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PORQUE OS FARIZEUS ACUSAVAM JESUS? - Realidades Acultas

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PORQUE OS FARIZEUS ACUSAVAM JESUS? - Realidades Acultas

Mensagem por Silas G. de Souza em 18th Fevereiro 2014, 12:08 pm

O SÁBADO NO PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO
(ENTRE MALAQUIAS A MATEUS)
40 SUB- REGRAS ACRECIDAS AO SÁBADO




Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém.” - João 21:25
Considerando o texto inicial, enfatizamos que ainda Livros Históricos são aceitos por eruditos estudiosos como auxiliares nos relatos Bíblicos, também pesquisas Arqueológicas tem revelado fatos outrora desconhecidos comprovando a veracidade da Bíblia. Mencionamos na sequência desse estudo o Livro dos Macabeus, Comentários de Flávio Josefo, Livro dos Jubileus.
O Cativeiro Babilônico foi o marco inicial de um novo capítulo na historia da religião judaica.
Curados finalmente de sua tendencia idolátrica, os judeus voltaram-se gradativamente para o legalismo. Se a razão pela qual a nação passara pelo cativeiro foi o constante afastamento das leis divinas (II Crôn. 36:15-20), então uma nova ênfase sobre a desobediencia haveria de surgir, para que o povo não mais se esquecesse dos reclamos divinos. O pêndulo, portanto, oscilou de um extremo (idolatria) a outro (legalismo).
 Como a profanação do sábado fora um dos motivos salientes do cativeiro ( Jer. 17:20-27), também o sábado recebeu nova ênfase nesse periodo. Centenas de regulamentos foram acrescentados, pelos mestres do judaismo, ao simples e claro mandamento do sábado, transformando-o numa verdadeira instituição legalística. É indispensavel que se conheça a nova ênfase que o sábado recebeu durante o periodo intertestamentário, para que se possa compreender a realidade que estava por detrás dos conflitos de Jesus com os Judeus de Seu tempo, a respeito da observância do sábado.

 O Sábado Sob os Mestres do Judaísmo
Especialmente durante a parte final do período intertestámentário(tempo entre Malaquias e Mateus), a observância do sábado passou a assumir um caráter negativo, através do grande número de proibições que lhe foram acrescentadas. Os Mestres do Judaismo não mediram esforços parea transformar o sábado na mais importnate instituição judaica, ao ponto de o considerarem “como equivalente em importância ao conjunto de todos o demais preceitos de Torá”.O Livro dos Jubileus e o Documento Damasceno
  A mais antiga lista de atividades proibidas no sábado encontra-se no livro dos Jubileus. De acordo com a Enciclopédia Judaica. O Livro dos Jubileus(2:17-32 e 50: 6-13) é extremamente severo sobre a profanação do sábado, sendo a morte a penalidade mesmo para tais ofensas como caminhar certa distancia, jejuar ou andar de barco no sábado. O Livro dos Jubileus (50:Cool também proibe relações maritais durante o sábado, ao passo que no ensino rabínico e considerado meritório mantê-las no sábado (BK 82, Ket 62b).


Lohse, por sua vez, acrescenta que:
 A proibição de atividades e apresentada não menos estritamente no Documento Damasceno do que nos Jubileus....As regras estabelecem, entre outras coisas, que uma pessoa não deve andar mais do que 1.000 (2.000?) côvados só sábado; não deve haver erub (evasiva para transgressão de uma regra); não se deve conduzir o gado mais que 2.000 côvados, tirar o gado de uma cova, ajudar homens a sair em de um buraco com uma escada, uma corda ou outro instrumento, nem oferecer sacrificios além das ofertas queimadas que eram oferecidas aos sábados no santuario.


O Mishnah
Embora a codificação final do Mishnah tenha sido concluida ao redor de 220 AD, ele reúne tradições e costumes de um periodo de aproximadamente seis séculos, grande parte dos quais foram estabelecidos durante o período intertestamentário (Entre Malaquias e Mateus).

Além de outras referencias ocasionais ao sábado, dois tratados inteiros do Mishnah, intitulados Shabbath e Erubhin, são dedicados especificamente aos detalhes da observância do sábado. O tratado intitulado Shabbath (7:2) declara:
- As principais tarefas proibidas são quarenta menos uma: aquele que semea e ara e sega e ata; aquele que debulha e hoeira e ventila; aquele que peneira e amassa e assa; aquele que tece e estica e enrola e separa dois fios; aquele que faz e desfaz um nó e costura dois pontos e rasga para fazer dois pontos; aquele que caça e mata e esfola uma gazela; aquele que salga e curte seu couro e o limpa e corta; aquele que escreve duas letras e apaga outras vez para escrever duas letras; aquele que constroí e derriba, aquele que acende um fogo e o apaga, aquele que bate com um martelo; aquele que carrega de uma lugar para outro.


Estas são as principais tarefas, quarenta menos uma.
Não é difícil compreendermos arazão de serem 39 (40 menos uma) o número das principais proibições, se tivermos em mente que “o número 39 é um padrão na literatura rabinica”. Embora essa relação de 39 proibições seja a mais importante, ela não abrange a todos os detalhes das proibições rabínicas; pois o Mishnah de Beza (5:2) acrescenta ainda que “não se deve podar uma árvore, nem cavalgar sobre um animal, nem nadar na água, nem bater palmas nem bater nos quadris, nem dançar.” Essas proibições principais foram desdobradas em um número quase infinito de regulamentos menores, totalizando nada menos que 1.521 leis sobre a observância do sábado; muitas das quais quase extrapolam os limites da razão.


Robert H. Gundry declara:
 Alguns rabinos farizeus proibiam que se cuspisse no chão desnudo, em dia de sábado, a fim de que a perturbação da poeira não viesse a construir aragem, e portanto, quebra do sábado por meio desse trabalho. As mulheres não deveriam olhar para um espelho em dia de sábado, afim de que, se vissem algum cabelo branco, não fossem tentadas a arrancá-lo cedendo à tentação, e portanto, trabalhassem em dia de sábado.
Constituia um dilema se um farizeu podia comer um ovo posto em algum dia de festividade. Estariam tais ovos maculados, a despeito do fato que as galinhas não tinham consciência de dias festivos?
  Os farizeus, entretanto, maquinavam evasivas que lhes fossem convinientes. Embora uma pessoa não podesse levar nos braços as suas roupas, de dentro de uma casa que se incediasse em dia de sábado, podia vestir-se com várias camadas de roupas, para assim livrá-las do incêndio. Não se julgava lícito que um farizeu viajasse em dia de sábado mais de um quilômetro paea longe da cidade ou aldeia em que vivia. Mas, se desjava ir mais além, na sexta-feira ele depositava alimentos suficientes para duas refeições a um quilômetro distante de sua residência, na direção em que quisesse ir. O depósito de alimentos tornava aquele lugar um lar seu, distante de casa, pelo que, em dia de sábado, era-lhe possível viajar um quilômetro extra.
Além disso, era considerado ilícito expectorar sobre o solo para que não ocorresse por esse meio que uma haste de grama fosse irrigada. Não era permitido carregar um lenço no sábado, sem que uma de suas pontas estivesse costurada na própria vestimenta, em cujo caso ele não mais era tecnicamente um lenço mais parte da vestimenta.



Flávio Josefo afirma que a seita judaica dos essênios era mais rigorosa ainda em sua observância do sábado. Segundo suas próprias palavras, eles observavam mais rigorosamente o sábado do que qualquer outro judeu e não somente fazem preparar o alimento na véspera, para não serem obrigados a fazêrem no dia de descanso, mas não ousam nem mesmo mudar um objeto de lugar, nem satisfazer, se não forem obrigados a isso, as necessidades fisiológicas.



A ênfase rabínica sobre o sábado era tão exagerada, ao ponto de crerem que “o maravilhoso poder dos sábados e tão grande que no sétimo dia mesmo os ímpios no Geena podem descansar do seu tormento.” E ainda mais: “Se Israel observar um sábado como deveria ser observado, o Messias virá. O sábado é igual ao conjunto dos demais preceitos da Torá.
CONCLUSÃO

Uma vez que o inicio desta elaborado definição das ações permitidas e das proibidas ser encontrado nos séculos que antecederam imediatamente a era cristã, foi especialmente durante o período intertestamentário que o sábado deixou gradativamente a finalidade que o criador estabeleceu (dia prazeiroso de descanso, adoração e gratidão a Deus), passou a ser revestido de uma roupagem legalística tornando um pesado fardo.
Portanto, as considerações anteriores não apenas esclarecem o modo como o sábado era observado no tempo de Cristo, como também fornecem o pano de fundo para compreensão de Suas controvérsias com os líderes judaicos sobre a observância do sábado entre Jesus os Apóstolos e entre nos.


Extraido: Livro “O Sábado nas Escrituras”
 

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Re: PORQUE OS FARIZEUS ACUSAVAM JESUS? - Realidades Acultas

Mensagem por Silas G. de Souza em 19th Fevereiro 2014, 8:21 am

"Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade." - II Corintios 13:8

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