. Este mês é chamado de Adar Sheni ou 'Adar, ambas as expressões significando 'segundo Adar', e em depois do mês normal de Adar no terceiro, sexto, oitavo, décimo primeiro, décimo quarto, décimo sétimo e décimo nono ano do ciclo de 19 anos. Este mês suplementar, Adar Sheni, tem 29 dias, mas quando é adicionado a qualquer ano, acrescenta um dia estra ao mês que precede, Adar Rishon (primeiro Adar), a im de dar-lhe 30 dias.


Dessa maneira, um ano bissexto com o mês que lhe é acrescentado pode ter 383, 384 ou 385 dias, dependendo do número de dias do ano precedente. Vemos portanto que um ano judaico pode ter 353, 354, 383, 384 ou 385 dias.

Isto parece complicado? Pode crer, é. É que há um outro fator que tem de ser considerado na determinação da duração dos dois meses mutáveis, ainda não mencionados por nósÇ o Rosh Hashanah nunca pode cair em domingo, quarta ou sexta-feira.

A justificativa para isto é que, se o Rosh Hashanah caísse numa quarta ou sexta-feira, o Yom Kipur cairia na sexta ou no domingo, ou seja, precedendo o Shabat ou seguindo-se a ele. Isto significaria que não seria possível preparar comida, enterrar os mortos ou qualquer outra coisa desse tipo durante dois dias, uma vez que todas as proibições que se aplicam ao Shabat aplicam-se também ao Yom Kipur. (...)

Todos os ajustes para atender a essas exigências são feitos nos primeiros seis meses do ano, de maneira que o período entre o primeiro dia de Nissan e o inal do ano seja sempre de 177 dias.

O ato é que o calendário judaico constitui muito mais que uma curiosidade, trata-se de um lembrete vivo de nossa condição de povo escolhido. O jornalista israelense Moshe Kohn assinala que através dos ajustes que temos que fazer constantemente em nosso calendário, de maneira que, por exemplo, Pessach sempre caia na primeira lua cheia após o equinócio da primavera e que Yom Kipur nunca caia numa sexta-feira ou domingo, transformamos a conexão 'acidental' entre nós, a Terra, o Sol e a Lua num relacionamento criativo e dinâmico entre nós e o Criador (...). No judaísmo, nós, o poo controlamos o tempo, ixamos as ocasiões'.


Prossegue ele, apontando que o primeiro mandamento que nos oi dado a cumprir enquanto povo é (Êx 12, 1-2)Ç ' Este mês será para vós o primeiro mês., e cita o Midrash no sentido de que, neste mandamebnto, D'us entregou ao homem a ordenação do tempo. Como isto se deu antes dos judeus deixarem o egito, conclui ele que 'nosso primeiro passo no caminho de uma condição lire e responsáel de poo oi a aquisição do controle sobre o tempo'. E o instrumento disso é o calendário judaico.'' (pp.239-240)

Assim, podemos concluir que coube ao povo de D'us ajustar o calendário para que as Festas e dias de descanso estabelecidos pelo Eterno para serem observados como devem ser.



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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Tatiana em Seg Set 26, 2011 8:12 am

...E os romanos? bem, os romanos inventaram um calendário que nada tem a ver com as datas sagradas dadas pelo Eterno. 

Há interesse do reino da trevas dar crédito à mentira, e Roma é um instrumento para esse mal intento, porém conforme postado anteriormente, todo e qualquer ajuste no calendário judaico só coube ao povo de D'us com o objetivo primeiro de se observar as datas por Ele estabelecidas de maneira correta.



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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Camilo em Seg Set 26, 2011 10:09 pm

SHALOM.

O profeta Daniel pelo Espírito de Deus predisse a mudança dos tempos hebraicos (Daniel 7:25), observemos que Daniel falou a respeito do calendário Judaico (dos hebreus) o calendário Judaico era Lunar por ordenação do próprio Deus: 
(Gênesis 1:14) - E disse Deus: Haja luminares(Lua e Sol) na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.
Daniel predisse a profanação do calendário Judaico:
(Daniel 7:25) - E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos (Judaicos) e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.
Portanto o Sábado guardado nas religiões em geral se trata do Dia de Saturno do calendário Romano ou qual não é Calendário ordenado na Toráh Judaica.

Não podemos esquecer que Daniel predisse a mudança dos tempos Judaicos ou seja seu calendario, D"eus não orednou a mudança da contagem dos dias semanis orientando-se pela lua.








 












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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Tatiana em Ter Set 27, 2011 12:38 am

, Camilo!

Daniel disse sobre a mudança, mas a mudança é a respeito de um calendário contrário aos propósito do EternoNote pelo meu post sobre a explicação do calendário judaico. O Eterno nunca disse em Sua palavra que o calendário é unicamente lunar, até porque Ele deu o Sol e a Lua para sinais, dias e anos. O homem recebeu do Eterno inteligência para calcular o tempo, e assim organizar melhor sua vida.Os meses são contados pelas fases da lua, porém os anos devem ser ajustados pelas Estações do ano, que são identificadas através da posição que a Terra ocupa em relação ao Sol. A distância e a inclinação do eixo terrestre é que fazem as Estações ocorrerem, e isto foi criado pelo próprio D'us. Agora, as datas que o Eterno deu para serem observadas devem estar em concordância com Sua Torah, respeitando as Estações próprias para cada uma, pois nada entra em contradição, por isso a explicação nos posts anteriores. 

Já o calendário Gregoriano, este sim, despreza completamente as datas que o Eterno instituiu, e aqueles que o seguem, não conseguem comemorar as datas festivas do Eterno nos dias e Estações apropriados.

Sugiro que você releia meu post anterior sobre o calendário judaico com atenção, se for necessário, pois o assunto às vezes fica melhor esclarecido com mais de uma leitura.



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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Camilo em Qua Set 28, 2011 1:00 am

Tatiana paz

Me diga se souber como eram contados os dias da semana no calendário do Criador?



Todos os sábados (Shabaths) do 7º dia caiam no 8º,15º,22º e 29º dia, não havia variação dos dias como se sucede no "gregoriano" certo?



A pártir de cada lua nova inciava um novo mês e uma nova semana!



Hillel II mudou o calendário judaico sim!

http://buscandoverdade.weebly.com/saacutebado-o-seacutetimo-dia.html


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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Tatiana em Qua Set 28, 2011 1:50 am

Meu caro Camilo,

Já postei sobre isto, basta ler o post, a resposta está lá. É só ler com atenção.

!



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 Re: Os Romanos mudaram o Calendário Judaico????

 por Clara em Qua Set 28, 2011 2:28 am

 Camilo

Realmente é muito complicado essa confusão que fizeram de calendários , existem muitos mistérios em torno disso tudo , eu pesquisei sobre a grande bagunça romana pra criar o ANO BISSEXTO, houve muito interesse pelos católicos, pois havia sido criado anteriormente em 46 a.C. pelo imperador romano Caius Julius Caesar o Calendário Juliano que tirou 5 dias do ano, porém criou um dia extra, e a cada quatro anos esse dia extra era inserido no mês de fevereiro, ocorreu um erro gravissímo pois o ano juliano estava completamente errado pois entre o Calendário Juliano e o Calendário Solar acumulou uma diferença de dez dias.

Porém a Igreja Católica do século XVI acabou extremamente incomodada com tal diferença, que causava a postergação da comemoração da P´áscoa c ristã, que não era mais comemorada no mês de março. E sob comando do matemático jesuíta Cristóvam Clavius, o papa Gregório XIII reuniu uma comissão e acabou editando a bula papal, que criou o Calendário Gregoriano, em outubro de 1.582.


Agora vc analisa quem esta errado nisso tudo? e as pessoas que nasceram no ano bissexto? veja que confusão !

Se vc pesquisar sobre o ano bissexto, vc descobre coisas assombrosas pois no calendário c ristão nunca houve o dia 5 de Outubro de 1.582, pois esse dia nunca existiu , devido a bagunça que eles fizeram.




Leia mais em: http://www.torahweb.net/t1002-os-romanos-mudaram-o-calendario-judaico#ixzz2thsso7yb 
Fonte: TORAH WEB - site judaico messiânico http://www.torahweb.net/t1002-os-romanos-mudaram-o-calendario-judaico
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